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PARASITOLOGISTAS

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PARASITOLOGISTAS. Carlos Chagas (1878-1934). Foi chefe da comissão de estudos sobre a profilaxia da malária em Minas Gerais (1907). Em 1909 concluiu as pesquisas destinadas a debelar a tripanossomíase, posteriormente conhecida como doença de Chagas.

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Foi chefe da comissão de estudos sobre a profilaxia da malária em Minas Gerais (1907).

Em 1909 concluiu as pesquisas destinadas a debelar a tripanossomíase, posteriormente conhecida como doença de Chagas.

Identificou o agente causador dessa doença, ao qual deu o nome de Trypanosoma  cruzi, em homenagem a Osvaldo Cruz.

Seu trabalho abrange todos os aspectos da doença: anatomia patológica, epidemiologia, etiologia, formas clínicas, meios de transmissão, patogenia, profilaxia e sintomatologia.

Um ano depois de sua descoberta, recebeu o reconhecimento dos meios científicos internacionais. Criou-se para ele uma vaga especial na Academia Nacional de Medicina (1910).

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De sua extensa obra publicada, destacam-se:

Estudos hematológicos do impaludismo (1902)

Hematologia do impaludismo (1903)

Profilaxia antipalúdica (1907)

Nova espécie de Taeniorynchus (1908)

Nova espécie mórbida do homem produzida por um tripanossoma (1909)

Classificação e descrição de diversas espécies de anofelinos e culicídios

Descrição de uma nova moléstia humana transmitida pelo "barbeiro" (Triatoma megistus) (1912)

Patogenia da tripanossomíase americana (em colaboração com Eurico Vilela) (1929)

Aspectos evolutivos do Trypanosoma cruzi no transmissor (1929).

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Nasceu em Belém do Pará em 1885

  • Ingressou na FioCruz em 1909, para assumir as pesquisas em anatomia patológica, até então exercidas por Rocha Lima
  • Ao mesmo tempo em que realiza investigações sobre a doença de Chagas, Vianna descreve em 1911 uma espécie nova do gênero Leishmania, a Leishmania brasiliensis, parasito causador da leishmaniose tegumentar americana ou leishmaniose cutâneo-mucosa, doença conhecida vulgarmente como úlcera de Bauru ou "ferida brava", incidente em diversas regiões do Brasil e da América Latina
  • Estudou também a ação do tártaro emético no tratamento dessa enfermidade, bem como seu uso na terapêutica do granuloma venéreo.
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Gaspar Vianna morreu em 1914, aos 29 anos, com apenas seis anos de exercício da Medicina, em conseqüência de uma contaminação adquirida durante uma autópsia que realizava em um cadáver de um tuberculoso.Em 1953 o casal Leonidas de Mello Deane e Maria von Paumgartten Deane descobriram que a raposa era um importante reservatório silvestre de calazar no continente

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Samuel Pessoa desenvolveu relevantes pesquisas sobre leishmaniose, esquistossomose, doença de Chagas e outras endemias. Na década de 1940, integrou uma equipe de cientistas responsável pela realização de vasto inquérito sobre a leishmaniose tegumentar, inquérito este apoiado pelo Departamento de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e pela Comissão de Estudos da Leishmaniose do Departamento de Saúde do Estado de São Paulo

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Homem renascentista, dotado de sólida formação humanista, Amilcar Martins dedicava grande interesse pelas mais diversas manifestações de arte e cultura e por várias áreas de conhecimento: botânica, história, música, literatura, zoologia.

Entretanto, foi como médico sanitarista e pesquisador, que encontrou a sua maior vocação, dedicando grande parte da sua vida a estudar e combater doenças parasitárias - esquitossomose, leishmaniose e doença de Chagas, que flagelam e matam a população pobre de Minas e do Brasil.

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Emmanuel Dias (1908-1962)

EMMANUEL Dias e Evandro Chagas. Mendoza, 1935.

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Descreveu centenas de casos agudos da doença de Chagas e sistematizou a cardiopatia crônica chagásica

  • Chama a atenção para a transmissão da doença por meio da transfusão de sangue e discute a importância da distribuição geográfica da enfermidade
  • Ações de combate à tripanossomíase americana, estabelecendo as bases técnicas de profilaxia com uso de inseticidas de ação residual
  • Promoveu as primeiras campanhas de controle da doença de Chagas, levadas a outras regiões do país e da América Latina
  • Defendeu junto aos cientistas e às autoridades públicas a importância de se tratar como prioridade nacional a profilaxia sistemática da doença de Chagas.
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Formou-se em medicina pela Faculdade de Medicina e Cirurgia do Pará em 1935, ingressando nessa instituição como professor de microbiologia no ano seguinte

  • Nesta data, exerceu ainda o cargo de parasitologista do Instituto de Patologia Experimental do Norte - posteriormente Serviço Especial de Saúde Pública e atual Instituto Evandro Chagas -, onde permaneceu até o ano de 1939, voltando a exercer as mesmas atividades entre 1942 e 1949
  • Durante o primeiro período, fez parte da equipe dirigida por Evandro Chagas, que realizava estudos pioneiros sobre leishmaniose visceral e outras endemias rurais.
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Foi pesquisador associado do Serviço Especial de Saúde Pública (SESP) para o estudo de moluscos planorbídeos do Brasil. Em 1956, foi comissionado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) para coletar moluscos planorbídeos no Peru, na Bolívia, no México, em Cuba e na Venezuela, a fim de estudar problemas de sistemática desse grupo zoológico

Realizou a mesma tarefa nas Guianas Inglesa, Holandesa e Francesa, desta vez comissionado pelo Departamento Nacional de Endemias Rurais

Realizou vários trabalhos sobre planorbídeos americanos em convênio com a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) e com a Organização Mundial de Saúde (OMS)

Em 1964 seu laboratório foi indicado como centro de referência de identificação em moluscos planorbídeos pela OMS.

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Quando iniciou suas pesquisas, havia pouca clareza acerca da determinação e nomenclatura das espécies de moluscos vetores; a esquistossomose não havia ainda sido tampouco reconhecida como uma endemia importante no Brasil.

Contribuiu no conhecimento dos vetores, dinâmica de transmissão, epidemiologia e estratégias de controle da esquistossomose

Sua ênfase foi sempre no campo, na pesquisa realizada na/com a comunidade. Em sua época quando a maior parte dos estudos era realizada com pacientes em contextos clínicos-hospitalares, F. S. Barbosa desenvolveu estudos de longa duração em nível comunitário.

De seus estudos sobre a esquistossomose, foi possível estabelecer a determinação dos perfis de morbi-mortalidade nas populações e o lançamento das bases para os trabalhos de participação popular no controle de endemias.

Publicou cerca de 220 artigos em revistas científicas nacionais e estrangeiras, vários capítulos de livro em obras editadas no Brasil e no exterior, além de três livros e inúmeros relatórios técnicos.

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1936, ingressou na Faculdade de Medicina e Cirurgia do Pará. Durante

  • o curso, realizou trabalhos de estudos sobre leishmaniose visceral, do
  • Serviço de Estudos de Grandes Endemias (Sege) do (IOC).
  • 1942, assumiu o cargo de assistente do Departamento de Parasitologia do Serviço Especial de Saúde Pública (Sesp), no Instituto Evandro Chagas, onde colaborou em pesquisas sobre malária e filariose, realizando estudos em vários estados.
  • Desenvolveu também pesquisas sobre verminose e leptospirose.
  • 1969, organizou o Departamento de Microbiologia e Parasitologia da Faculdade de Medicina de Taubaté
  • A convite do governo venezuelano, organizou o Departamento de Parasitologia da Faculdade de Ciências da Saúde, da Universidade de Carabobo.
  • Em 1980, transferiu-se para o IOC como pesquisadora titular do Departamento de Protozoologia, onde também foi chefe pro tempore do Centro de Microscopia Eletrônica. Logo depois, foi promovida a chefe deste departamento.
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Formado pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), atua como médico sanitarista da Secretaria de Saúde e Assistência desse estado entre 1947 e 1961, período durante o qual trabalha em colaboração com o Instituto Oswaldo Cruz no Centro de Estudos e Profilaxia da Moléstia de Chagas na cidade mineira de Bambuí.

Pellegrino complementa sua formação acadêmica com diversos cursos de aperfeiçoamento no Brasil e no exterior. Em 1952 e 1953, estuda parasitologia na Universidade de Roma. Em 1955, realiza curso no Departamento de Parasitologia e Microbiologia da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, São Paulo, importante centro de estudos sobre doença de Chagas.

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Com cerca de 220 trabalhos publicados em revistas nacionais e estrangeiras e tendo participado de mais de uma centena de congressos e reuniões cientificas no Brasil e no exterior

Zigman Brener gastou parte significativa de seus 70 anos lendo e

pesquisando.

No começo da carreira, viajou muito pelo interior de Minas Gerais para estudar áreas endêmicas de Chagas e conhecer de perto o drama das vitimas dessa doença típica de gente pobre e desassistida.

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Epidemiologia de esquistossomose e doença de Chagas no Nordeste brasileiro (1953 - 1956)

Biologia e bioquímica de Trypanosoma cruzi (1956 -1960)

Biologia molecular de parasitas da malária: Plasmodium falciparum. Imunologia da malária humana (1978 -1996)

Epidemiologia da malária humana na África e na Amazônia brasileira (1990 - ....)

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Demonstração de que a doença de Chagas pode ser adquirida por transfusão sangüínea.

Prevenção da transmissão da doença de Chagas por transfusão pela adição de violeta de genciana ao sangue infectado.

Sero-epidemiologia da toxoplasmose.

Mecanismo de proteção contra a malária.

Desenvolvimento de bases experimentais para uma vacina anti-malárica.

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Imunidade aos parasitas.

Receptores de membrana para complemento.

Biologia de parasitos de malária e de Trypanosoma cruzi.

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Wilson Mayrink, professor do Departamento de Parasitologia da Universidade Federal de Minas Gerais ­ UFMG ­ organizou em 1963 o Laboratório de Leishmanioses da universidade.

Em parceria com o médico baiano Paulo Magalhães, da Sucam, hoje Fundação Nacional da Saúde ­ Funasa ­, iniciou uma série de projetos sobre o diagnóstico, tratamento e controle da leishmaniose visceral humana no Vale do Rio Doce, em Minas Gerais.

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