Capacitação das Entidades Sociais de CAMPINAS
This presentation is the property of its rightful owner.
Sponsored Links
1 / 43

Questão Social: Vulnerabilidades e riscos sociais, PNAS e SUAS Professoras: Dras. Maria Luiza Mestriner e Vânia Nery Novembro/2009 PowerPoint PPT Presentation


  • 127 Views
  • Uploaded on
  • Presentation posted in: General

Capacitação das Entidades Sociais de CAMPINAS Promoção: Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência e Inclusão Social de Campinas. Coordenadoria de Proteção Social Básica. Questão Social: Vulnerabilidades e riscos sociais, PNAS e SUAS Professoras: Dras. Maria Luiza Mestriner e Vânia Nery

Download Presentation

Questão Social: Vulnerabilidades e riscos sociais, PNAS e SUAS Professoras: Dras. Maria Luiza Mestriner e Vânia Nery Novembro/2009

An Image/Link below is provided (as is) to download presentation

Download Policy: Content on the Website is provided to you AS IS for your information and personal use and may not be sold / licensed / shared on other websites without getting consent from its author.While downloading, if for some reason you are not able to download a presentation, the publisher may have deleted the file from their server.


- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - E N D - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Presentation Transcript


Capacita o das entidades sociais de campinas promo o secretaria municipal de cidadania assist ncia e inclus o social

Capacitação das Entidades Sociais de CAMPINASPromoção: Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência e Inclusão Social de Campinas. Coordenadoria de Proteção Social Básica

Questão Social: Vulnerabilidades e riscos sociais, PNAS e SUAS

Professoras: Dras. Maria Luiza Mestriner e Vânia Nery

Novembro/2009


Quest o social

Questão Social

Concepção e Origem:

  • A expressão surge por volta de 1830 para designar o fenômeno do pauperismo;

  • Surge com a formação da classe operária que exige seu reconhecimento como classe.

  • Europa e EUA: ideias de Keynes inspiram o surgimento das Políticas Sociais.

  • Brasil: industrialização tardia, a questão social se configura a partir de 1930

    Carmelita Yazbek


Capacita o das entidades sociais de campinas promo o secretaria municipal de cidadania assist ncia e inclus o social

“A questão social”no sentido universal do termo, quer significar o conjunto de problemas políticos, sociais e econômicos que o surgimento da classe operária impôs ao mundo no curso da constituição da sociedade capitalista. Assim “a questão social” está fundamentalmente vinculada ao conflito entre o capital e o trabalho (1982: 21).

Gisálio Cerqueira Filho


Agravamento da quest o social

Agravamento da questão social

  • As compressões políticas econômicas e globais;

  • Redução de taxas de desenvolvimento

  • Alteração do mundo do trabalho;

  • Desemprego e precarização das relações;

  • Políticas Sociais pouco eficientes;

    Ampliação da Pobreza e da exclusão social


Capacita o das entidades sociais de campinas promo o secretaria municipal de cidadania assist ncia e inclus o social

Exclusão social

Conceito Relacional:

Exclusões:

  • Sócio econômica

  • Sócio cultural

  • Apartação Social

  • Inclusão Perversa X Exclusão Integrativa


Exclus o fen meno multifatorial

Exclusão: fenômeno multifatorial

  • “Impossibilidade ou dificuldade intensa de ter acesso aos mecanismos de desenvolvimento pessoal, inserção sócio-comunitária e aos sistemas pré-estabelecidos de proteção” ( Subiratis, 2002)


Pobreza fen meno multidimensional

Pobreza: fenômeno multidimensional

Causas:

  • Econômicas: vulnerabilidades decorrentes da desregulamentação do trabalho, aumento da informalidade;

  • Sociais: baixo conhecimento social e educacional, deficiência de formação profissional e dificuldade de acesso à saúde, saneamento, etc


Pobreza fen meno multidimensional1

Pobreza: fenômeno multidimensional

Causas:

  • Políticas: baixa participação política, exclusão da interlocução;

  • Intergeracional: processo cíclico familiar recorrente

  • Topografia Social: espaços defasados de recursos institucionais e culturais


Capacita o das entidades sociais de campinas promo o secretaria municipal de cidadania assist ncia e inclus o social

Pobreza:

Visão Conceitual:

Privação das Capacidades Substantivas

“É menos uma questão de privação de renda (meio) do que privação de capacidades substantivas (fim) com as quais as pessoas alcançam a liberdade de se auto-determinarem” ( Amartya Sen)

Pobreza como Fenômeno Complexo Multidimensional e Heterogêneo.


Pobreza

Pobreza

  • “ São pobres aqueles, que de modo temporário ou permanente, não têm acesso ao mínimo de bens e recursos sendo, portanto, excluídos em graus diferenciados da riqueza social”

    Yasbek


Desigualdade social conceito subjacente

Desigualdade Social: conceito subjacente

50% da população apropria-se de 13% da renda nacional.

10% dos mais ricos detém 52% da renda nacional (IBGE - 2002)

Má Distribuição de renda


Vulnerabilidades sociais entre pobreza e integra o social

Vulnerabilidades Sociais: entre pobreza e integração social

  • Ampla zona de processos de desvinculação:

    • Ao trabalho e renda;

    • Às relações familiares e sociais


Vulnerabilidade social

Vulnerabilidade Social

  • Conceito multifacetado com várias dimensões que identificam situações de vulnerabilidade de indivíduos, famílias e coletividades:

    • Sóciodemográficas-ambientais

    • Bens materiais

    • Afetivo-relacionais


Vulnerabilidade social1

Vulnerabilidade Social

  • Estar em VULNERABILIDADE SOCIAL significa ter a potencialidade de resposta alterada ou diminuída frente às situações de risco ou constragimento naturais da vida.

  • Situações vivenciadas pelo indivíduo e/ou família que acarretam o AGRAVAMENTO do risco.

  • A variável importante: TEMPO


Da vulnerabilidade ao risco

Da vulnerabilidade ao risco

As vulnerabilidades

Não prevenidas

Não reduzidas

Não corrigidas

Levam a riscos sociais

AMPLIAM A EXCLUSÃO E A POBREZA


Risco social

Risco social

  • Não significa somente o perigo imediato;

  • É a condição social presente que interfere na futura situação social de um indivíduo ou coletividade.

    • Ação preventiva = diminuição do risco


Impens vel o enfretamento da quest o social sem a intermedia o do estado e suas pol ticas

É impensável o enfretamento da questão social sem a intermediação do Estado e suas Políticas

Questão Social Gera necessidades

Política Social

Reposta do Estado

Demandas e necessidades sociais

Direito


Capacita o das entidades sociais de campinas promo o secretaria municipal de cidadania assist ncia e inclus o social

Convergência entre econômico e o social:

Pressuposto Constitucional

  • Crescimento / Estabilidade econômica com a redução da desigualdade

  • Rede de proteção social – Políticas Intersetoriais (com vista a eixos de exclusão: riscos/vulnerabilidades)

Premissas para confronto à pobreza


Capacita o das entidades sociais de campinas promo o secretaria municipal de cidadania assist ncia e inclus o social

Desenvolvimento Humano

Saúde

Cultura

Saúde

Educação

Documentação

(Cidadania)

Socio-assistenciais

Meio Ambiente e Habitação

Esporte e Lazer


Avan o na efetividade das pol ticas sociais enfrentamento das vulnerabilidades e riscos sociais

Avanço na efetividade das Políticas SociaisEnfrentamento das Vulnerabilidades e Riscos Sociais

  • Grau de ampliação da intervenção:

    • Atingir os mais pobres.

    • Impacto sobre os usuários:

    • Expandir suas capacidades.


Avan o na efetividade das pol ticas sociais enfrentamento das vulnerabilidades e riscos sociais1

Avanço na efetividade das Políticas SociaisEnfrentamento das Vulnerabilidades e Riscos Sociais

  • Descentralização/Democratização das ações.

  • Complementaridade entre esferas governamentais.

  • Integração intersetorial

  • Parceria público-privado.

  • Protagonismo do usuário.


Formas inaugurais da assist ncia social

Formas inaugurais da assistência social

  • Sua presença como prática social é bastante antiga.

  • Desde a Idade Média, a prática cristã da caridade influenciou as concepções da assistência social. Essa influência permitiu construir a forma culturalmente dominante das exigências de acesso do campo da assistência social:

    (...) o pobre deve manifestar muita humildade e dar provas convincentes de sua condição para não ser suspeito de ‘mal pobre’. (CASTEL, 1997:62).


O legado da assist ncia social

O legado da Assistência Social

A assistência social é vinculada à demonstração da pobreza, da miséria ou da impossibilidade de comprar mercadorias ou produtos e serviços no mercado, adquirindo o caráter compensatório.

Permeia a Assistência Social uma cultura moralista e autoritária que culpa o pobre por sua pobreza. (YAZBEK)


Assist ncia social

Assistência Social

  • A Política Social deve estar comprometida com a prevenção do risco;

  • Prevenir risco social é direito e não caridade,

  • É o eixo da Política Pública de Assistência Social


Capacita o das entidades sociais de campinas promo o secretaria municipal de cidadania assist ncia e inclus o social

Foco da Assistência Social:

Concentração de Ações Sócio-assistenciais

Binômio:

Oportunidades

X

Esforços

  • A família (Fortalecer Vínculos).

  • O Indivíduo (Encaminhamento das várias faixas etárias às várias demandas: desenvolver dons / habilidades, talentos).

  • Território: Desenvolvimento Local e sustentável


O cotidiano da assist ncia social

O cotidiano da ASSISTÊNCIA SOCIAL

Articulação entre

PROTEÇÃO SOCIALBenefício e Serviço

Apoio Estratégico

Ampliação de direitos sociais

Investimento em capacidades

Fortalecimento emancipatório

Organização de grupos

Desenvolvimento do território


Prote o social na assist ncia social

Proteção Social na Assistência Social

  • Enfrentamento às Vulnerabilidades:

    • Não só ênfase às carências

    • Mas a mobilização de ativos pessoais, sociais e territoriais.


Mobiliza o de ativos sociais

Mobilização de ativos sociais

  • Investir no conjunto de atributos/potencialidades necessários para o aproveitamento das oportunidades

    • Pessoais;

    • Familiares;

    • Territoriais.


Desafio

Desafio

  • As famílias, indivíduos e coletividades detém além de suas (precárias) posses materiais um conjunto de “ativos” para o enfretamento das vulnerabilidades de sua condição social.


Capacita o das entidades sociais de campinas promo o secretaria municipal de cidadania assist ncia e inclus o social

Análise Situacional


Capacita o das entidades sociais de campinas promo o secretaria municipal de cidadania assist ncia e inclus o social

A POBREZA HISTORICAMENTE........

  • baseiam-se no imediatismo e improvisação

  • Perdem-se na descontinuidade e falta de efetividade

As ações são emergenciais e compensatórias

ou

As que fogem à circunstancialidade caem no

Na área social

Diagnóstico tradicional

(economista e tecnocrata)

Indicado por leis científicas

Determinista

Processado em

Cálculos


A an lise situacional da vulnerabilidade e risco social

A análise situacionalda vulnerabilidade e risco social

  • Integra o movimento maior e interdependente

    com o Planejamento

    Intervenção

    Avaliação

  • Integra processo de acumulação por aproximações sucessivas

  • Integra um contínuo de Investigação que se refaz na ação e avaliação

Contempla Princípios


A an lise situacional da vulnerabilidade e risco social1

A análise situacionalda vulnerabilidade e risco social

  • Cruza e interrelaciona demandas problemas

  • Caracteriza o contexto no seu todo

    X

  • Apreende a historicidade/o movimento/ tendências das políticas e seus sujeitos

  • Apreende valores / dados culturais

Possibilita a visão globalizada de Questão Social


A an lise situacional da vulnerabilidade e risco social2

A análise situacionalda vulnerabilidade e risco social

  • Constitui-se numa construção coletiva (vários segmentos)

  • Compatibiliza diferentes visões da realidade

  • Provoca interação entre diferentes atores

  • Cria marcos de entendimento e cooperação superando corporativismos

  • Exercita a coesão social

  • Constrói conhecimentos / saberes

É Hoje

Instrumento Participativo e Pedagógico


A an lise situacional da vulnerabilidade e risco social3

A análise situacionalda vulnerabilidade e risco social

  • Leitura das Demandas / Necessidades

  • Mapeamento de atenções: serviços / programas / benefícios / atendimentos

  • Apreensão do sistema de relações sociais, comportamentos sociais, valores, dados culturais

Supõe

Conhecimento da Realidade


A an lise situacional da vulnerabilidade e risco social4

A análise situacionalda vulnerabilidade e risco social

  • Levantamento de dados secundários em: organismos de Pesquisa/Instituições Oficiais

  • Levantamento de Dados Primários: pesquisa junto á população / agentes / usuários

  • Coleta de depoimentos de pessoas-chave

  • Consulta à documentação: documentos históricos / livros / relatórios

Busca Fontes


O territ rio revela informa es

O território REVELA Informações

Análise Situacional do Território (cartografia social)

  • Dados primários - questões subjetivas/culturais;

  • Dados secundários – índices de vulnerabilidade e riscos;

  • Mapeamento da rede socioassistencial/ intersetorial;

  • A dinâmica das iniciativas locais.


A an lise situacional da vulnerabilidade e risco social5

A análise situacionalda vulnerabilidade e risco social

  • Cruza dados entre si

  • Compara dados estatísticos com padrões de referência regionais

    nacionais

  • Coloca dados em série observação

    de tendências

  • Compara situações melhores e

    piores classificações

Instala Processo de Análise Comparativa


Estrat gias facilitadoras da an lise situacional

Estratégias Facilitadoras da Análise Situacional

  • Dividir o município em micro-regiões

  • Localizar no mapa da cidade:

    • demandas / necessidades / problemas

      X

    • rede de serviços/programas/atendimentos

    • Cruzar os dois pólos

  • Representar graficamente problemas / demandas e atendimentos


Capacita o das entidades sociais de campinas promo o secretaria municipal de cidadania assist ncia e inclus o social

Creche

Pré-escola Municipal

Escolas 1º Grau

UBS

Hospital Infantil


Pnas suas destaca dentre seus princ pios

PNAS/SUAS destaca dentre seus princípios:

Reconhece: as diferenças e desigualdades regionais e municipais que condicionam os padrões de cobertura do sistema

Territorializaçãoda rede de assistência social sob os critérios de:

  • oferta capilar de serviços baseada na lógica da proximidade do cidadão nos territórios com maior incidência de vulnerabilidades e riscos sociais


Servi os x seguran as sociais x vigil ncia social desafios

Serviços X Seguranças Sociais X Vigilância SocialDesafios

  • Articulação entre serviços e benefícios para a construção de metas;

  • Vinculação entre as ofertas dos serviços e as seguranças sociais;

  • Frágil definição dos serviços a serem ofertados ao usuário;


Servi os x seguran as sociais x vigil ncia social desafios1

Serviços X Seguranças Sociais X Vigilância SocialDesafios

  • Quem são os demandatários X a capacidade da rede socioassistencial;

  • Definição dos riscos e vulnerabilidades do âmbito da Assistência Social


  • Login