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Stavros K. Kakkos et cols.

Stavros K. Kakkos et cols. Validation of the new venous severity scoring system in varicose vein surgery J Vas Surg 2003;38:224-8. CONTEXTO. Criticas a Classificação CEAP – Introdução de Escala Clínica de 18 tópicos e uma Escala de Incapacidade.

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  1. Stavros K. Kakkos et cols. Validation of the new venous severity scoring system in varicose vein surgery J Vas Surg 2003;38:224-8

  2. CONTEXTO • Criticas a Classificação CEAP – Introdução de Escala Clínica de 18 tópicos e uma Escala de Incapacidade. • Nova proposta do Comitê Ad Hoc do Forum Americano Venoso para avaliação de resultados: • Sistema de Escore de Gravidade Venosa (VSS) - Método auxiliar exeqüível para quantificação e comparação de diferentes abordagens da Doença Venosa Crônica. J Vasc Surg 2003;38:224-8

  3. CONTEXTO • Sistema de Escala de Gravidade Venosa (VSS) : • 1) O Escala de Gravidade Clinica Venosa – VCSS • É a modificação para substituir o escore clinico CEAP. • 2) O Escala de Doença Venosa Segmentar –VSDS • É a combinação dos componentes anatômicos e fisiopatológicos da CEAP. • 3) O Escala de Incapacidade Venosa – VDS • É a modificação do escala de incapacidade CEAP original. • Método integrado para avaliação do resultado venoso. • J Vasc Surg 2003;38:224-8

  4. OBJETIVO Validar os três componentes de um novo Sistema de Escala de Gravidade Venosa (VSS) e avaliar o Escala e Classificação Clínica CEAP e VCSS ( Escala de Gravidade Clínica) e VDS ( Escala de Incapacidade) na quantificação dos resultados da cirurgia de varizes. J Vasc Surg 2003;38:224-8

  5. TIPO DE ESTUDO Estudo Observacional J Vasc Surg 2003;38:224-8

  6. LOCAL Londres – Reino Unido J Vasc Surg 2003;38:224-8

  7. AMOSTRA 45 pacientes submetidos a operação de varizes superficiais em 48 membros inferiores com varizes primárias J Vasc Surg 2003;38:224-8

  8. MÉTODO • 47 pacientes consecutivos com varizes primárias sintomáticas submetidos a operação de varizes. • Exclusão de 2 pacientes por mudança de endereço. • - Seguimento completo e análise estatística feita com 45 pacientes (48 membros inferiores – MMII - 98%) • J Vasc Surg 2003;38:224-8

  9. MÉTODO • - Exame clínico e questionário usados no pré-operatório em cada paciente para avaliar: • Classificação CEAP (Tab. 1) • 2) Os 18 tópicos do Escala Clínico CEAP(Tab.II) • 3) VCSS (Tab. III) • 4) Os 3 tópicos de Incapacidade do Escala CEAP • J Vasc Surg 2003;38:224-8

  10. Método • Classificação CEAP

  11. Método • Escala Clínico CEAP

  12. Método • VCSS – Escala de Gravidade Clínica Venosa

  13. Método • Diferenças entre Escala CEAP Clínica e VCSS (Escala de Gravidade Clínica Venosa)

  14. Método Os 3 tópicos de Incapacidade do Escala CEAP / VDS • 0 - Assintomático • 1 – Sintomático, capaz, sem necessitar medidas compressivas • 2 – Capaz de trabalhar 8 horas/dia só com uso de medidas compressivas • 3 – Incapaz mesmo com medidas compressivas e/ou elevação dos MMII J Vasc Surg 2003;38:224-8

  15. MÉTODO Eco-color-doppler foi realizado para identificar refluxo por VSDS ( Escore de Doença Venosa Segmentar) – Combinação dos componentes Anatômicos e Fisiopatológicos - CEAP Escala definido para cada segmento venoso: - Safena parva=0,5 - Safena magna=1 - Perfurante de coxa=0,5 - Perfurante de panturrilha=1 - Múltiplas veias de panturrilha=2 ( só tibial posterior,1) - Veia Poplítea =2 - Veia femoral Superficial=1 - Veia Femoral Profunda=1 - Veia femoral Comum e Acima=1 - Máximo de Refluxo = 10 Não foi calculado o VSDS para obstrução porque os MMII com SPT não foram incluídos.J Vasc Surg 2003;38:224-8

  16. MÉTODO - 38 MMII submetidos a cirurgia do sistema de safena magna (ligadura e extração até abaixo do joelho). - 8 MMII submetidos a cirurgia de veia safena parva ( ligadura da junção safeno-poplítea). - 2 MMII ambos os sistemas de safenas foram abordados. - Todos os pacientes submetidos a Extração de Varizes. - Seguimento pós-operatório por 6 semanas e 6 meses para avaliar o escore e classificação clínica VCSS, VDS e CEAP J Vasc Surg 2003;38:224-8

  17. ANÁLISE ESTATÍSTICA • O teste Smirnov-Kolmogorov foi usado para testar dados para distribuição normal. • Testes estatísticos não paramétricos foram usados ( Teste Rank Wilcoxon, Teste Mann-Whitney U, Teste Kruskal-Wallis, Correlação Rank Spearman e Teste Kendall´s tau-b. • SPSS para Windows (versão 11;SPSS Inc,Chicago) foi usado para analise estatística. • - P<0,05 foi considerado estatisticamente significante. BMJ 1993;307: 1037-41

  18. RESULTADOS I - Média de idade: 51 anos (Variação de 19 a 86 anos) - 23 eram homens - 31 membros inferiores (65%) foram classificados nas classes de 4 a 6 CEAP clínica. BMJ 1993;307: 1037-41

  19. RESULTADOS II • Escala de Intercorrelação • O escala CEAP clínico, VCSS e VDS foram todos aumentados linearmente na Classificação CEAP Clinica avançada (r=0,84, r=0,83, r=0,5 respectivamente - Todos P<0,001). • Nenhuma relação significativa foi achada entre idade e sexo com escala ou classificação clinica CEAP, VCSS ou VDS pré-operatório (Todos P>0,05, correlação Spearman ou teste Mann-Whitney) • J Vasc Surg 2003;38:224-8

  20. RESULTADOS II- Escala de IntercorrelaçãoResultados semelhantes foram obtidos c/ o teste Kruskal-Wallis (Fig. 1). Ex. A média VCSS aumentou progressivamente de 3 na classificação CEAP clinica 2 para 13,5 na CEAP clinica 6; os outros escores demonstraram o mesmo padrão.

  21. RESULTADOS II - Escala de Intercorrelação • Uma significante correlação entre todas os escores de gravidade foi achada, particularmente entre o escala clínica CEAP e VCSS (r=0,94; P<0,001). • O Escala Clinica CEAP foi correlacionado com Classificação Clinica CEAP (r=0,84;P<0,001) e VDS (r=0,70;P<0,001). • O VCSS foi também correlacionado com a Classificação Clinica CEAP (r=0,83;P<0,001) e VDS (r=0,72;P<0,001). • O Escala de Incapacidade CEAP apresentado está em acordo com VDS em todos os casos, exceto dois (Kendall`s tau-b 0,95;T aproximado, 12.1; P<0,001). • J Vasc Surg 2003;38:224-8

  22. RESULTADOS III • Associação entre Escala Anatômico e Clínico. • A média para refluxo VSDS foi 1 (variação 0-3,5). • Nenhuma associação foi achada entre VSDS e idade (r=0,10;P=0,49), sexo, ou Classificação CEAP Clínica (r=0,10; P=0,49) e o Escala (r=0,25;P=0,09). • J Vasc Surg 2003;38:224-8

  23. RESULTADOS III • Associação entre Escala Anatômica e Clínica. • Houve uma fraca associação entre VSDS e VCSS (r=0,29;P=0,048; Fig 2);e VDS(r=0,31;P=0,03). J Vasc Surg 2003;38:224-8

  24. RESULTADOS IV – Mudanças na Escala após a cirurgia • - A classificação e a escala CEAP clinica, VCSS e VDS todos significativamente alteraram em 6 semanas e 6 meses em comparação com valores pré-operatório (Fig3). A mediana da classificação clinica CEAP não alterou (Fig3). J Vasc Surg 2003;38:224-8

  25. RESULTADOS IV – Mudanças na Escala após a cirurgia • A distribuição da média da classificação clinica CEAP alterou significativamente, com a classificação clinica da doença em CEAP 2 para 3. Ao contrário não alterou em MMII com CEAP 4 para 6 (Fig4). • J Vasc Surg 2003;38:224-8

  26. RESULTADOS IV – Mudanças na Escala após a cirurgia • - Alterações da escala após a cirurgia já foram evidentes na semana 6 e permaneceram estáveis após 6 meses (Tab. V) • J Vasc Surg 2003;38:224-8

  27. RESULTADOS IV– Mudanças na Escala após a cirurgia • Comparação da CEAP 2 ou 3 com CEAP 4 para 6 • As mudanças em membros inferiores com Classificação CEAP 2 ou 3 foram significantemente maior em 6 semanas e em 6 meses (P=0,003, 0,001,<0,001, 0,017 respectivamente) quando comparados com MMII com Classificação CEAP 4 para 6 (Fig 5). • J Vasc Surg 2003;38:224-8 6 semanas 6 meses

  28. CONCLUSÕES • Os Escalas de Gravidade Clínica (Destaque p/ VCSS) são instrumentos auxiliares para avaliar o resultado venoso. • O VCSS tem vantagem adicional de correlacionar melhor com VSDS (avaliação anatômica/fisiopatológica) comparado com o Escala Clínico CEAP. • O VCSS pode ter a sensibilidade aumentada na monitoração do resultado da Cirurgia Venosa com modificações posteriores. • A despeito do uso relativamente simples da Classificação CEAP Clínica poder ser adequado para aplicabilidade clínica diária, o Sistema de Escala de Gravidade Venosa (VSS) deve ser usado em Estudos Clínicos para quantificar resultados venosos. • J Vasc Surg 2003;38:224-8 • J Vasc Surg 2003;38:224-8

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