Ambulatório de Medicina Fetal – Parto e Nascimento
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Ambulatório de Medicina Fetal – Parto e Nascimento Vítor Lopes Galvão Vieira Iniciação Científica Voluntária/PIBIC Marcelo M. Stegani (Orientador)/Charles Pedrozo e Hariele Asega (Colaboradores). Resultados/Discussão. Introdução/Objetivos.

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Introdução/Objetivos

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Introdu o objetivos

Ambulatório de Medicina Fetal – Parto e NascimentoVítor Lopes Galvão VieiraIniciação Científica Voluntária/PIBICMarcelo M. Stegani (Orientador)/Charles Pedrozo e Hariele Asega (Colaboradores)

Resultados/Discussão

Introdução/Objetivos

Foram analisados 388 prontuários de gestantes atendidas no Ambulatório de Medicina Fetal. Ao compararmos os resultados obtidos na amostra com aqueles fornecidos pelo Ministério da Saúde através do DataSUS, percebe-se que a amostra teve diferença para todos os critérios analisados (vide gráfico abaixo). A alta taxa de baixo peso ao nascimento e prematuridade, acrescidas nos desempenhos precários do índice de Apgar, mostram a alta taxa de morbimortalidade perinatal. A alta taxa de cesáreas pode refletir em uma elevada morbimortalide materna.

As malformações ganharam posição especial entre as causas de mortalidade em recém-nascidos no Brasil. O Ambulatório de Medicina Fetal da UFPR acolhe gestantes encaminhadas de diversas cidades do estado e de fora dele. O objetivo deste trabalho foi traçar o perfil epidemiológico dessa população enfocando nos aspectos relacionados ao parto e ao nascimento.

Método

Foi realizada a análise retrospectiva de prontuários das gestantes com conceptos com diagnóstico de malformação fetal atendidas de forma multidisciplinar no ambulatório de Medicina Fetal do Hospital de Clínicas da UFPR entre abril de 2007 e abril de 2012. Foram avaliados os dados referentes ao peso ao nascimento, idade gestacional ao nascimento, índice de Apgar e via de parto.

Referências

1. HOWELL, L.J.; ADZICK, N.S. Establishing a fetal therapy center: lessons learned. Semin pediat surg, Philadelphia, vol. 12, n. 3, p. 209-217, 2003.

2. HOROVITZ, D.D.G.; LLERENA JR, J.C.; MATTOS, R.A. Atenção aos defeitos congênitos no Brasil: panorama atual. Cad saúde pública, Rio de Janeiro, vol. 21, n. 4, p. 1055-1064, 2005.

3. REIS, A.T.; SANTOS, R.S.; MENDES, T.A.R. Prevalência de malformações congênitas no município do Rio de Janeiro, entre 2000 e 2006. Rev enferm UERJ, Rio de Janeiro, vol. 19, n. 3, p. 364-368, 2010.

4. Sistema De Informações Sobre Nascidos Vivos (SINASC) <http://www2.datasus.gov.br/DATASUS/index.php?area=040702>

Conclusões

A avaliação dos dados perinatais dos conceptos malformados atendidos no ambulatório de Medicina Fetal demonstrou maior incidência de prematuridade, baixo peso ao nascimento, menores índices de Apgar no primeiro e quinto minutos e parto por cesárea.


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