extens o rural o in cio
Download
Skip this Video
Download Presentation
EXTENSÃO RURAL O INÍCIO

Loading in 2 Seconds...

play fullscreen
1 / 30

EXTENSÃO RURAL O INÍCIO - PowerPoint PPT Presentation


  • 77 Views
  • Uploaded on

EXTENSÃO RURAL O INÍCIO. Marly Teresinha Pereira Esalq - USP. RENASCENÇA. PERÍODO MARCADO POR TRANSFORMAÇÕES EM MUITAS ÁREAS DA VIDA HUMANA, QUE ASSINALAM O FINAL DA IDADE MÉDIA E O INÍCIO DA IDADE MODERNA.

loader
I am the owner, or an agent authorized to act on behalf of the owner, of the copyrighted work described.
capcha
Download Presentation

PowerPoint Slideshow about ' EXTENSÃO RURAL O INÍCIO' - sancho


An Image/Link below is provided (as is) to download presentation

Download Policy: Content on the Website is provided to you AS IS for your information and personal use and may not be sold / licensed / shared on other websites without getting consent from its author.While downloading, if for some reason you are not able to download a presentation, the publisher may have deleted the file from their server.


- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - E N D - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Presentation Transcript
extens o rural o in cio

EXTENSÃO RURAL O INÍCIO

Marly Teresinha Pereira

Esalq- USP

renascen a
RENASCENÇA
  • PERÍODO MARCADO POR TRANSFORMAÇÕES EM MUITAS ÁREAS DA VIDA HUMANA, QUE ASSINALAM O FINAL DA IDADE MÉDIA E O INÍCIO DA IDADE MODERNA.
  • ESTAS TRANSFORMAÇÕES SÃO EVIDENTES NA CULTURA, NA SOCIEDADE, NA ECONOMIA, NA POLÍTICA E NA RELIGIÃO
  • CARACTERIZA A TRANSIÇÃO DO FEUDALISMO PARA O CAPITALISMO, SIGNIFICANDO UMA RUPTURA COM AS ESTRUTURAS MEDIEVAIS
relembrando feudalismo
RELEMBRANDO: FEUDALISMO
  • MODO DE ORGANIZAÇÃO SOCIAL E POLÍTICO BASEADO NAS RELAÇÕES SERVO-CONTRATUAIS (SERVIS).
  • ORIGENs: na decadência do Império Romano. Predominou na Europa durante a Idade Média.
  • Os senhores feudais conseguiam as terras POR DOAÇÃO do REI, em troca de fidelidade e ajuda militar Os camponeses cuidavam da agropecuária dos FEUDOS e, em troca, recebiam o direito a uma gleba de terra para morar, além da proteção contra ataques bárbaros. Quando iam para o Manso Senhorial, tinham que pagar um pedágio, exceto quando para lá se dirigiam a fim de cuidar das terras do mesmo.
  • Manso Senhorial - terras de domínio do senhor feudal como o moinho e o castelo ;
  • Manso Servil - área de produção de subsistência dos camponeses (servos);
  • Terras Comunais - lugar onde os servos podiam coletar madeira,fazer pastagens,e onde ficavam os rios.
relembrando feudalismo1
RELEMBRANDO: FEUDALISMO
  • Nos feudos, os camponeses que trabalhavam para o soberano tinham de pagar vários impostos a ele, entre eles:
  • CORVEIA - Trabalhar de graça por alguns dias da semana.
  • BANALIDADE - Uso de propriedades, moinho, forno, prensas.
  • TALHA- Entregar ao senhor parte do que produzia
  • MÃO MORTA - Imposto pago pela família do servo para permanecer na terra após a sua morte
  • Além disso os camponeses pagavam o dízimo à Igreja, que equivalia a 10% de seu salário
relembrando capitalismo
RELEMBRANDO: CAPITALISMO
  • OCAPITALISMOé um SISTEMA ECONÔMICO em que os MEIOS DE PRODUÇÃO e DISTRIBUIÇÃO são de PROPRIEDADE PRIVADA e com FINS LUCRATIVOS.
  • decisões sobre OFERTA, DEMANDA , PREÇO, DISTRIBUIÇÃO E INVESTIMENTOS não são feitos pelo governo,
  • os LUCROS são distribuídos para os proprietários que investem em empresas e
  • os SALÁRIOSs são pagos aos trabalhadores pelas empresas.
relembrando capitalismo1
RELEMBRANDO: CAPITALISMO
  • É dominante no mundo ocidental desde o final do feudalismo
  • O termo capitalismo foi criado e utilizado por socialistas e anarquistas (Karl Marx, Proudhon, Sombart) no final do séc. XIX e no início do SÉC. XX , para identificar o sistema POLÍTICO-ECONÔMICO existente na sociedade ocidental quando se referiam a ele em suas críticas
  • o nome dado pelos idealizadores do sistema político-econômico ocidental, os britânicos John Locke e Adam Smith, dentre outros, já desde o início do séc. XIX, é LIBERALISMO.
renascen a1
RENASCENÇA
  • Chamou-se "Renascimento" em virtude da redescoberta e revalorização das referências culturais da antiguidade clássica, que nortearam as mudanças deste período em direção a um ideal humanista e naturalista.
  • A noção de Renascimento como hoje o entendemos surgiu a partir da publicação do livro de Jacob Burckhard A cultura do Renascimento na Itália(1867), onde ele definia o período como uma época de "DESCOBERTA DO MUNDO E DO HOMEM".
slide8

RENASCENÇA : ROMPIMENTO COM A FORMA DO CONHECIMENTO LIGADO À DIVINDADE SUPREMA

  • TRAZ PARA O MUNDO A CIÊNCIA, SEUS MÉTODOS DE INVESTIGAÇÃO
  • INSTALA-SE A BUSCA DO CONHECIMENTO COM UM HOMEM AUTÔNOMO E ESTABELECE UMA NOVA RELAÇÃO COM A NATUREZA: A SEPARAÇÃO E A DOMINAÇÃO.
  • O MÉTODO DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICO TRAZIDO POR DESCARTES PELO LAISSEZ FAIRE, DAS CONDIÇÕES INTELECTUAIS DO HOMEM INDIVÍDUO E DA RAZÃO, PERMITIRIA A BUSCA DO CONHECER COMO “FORÇA QUE LIBERTA”.
slide9

NA ORGANIZAÇÃO CORPORATIVA PARA A BUSCA DA FELICIDADE E DA AUTONOMIA PELO FAZER CIENTÍFICO DE BACON, DAR-SE-IAM AS ORIENTAÇÕES PARA O DESENVOLVIMENTO DAS CIÊNCIAS AGRÁRIAS

  • – A EXPERIMENTAÇÃO E A ORGANIZAÇÃO CONDUZIRAM ESTAS CIÊNCIAS NA IMPLEMENTAÇÃO DE NOVAS TÉCNICAS E NO DESENVOLVIMENTO DA TECNOLOGIA.
slide10

.

  • As ideias destes dois pensadores (Descartes e Bacon) contribuíram significativamente com o projeto iluminista renascentista, onde A CIÊNCIA ERA VISTA COMO A LUZ E A FORÇA QUE EMANCIPA O HOMEM E TRAZ A VERDADE POR MEIO DA RAZÃO E DO CONHECIMENTO.
as mudan as de percurso
AS MUDANÇAS DE PERCURSO
  • A CIÊNCIA QUE SE PRETENDIA PARA A AUTONOMIA MUDOU SEU PERCURSO, CAMINHANDO RUMO À DOMINAÇÃO E NÃO À LIBERDADE.
  • A DOMINAÇÃO DA NATUREZA PROPOSTA PELA INSTITUIÇÃO DA RAZÃO, DA TÉCNICA E DO MÉTODO DISTANCIOU O HOMEM DA NATUREZA TRANSFORMANDO-A EM MERO OBJETO DE SUA MANIPULAÇÃO, OBSERVAÇÃO E EXPLORAÇÃO.
as mudan as de percurso1
AS MUDANÇAS DE PERCURSO
  • A CRIAÇÃO DAS ORGANIZAÇÕES DE PESQUISA AGRÍCOLA COM O PROPÓSITO DE DESENVOLVER O MELHORAMENTO GENÉTICO DE ESPÉCIES PARA O AUMENTO DA PRODUÇÃO NÃO SERVIU À FINALIDADE DE “PROVER E AUXILIAR A VIDA”, MAS SIM DE DOMINAR A NATUREZA, SOBREPUJAR POVOS E DESENVOLVER A ACUMULAÇÃO DO CAPITAL NOS GRANDES CENTROS MUNDIAIS.
  • TINHAM OBJETIVOS ECONÔMICOS E COMERCIAIS, MAIS DO QUE CIENTÍFICOS PROPRIAMENTE
as mudan as de percurso2
AS MUDANÇAS DE PERCURSO
  • A localização dos centros de pesquisa agrícola e os investimentos feitos para esse fim são esclarecidos pelo que Wallerstein (1998) chamou de SISTEMA MUNDIAL MODERNO, um mundo articulado, numa relação de dominação em diferentes áreas do planeta, onde cada país tem um papel diferente, dependendo do lugar onde ele se encontra: centro, semi-periferiaou periferia.
  • Esta classificação é feita a partir da importância econômica que cada país tem em nível mundial.
as mudan as de percurso3
AS MUDANÇAS DE PERCURSO
  • A Revolução Industrial estende-se à agricultura.
  • A criação das estações experimentais demonstra que a prioridade é produzir para alimentação e exportação, e não para acabar com a fome no mundo com vistas à preocupação prevista por Malthus. (Busch, 1981)
as mudan as de percurso4
AS MUDANÇAS DE PERCURSO
  • 1941 : A FUNDAÇÃO ROCKEFELLER COMEÇA A DESENVOLVER NO MÉXICO O MELHORAMENTO GENÉTICO DE PLANTAS, QUE ASSOCIADA AO USO DE FERTILIZANTES, PESTICIDAS E A ADEQUADA IRRIGAÇÃO INICIA A PROMOÇÃO DO AUMENTO DA PRODUÇÃO AGRÍCOLA.
  • A IDEOLOGIA E PESQUISA QUE FORNECEU O EIXO PARA A REVOLUÇÃO VERDE TAMBÉM SERVIU DE MODELO PARA A INSTALAÇÃO DOS CENTROS INTERNACIONAIS DE PESQUISA.
  • ESSAS INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS NUMA ASSOCIAÇÃO ENTRE MODIFICAÇÃO DE SEMENTES QUE SE ADEQUARIAM A DIFERENTES REGIÕES DO PLANETA, COM SUPORTE DE UM “PACOTE DE INSUMOS”, PERMITIRAM O AUMENTO DA PRODUÇÃO DE GRÃOS E O QUE SE CONSTITUIU, A PRIORI, UMA “VITÓRIA” FRENTE ÀS CONDIÇÕES NATURAIS DA PRODUÇÃO AGRÍCOLA.
as mudan as de percurso5
AS MUDANÇAS DE PERCURSO
  • COM O PASSAR DOS TEMPOS PERCEBER-SE-IA QUE A NATUREZA NÃO ESTAVA ASSIM TÃO CONFORMADA AO MÉTODO, “TODA TENTATIVA DE ROMPER AS IMPOSIÇÕES DA NATUREZA, RESULTA NUMA SUBMISSÃO AINDA MAIS PROFUNDA ÀS IMPOSIÇÕES DA NATUREZA.
as mudan as de percurso6
AS MUDANÇAS DE PERCURSO
  • A CRIAÇÃO DOS CENTROS INTERNACIONAIS DE PESQUISAS AGRÍCOLAS CONTOU E AINDA CONTA COM O APOIO DE INVESTIMENTOS DE ORGANISMOS FINANCIADORES INTERNACIONAIS, COMO O BANCO MUNDIAL; ASSIM COMO OS INVESTIMENTOS DE CAPITAL PRIVADO, POR INTERMÉDIO DA FUNDAÇÃO FORD E A FUNDAÇÃO ROCKEFELLER.
  • TAIS INVESTIMENTOS EXPLICITAM OS INTERESSES DE DESLOCAR O CAPITAL INDUSTRIAL PARA INVESTIR NA AGRICULTURA, O QUE REFLETE TAMBÉM COMO A AGRICULTURA É “CAPTURADA” PELA INDÚSTRIA, UMA VEZ QUE O MODELO DE PRODUÇÃO AGRÍCOLA TINHA UMA DEPENDÊNCIA DE PRODUTOS INDUSTRIAIS, POR MEIO DOS INSUMOS, O QUE TAMBÉM VEM JUSTIFICAR O INVESTIMENTO PRIVADO NA INSTALAÇÃO DOS CENTROS INTERNACIONAIS
as mudan as de percurso7
AS MUDANÇAS DE PERCURSO
  • Brasil : a criação do Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro (1808) conhecido apenas como Jardim Botânico, com a vinda da família real, dar-se-á início ao processo de criação de organizações científicas a serviço do desenvolvimento da agricultura no país.
as mudan as de percurso8
AS MUDANÇAS DE PERCURSO
  • Rodrigues, C.M. - Gênese e evolução da pesquisa agropecuária no Brasil. Da instalação da Corte Portuguesa ao início da República, 1987 : histórico da criação dos institutos de pesquisa agropecuária, estações experimentais e escolas agrícolas, desde a instalação da corte portuguesa até o Pós-Guerra.
as mudan as de percurso9
AS MUDANÇAS DE PERCURSO
  • O BRASIL PASSA POR DISTINTOS REGIMES POLÍTICOS.
  • O DESENVOLVIMENTO DA PESQUISA FICA CONDICIONADO A FATORES QUE, COMO A M.O. ESCRAVA, CONSTITUÍAM-SE EM IMPEDIMENTO PARA O PLENO DESENVOLVIMENTO DA ECONOMIA NACIONAL.
  • É MARCADA TAMBÉM PELO BAIXO INVESTIMENTO DE RECURSOS FINANCEIROS,
  • ,
  • PELA FALTA DE PRIORIDADE NA POLÍTICA AGROPECUÁRIA,
  • E NUM DESENHO PRÓPRIO DE UM PAÍS DEPENDENTE DOS GRANDES CENTROS MUNDIAIS, TANTO DE CONHECIMENTO CIENTÍFICO, QUANTO DE TECNOLOGIA.
as mudan as de percurso10
AS MUDANÇAS DE PERCURSO
  • A NÍVEL MUNDIAL, OS MODELOS DE PESQUISA E DE EXTENSÃO RURAL QUE FORAM DESENVOLVIDOS NESSA FORMATAÇÃO DA ATIVIDADE AGRÍCOLA, APRESENTARAM VÁRIOS EQUÍVOCOS.
  • A pesquisa tinha como foco o melhoramento e o aumento da produção; como consequência, o extensionista exercia papel fundamental para a difusão das inovações tecnológicas e o produtor rural era apenas um mero receptor das informações.
  • Esse processo ainda não está superado totalmente, no entanto, novas orientações têm sido sugeridas para superar tais equívocos.
as mudan as de percurso11
AS MUDANÇAS DE PERCURSO
  • GIBBON (1994) APRESENTA UMA ANÁLISE DO MODELO DE PESQUISA, FARMING SYSTEMS RESEARCH /EXTENSION, COM ALGUMAS SUGESTÕES PARA O PROCESSO DE ABORDAGEM, A FIM DE SUPERAR AS DISTORÇÕES PROPONDO UMA INTERAÇÃO DINÂMICA NA RELAÇÃO ENTRE PESQUISADOR, EXTENSIONISTA E PRODUTOR, ONDE ESTE ÚLTIMO ATOR TEM PAPEL DE IGUAL IMPORTÂNCIA NO PROCESSO.
  • A NECESSIDADE DA ABORDAGEM INTERDISCIPLINAR EM QUE CIENTISTAS SOCIAIS POSSAM INTERAGIR COM PESQUISADORES DAS CIÊNCIAS NATURAIS; E A NECESSIDADE DE CONSIDERAR O IMPORTANTE TEMA DA SUSTENTABILIDADE.
as mudan as de percurso12
AS MUDANÇAS DE PERCURSO
  • A SUSTENTABILIDADE TEM SE COLOCADO COMO FATOR FUNDAMENTAL A SER CONSIDERADO, FRENTE AOS PROBLEMAS AMBIENTAIS OCASIONADOS, SEJA PELA AÇÃO HUMANA OU NÃO, OCUPANDO HOJE IMPORTANTE LUGAR NA PAUTA DE DISCUSSÃO PARA ADEQUAÇÃO DOS MODELOS DE PESQUISA E DE EXTENSÃO NA ATIVIDADE RURAL.
o sonho desfeito
O SONHO É DESFEITO....
  • A RAZÃO, A EXPERIMENTAÇÃO E A ESTRUTURA ORGANIZACIONAL NÃO SERVIRAM À FELICIDADE PLANEJADA POR BACON.
  • A CIÊNCIA FOI APROPRIADA PELA TÉCNICA.
  • O MODELO DE ORGANIZAÇÃO QUE PREDOMINOU NOS CENTROS INTERNACIONAIS DE PESQUISA NÃO ATINGIU A FELICIDADE.
  • O PAPEL DOS CIENTISTAS TAMBÉM É DIFERENTE E A CIÊNCIA TORNOU-SE CEGA.
extens o rural
EXTENSÃO RURAL
  • A EXTENSÃO RURAL NASCE NA EUROPA.
  • ESTADOS UNIDOS: A EXTENSÃO RURAL SURGE COM A NECESSIDADE DE LEVAR AO CAMPO O PROGRESSO TÉCNICO, NO INÍCIO DO SÉCULO XX.
  • O MODELO CLÁSSICO AMERICANO DE EXTENSÃO RURAL TRABALHAVA SOB A ÓTICA DA CORRENTE TEÓRICA NEOCLÁSSICA, NA QUAL O PROGRESSO TÉCNICO ERA VISTO COMO O ÚNICO CAMINHO PARA PROMOVER O DESENVOLVIMENTO E O PROCESSO DE MODERNIZAÇÃO.
extens o rural1
EXTENSÃO RURAL
  • A mesma lógica instalou-se no Brasil, onde a extensão rural, desde a sua origem, tem sido um serviço predominantemente público que já passou por crises, reorientações teóricas e institucionais, e reposicionamentos políticos diversos.
extens o rural2
EXTENSÃO RURAL
  • A mesma lógica instalou-se no Brasil, onde a extensão rural, desde a sua origem, tem sido um serviço predominantemente público que já passou por crises, reorientações teóricas e institucionais, e reposicionamentos políticos diversos.
extens o rural3
EXTENSÃO RURAL
  • Seria o progresso técnico, da forma como ocorreu, uma práxis emancipadora?
extens o rural4
EXTENSÃO RURAL

A práxis pode revelar a reflexão e a ação sobre uma realidade, buscando sua transformação, sendo esta orientada para a consecução de maiores níveis de liberdade do indivíduo e da humanidade.

  • A lógica era conhecer para entender a natureza e utilizá-la a serviço da humanidade. Quanto mais conhecimento, mais livres seriam os homens.
  • Com o passar dos tempos a lógica era conhecer para dominar e acumular mercadorias (matéria-prima, terra, capital).
extens o rural5
EXTENSÃO RURAL
  • O conhecer ganhou uma dimensão exclusivamente econômica.
  • A natureza apartada e intensivamente utilizada se rebelou e o que vemos agora é uma nova ordem mundial – a natureza é colocada na pauta das grandes agendas mundiais.
  • Omundo em que vivemos hoje é coberto de riscos e incertezas. Desde o iluminismo, acreditou-se que quanto mais o homem conhecesse e interviesse sobre a natureza e a sociedade, mais controle sobre esses campos ele teria (Giddens, 1994).
  • ESSA TESE NÃO SE CONFIRMOU, POIS PERDEU-SE O CONTROLE DA PRÓPRIA AÇÃO HUMANA.
ad