Superintendência de Biocombustíveis e Qualidade de Produtos
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Revisão da Resolução ANP nº 10/2007 PowerPoint PPT Presentation


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Superintendência de Biocombustíveis e Qualidade de Produtos. Revisão da Resolução ANP nº 10/2007. Brasília, 18 de setembro de 2013 Centro de Pesquisas e Análises Tecnológicas Superintendência de Biocombustíveis e Qualidade de Produtos. Motivações da reunião.

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Revisão da Resolução ANP nº 10/2007

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Presentation Transcript


Revis o da resolu o anp n 10 2007

Superintendência de Biocombustíveis e Qualidade de Produtos

Revisão da Resolução

ANP nº 10/2007

Brasília, 18 de setembro de 2013

Centro de Pesquisas e Análises Tecnológicas

Superintendência de Biocombustíveis e Qualidade de Produtos


Motiva es da reuni o

Motivações da reunião

  • Revisão da Resolução ANP nº 10/2007, que estabelece os critérios para obtenção do registro de graxas e óleos lubrificantes acabados para uso automotivo e industrial, bem como as responsabilidades e obrigações dos detentores de registro, produtores e importadores:

    • Conhecer as etapas concluídas da AIR

    • Conhecer as principais mudanças propostas na revisão


Revis o da resolu o anp n 10 2007

Avaliação de Impacto Regulatório

É uma ferramenta sistemática de política pública, usada para examinar e medir os possíveis benefícios, custos e efeitos de regulações novas frente às existentes.

  • Objetivo:

  • Avaliar os impactos da elevação dos níveis mínimos de desempenho de lubrificantes automotivos bem como da isenção da obrigatoriedade de registro para alguns produtos lubrificantes.

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Revis o da resolu o anp n 10 2007

Análise de Impacto Regulatório

Ações realizadas

Identificação dos problemas/limitações;

Reuniões com o Mercado desde 2010 para maturação da revisão;

Estudo do mercado internacional (visita e contatos com entidades de outros países que atuam na regulação e regulamentação do setor);

Informações solicitadas ao mercado (150 ofícios aos produtores/importadores);

Consultados:

Externos: ABRAFA, AEA, ANFAVEA, IBP, SINDICOM, SIMEPETRO, SINDILUB, SINDIRREFINO, SIMPROQUIM, Produtores de Aditivo Aftermarket, Sociedade Civil.

Internos: SAB, SFI, CDC.


Revis o da resolu o anp n 10 2007

Análise de Impacto Regulatório

Ações realizadas


Revis o da resolu o anp n 10 2007

Revisão da Resolução ANP n° 10/2007

Principais Mudanças


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Revisão da Resolução ANP n° 10/2007 Principais mudanças

Definições

I - Aditivos em frasco para óleo lubrificante acabado (aftermarket): produto destinado ao consumidor final e que é adicionado diretamente ao equipamento para agir juntamente com o lubrificante ou adicionado ao lubrificante acabado com a finalidade de alterar suas propriedades.

II – produtor de óleo lubrificante básico

III – produtor de óleo lubrificante acabado

IV – produtor de graxa lubrificante

V – importador de óleo lubrificante básico

VI – importador de óleo lubrificante acabado

VII – importador de graxa lubrificante

VIII – detentor de registro

IX– terceirizador


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Revisão da Resolução ANP n° 10/2007 Principais mudanças

Definições

X – óleo básico: constituinte do óleo lubrificante acabado e da graxa lubrificante, devendo ser classificado em um dos seis grupos:

i) Grupo I: teor de saturados menor do que 90%, teor de enxofre maior do que 0,03% e índice de viscosidade entre 80 e 120;

ii) Grupo II: teor de saturados maior do que 90%, teor de enxofre menor do que 0,03% e índice de viscosidade entre 80 e 120;

iii) Grupo III: teor de saturados maior do que 90%, teor de enxofre menor do que 0,03% e índice de viscosidade maior ou igual a 120;

iv) Grupo IV: todas as polialfaolefinas;

v) Grupo V: óleos naftênicos, óleos minerais brancos, ésteres, óleos vegetais e poliglicóis; e

vi) Grupo VI: poliolefinas internas;

XI – óleos básicos minerais: os que se enquadram nos grupos I, II e os óleos naftênicos e minerais brancos.

XII – óleos básicos sintéticos: os que se enquadram nos grupos III, IV, VI, os ésteres e os poliglicóis.


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Revisão da Resolução ANP n° 10/2007 Principais mudanças

Definições

XIII – óleo lubrificante acabado

XIV – Graxa lubrificante

XV – Óleo lubrificante acabado mineral: óleo lubrificante acabado majoritariamente composto por óleos básicos minerais podendo conter óleos básicos sintéticos em teor inferior a 10% em massa.

XVI - Lubrificante acabado semissintético: aquele que possui os óleos básicos mineral e sintético em sua formulação e cujo percentual em massa deste último, em relação ao total de produto acabado, for igual ou superior a 10%;

XVII – Óleo lubrificante acabado sintético: aquele que não possui em sua composição outro óleo básico além dos óleos básicos sintéticos.

XVIII - Natureza do produto: poderá ser lubrificante acabado mineral, sintético ou semissintético;


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Revisão da Resolução ANP n° 10/2007 Principais mudanças

  • Novos requisitos para concessão do registro

  • Cópia autenticada do certificado de Anotação de Responsabilidade Técnica do produtor nacional ou importador perante o CRQ;

  • Cópia autenticada da carteira de registro de classe, CRQ, do responsável técnico;

  • No caso de aplicação automotiva, 1 L de amostra de óleo lubrificante ou 1 (um) quilograma de amostra de graxa lubrificante, em um único recipiente. A embalagem deverá conter como rótulo, o modelo constante no anexo V, devidamente preenchido e assinado pelo responsável técnico perante o CRQ.

  • Nas demais aplicações, ficará a critério da ANP solicitar amostras;

  • Cópia do rótulo comercial que atenda todas as exigências descritas na resolução.


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Revisão da Resolução ANP n° 10/2007 Principais mudanças

  • Alteração do registro

  • Não serão permitidas alterações de marca comercial e de nível de desempenho nos registros.


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Revisão da Resolução ANP n° 10/2007 Principais mudanças

  • Rotulagem

  • O lubrificante, quando envasilhado, deverá apresentar na embalagem informações claras, em português, de forma a não induzir o consumidor a um falso entendimento com respeito à natureza e às características do produto, constando em seu rótulo:

  • I – Natureza do produto, campo de aplicação, finalidade, benefícios, advertências e precauções;

  • II – Grau de viscosidade segundo as normas, em suas últimas versões, SAE J300 ou ISO para óleo lubrificante, e grau de consistência NLGI para graxa; para óleos multiviscosos deverá ser indicado sempre o grau mais restritivo;

  • III – Níveis de desempenho conforme registrado;

  • IV – Para produtor nacional: Razão social, nº do CNPJ e endereço do produtor, indicando de forma expressa tratar-se do produtor;

  • V – Para produtor nacional terceirizado: Razão social, nº do CNPJ e endereço do produtor e do detentor do registro na ANP, indicando de forma expressa a empresa detentora do registro e a empresa produtora;


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Revisão da Resolução ANP n° 10/2007 Principais mudanças

Rotulagem

VI – Para importador: Razão social, nº do CNPJ e endereço do importador e nome e país de origem do produtor estrangeiro, indicando de forma expressa a empresa detentora e a produtora;

VII – Para importador terceirizado: Razão social, nº do CNPJ e endereço do detentor e do importador e nome e país de origem do produtor estrangeiro, indicando de forma expressa a empresa detentora, a importadora e a produtora;

VIII – Nome e número de inscrição no órgão de classe, CRQ, do responsável técnico, que deverá ser o mesmo que assina os anexos II e III;

IX – Marca comercial estritamente conforme registrada na ANP;

X – Número do registro do produto na ANP;

XI – Quantidade embalada;

XII – Orientação quanto à destinação do produto e da embalagem após sua utilização, conforme legislações vigentes, que deverão ser citadas;

XIII – Prazo de validade;


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Revisão da Resolução ANP n° 10/2007 Principais mudanças

  • Rotulagem

  • XIV – A observação: “SIGA AS RECOMENDAÇÕES DO FABRICANTE DO VEÍCULO” para lubrificantes automotivos e “SIGA AS RECOMENDAÇÕES DO FABRICANTE DO EQUIPAMENTO” para lubrificantes industriais.

  • A identificação do lote e a data de fabricação deverão ser impressos na embalagem durante o processo de envasilhamento, não podendo ser impressos previamente no rótulo.

  • Lubrificantes para motores 2 tempos estão dispensados de reportar o grau SAE no rótulo.


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Revisão da Resolução ANP n° 10/2007 Principais mudanças

Vedações

É vedada a utilização de extrato aromático e óleo usado ou contaminado na produção de óleos e graxas lubrificantes, assim como óleo básico naftênico em óleos lubrificantes acabados automotivos.


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Revisão da Resolução ANP n° 10/2007 Principais mudanças

  • Níveis mínimos de desempenho

  • Os níveis mínimos de desempenho para lubrificantes permitidos para fins de registro, comercialização, produção ou importação são:

  • Motores automotivos ciclo Diesel e Otto:

  • API SF e API CF, até a data limite de 30/6/2014 para produção, importação e distribuição;

  • API SF e API CF, até a data limite de 31/12/2014 para comercialização ao consumidor final;

  • API SJ, API CG-4 e ACEA (2012), de 01/07/2014 a 30/06/2016 para produção, importação e distribuição;

  • API SJ, API CG-4 e ACEA (2012), de 01/01/2015 a 31/12/2016 para comercialização ao consumidor final;

  • API SL, API CH-4 e ACEA (2014), a partir de 01/07/2016 para produção, importação e distribuição;

  • API SL, API CH-4 e ACEA (2014), a partir de 01/01/2017 para comercialização ao consumidor final.


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Revisão da Resolução ANP n° 10/2007 Principais mudanças

  • Níveis mínimos de desempenho

  • Os níveis mínimos de desempenho para lubrificantes permitidos para fins de registro, comercialização, produção ou importação são:

  • Motores ciclo Diesel estacionários, marítimos e ferroviários: API CF;

  • Motores de dois tempos refrigerados a ar: API-TC ou JASO-FB;

  • Motores de dois tempos refrigerados a água: NMMA TC-WIII;

  • Engrenagens automotivas: API GL-3;

  • Transmissão automática automotiva: Dexron III;


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Revisão da Resolução ANP n° 10/2007 Principais mudanças

Especificações


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Revisão da Resolução ANP n° 10/2007 Principais mudanças

Especificações


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Revisão da Resolução ANP n° 10/2007 Principais mudanças

Especificações


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Revisão da Resolução ANP n° 10/2007 Principais mudanças

Revalidação

A ANP poderá solicitar a qualquer tempo a revalidação dos produtos registrados, devendo a detentora do registro enviar a relação dos produtos e respectivos números de registro, conforme anexo VI, devidamente preenchido e assinado, em até 30 dias a contar da data de solicitação.


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Revisão da Resolução ANP n° 10/2007

  • Cronograma previsto:

    • Consulta Pública: Novembro/2013;

    • Audiência Pública: Dezembro/2013;

    • Publicação da nova Resolução: Fevereiro/2014.


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