O esp rito de profecia
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O Espírito de Profecia:. Orientações para a Igreja Remanescente. Organizado por Renato Stencel , diretor do Centro White, 2013. Os críticos e a integridade dos profetas. Renato Stencel Diretor do Centro White, UNASP. Renato Stencel (org.) 2013. Integridade dos Profetas.

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Presentation Transcript


O esp rito de profecia

O Espírito de Profecia:

Orientações para a Igreja Remanescente

Organizado por Renato Stencel, diretor do Centro White, 2013


Os cr ticos e a integridade dos profetas

Os críticos e a integridade dos profetas

Renato Stencel

Diretor do Centro White, UNASP

Renato Stencel (org.) 2013


Integridade dos profetas

Integridade dos Profetas

Os registros da história sagrada revelam que, em muitas ocasiões e circunstâncias, a integridade dos profetas foi posta à prova e investigada por inúmeras pessoas imbuídas do propósito de criticar, censurar e condenar o exercício desse ofício sagrado. Exemplos:

  • Jesus (Jo. 10:33; Jo. 5:18; Jo. 10:20; Jo. 7:15)

  • Moisés (Nm. 16:3)

  • Jeremias (Jr. 43:2, 3)

  • Paulo (At. 26:24; At. 17:6; At. 19: 26,27).

Renato Stencel (org.) 2013


Integridade dos profetas1

Integridade dos Profetas

Esses exemplos revelam, de modo convincente que, nas mais variadas épocas, os profetas bíblicos tiveram que aprender a conviver com as adversidades do espírito crítico. Sua integridade foi constantemente provada em diferentes circunstâncias e experiências. E quanto aos profetas modernos? Ellen G. White, por exemplo? Foi ela alvo de críticas por parte de seus adversários? Foi sua integridade pessoal, bem como a integridade de seus escritos, provados durante os setenta anos de seu ofício profético?

Renato Stencel (org.) 2013


Integridade dos profetas2

Integridade dos Profetas

De acordo com o Dr. Jemison, as críticas mais comuns dizem respeito às seguintes questões:

  • Desordem nervosa;

  • Falsos ensinos;

  • Plágio;

  • Profecias não-cumpridas;

  • Aspectos da vida pessoal.

Renato Stencel (org.) 2013


Raz es para cr ticas

Razões para críticas

  • As mesmas críticas dirigidas aos profetas bíblicos foram direcionadas a Ellen G. White, o que revela um paralelismo entre ambas as realidades, em circunstâncias e épocas diferentes.

  • As acusações levantadas, hoje, não são novas. De fato, tiveram início no começo do ministério dela e continuaram ao longo de sua vida. E muitas delas persistem mesmo após sua morte.

  • Quando uma nova geração entra em cena, os críticos suscitam temas antigos, algumas vezes com novas roupagens.

Renato Stencel (org.) 2013


Raz es para cr ticas1

Razões para críticas

De acordo com o Dr. Herbert E. Douglas, há pelo menos sete motivos tidos como principais agentes causadores das críticas e acusações à vida e obra de Ellen G. White:

  • Os que rejeitam qualquer pessoa que afirme ser um profeta moderno, inclusive Ellen White;

  • Os que deixam de utilizar as regras de interpretação básicas e comumente aceitas;

Renato Stencel (org.) 2013


Raz es para cr ticas2

Razões para críticas

  • Os que confiam em rumores e boatos sem nenhuma evidência documental para suas alegações;

  • Os que veem mudanças editoriais nos escritos de um profeta e as chamam de “supressões”;

  • Os que ficam perturbados com a aparente dependência literária;

  • Os que carregam consigo pressuposições pessoais sobre a maneira de um profeta atuar;

  • Os que aceitam Ellen White como escritora devocional inspirada, mas rejeitam seu ministério teológico.

Renato Stencel (org.) 2013


Raz es para cr ticas3

Razões para críticas

Na visão do Dr. Coon, de todos os assuntos considerados problemas, talvez dois deles tenham causado mais impacto para destruir a confiança na credibilidade de Ellen White como profetisa do Senhor:

  • Questionamento de afirmações de natureza científica;

  • Alegação de plágio.

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Pl gio x empr stimo liter rio

Plágio X Empréstimo Literário

Plágio – na concepção do Dr. Roger Coon, há plágio quando um escritor toma propositalmente o material literário de outro escritor e o transforma para seu próprio uso. Em suma, é uma literatura mascarada no que diz respeito à identificação do verdadeiro autor.

Empréstimo Literário – é caracterizado o empréstimo literário quando um escritor utiliza e emprega as ideias (às vezes, até a fraseologia) de outro escritor para reforçar determinado aspecto, a fim de salientar seu texto. Esse método não constitui plágio.

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Pl gio x empr stimo liter rio1

Plágio X Empréstimo Literário

A Associação Geral contratou os serviços de um advogado especialista em leis de direitos autorais, Dr. Vincent Ramik, a fim de saber se Ellen White era ou não culpada de plágio. Eis uma síntese de suas conclusões:

  • Ellen White não pode ser acusada de plagiadora; “tal afirmação não procede”.

  • Creio que os críticos perderam uma grande oportunidade de focalizar sua atenção nas mensagens de Ellen White, em vez de focar apenas nos seus escritos.

Renato Stencel (org.) 2013


Pl gio x empr stimo liter rio2

Plágio X Empréstimo Literário

  • Ellen White usou escritos de outros autores, mas a maneira em que ela os utilizou foi única e pessoal, de forma ética e legal. Portanto, ela está dentro dos padrões legais “do uso correto” de materiais de outros autores.

  • No fim do processo, o advogado deu seu testemunho pessoal, sem que tenha sido solicitado e fazê-lo: “sou um homem mudado. Nunca mais serei o mesmo”. – Vincent Ramik

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Pl gio x empr stimo liter rio3

Plágio X Empréstimo Literário

Uma pesquisa feita pelo Patrimônio Literário Ellen G. White intitulada “Projeto Surpresa”. No ano de 1981, TimPoirier, arquivista do Patrimônio White, recebeu uma coleção completa de todos os escritos de Ellen White publicados em inglês. Foi-lhe solicitado que:

  • Tomasse nota, nas margens, de todas as referências aos conteúdos de autores citados por Ellen White, trechos evidentes ou paráfrases;

  • Reunisse todas as descobertas dos críticos de Ellen White (plágio), para ser avaliadas.

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Pl gio x empr stimo liter rio4

Plágio X Empréstimo Literário

O objetivo era descobrir paralelos literários entre os escritos dela e os de outros autores. Em 1986, Poirier apresentou o relatório de sua pesquisa, cuja síntese revelou que:

  • A maior porcentagem de empréstimos literários foi encontrada no livro O Grande Conflito – 20,16%.

  • No livro Sketches From de Lifeof Paul (Relatos da vida de Paulo) – 12,23%.

  • No restante dos livros incluídos nesse estudo, foram encontrados 2% ou menos, do total de empréstimos literários.

Renato Stencel (org.) 2013


Pl gio x empr stimo liter rio5

Plágio X Empréstimo Literário

As conclusões de Poirier lançaram por terra as declarações públicas de um dos maiores críticos de Ellen White quanto à questão do plágio, Dr. Walter Rea, autor do livro The White Lie. Nesse obra, ele afirma que ela havia usado cerca de 80 a 90% de empréstimos literários.

Renato Stencel (org.) 2013


Conclus o

Conclusão

Ao enfatizar a importância do uso de ideias de outros pensadores no livro O Desejado de Todas as Nações, EGW afirmou: “o mundo tem tido seus grandes ensinadores, homens de cérebro gigantesco e dotados de admirável capacidade de investigação; homens cujas declarações tem estimulado o pensamento e aberto à visão vastos campos de conhecimento; e esses homens tem sido honrados como guias e benfeitores de sua raça.”

Renato Stencel (org.) 2013


Conclus o1

Conclusão

  • Em vez de esconder as fontes literárias de onde efetuava seus empréstimos, Ellen White muitas vezes recomendava que as pessoas lessem os livros que ela utilizava para compor o conteúdo de seus escritos.

  • Sua obra estava em comum acordo com os costumes da época.

  • Ela não quebrou nenhuma das regras de direitos autorais.

  • Sua conduta foi moralmente correta e ética.

Renato Stencel (org.) 2013


Conclus o2

Conclusão

  • Durante os setenta anos de ofício profético, Ellen White jamais teve a intenção de enganar ninguém ao fazer empréstimos literários.

  • Seu propósito foi sempre comunicar a Verdade a fim de exaltar e glorificar a Deus e conduzir leitores aos pés de Jesus Cristo.

Renato Stencel (org.) 2013


Fonte

Fonte

Espírito de Profecia:Orientações para aIgreja Remanescente

Pág. 143-148.

Centro de Pesquisas Ellen G. White

Organizador: Renato Stencel

Abril de 2013

Renato Stencel (org.) 2013


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