Auditoria de investimentos
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AUDITORIA DE INVESTIMENTOS. JOÃO GABRIEL MORETO RIBEIRO JOSIANE PINHEIRO RIBEIRO POLIANA CAPACIO MEDEIROS THAYMARA RIBEIRO CALATRONI. 1- Introdução.

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AUDITORIA DE INVESTIMENTOS

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Presentation Transcript


Auditoria de investimentos

AUDITORIA DE INVESTIMENTOS

JOÃO GABRIEL MORETO RIBEIRO

JOSIANE PINHEIRO RIBEIRO

POLIANA CAPACIO MEDEIROS

THAYMARA RIBEIRO CALATRONI


1 introdu o

1- Introdução

  • A Auditoria tem como por finalidade verificar se as demonstrações contábeis refletem adequadamente a situação patrimonial, financeira e econômica das empresas;

  • A auditoria pode ser aplicada em diversas áreas e setores do mundo empresarial, tendo por destaque a auditoria dos investimentos.


2 objetivo

2- Objetivo

  • Segundo Attie(2009) a auditoria dos investimentos, classificáveis no ativo permanente, tem a finalidade de:

    a)determinar sua existência em poder da empresa ou em custódia com terceiros;

    b)determinar se é de propriedade da empresa;

    c)determinar se foram utilizados os princípios fundamentais de contabilidade;

    d)determinar a existência de vinculações em garantia;

    e)determinar se a receita ou prejuízo apropriável ao período foram adequadamente contabilizados;

    f)determinar se estão corretamente classificados no balanço patrimonial e se as divulgações cabíveis foram expostas por notas explicativas.


3 normas e procedimentos de contabilidade

3- Normas e procedimentos de contabilidade

  • A Instrução 469/08 da CVM trata dos critérios de avaliação de investimentos tendo como base a aplicabilidade da Lei 11.638/2007.

  • A Instrução CVM 247/1996, com as subseqüentes alterações decorrentes das Instruções nº. 269/1998, 464/2008 e 269/2008 consolidam a definição de investimentos.


4 revis o do controle interno

4- Revisão do controle interno

  • De acordo com Attie (2009), a revisão do controle interno determina que o auditor independente crie parâmetros para a confiabilidade depositada no controle interno da entidade, afim de determinar quais os procedimentos da auditoria a serem utilizados.

  • Cada companhia possui controles internos diferentes uma das outras.


4 revis o do controle interno1

4- Revisão do controle interno

  • Características de um controle interno:

    ●segregação de funções entre a custódia dos investimentos e a escrituração;

    ●utilização de cofres de aluguel acessíveis a duas pessoas independentes entre si;

    ●sistema de autorização para aquisição e baixa de investimentos;

    ●planilha de acompanhamento da situação das companhias investidas;

    ●contagem periódica por pessoa independente à das cautelas de investimentos da guarda física.


5 procedimentos de auditoria

5- Procedimentos de auditoria

  • Conforme Attie (2009), os procedimentos de auditoria a serem utilizados para obtenção dos objetivos determinados são dependentes da avaliação do controle interno e da materialidade envolvida.

  • Alguns dos procedimentos que poderão ser utilizados durante a execução dos trabalhos, temos: exame físico, confirmação, documentos originais, cálculos, escrituração, investigação, inquérito, registros auxiliares, correlação e observação.


6 orienta o para a auditoria

6- Orientação para a auditoria

  • Segundo Attie (2009), o exame de auditoria é um dos primeiros passos para a análise de investimentos e tem por finalidade atingir os objetivos traçados anteriormente no planejamento da auditoria.

  • O processo de auditoria é desenhado afim de evitar trabalhos desnecessários ou que não são compatíveis aos objetivos definidos anteriormente.

  • Caso ocorram trabalhos desnecessários ou não programados o programa de auditoria deverá sofrer modificações para que possa atender os trabalhos eventuais não programados.

  • A seleção e a data da aplicação dos procedimentos de auditoria devem ser definidos afim de que seja realizado o controle interno e a materialidade envolvida.


6 orienta o para a auditoria1

6- Orientação para a auditoria

  • A inspeção dos investimentos é outro passo da auditoria de investimentos. Este por sua vez realiza a ação ou cautela física que é a contagem de caixa das aplicações financeiras.

  • Ao auditar e inspecionar os investimentos, o auditor deverá ter atenção aos nomes dos emitentes e do proprietário dos investimentos, além do numero de cautelas e quantidade de ações ou cotas.

  • O procedimento de confirmação é mais adequado para a confirmação da participação pois grande parte dos investimentos é mantido em bases estruturais.

  • Existem empresas mantidas somente para efeito de receber a participação por equivalência patrimonial das empresas investidas, nesses casos a melhor decisão é a de examinar e auditar cada um desses investimentos, havendo uma auditoria integral em cada empresa investida para a confirmação de que o produto apresentado está adequado na reflexão da empresa investida.


7 classifica o

7- Classificação

  • Attie (2009) afirma que de acordo com a Lei das Sociedades por Ações, os investimentos são classificados como participações permanentes em outras sociedades ou outros direitos de qualquer natureza não classificados no Ativo Circulante ou no antigo Realizável a Longo Prazo que não se destinem às atividades da entidade.

  • Podem ser classificados como Participações Permanentes, as aplicações de capital de espontânea vontade, além também dos investimentos compulsórios - que são aplicações de capital de natureza obrigatória representados pela figura de investimentos de incentivos fiscais.


8 modelo de carta de confirma o de t tulos conforme almeida 1996

8- Modelo de carta de confirmação de títulos conforme Almeida (1996)


9 conclus o

9- Conclusão

  • A auditoria de investimento classificada no ativo permanente tem normas e procedimentos a serem seguidos, essas normas e procedimentos são esclarecidos na Instrução CVM nº. 247/96 e suas alterações.

  • Assim a Auditoria de Investimentos deve auditar e inspecionar os investimentos, quando necessário devem ser tomadas definições de auditorias mais profundas referente às participações gerando uma auditoria completa ou integral da empresa.


10 refer ncias

10- Referências

  • ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Auditoria: um curso moderno e completo. 5. ed. São Paulo: Atlas, 1996.

  • ATTIE, Willian. Auditoria: conceitos e aplicações. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2009.

  • DAL MAS, José Ademir. Auditoria independente: treinamento de pessoal, introdução aos procedimentos de auditoria. São Paulo: Atlas, 2000.

  • CVM – Comissão de Valores Mobiliários. Instrução CVM nº 247, de 27 de março de 1996. Disponível em: <http://www.cvm.gov.br/asp/cvmwww/atos/exiato.asp?Tipo=I&File=/inst/inst247.htm>. Acesso em: 09 abr. 2011.

  • CVM – Comissão de Valores Mobiliários. Instrução CVM nº469, de 02 de maio de 2008. Disponível em: <http://www.cvm.gov.br/port/snc/inst469.pdf>. Acesso em: 09 abr. 2011.


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