1 / 39

A Proclamação da República

A Proclamação da República. QUE PAÍS É ESSE???. Em 1889 , o Marechal Deodoro da Fonseca PROCLAMOU A REPÚBLICA brasileira.

prince
Download Presentation

A Proclamação da República

An Image/Link below is provided (as is) to download presentation Download Policy: Content on the Website is provided to you AS IS for your information and personal use and may not be sold / licensed / shared on other websites without getting consent from its author. Content is provided to you AS IS for your information and personal use only. Download presentation by click this link. While downloading, if for some reason you are not able to download a presentation, the publisher may have deleted the file from their server. During download, if you can't get a presentation, the file might be deleted by the publisher.

E N D

Presentation Transcript


  1. A Proclamação da República QUE PAÍS É ESSE???

  2. Em 1889 , o Marechal Deodoro da Fonseca PROCLAMOU A REPÚBLICA brasileira. • D. Pedro II e a família real foram expulsos; e o Brasil passou a ser governado por presidentes militares, apoiados pela elite dominante; e envolvidos no ideal positivista. Afinal, vamos identificar: QUE PAÍS É ESSE ???

  3. Diferentes projetos republicanos: • Os evolucionistas:Defendiam a posição de que a mudança deveria ser calma e conduzida pelas classes superiores. Nada de agitação descontrolada das massas! Preferiam um acordo entre as forças políticas tradicionais.

  4. Os revolucionários: Tinham como modelo a revolução francesa; e queriam que a república chegasse através de uma revolução popular, na qual os ideais dos direitos dos cidadãos de liberdade e igualdade fossem os pontos mais fortes. Foram apelidados de Jacobinos.

  5. O Positivismo O positivismo é uma ideologia que se desenvolveu na França e ganhou o mundo ocidental, tornando-se predominante já no final do século XIX.

  6. O nome vem da obra de Augusto Comte, "Filosofia Positivista”. COMTE faz uma análise sobre o desenvolvimento de seu país ao longo do século, atribuindo à indústria a responsabilidade pelo progresso econômico. Logo, deveria ser a elite industrial, grupo esclarecido e capacitado, o responsável pelo controle do Estado.

  7. Para Comte, caberia a elite governar, enquanto caberia ao povo trabalhar. Trabalhar sem reivindicar, sem se organizar e sem protestar, pois "só o trabalho em ordem é que pode determinar o Progresso", nascendo daí o lema de sua filosofia, que os militares escreveriam na bandeira brasileira, após o golpe de 15 de novembro.

  8. REVOLUÇÃO OU EVOLUÇÃO??? • A partir de 1850, começaram a circular entre professores e estudantes brasileiros de engenharia, as idéias de Augusto Comte. • Por essa época, Benjamin Constant, professor de matemática da Escola militar, também iniciava a sua formação positivista, tornando-se posteriormente o seu mais conhecido divulgador.

  9. Agrupados numa seita fanática, cuja finalidade suprema consistia em preservar a pureza da doutrina do mestre,“a Igreja Positivista do Brasil”, através dos fiéis discípulos de Comte, caracterizavam-se pela crença no poder absoluto da ciência.

  10. No plano político, o positivismo brasileiro foi decepcionante pois seus partidários defendiam posições anti-revolucionárias, elitistas e ditatoriais. • Acreditavam os positivistas na existência de uma lei na história que fatalmente faria o Brasil desembocar na república. Essa crença era considerada uma previsão rigorosamente científica pelos positivistas.

  11. IMPORTANTE: Existe uma tendência de se considerar que "os militares" proclamaram “sozinhos”a República, ou que, sem os militares, não haveria república. Porém é importante lembrar que: • EXISTIA nas camadas urbanas uma forte disposição a favor do movimento republicano; • HAVIA um forte partido político (PRP), representando a nova elite agrária, disposta a chegar ao poder, mesmo de forma moderada; • APESAR de existir o "espírito de corpo" entre os militares e de que a ideologia positivista era cada vez mais forte dentro do exército, este encontrava-se dividido e existiam disputas internas.

  12. Os militares, de uma forma geral, rechaçavam os políticos civis, porém perceberam que era necessária uma aliança com os evolucionistas, pois garantiriam dessa maneira o fim da monarquia, mas com a manutenção da "ordem".

  13. NÃO podemos esquecer que o Marechal Deodoro era monarquista e que enfrentava problemas políticos com parte do ministério imperial e também dentro do exército.

  14. Deodoro participou do movimento republicano a partir da crença de que D. Pedro II já não governava e que o ministério comandado por Ouro Preto pretendia fortalecer a Guarda Nacional, e enfraquecer o exército.

  15. O Ideal de Cidadania • Começava a se formar no seio da população urbana o desejo de ser reconhecido como cidadão.

  16. A Revolta do Vintém:Movimento tipicamente urbano ocorrido entre 28 de dezembro de 1879 e 1º de janeiro de 1880 em que a população do Rio de Janeiro saiu em protesto contra o aumento das passagens de bonde.

  17. Bandeira provisória da República, que foi adotada durante 4 dias apenas.

  18. As mudanças na economia

  19. No final da década de 1880, a monarquia brasileira estava numa situação de crise, pois representava uma forma de governo que não correspondia mais às mudanças sociais em processo. Fazia-se necessário a implantação de uma nova forma de governo que fosse capaz de fazer o país progredir e avançar nas questões políticas, econômicas e sociais.

  20. Crise da Monarquia A crise do sistema monárquico brasileiro pode ser explicada através de algumas questões: • Questões religiosas: • Interferência de D.Pedro II nos assuntos religiosos, provocando um descontentamento na Igreja Católica;

  21. Questões militares : • Críticas feitas por integrantes do Exército Brasileiro, que não aprovavam a corrupção existente na corte. • Descontentamento com a proibição, imposta pela Monarquia, pela qual os oficiais do Exército não podiam se manifestar na imprensa sem uma prévia autorização do Ministro da Guerra; • Os militares estavam insatisfeitos com a monarquia e reivindicavam melhores salários e mais participação política.

  22. Questões sociais: • A classe média (funcionários públicos, profissionais liberais, jornalistas, estudantes, artistas, comerciantes) estava crescendo nos grandes centros urbanos e desejava mais liberdade e maior participação nos assuntos políticos do país. Identificada com os ideais republicanos, esta classe social passou a apoiar o fim do império;

  23. Questões abolicionistas: • Falta de apoio dos proprietários rurais, principalmente dos cafeicultores do Oeste Paulista, que desejavam obter maior poder político, já que tinham grande poder econômico; • Os cafeicultores sentiam-se prejudicados pelo fato de não terem sido indenizados pela abolição dos escravos. • O ex-escravos estavam insatisfeitos, mesmo com a abolição, porque não tinham nenhuma garantia de sobrevivência.

  24. Charge de Agostini (1882), ondeD. Pedro II é “derrubado do trono”

  25. D. Pedro II e Família

  26. D. Pedro II e família em Petrópolis, em foto de Otto Hees, a última antes do fim do Império. Da esquerda para a direita: a imperatriz, D. Antonio, a princesa Isabel, o imperador, D. Pedro Augusto (filho da irmã da princesa Isabel, d. Leopoldina, duquesa de Saxe), D. Luís, o conde D'Eu e D. Pedro de Alcântara (príncipe do Grão-Pará)

  27. Dom Pedro II, já nos anos finais de seu império

  28. República da Espada (1889 – 1894): • Período em que o Brasil foi governado por dois presidentes militares: Mal. Deodoro da Fonseca (1889 – 1891) e Mal. Floriano Peixoto (1891 – 1894). MAL. FLORIANO PEIXOTO MAL. DEODORO DA FONSECA

More Related