semiologia m dica ii
Download
Skip this Video
Download Presentation
Semiologia Médica II

Loading in 2 Seconds...

play fullscreen
1 / 98

Semiologia Médica II - PowerPoint PPT Presentation


  • 405 Views
  • Uploaded on

Universidade Presidente Antônio Carlos - UNIPAC Faculdade de Medicina – FAMED Araguari – MG. Semiologia Médica II. Dr.Vinicius Vasconcelos Teodoro. Introdução. Coleta de informações A seqüência de raciocínio Poder diagnóstico. Dor torácica Dispnéia Tosse Hemoptise Síncope Edemas

loader
I am the owner, or an agent authorized to act on behalf of the owner, of the copyrighted work described.
capcha
Download Presentation

PowerPoint Slideshow about ' Semiologia Médica II ' - ping


An Image/Link below is provided (as is) to download presentation

Download Policy: Content on the Website is provided to you AS IS for your information and personal use and may not be sold / licensed / shared on other websites without getting consent from its author.While downloading, if for some reason you are not able to download a presentation, the publisher may have deleted the file from their server.


- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - E N D - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Presentation Transcript
semiologia m dica ii

Universidade Presidente Antônio Carlos - UNIPAC

Faculdade de Medicina – FAMED

Araguari – MG

Semiologia Médica II

Dr.Vinicius Vasconcelos Teodoro.

slide5

Introdução

  • Coleta de informações
  • A seqüência de raciocínio
  • Poder diagnóstico
sintomas cardiovasculares
Dor torácica

Dispnéia

Tosse

Hemoptise

Síncope

Edemas

Palpitação

Fadiga

Rouquidão

Náuseas

Febre e calafrios

Perda de peso

Claudicação

Raynaud

Sintomas Cardiovasculares
exame cardiovascular
Exame cardiovascular
  • Inspeção Palpação cardiaca Ausculta
  • Exame do Pulso Arterial
  • Exame do Pulso Venoso
inspe o
Inspeção

Semiotécnica da avaliação do ictus cordis. A) palpação em decúbito dorsal; B) palpação em decúbito lateral

esquerdo; C) localização do ictus cordis, contando-se os espaços intercostais a partir do segundo espaço (ângulo de Louis).

inspe o1
Inspeção
  • Atitude postural
  • -coloração da pele:
  • Cianose: Central x Periférica
  • Palidez:
  • Icterícia:
  • -Xantomas e xantelasmas
slide11

Objetivos

  • PALPAÇÃO
  • Ictus cordis
  • Batimento do ventrículo direito
  • Impulsões Sistólicas
        • Oco esternal Artéria Pulmonar
ictus cordis
Ictus Cordis
  • Depende da configuração torácica
  • O fato de ser impalpável não indica anormalidade
  • Batimentos abdominais
slide13

Ictus Cordis

PALPAÇÃO

slide14

Batimento do Ventrículo Direito

PALPAÇÃO

  • Localização - 3º ao 5º EICE LParaesternal
  • Técnica - mão em garra – suave
  • Objetivo - estima aumento do VD
  • Causas - hipertensão pulmonar
  • Respiração - varia com apnéia pós inspiratória intensificando o batimento
  • Diferencial - Retração do VE
slide15

Frêmito

  • É a sensação tátil de um conjunto de vibrações que formam o sopro.
    • Análise
      • Posição
      • Aórticos: sentado com o tórax inclinado
      • Mitrais: Decúbito lateral esquerda
      • Fase do ciclo cardíaco
      • Local de intensidade máxima
      • Direções de irradiação
      • Duração

PALPAÇÃO

slide18
Nas radiografias do tórax os vasos (artérias e veias pulmonares) são as estruturas mais facilmente identificadas. Apenas os brônquios de maior calibre são visíveis radiograficamente. As demais estruturas estão abaixo da resolução do método. A TCAR permite que se identifiquem estruturas vasculares de menor calibre, enquanto brônquios podem ver vistos até 1cm da superfície pleural.
slide20
Nas radiografias do tórax os vasos (artérias e veias pulmonares) são as estruturas mais facilmente

identificadas. Apenas os brônquios de maior calibre são visíveis radiograficamente. As demais estruturas estão

abaixo da resolução do método. A TCAR permite que se identifiquem estruturas vasculares de menor calibre e que

estão presentes no interior do LPS, enquanto brônquios podem ver vistos até 1cm da superfície pleural.

slide22
Na radiografia perfil é possível observar que a coluna aérea da traquéia e do brônquio principal direito é limitada posteriormente por uma linha fina e regular. Os cortes de TC mostram que o pulmão direito projeta-se posteriormente a estes segmentos das vias aéreas, o que permite que se veja com nitidez

suas paredes posteriores nas radiografias.

slide23

Na radiografia frontal entre os botões aórtico (Ao) e pulmonar (AP) pode ser vista uma

concavidade que está relacionada à janela aortopulmonar (JAP). Ver a correspondência com o corte de TC coronal

slide24
FISIOLOGIA DO SISTEMA CARDIOVASCULAR
  • Ciclo Cardíaco
  • Eventos que ocorrem desde o início de um batimento até início do batimento seguinte.
  • Composição
  • Diástole- período de relaxamento cardíaco –
  • Sístole- período de contração
  • .
  • Início –
  • geração espontânea do potencial de ação no
  • Nodo Sinusal.
  • Propagação – através dos tecidos de condução
slide25

FISIOLOGIA DO SISTEMA CARDIOVASCULAR

Hidráulica – Pressão e Fluxo e Volemia

⇒Ejeção Ventricular:

– eleva a pressão na aorta para 120 mmHg, enquanto nas grandes veias está próximo da P.atmosférica (zero) o que dirige o sangue das artérias para as veias. Obs: PAP = 1/7 (15 mmHg) da PAM (100 mmHg).

⇒Pressão arterial

Pressão arterial – entre as ejeções cai de 120 mmHg para 80 mmHg.

⇒Volume de sangue no sistema vascular – 7% do peso corporal: 67% – veias e vênulas; 11% – artérias; 5% – capilares.

slide26
Diástole Atrial e Ventricular
  • Período de relaxamento durante o qual o coração de enche de sangue (aproximadamente 110 a 120 ml )
  • → Átrio direito e ventrículo direito –
  • oriundo das veias
  • cavas superior e inferior.
  • → Átrio esquerdo e ventrículo esquerdo
  • – oriundo das veias pulmonares
  • Obs:
  • 75% do enchimento ventricular é passivo e 25% resultante da contração atrial.

Diástole ventricular

–75% passivo

–25% da sístole atrial

slide27
Nodo Atrioventricular (retardo de condução)
  • → Fornece tempo para que os átrios se esvaziem nos
  • ventrículos, antes da forte contração ventricular.
  • Canais iônicos rápidos de Na + e Canais de K
  • Sistema de Purkinje
  • Através do Feixe de Hiss
  • → ramos D e E e (ventrículos )
  • velocidade de 1,5 a 4,0 m.s
  • (permite transmissão quase instantânea por todo o sistema ventricular).
  • Músculo Ventricular
  • → Conduz o estímulo a velocidade de
  • 0,3 a 0,5 m.s
slide28

FISIOLOGIA DO SISTEMA CARDIOVASCULAR

Controle da Auto Excitação e Condução

Controle da Auto Excitação e Condução

→ NSA –

NSA – despolariza 70 a 80 vezes por minuto (controla os

despolariza 70 a 80 vezes por minuto (controla os

batimentos cardíacos).

batimentos cardíacos).

→ NAV –

NAV – despolariza 40 a 60 vezes por minuto (caso não

despolariza 40 a 60 vezes por minuto (caso não

receba estimulação).

receba estimulação).

→Fibras de Purkinje – despolariza 15 a 40 vezes por

minuto (caso não receba estimulação)

(caso não receba estimulação).

→ Marcapasso ectópico – outra parte do coração que

desenvolve freqüência de descarga rítmica mais rápida que o

NSA .

bulhas
Bulhas

As bulhas cardíacas são vibrações de curta duração, que ocorrem a determinados intervalos do ciclo cardíaco, produzidas pelo impacto da corrente sangüínea nas diversas estruturas cardíacas e dos grandes vasos. Normalmente ocorrem 4 ruídos mas apenas 2 são normalmente audíveis.

                 Primeira Bulha B1

                 A primeira bulha é o som produzido pelo início da sístole ventricular. Apesar do principal componente do som ser valvar (fechamento da valva mitral e tricúspide), fazem parte da primeira bulha componentes atriais, musculares (contração muscular ventricular) e vasculares (abertura das valvas sigmóides). A duração do som é de 0,10 a 0,12s, tempo muito curto para o ouvido humano distinguir os componentes do som.

slide31
Sístole ventricular
  • – Valvas Mitral e Triscúspide
  • → Impedem o retorno do sangue dos ventrículos para os átrios durante a sístole.
  • → 1ª bulha (ausculta) – som resultante do fechamento das valvas atrioventriculares (vibração de baixa freqüência).
  • → No 5º espaço intercostal esquerdo (linha hemiclavicular), representa o fechamento da mitral (Foco Mitral).
  • → Na base do apêndice xifóide, à direita, representa o fechamento da valva tricúspide (Foco Tricúspide).
slide32

AO

P

T

M

slide34

Intensidade – Hiperfonese

AUSCULTA

  • Fatores cardíacos:
    • Estenose Mitral
intensidade hipofonese
Intensidade – Hipofonese

AUSCULTA

  • Fatores cardíacos:
    • Depressão contratilidade miocárdica
    • Miocardites – Miocardiopatias
    • IAM
semiologia card aca as bulhas card acas
Semiologia Cardíaca - As Bulhas Cardíacas

A Segunda Bulha

A segunda bulha ocorre ao final da sístole ventricular, resultando das vibrações originárias do fechamento das valvas semilunares. A valva aórtica normalmente se fecha primeiro, seguida da valva pulmonar. No entanto a intensidade dos 2 componentes é dependente da pressão média aórtica e pulmonar. Assim o componente aórtico é mais bem audível auscultado em todos os focos, mas o pulmonar menos intenso é melhor audível no foco pulmonar e no 3º EIE. A separação entre os componentes A2 e P2 é variável com a respiração chegando a ser coincidentes no final da expiração separando-se de até 0,08s na inspiração com valor médio de 0,03 a 0,04s.

O desdobramento resulta de um maior retorno venoso provocado pela pressão negativa intratorácica. O maior volume do VD exigirá maior tempo de ejeção, retardando o fim da sístole direita e o componente pulmonar da 2º bulha. A inspiração também gera um menor retorno de sangue ao coração esquerdo, acelerando a ejeção esquerda e adiantando o componente aórtico. Este desdobramento é chamado de fisiológico.  

slide37
Diástole ventricular – Valvas Aórtica e Pulmonar → Impedem o retorno do sangue das artérias aorta e pulmonar para os ventrículos.
  • → 2ª bulha (ausculta) – som resultante do fechamento das valvas aórtica e pulmonar (estalido relativamente rápido).
  • →No 2º espaço intercostal direito (borda esternal), representa o fechamento da valva aórtica (Foco Aórtico). No 2º espaço intercostal esquerdo (borda esternal),
  • representa o fechamento da valva pulmonar (Foco Pulmonar).
slide38

AO

P

T

M

intensidade hiperfonese
Intensidade – Hiperfonese

AUSCULTA

  • Fatores cardíacos:Aórtico
    • Hipertensão Arterial
    • Estados hiperdinâmicos – Anemia, tireotoxicose
    • Exercício físico
    • Ansiedade
    • Tetralogia de Fallot
intensidade hiperfonese1
Intensidade – Hiperfonese

AUSCULTA

  • Fatores extra cardíacos:
    • Diâmetro AP reduzido
    • Exercício físico
    • Febre
    • Emoção
intensidade hipofonese1
Intensidade – Hipofonese

AUSCULTA

  • Fatores cardíacos:Aórtico
    • Hipotensão arterial
    • Estenose e Insuficiência Aórtica
    • Mobilidade valvar reduzida – fibrose e calcificação
    • ICC e IAM
desdobramento
Desdobramento
  • São audíveis no foco TRICÚSPIDE
  • Podem acontecer:

Distúrbios de condução

Alterações hemodinâmicas

Alterações mecânicas

slide43

Desdobramento

AUSCULTA

  • INSPIRAÇÃO
  • Diminuição da pressão intratorácica

Aumento do gradiente de pressão entre as porções extra e intratorácicas das grandes veias

Maior enchimento do

VD

Retardo do componente tricúspide

e pulmonar

Alongamento do período

de contração do VD

Desdobramentodas bulhas

slide44
Terceira Bulha
  • Quarta bulha
slide46
Ausculta com estetoscópio
  • •Abertura fisiológica das valvas não são audíveis pois
  • tem desenvolvimento lento, não produzindo som
  • •ESTENOSE
  • – quando patologicamente a valva não se
  • abra adequadamente, produz som semelhante a
  • SOPRO.
  • .
  • •Fechamento fisiológico das valvas
  • – apresenta vibração
  • dos folhetos gerando sons audíveis no tórax.
  • •INSUFICIÊNCIA
  • – quando patologicamente a valva não
  • se fecha adequadamente, produz som semelhante a um
  • SOPRO
bulhas1
Bulhas
  • Os sons destas bulhas podem ser representados da seguinte forma:
  • Primeira – TUM
  • Segunda – TA
  • Terceira – TU
slide48

Bulhas

AUSCULTA

  • QUARTA
  • É um ruído telediastólico, de baixa freqüência, originado da contração atrial e da distensão da parede ventricular
  • Miocardiopatia hipertrófica, HAS,insuficiência coronária e E.Ao.
  • GALOPE ATRIAL
slide49

Cliques

AUSCULTA

  • São ruídos agudos, breves, de alta freqüência e notável intensidade. São sistólicos e podem ser chamados também de Ruídos de Ejeção
slide50

Cliques – Tipos

AUSCULTA

  • Protosistólicos
    • Aórtico
    • Não se modifica com a respiração, é melhor audível no 3º e 4º EICE LPE
    • Ateroma aórtico, aneurisma dissecante e sifilítico da aorta, coarctação da aorta, HAS, E.Ao e I.Ao
    • Pulmonar
    • É mais precoce que o aórtico, varia com a respiração no 2º e 3º EICE LPE
    • Defeitos do septo atrial, dilataçãoidiopática da artéria pulmonar, EP e HP
cliques tipos
Cliques – Tipos
  • Ruídos de valvas artificiais
  • Os vários tipos de válvulas prostéticas e tissulares podem produzir sons na sua abertura e no seu fechamento
  • A relativa intensidade destes sons varia de acordo com o desenho da válvula
slide52

Estalidos

AUSCULTA

  • São ruídos secos, de curta duração, diastólicos, ocorrem entre a 3ª e 4ª bulhas
slide53

Estalidos – Tipos

AUSCULTA

  • Mitral
    • Estalido de abertura da valva mitral é protodiastólico, é melhor audível no 3º e 4º EICE LPE, e deve ser diferenciado do desdobramento da 2ª bulha e da 3ª bulha
    • Estenose Mitral
    • Desaparece quando há acentuada calcificação e/ou hipertensão pulmonar
slide54

Estalidos – Tipos

AUSCULTA

  • Tricúspide
    • É de tonalidade mais alta e menos forte que o mitral, varia com a inspiração profunda ficando mais nítido, é mais audível na borda esternal esquerda e ocasionalmente na direita. Deve ser diferenciado do desdobramento da 2ª bulha
    • Estenose tricúspide
slide55

Sopros

AUSCULTA

  • São um conjunto de vibrações de maior duração que as bulhas, se originam dentro do próprio coração e/ou em um de seus grandes vasos
slide56

Mecanismos

AUSCULTA

  • Fluxo de sangue através de uma obstrução parcial
  • Fluxo de sangue através de uma irregularidade valvar ou intravascular
  • Aumento do fluxo de sangue através de estruturas normais
  • Fluxo de sangue dentro de uma câmara dilatada
  • Fluxo regurgitante através de uma valva incompetente
slide57

Sopros – Análise

AUSCULTA

  • Situação no ciclo cardíaco
  • Localização
  • Irradiação
  • Intensidade
  • Manobras especiais
situa o no ciclo card aco
Situação no Ciclo Cardíaco

AUSCULTA

  • Sistólico e Diastólico – Estenose ou insuficiência depende da valva pesquisada
    • Holo, Proto, Meso, Telesistólicos ou diastólicos
    • B1 e B2 são as referências
intensidade
Intensidade
  • Grau I – pouco percebido
  • Grau II – Ausculta não deixa dúvidas
  • Grau III – Frêmito
  • Grau IV – Audível sem o estetoscópio
sopros inocentes
Sopros Inocentes

AUSCULTA

  • A grande maioria dos sopros funcionais é sistólica
  • Ocasionalmente sopros diastólicos e contínuos podem ser normais
sopros inocentes sist lico
Sopros Inocentes – Sistólico

AUSCULTA

  • Mais comuns na criança e no adolescente
  • Suaves de intensidade de 1 ou 2 cruzes
  • Curtos, podendo se estender até a mesossístole
  • Mais audíveis na borda esternal média e no foco pulmonar
sopros inocentes diast lico
Sopros Inocentes – Diastólico

AUSCULTA

  • Deve ser considerado anormal até provar ao contrário
  • Jovens com hipercinese
  • Pacientes com Insuficiência renal crônica
  • Gestantes
sopros inocentes cont nuo
Sopros Inocentes – Contínuo

AUSCULTA

  • Final da gestação na localização mamária
  • Ruído venoso – campânula – jovens e crianças
slide64

Atrito

AUSCULTA

  • Éum ruído extra cardíaco
  • Pericardite serofibrinosa
  • Análise
    • Situação no ciclo cardíaco
    • Localização
    • Irradiação
    • Intensidade
    • Timbre
slide65

Pulso Arterial

  • É uma onda de pressão dependente da ejeção ventricular, e é percebido como uma expansão da parede arterial síncrona com o batimento cardíaco
slide66

Análise

  • Estado da parede arterial
  • Freqüência
  • Déficit de pulso
  • Ritmo
  • Amplitude
  • Tensão
  • Comparação com o lado homólogo
  • Tipos de onda
slide67

Tipos de Onda

  • Diminuída
    • Pequeno e célere
    • Pequeno com onda abrupta de percussão seguida de rápido colapso. I.Mi, CIV
    • Anacrótico
    • Pequena onda inscrita na fase ascendente. E.Ao
tipos de onda
Tipos de Onda
  • Diminuída

Bisferens

Duplo impulso separado por uma pausa central

Duplo lesão aórtica

Filiforme

Mole

Coarctação da aorta e colapso circulatório

slide69

Tipos de Onda

  • ONDA DIMINUÍDA – Anacrótico e Bisferens
slide70

Tipos de Onda

  • Diminuída
    • Parvus
    • Pequeno e de forma normal, indica que as pressões sistólica e diastólica se aproximam da média. Expressa volume minuto baixo. Frio, ansiedade, IAM, HAS, E.Ao, E.M, H.P, E.P, E.T, CIA, pericardite constritiva, derrame pericárdico sob tensão, miocardiopatia e insuficiência circulatória
slide71

Tipos de Onda

  • ONDA DIMINUÍDA - Parvus
slide72

Tipos de Onda

  • Aumentado
    • Célere ou martelo d’água
      • Caracterizado por uma ampla e súbita onda de percussão e um colapso rápido
      • I.Ao, fístulas, anemias, vasodilatação periférica, PCA, insuficiência hepática cor pulmonale, doença de Paget
slide73

Tipos de Onda

  • ONDA AUMENTADA – Martelo d’água
slide75

Pulso Venoso

  • O nível da pulsação varia com a respiração seguindo passivamente as mudanças da pressão intratorácica: cai na inspiração e aumenta na expiração
  • Aumenta com a compressão abdominal
  • Varia com a mudança de postura, mais alto na posiçãohorizontal do que vertical
slide76

Pulso Venoso

  • CARACTERIZAÇÃO
  • O movimento é suave, difuso, ondulante
  • É melhor vista do que palpada
  • O nível da pulsação varia com a respiração seguindo passivamente as mudanças da pressão intratorácica: cai na inspiração e aumenta na expiração
  • Aumenta com a compressão abdominal
  • Varia com a mudança de postura, mais alto na posição horizontal do que vertical
slide77

Pulso Venoso

  • COMPOSIÇÃO
  • Onda a - Contração atrial
  • Seio descendente x - Relaxamento atrial
  • Crista c - Fechamento da tricúspide
  • Crista v - Enchimento do átrio
  • Seio descendente y - Fase de enchimento ventricular rápido
slide78
Propriedades intrínsecas do tecido cardíaco:
  • • Inotropismo – força de contração• Cronotropismo –freqüência• Batmotropismo –excitabilidade• Dromotropismo –condutibilidade• Lusitropismo –relaxamento
  • •Consumo de O
  • pelo Miocárdio:
  • •Pré-carga•Pós-carga•Contratilidade•Freqüência Cardíaca
  • FISIOLOGIA DO SISTEMA CARDIOVASCULAR
  • Débito Sistólico – Ejeção Ventricular
  • É regulado por três grandes variáveis:
  • → Retorno venoso;
  • → Contratilidade miocárdica;
  • → Resistência à ejeção.
eletrocardiograma
Eletrocardiograma
  • Derivação D- II
  • braço D – E
  • tórax
  • Derivações :
  • AVF
  • AVR
  • AVL
  • D I /DII/DIII
  • V1 a V6 (7)
eletrocardiograma1
Eletrocardiograma

Normal

Intervalo

Q-T longo

eletrocardiograma2
Eletrocardiograma
  • Taquicardia sinusal:FC > 90 bpm (adultos)
  • Bradicardia:FC mantida < 40 bpm (> 6 anos)
  • Assistolia:FC > 3 seg. (> 6 anos)
  • Taquicardia de QRS alargado:(> 0,12 s) ou QRS estreito se 3 ou mais bat. e FC > 100 bpm
  • Fibrilação atrial:ritmo ventricular irregular associado a onda p com tamanho, formato e posição variáveis
  • Extrassístoles ventriculares, bloqueio atrio-ventricular (se for relevante)
bradicardia sinusal
Bradicardia Sinusal
  • Intervalo R-R normal
  • FC < 40 bpm (sustentada)
  • Onda “p” uniforme, precedendo cada complexo QRS

Ritmo

Sinusal nl

bradicardia

sinusal

taquicardia sinusal
Taquicardia Sinusal
  • Intervalo R-R normal
  • FC > 90 bpm (sustentada)
  • Onda “p” uniforme, precedendo cada complexo QRS
assistolia
Assistolia
  • Linha reta
  • Não se distingue p – QRS - onda T
  • Normal em atletas < 3 segundos (sono)
  • > 3 seg = anormal em indivíduos sintomáticos (AHA)
taquicardia de qrs alargado
Taquicardia de QRS alargado
  • Complexo QRS > 0,12 seg.
  • > 3 batimentos
  • FC > 100 bpm
fibrila o atrial
Fibrilação Atrial
  • Intervalo R-R irregular
  • FC atrial ~ 350 bpm
  • FC ventricular 60 – 100 bpm
  • Onda p irregular / linha de base caótica
flutter atrial
Flutter Atrial
  • FC atrial regular (250 – 350 bpm)
  • FC ventricular regular ou irregular (< FC atrial)
  • Morfologia da onda p ~ dente de serra
extrass stole ventricular
Extrassístole Ventricular
  • Ritmo de base regular p – QRS - onda T
  • Onda com morfologia aberrante, usualmente com QRS alargado
  • Batimento prematuro
  •  tempo de repolarização, onda T invertida
bloqueio atrioventricular
Bloqueio Atrioventricular
  •  intervalo p – R

(> 20 segundos)

  • FC atrial ‡ FC ventr.
bloqueio atrioventricular1
Bloqueio Atrioventricular

Primeiro Grau

  • Intervalo p - R > 0,20 segundos
  • Uma onda p para cada QRS
bloqueio atrioventricular2
Bloqueio Atrioventricular

Segundo Grau

  • FC atrial > FC ventricular
  • Morfologia regular de onda p - QRS

Mobitz I ou

Wenkebach

Mobitz II

bloqueio atrioventricular3
Bloqueio Atrioventricular

Terceiro Grau

  • Intervalo p – R não mensurável
  • FC atrial > FC ventricular, mas regulares
  • Intervalo QRS normal ou alargado (0,12 seg)
slide97

Fibrilação Ventricular

Flutter Ventricular

ad