Diabetes mellitus farmacologia nutri o
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DIABETES MELLITUS Farmacologia Nutrição PowerPoint PPT Presentation


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DIABETES MELLITUS Farmacologia Nutrição. 1. Classificação Etiológica da Diabetes Mellitus. Tipo 1Destruição das células b com falta de insulina Tipo 2Resistência à insulina com deficiência de insulina GestacionalResistência à insulina com disfunção das células b

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DIABETES MELLITUS Farmacologia Nutrição

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Diabetes mellitus farmacologia nutri o

DIABETES MELLITUS

Farmacologia Nutrição

1


Classifica o etiol gica da diabetes mellitus

Classificação Etiológica da Diabetes Mellitus

Tipo 1Destruição das células b com falta de insulina

Tipo 2Resistência à insulina com deficiência de insulina

GestacionalResistência à insulina com disfunção das células b

Outros tipos Defeitos genéticos na função das células b, doenças pancreáticas exócrinas (cancer) e outros

Adaptado do site da Sociedade Brasileira de Diabetes http://www.diabetes.org.br

2


Categorias da toler ncia glicose diminu da

Categorias da Tolerância à Glicose Diminuída

Glicemia 2 horas após PTGO

Glicemia em Jejum

Diabetes Mellitus

Diabetes Mellitus

126 mg/dl

200 mg/dl

Anomalia da

Tolerância à Glicose

Anomalia da

Tolerância à Glicose

110 mg/dl

140 mg/dl

Normal

Normal

ATG= Anomalia da Tolerância à Glicose ou Tolerância Diminuída à Glicose (TDG)

PTGO =Prova da Tolerância à Glicose Oral (75 g de glicose em 2 dl de água e ingestão em 5 min)

Adaptado de Sociedade Brasileira deDiabetes

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Diagn stico da diabetes valores da glicemia

Diagnóstico da DiabetesValores da Glicemia

Glicemia em Jejum Glicemia 2 horas após PTGO

Categoriamg/dlmmol/lmg/dlmmol/l

Normal<110<6.1<140<7.8

AGJ>110 and <126 >6.1 and <6.9 <140<7.8

ATG >110 and <126 >6.1 and <6.9 >140 and <200 >7.8 and <11.1

Diabetes >126 >7.0 >200 >11.1

AGJ= Anomalia da Glicemia em Jejum ou Hiperglicemia do Jejum Não Diabética

ATG= Anomalia da Tolerância à Glicose ou Tolerância Diminuída à Glicose (DTG)

PTGO =Prova da Tolerância à Glicose Oral (75 g de glicose em 2 dl de água e ingestão em 5 min)

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Diabetes mellitus farmacologia nutri o

Diagnóstico da DiabetesTrês Métodos

1.Glicemia ao acaso (em qualquer hora do dia e sem ter em conta a hora da última refeição)> 200 mg/dl em duas ocasiões separadas + sintomas (poliuria, polidipsia e perda de peso inexplicável)

2.GPJ > 126 mg/dl em duas ocasiões separadas

3.Glicemia 2 horas após PTGO > 200 mg/dl em duas ocasiões separadas

GPJ= Glicose Plasmática em Jejum

PTGO =Prova da Tolerância à Glicose Oral (75 g de glicose em 2 dl de água e ingestão em 5 min)

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Diabetes mellitus

Diabetes Mellitus

10 a 20 % Diabetes do Tipo 2 Magros

10 a 20%

Diabetesdo Tipo 1

60 a 70 % Diabetes do Tipo 2 com Peso Excessivo

6


Preval ncia estimada da diabetes adultos homens e mulheres grupos et rios

Prevalência Estimada da DiabetesAdultos Homens e Mulheres (Grupos Etários)

30

Homens

Mulheres

21.1

20.2

20

17.8

17.5

12.9

Percentagem da População

12.4

10

6.8

6.1

1.6

1.7

0

20-39

40-49

50-59

60-74

75+

Idade (anos)

Harris, et al. Diabetes Care. 1998;21:518-524

7


Diabetes tipo 2 defini o

DIABETES TIPO 2Definição

  • Tipo de DM caracterizado por defeitos da ação (resistência à insulina) e da secreção de insulina

  • Ambos os defeitos estão presentes na época em que a doença se manifesta clinicamente

OMS, 1999

8


Diabetes tipo 2 defini o1

DIABETES TIPO 2Definição

  • As razões exatas para o desenvolvimento destas anormalidades não está completamente esclarecidas

  • É o tipo de DM mais comum (estima-se que em 2020 haverá em todo o mundo cerca de 250 milhões de diabéticos tipo 2)

OMS, 1999

9


A diabetes do tipo 2 n o uma diabetes menor

A diabetes do tipo 2 não é uma diabetes menor

  • A diabetes é a primeira causa de cegueira nos países industrializados

  • Em cada dois diabéticos cegos

um é do tipo 1...

e o outro é do tipo 2...

Fonte: G. Slama et al, Lancet 1992, p 244

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Fisiopatologia da diabetes do tipo 2

Fisiopatologia da Diabetes do Tipo 2

Tecidos Periféricos

(Músculo)

Defeitos no receptor

Resistência

à Insulina

Glicose

Fígado

Aumento da

produção de glicose

Pâncreas

Diminuição da

secreção de insulina

11

Saltiel AR, Olefsky JM. Diabetes. 1996;45:1661-1669.


Fisiopatologia da diabetes do tipo 21

Fisiopatologia da Diabetes do Tipo 2

Defeito nas célulasb

Resistência à Insulina Periférica

Hiperinsulinemia

Anomalia da Tolerância à Glicose

Defeito no reconhecimento da glicose

Diminuição da secreção de insulina

Insuficiência das células b

Diabetes no inicio

Obesidade

Diabetes tardia

12

Saltiel AR, Olefsky JM. Diabetes. 1996;45:1661-1669.


Desenvolvimento da anomalia da toler ncia glicose

Desenvolvimento da Anomalia da Tolerância à Glicose

  • Os doentes com diabetes tipo 2 têm um fenotipo complexo com:

    • defeitos da secreção de insulina (hiperinsulinismo não compensatório)

    • aumento da produção hepática de glicose

    • resistência à ação da insulina

  • Causas possíveis deste fenotipo

    • genéticas

    • ambientais

    • metabólicas (ácidos graxos livres)

    • outras

Cavaghan MK, et al, 2000. J Clin Invest, 106:329-333

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Insulino resist ncia defini o

INSULINO-RESISTÊNCIA Definição

  • Insulino-resistência (ou  da sensibilidade à insulina):

    • –dificuldade da insulina exercer a sua ação na captação da glicose a nível periférico, músculos, tecido adiposo, fígado, com  da produção hepática de glicose e células -pancreáticas contribuindo para o déficit secretor.

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Insulino resist ncia defini o1

INSULINO-RESISTÊNCIA Definição

  • Insulino-resistência:

    • necessidade de uma insulinemia inapropriadamente elevada (hiperinsulinismo compensatório) para manutenção da homeostase metabólica.

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Diabetes do tipo 2 objetivos terap uticos

DIABETES DO TIPO 2Objetivos Terapêuticos

ParâmetroValores

Glicose em Jejumsangue total80-120 mg/dlplasma90-130 mg/dl

HbA1cótima<6%bom<7%nível de ação>8%

Colesterol Total<200 mg/dl

LDL-Cótimo<100 mg/dliniciar tratamento>130 mg/dl

HDL-C>45 mg/dl

Triglicéridos<200 mg/dl

Data from American Diabetes Association. Diabetes Care. 1999;22 (suppl 1):S32-S41; The National Cholesterol Education Program (NCEP) Expert Panel. JAMA. 1993;209:2015-3023.

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Diabetes do tipo 2 terap utica n o farmacol gica

DIABETES DO TIPO 2Terapêutica não Farmacológica

  • MODIFICAÇÕES DIETÉTICAS (a maioria são doentes com peso excessivo)

    • Restrição calórica

      • redução da ingestão de gorduras saturadas

      • aumentar a ingestão de carbohidratos complexos em vez dos simples

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Diabetes do tipo 2 terap utica n o farmacol gica1

DIABETES DO TIPO 2Terapêutica não Farmacológica

  • EXERCÍCIO FÍSICO

    • como adjuvante do tratamento dietético.

    • está associado com melhorias do controle da glicemia independentemente das alterações do peso.

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Diabetes do tipo 2 terap utica farmacol gica

DIABETES DO TIPO 2Terapêutica Farmacológica

  • SULFONILUREIAS e GLINIDAS (Secretagogos de Insulina)

  • BIGUANIDAS (Anti-hiperglicemiantes)

  • INIBIDORES DAS -GLUCOSIDASES

  • SENSIBILIZADORES DA INSULINA (Glitazonas)

  • INSULINA

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Diabetes mellitus farmacologia nutri o

SULFONILUREIAS e GLINIDAS HIPOGLECIMIANTES(Secretagogos de Insulina)

  • Primeiro antidiabético oral comercializado

  • Descoberta acidentalmente por um médico Francês (Marcel Janbon) na II Guerra Mundial, ao verificar o aparecimento de hipoglicemia quando tratava a febre tifóide com um derivado da sulfonamida.

  • Desenvolvida posteriormente por Loubatières

  • A 1ª Sulfonilureia disponível em 1955, na Alemanha = CARBUTAMIDA

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Diabetes mellitus farmacologia nutri o

Secretagogos de Insulina:Características Básicas das Sulfonilureias e das Meglitinidas

Mecanismo de açãoAumento da secreção de insulinabasal e pós prandial

Dependem Do funcionamento das células 

AtividadeDiminuem a HbA1c de 1% a 2%

DoseUma/duas vezes ao dia (sulfonilureias);Uma a três vezes ao dia (meglitinidas)

Reações adversasAumento de peso, alergia (rara)

Principal riscoHipoglicemia

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Diabetes mellitus farmacologia nutri o

BIGUANIDAS (Anti-hiperglicemiantes)

  • Primeiro antidiabético oral (utilizado desde a Idade Média = Guanidina)

  • Nos finais da década de 50 e após as sulfunilureias são comercializadas:

    • Fenformina

    • Meformina

  • Fenformina retirada do mercado em algunspaíses nos finais da década de 70 (Risco elevado de acidose láctica e mortalidade cardiovascular)

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Diabetes mellitus farmacologia nutri o

BIGUANIDAS (Anti-hiperglicemiantes)

Características Básicas da Metformina

Mecanismo de açãoDiminui a produção hepática de glicose

Depende Da presença de insulina

AtividadeDiminui a HbA1c de 1 % a 2%

DoseUma a três vezes ao dia

Reações adversasDiarreia, náuseas

Principal riscoAcidose Láctica

SBD

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Efeitos da metformina

Efeitos da Metformina

  • Reduz a glicemia em jejum ( 70mg/dl) e a HbA1c ( 1,5%)

  • Reduz o peso corporal e o hiperinsulinismo

  • Induz  de LDL e TG e  de HDL

  • A nível periférico induz um  da sensibilidade à insulina

  • O principal efeito é a supressão da produção hepática da glicose basal, induzindo uma  da glicemia do jejum inibindo a glicogenólise e a neoglicogênese

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Diabetes mellitus farmacologia nutri o

INIBIDORES DAS -GLICOSIDASES

  • Os Hidratos de Carbono sofrem, no trato gastrintestinal, a digestão enzimática pelas -glicosidases desdobrando-os em monossacaridos para que assim possam ser absorvidos

  • São inibidores competitivos reversíveis da digestão dos polissacarídeos

    • Acarbose

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Diabetes mellitus farmacologia nutri o

SENSIBILIZADORES DA INSULINATiazolidinedionas (TZDs) (Glitazonas)

  • Mecanismo de ação está diretamenterelacionado com o “receptor gama activado de proliferação dos peroxisomas” (Peroxisomal Proliferator Activator Receptor  = PPAR) no tecido adiposo e músculo esquelético.

  • Aumenta a sensibilidade da insulina nos tecidos periféricos

  • São:

    • Troglitazona= Retirada em 2000 por toxicidade hepática

    • Rosiglitazona

    • Pioglitazona

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Diabetes mellitus farmacologia nutri o

EFEITOS DOS SENSIBILIZADORES DA INSULINATiazolidinedionas (TZDs) (Glitazonas)

  •  da utilização periférica da glicose (insulino mediada) em cerca de 20 -40% (80% a nível muscular )

  • Redução da glicemia em jejum e pós-prandial e insulinemia do jejum (redução da produção hepática de glicose)

  • Redução dos níveis de TG e  HDL

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F rmacos anti diab ticos mecanismos de a o

Fármacos Anti-diabéticos:Mecanismos de Ação

Aumentar oAumentar aAtrasar aFornecimento deAção daAbsorção dosInsulinaInsulina Hidrat. Carbono

SulfonilureiasBiguanidasInibidores das-Glucosidases

MeglitinidasTiazolidinedionas

Insulinas

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