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SEMIOLOGIA DA DOR

SEMIOLOGIA DA DOR. Amanda Fonseca Andressa Morgana Fernanda Michele Laís Noleto Samyra Barros Yatamires. DOR. Experiência sensitiva e emocional desagradável associada ou relacionada a lesão real ou potencial dos tecidos. Natureza do Dor.

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SEMIOLOGIA DA DOR

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Presentation Transcript


  1. SEMIOLOGIA DA DOR Amanda Fonseca Andressa Morgana Fernanda Michele Laís Noleto Samyra Barros Yatamires

  2. DOR Experiência sensitiva e emocional desagradável associada ou relacionada a lesão real ou potencial dos tecidos.

  3. Natureza do Dor • A dor é muito mais que a sensação física causada por um estímulo específico. A experiência da dor é complexa. Ela é subjetiva e altamente individualizada. • O estímulo da dor pode ser físico e/ou mental. • Não cabe aos pacientes provar que estão sentindo dor; é responsabilidade do enfermeiro aceitar o relato da dor dos pacientes.

  4. Tipos de Dor • A dor pode ser caracterizada em termos de duração e patologia. • Dor Aguda - De duração breve, com lesão tecidual e resposta emocional limitadas. É protetora. - A dor aguda não aliviada pode progredir para uma dor crônica. - Não pode haver progresso físico ou psicológico enquanto a dor aguda persiste, pois o paciente direciona todas as suas energias para o alívio da dor.

  5. 2) Dor Crônica - Não é protetora. Pode não ter uma causa identificável e acarreta um grande sofrimento pessoal. - Pode ser não-cancerosa ou cancerosa. - Uma área lesionada pode ter se curado há muito tempo e, ainda assim, a dor permanecer contínua. - Os sintomas de dor crônica não-cancerosa incluem fadiga, insônia, anorexia, perda de peso, apatia, desesperança e raiva. - Os pacientes devem ser encaminhados a especialistas em dor.

  6. 3) Dor Cancerosa - Pode ser aguda ou crônica. - Esta dor pode dever-se à progressão de um tumor e processos patológicos relacionados, a procedimentos invasivos, a toxicidades dos tratamentos, à infecção e a limitações físicas. - *Dor reflexa

  7. 4 ) Dor por processo patológico Inferido - O primeiro passo é identificar a causa da dor. - Dor nociceptiva : Somática e Visceral - Dor neuropática – surge de nervos de dor anormais ou lesados.

  8. 5) Dor idiopática - É a dor crônica na ausência de uma causa física ou psicológica identificável ou dor percebida como excessiva com relação à extensão da condição patológica orgânica. - Síndrome da dor regional complexa (CRPS) – Distrofia Simpática Reflexa (RSD)

  9. AVALIE A DOR QUE A PESSOA AO LADO ESTÁ SENTINDO. Localização Duração Motivo Escala de 0 a 10

  10. AVALIE A DOR!!!

  11. DÓI???

  12. Conhecimentos, atitudes e crenças • Modelo médico de dor – Problemas físicos são causados por causas físicas. • Pacientes queixosos ou difíceis – São assim estereotipados pelos enfermeiros quando não se consegue encontrar a origem da dor. • Os enfermeiros precisam estar atentos às suas próprias tendenciosidades ao se depararem com a dor. • Influência da cultura, educação e experiência. • Os enfermeiros podem não acreditar no relato de dor de um paciente se eles não “parecerem” estar sentindo dor. • O enfermeiro que se torna um observador ativo e consciente de um paciente com dor fará uma análise mais objetiva da experiência da dor. • O paciente diagnostica a presença da dor, e o enfermeiro trabalha para aplicar técnicas e habilidades que acabem por promover alívio.

  13. Fatores que influenciam a dor • Fisiológicos - Idade - Fadiga - Genes - Funcionamento Neurológico • Sociais - Atenção - Experiências Pregressas - Apoio familiar e social • Espirituais • Psicológicos - Ansiedade - Estilo de Enfrentamento • Culturais - Significado da dor - Etnia

  14. O Enfermeiro deve ser capaz de sentir a dor do outro!

  15. Avaliação da dor • Deve ser bem documentadas, sequenciais e sistematizadas, e em intervalos regulares. • No protocolo de avaliação deve conter: Características da dor Intensidade Localização Padrão sensitivo Impacto gerado na função dos sistemas

  16. Uma adequada avaliação necessita de uma Investigação Clinica: • Historia da doença • Exame físico • Exames de imagens e laboratoriais

  17. Importante!! Dor Aguda Dor crônica Dor aguda: Deve-se enfatizar o alivio e as repercussões biológicas da dor. Dor crônica: O foco esta nos aspectos pisicossocioculturais.

  18. ANAMNESE • História clínica da dor. • Deve conter as informações relacionadas a: - Tempo de início: quando começou? Como foi o início da dor (súbito, gradual ou rápido). - Período e duração dos episódios. - Qualidade da dor. - Intensidade da dor. - Local da dor (onde). - Sinais e sintomas associados. - Fatores de piora ou melhora da dor. - Tratamento prévio. - Outros: padrão de sono, hábitos do paciente (alcoolismo, tabagismo, dependência de drogas), avaliação dos antecedentes familiares.

  19. Escalas de mensuração da dor • A dor deve ser avaliada e mensurada por meio de autorregistros. • Os instrumentos de avaliação podem ser de autorrelato, de observação comportamental e de medidas das respostas biológicas à dor. • As escalas utilizadas para a avaliação da dor podem ser unidimensionais ou multidimensionais.

  20. Escalas unidimensionais • Avaliam principalmente a intensidade da dor. • Possuem descritores numéricos, verbais ou visuais. • Escala de categoria numérica: 0= sem dor 1-3=dor branda 4-6= dor moderada 7-10= dor severa

  21. Escala analógico-visual: • Escala com descritores verbais: • Escala com descritores visuais (Escala Facial de Dor [Face PainScale], Escala de Faces Wong-Baker):

  22. Escalas multidimensionais • Medem não apenas a intensidade, mas também outros aspectos da dor. • Inventário inicial de avaliação da dor (Anexo A). • Inventário breve da dor • Diagrama corporal de localização e distribuição espacial da dor (Anexo C). • Questionário McGill de dor (Anexo D).

  23. Escala para doentes com dificuldade de comunicação • Identifica a dor por meio de sinais comportamentais ou fisiológicos. • Escala comportamental de dor: doentes críticos sob ventilação mecânica, conscientes ou sedados.

  24. Outras escalas (escala de sedação) • Utilizada na avaliação da dor, principalmente para doentes que utilizam opioides em seu tratamento. • Além da dor, avalia-se também o grau de sedação. • Escala de Sedação de Ramsay, Escala de RASS (Escala de Agitação e Sedação de Richmond).

  25. Exame físico • Realizado na direção cefalocaudal. • Importante: realizar os exames provocativos de dor para o final da avaliação. • Observar o modo do paciente despir-se, caminhar e mudar de decúbito.

  26. Exame físico • Aspecto geral do paciente: • Faces, postura, estado nutricional, sinais vitais • Pele e fâneros na região da dor: • Cor, edema, perda de pêlos, suor. • Padrão respiratório: • Frequência, expansão e simetria da caixa torácica • Frequência cardíaca

  27. Exame físico • Exame neurológico: • Sensibilidade • Motricidade • Função dos nervos cranianos • Estado mental • Alterações das pupilas • Equilíbrio • Marcha • Tônus muscular • Movimentação • Rigidez? • Hipotonia?

  28. Exame físico • Outros achados: • caretas faciais, vocalização (choro, gemido, raiva) • Em indivíduos com dor aguda , como a dor pós-operatória, deve ser observada a presença artefatos que interferem na intensidade da dor: • Sondas, drenos, tipo de incisão, tempo de cirurgia, antecedentes de dor, ansiedade e depressão

  29. Prescrição de Enfermagem • O enfermeiro sintetiza as informações de múltiplas fontes. • O pensamento crítico garante que o enfermeiro integre tudo. • Metas e resultados • Permitem que o paciente funcione da melhor maneira possível; • Identificar primeiro a dor;

  30. Prescrição de Enfermagem • Determinar através da consecução de metas e resultados uma indicação do sucesso do plano. Ex.: “O paciente atingirá um nível satisfatório de alívio da dor dentro de 24 horas. “ • As intervenções prescritas devem ser apropriadas à natureza e ao tipo de dor. • Um intervenção que funciona para um paciente pode não funcionar para os demais.

  31. Prescrição de Enfermagem • Os analgésicos – alívio relativamente rápido da dor e redução das chances de agravá-la; • Analgésicos + outras intervenções de enfermagem (compressas frias); • Continuidade do cuidado inclui enfermeiros especialistas, doutores em farmacologia, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais e religiosos.

  32. Implementação • A natureza da dor e a extensão determinam a escolha das prescrições para aliviar a dor; • Enfermeiro, paciente, família devem ser parceiros no uso de mediadas no controle da dor; • Educar a respeito da experiência da dor reduz a ansiedade e ajuda a ter uma sensação de controle; • O medo aumenta a percepção dos estímulos dolorosos;

  33. Implementação • Existem estratégias farmacológicas e não farmacológicas; • Prescrições não farmacológicas: • Incluem abordagens cognitivo-comportamentais (mudar a percepção da dor) Ex.: Relaxamento e imagem guiada. • Incluem abordagens físicas (corrigir disfunção física, alterar respostas fisiológicas)

  34. Implementação • Inclue a distração (direcionar a atenção para outro foco para redução da atenção à dor) • Inclue a música (diminui o estresse, ansiedade) Ex.: musicoterapia com pacientes com doença de Alzheimer; • Estimulação cutânea (influencia no SNA e o toque é ralaxante) Ex.: massagens, compressas. • IENS – estimulação elétrica transcutânea de nervos – corrente elétrica branda por eletrodos externos.

  35. Cuidados Intensivos(Agudos) • Manejo da Dor Aguda: Devido a procedimentos invasivos ou trauma. • Prescrições Farmacológicas para Alívio da Dor; O julgamento do enfermeiro quanto ao uso e o manejo das medicações ajuda a assegura o melhor alívio possível da dor. • Analgésicos: Método mais comum para o alívio da dor.

  36. Os enfermeiros devem: • Estar familiarizados com doses comparáveis de diferentes analgésicos; • Saber a via de administração mais eficaz para o paciente, de modo a manter e controlar o alívio da dor; • Prover alívio controlado e mantido da dor.

  37. Analgesia Controlada pelo Paciente(ACP): É um método seguro de tratar a dor pós-operatória e dor do câncer, sendo preferido pela maioria dos pacientes. Trata-se de um sistema de liberação de medicamento que permite ao paciente auto-administrar opióides com o mínimo risco de superdosagem.

  38. Benefícios relacionado com o uso da ACP: - O paciente detém controle sobre a dor não dependendo da disponibilidade do enfermeiro; - O paciente pode ainda ter acesso à medicação quando precisarem. A preparação e a orientação do paciente são aspectos cruciais para o uso seguro e eficaz dos dispositivos de ACP.

  39. A analgesia controlada pelo enfermeiro pode ser implementada no lugar da ACP, com aprovação médica, depois de avaliá-lo. O enfermeiro deve: - Checar a linha IV e o dispositivo de ACP regularmente para assegurar o funcionamento apropriado; - Registrar as dosagens do medicamento e acompanhar qualquer perda de medicação de acordo com a política da instituição.

  40. Bomba de Infusão Analgésica Local • Analgésicos e Anestésicos Tópicos • Anestésicos Locais e Regionais Anestesia local é a infiltração de uma medicação anestésica local para induzir à perda de sensibilidade em uma determinada parte do corpo. Anestesia regional é a injeção de um anestésico local para bloquear um grupo de fibras nervosas sensoriais. Os tecidos são anestesiados camada por camada.

  41. Implicações de Enfermagem: • Proporcionar apoio emocional; • Explicar as possíveis sensações esperadas; • Preparar o paciente para tal desconforto; • Checar a historia de alergias do paciente; • Monitorar efeitos sistêmicos, como a tensão arterial e o pulso; • Depois de administrar um anestésico, proteger o paciente para não haver lesões até o retorno completo da função sensorial.

  42. Intervenções Cirúrgicas para Alívio da Dor • Manejo da Dor Não-maligna e da Dor Cancerosa • Barreiras ao Tratamento Eficaz da Dor Podem ser complexas, envolvendo o paciente, o prestador de cuidados à saúde e o sistema de assistência à saúde.

  43. Cuidados Restauradores e Contínuos • Clínicas de Dor, Cuidados Paliativos e Cuidados Terminais Profissionais de saúde reconhecem a dor como um problema de saúde importante e trabalham com os pacientes para encontrar medidas mais eficazes de aliviar a dor. Aprender a viver uma vida completa com uma condição incurável é o objetivo dos cuidados paliativos.

  44. Os cuidados terminais são programas para pacientes no final da vida. Geralmente são afiliados aos hospitais. Os programas ajudam pacientes terminais a continuar a viver em seu domicilio em conforto e privacidade, com a ajuda de uma equipe de cuidados terminais . O controle da dor é uma prioridade. As famílias aprendem a monitorar os sintomas da dos pacientes e tornam-se os cuidadores principais

  45. Evolução • Cuidado do paciente: A evolução da dor é uma das muitas responsabilidades da enfermagem que requer pensamento crítico eficaz. O enfermeiro deve: - Ser um observador atento e saber quais respostas antecipar com base no tipo de dor, prescrição, o tempo da prescrição, natureza fisiológica da lesão ou da doença e respostas prévias do paciente; - Avaliar o ainda possível desconforto; - Avaliar as percepções do paciente quanto à eficácia das prescrições;

  46. - Avaliar a tolerância à terapia e o alívio geral obtido; - Interromper imediatamente e buscar uma alternativas, se uma prescrição agrava o desconforto; - Avaliar a experiência de dor como um modo para determinar prescrições mais eficazes e os horários em que deverão ser administrados.

  47. Expectativas do Paciente: O paciente, se capaz, constitui o melhor recurso para avaliara a eficácia de medidas de alívio da dor. O enfermeiro tem sucesso em tratar a dor quando as expectativas do paciente quanto ao alívio da dor são atendidas. É responsabilidade profissional do enfermeiro que cuida do paciente relatar o que tem sido eficaz no tratamento da dor do paciente. O paciente espera que o enfermeiro seja sensível à sua dor e diligente nas tentativas de tratá-la.

  48. Conclusão A dor deve fazer parte da sistematização da assistência, e preciso valoriza a queixa do paciente e que a intensidade desta não represente apenas um numero a ser registrado no prontuário, mais sim uma ação na busca do tratamento e como meta o alivio da dor e a segurança do paciente.

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