Planejamento e controle da produ o
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PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO. Planejamento Estratégico Da Produção. Plano de Produção. Departamento De Marketing. Previsão de Vendas. Planejamento Mestre Da Produção. AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO. Pedidos em Carteira. Plano Mestre da Produção. ACOMPANHAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO.

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PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO

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Presentation Transcript


Planejamento e controle da produ o

PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO

Planejamento Estratégico

Da Produção

Plano de Produção

Departamento

De Marketing

Previsão de Vendas

Planejamento Mestre

Da Produção

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

Pedidos em Carteira

Plano Mestre da Produção

ACOMPANHAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO

  • Programação da Produção

  • Administração da Produção

  • Seqüenciamento

  • Emissão e Liberação de Ordens

Departamento

De Compras

Ordens

De

Produção

Ordens

De

Fabricação

Ordens

De

Montagem

Pedido de Compras

Estoques

Fabricação e Montagem

Fornecedores

Clientes


A evolu o da fun o produ o

A Evolução da Função Produção


Anos 60

Anos 60

O cliente sempre tem razão

  • Assegure a existência de estoque

  • Tudo requer uma Q.E.O. (Quantidade econômica de ordem)

  • Tenha sempre certa quantidade encomendada

  • O urgenciamento é seu trabalho de tempo integral

  • Nunca foi tão ruim assim nos velhos tempos


Anos 70

Anos 70

  • O computador disse que havia estoque por aí

  • Planejamento das necessidades de materiais – MRP

  • Exatidão da Lista de Materiais

  • Exatidão do Registro de Estoque

  • Quem está planejamento a produção?

  • O que é um Plano Mestre?

  • Custo + Lucro = Preço


Anos 80

Anos 80

  • Retorno sobre o investimento/Retorno sobre o ativo

  • Investimento

  • Produtividade

  • Planejamento dos Recursos de Manufatura – MRP-II

  • Medição de Desempenho

  • Just-In-Time-JIT

  • Controle de Qualidade Total – TQC

  • Preço – Custo = Lucro


Anos 90

Anos 90

  • Custo Agregado X Valor Agregado

  • Enfoque de Qualidade Total

  • Prazo de Entrega

  • Customização em série

  • Satisfação do cliente

  • Planejamento dos Recursos Empresariais – ERP

  • Mudanças

  • Preço – Lucro = Custo


Anos 2000

Anos 2000

  • Negócios centrados no processo

  • Organizações com enfoque no cliente

  • Comunicações mundiais – Globalização

  • Mudança sustentada

  • Retornos crescentes

  • Manufatura de alta velocidade

  • Gerenciamento integrado de suprimentos

  • Valor de classe mundial

  • Valor – Custos = Lucros


Planejamento e controle da produ o

ONTEM

Confronto entre e capital e trabalho

Protecionismo

Decisões localizadas específicas de cada mercado

“E assim caminha a humanidade”

Lulu Santos

HOJE

Administração participativa

Busca de novos mercados

Globalização

“ou as espécies evoluem ou são extintas pela concorrência”

Darwin


Conclus o

CONCLUSÃO

As empresas de bens ou serviços que não adaptarem seus sistemas produtivos para a melhora contínua da produtividade, não terão espaço no processo de globalização.

ASSIM:

  • A velha estratégia da produção em massa, derivada da noção de economia de escala, não é mais válida.

  • As empresas devem possuir um sistema flexível de produção, com rapidez no projeto e implantação de novos produtos, com baixos leadtimes e estoques no atendimento das necessidades dos clientes.


Planejamento e controle da produ o

DENTRO DESTE CONTEXTO:

A forma como planeja-se, programa-se e controla-se estes sistemas produtivos tem função primordial.

A eficiência de qualquer sistema produtivo depende da forma como os problemas são resolvidos, ou seja, do planejamento, programação e controle do sistema.

NOTA:

A conceituação de sistemas produtivos abrange tanto a produção de bens como a de serviços.


Planejamento e controle da produ o

Os problemas enfrentados pela Administração da Produção:

  • Planejar a produção;

  • Seqüenciar as atividades;

  • Motivar e treinar a mão-de-obra;

  • Administrar os estoques;

  • Manter padrões de qualidade e

  • Outros


Fun es dos sistemas de produ o fun es b sicas

FUNÇÕES DOS SISTEMAS DE PRODUÇÃOFUNÇÕES BÁSICAS

Comunicação

bilateral e fechada

Comunicação

multilateral e aberta

PRODUÇÃO

FINANÇAS

MARKETING


Fun es do sistemas de produ o

Funções do Sistemas de Produção

Consiste de todas as atividades que diretamente estão relacionadas

  • É o centro dos sistemas produtivos, sendo responsável por gerar os bens ou serviços comercializados pelas empresas. Transforma insumos em bens ou serviços através de um ou mais processos organizados de conversão.

  • Sua essência consiste em adicionar valor aos bens ou serviços durante o processo de transformação. Assim sendo, todas as atividades produtivas que não adicionarem valor aos bens ou serviços devem ser consideradas como perdas e eliminadas.


Fun es dos sistemas de produ o

Funções dos Sistemas de Produção

Tem por objetivo a fabricação de bens manufaturados, à prestação de serviços ou ao fornecimento de informações.

INFORMAÇÃO CAPITAL ENERGIA

ENTRADAS MÃO DE OBRA MATERIAL

O PROCESSO

DE

TRANSFORMAÇÃO

SAÍDAS PRODUTOS SERVIÇOS

FÁBRICA

&

INSTALAÇÕES


Estrat gias de fabrica o

ESTRATÉGIAS DE FABRICAÇÃO

Lead time de Entrega MAKE-TO-

STOCK

Lead time de Entrega

ASSEMBLE-

TO-ORDER

Lead time de Entrega

MAKE-TO-

ORDER

Lead time de Entrega

ENGINEER-TO-

ORDER

PROJETO

COMPRA

FABRICAÇÃO

MONTAGEM

ENVIO

FABRICAÇÃO

ESTOQUE

MONTAGEM

ENVIO

ESTOQUE

FABRICAÇÃO

MONTAGEM

ENVIO

PROJETO

COMPRA

FABRICAÇÃO

MONTAGEM

ENVIO


Estrat gias de fabrica o1

ESTRATÉGIAS DE FABRICAÇÃO

“MAKE TO STOCK”

  • Os produtos são fabricados e colocados no estoque antes que uma encomenda de um cliente seja recebido.

    Exemplos: Brinquedos, bicicletas ou seja normalmente atendimento ao mercado de consumo.

    Características:

  • A demanda é claramente constante e previsível;

  • Há poucas opções de produtos; e

  • O tempo d entrega desejado pelo mercado é muito menor que o tempo necessário para fabricar o produto.


Estrat gias de fabrica o2

ESTRATÉGIAS DE FABRICAÇÃO

¨ASSEMBLE TO ORDER”

  • Quando existem muitas opções de produtos, e quando o cliente não deseja esperar até que o produto seja fabricado,

  • Os fabricantes produzem e estocam peças e componentes padronizados.

    Exemplos: Automóveis e computadores.

    Características:

  • Os bens são fabricados segundo especificações dos clientes,

  • O cliente não aceita esperar até que a encomenda seja fabricada, e

  • O cliente necessita esperar apenas o tempo de montagem.


Estrat gias de fabrica o3

ESTRATÉGIAS DE FABRICAÇÃO

“MAKE TO ORDER”

  • Os fabricantes esperam até que uma encomenda seja recebida de um consumidor antes de começar a fabricar os bens.

    Exemplos: Roupas sob medida, maquinário ou produtos feitos segundo especificações do cliente.

    Características:

  • Os bens são fabricados segundo especificações dos clientes

  • O cliente aceita esperar até que a encomenda seja fabricada, e

  • O produto é caro par se fabricar e estocar.


Estrat gias de fabrica o4

ESTRATÉGIAS DE FABRICAÇÃO

“ENGINER TO ORDER”

  • As especificações do cliente requerem um projeto único, ou uma personalização/customização significativa.

  • Em geral, o cliente é altamente envolvido no projeto.

    Exemplos: Usinas de geração de energia elétrica, usina de açúcar, e outros.

    Características:

  • O estoque de materiais normalmente não será adquirido até que a produção necessita dele, e

  • O leadtime de entrega é logo, porque é incluído o tempo de projeto.


Fun es dos sistemas de produ o1

Funções dos Sistemas de Produção

  • INSUMOS

  • Capital

  • Trabalho

  • Materiais

  • CONVERSÃO

  • Cortar

  • Alugar

  • Transportar

  • SAÍDAS

  • Bens

  • Serviços


Fun es dos sistemas de produ o2

Funções dos Sistemas de Produção

INSUMOS CONVERSÃO SAÍDAS

Fábrica de Eletrodomésticos

Matérias primas Montagem Liqüidificadores

Componentes Inspeção Batedeiras

Equipamentos Armazenagem Multiprocessadores

Instalações Expedição Centrífuga

Transportadora de Bens e Valores

Carros fortes Coleta dos bens e Transporte de

Combustível Valores bens e valores

Rastreadores Transporte dos bens Segurança de

Mão de obra e valores bens e valores

Guarda dos bens e

valores


Fun es dos sistemas de produ o marketing

Funções dos Sistemas de ProduçãoMARKETING

É ENCARREGADA DE VENDER E PROMVER OS BENS E SERVIÇOS PRODUZIDOS POR UMA EMPRESA, TOMANDO DECISÕES SOBRE ESTRATÉGIAS DE PUBLICIDADE E ESTIMATIVAS DE PREÇOS PARA OS MESMOS.

ESTÁ ENCARREGADA DE CONTATAR COM OS CLIENTES E SENTIR O MERCADO, VISANDO:

  • A médio e curto prazo abastecer a produção com informações sobre a demanda pelos produtos atuais, permitindo o planejamento e programação da produção, e

  • A longo prazo buscar informações sobre potenciais necessidades dos clientes visando o projeto de novos bens ou serviços a serem desenvolvidos.


Fun es dos sistemas de produ o finan as

Funções dos Sistemas de ProduçãoFINANÇAS

É ENCARREGADA DE ADMINISTRAR OS RECURSOS FINANCEIROS DA EMPRESA E ALOCÁ-LOS ONDE FOREM NECESSÁRIOS.

  • Providencia a orçamentação e acompanhamento de receitas e despesas, a provisão de fundos para atender este orçamento e a análise econômica dos investimentos produtivos.

  • Periodicamente, em conjunto com produção e marketing, prepara um orçamento de longo prazo prevendo as receitas e despesas que ocorrerão para o patamar de produção projetado dentro do planejamento estratégico da produção.


Fun es dos sistemas de produ o engenharia

Funções dos Sistemas de ProduçãoENGENHARIA

RESPONSÁVEL PELAS FUNÇÕES TÉCNICAS DE PROJETO DOS PRODUTOS E DOS PROCESSOS DE FABRICAÇÃO E MONTAGEM DOS BENS OU SERVIÇOS.

DIVIDE-SE EM:

  • ENGENHARIA DO PRODUTO: projeto do produto com desenhos, parâmetros dimensionais, definição de materiais, e outros

  • ENGENHARIA DO PROCESSO: definição do roteiro de fabricação e montagem dos produtos projetados.

  • O PCP USA AS INFORMAÇÕES DA ENGENHARIA PARA IDENTIFICAR O QUE E COMO PRODUZIR OS PRODUTOS SOLICITADOS PELOS CLIENTES.


Fun es dos sistemas de produ o compras suprimentos

Funções dos Sistemas de ProduçãoCOMPRAS/SUPRIMENTOS

TÊM POR RESPONSABILIDADE SUPRIR O SISTEMA PRODUTIVO COM AS MATÉRIAS-PRIMAS, COMPONENTES, MATERIAIS INDIRETOS E EQUIPAMENTOS NECESSÁRIOS À PRODUÇÃO DOS BENS OU SERVIÇOS.

  • O PCP relaciona-se diretamente com compras, passando-lhe informações sobre o planejamento das quantidades de materiais e prazos necessários para o atendimento de um programa de produção, solicitando-lhe a reposição dos materiais, e acompanhando o desempenho dos fornecedores no atendimento deste programa.


Fun es dos sistemas de produ o manuten o

Funções dos Sistemas de ProduçãoMANUTENÇÃO

ENCARREGA-SE EM MANTER OS EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES DO SISTEMA DE PRODUÇÃO EM PERFEITO ESTADO DE USO.

PODE SER RESPONSÁVEL PELA PRODUÇÃO DO FERRAMENTAL, PELA PRODUÇÃO DE PEQUENAS MÁQUINAS, E PELAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE SALUBRIDADE E SEGURANÇA.

  • O PCP tem interesse imediato no bom andamento das atividades de manutenção.

  • A programação da produção exige o conhecimento das condições físicas dos equipamentos e instalações, e o replanejamento exige rapidez na troca de informações sobre a mudança de estado dos mesmos.


Fun es dos sistemas de produ o recursos humanos

Funções dos Sistemas de ProduçãoRECURSOS HUMANOS

É DE SUA RESPONSABILIDADE RECRUTAR E TREINAR OS FUNCIONÁRIOS, ESTABELECER AS RELAÇÕES TRABALHISTAS, A NEGOCIAÇÃO DE CONTRATOS, A POLÍTICA SALARIAL E FAZER COM QUE OS MESMOS SINTAM-SE PRESTIGIADOS E ENVOLVIDOS COM A EFICIÊNCIA DO SISTEMA PRODUTIVO.

O PCP relaciona-se com Recursos Humanos no longo prazo, definindo o patamar de produção necessário para atender a previsão de demanda, base para uma política de recrutamento e treinamento, e no curto prazo programando os recursos produtivos onde os funcionários serão alocados.


Planejamento e controle da produ o1

PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO

  • Em um sistema produtivo ao serem definidas suas metas estratégias, faz-se necessário:

  • Formular planos para atingí-las;

  • Administrar os recursos humanos e físicos com base neste plano;

  • Direcionar a ação dos recursos humanos sobre os físicos e

  • Acompanhar esta ação permitindo a correção de prováveis desvios.

  • Como departamento de apoio, o PCP é responsável pela coordenação e aplicação dos recursos produtivos de forma a atender da melhor maneira possível os planos estabelecidos a níveis estratégico, tático e operacional.


Planejamento e controle da produ o2

PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO

Engenharia de Produto

  • lista de materiais

  • desenhos

    Engenharia de Processo

  • roteiros de fabricação

  • leadtimes

    Marketing

  • plano de vendas

  • pedidos firmes

    Finanças

  • plano de investimentos

  • fluxo de caixa

    Recursos Humanos

  • programa de treinamento

    Manutenção

  • plano de manutenção

    Compras

  • entradas e saídas de materiais

Planejamento Estratégico

da

Produção

Planejamento Mestre

da Produção

Programação da

Produção

  • ordens de compra

  • ordens de fabricação

  • ordens de montagem

    Acompanhamento da

    Produção


Planejamento estrat gico da produ o

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DA PRODUÇÃO

CONSISTE EM ESTABELECER UM PLANO DE PRODUÇÃO PARA DETEMINADO PERÍODO (LONGO PRAZO) SEGUNDO AS ESTIMATIVAS DE VENDAS E A DISPONIBILIDADE DE RECURSOS FINANCEIROS E PRODUTIVOS.

  • A estimativa de vendas serve para prever os tipos e quantidades de produtos que espera-se vender no horizonte de planejamento estabelecido.

  • A capacidade de produção é o fator físico limitante do processo produtivo, e pode ser incrementada ou reduzida, desde que planejada a tempo, pela adição de recursos financeiros.


Planejamento mestre da produ o

PLANEJAMENTO MESTRE DA PRODUÇÃO

CONSISTE EM ESTABELECER UM PLANO MESTRE DE PRODUÇÃO (PMP) DE PRODUTOS FINAIS, DETALHADO NO MÉDIO PRAZO, PERÍODO A PERÍODO, A PARTIR DO PLANO DE PRODUÇÃO, COM BASE NAS PREVISÕES DE VENDAS DE MÉDIO PRAZO OU DOS PEDIDOS FIRMES JÁ CONFIRMADOS.

  • Onde o plano de produção considera famílias de produtos, o Plano Mestre especifica itens finais que fazem parte destas famílias.

  • A partir do estabelecimento do Plano Mestre, o sistema produtivo passa a assumir compromissos de fabricação e montagem dos bens ou serviços.


Programa o da produ o

PROGRAMAÇÃO DA PRODUÇÃO

COM BASE NO PLANO MESTRE DE PRODUÇÃO E NOS REGISTROS DE CONTROLE DE ESTOQUES, A PROGRAMAÇÃO DA PRODUÇÃO ESTABELECE NO CURTO PRAZO QUANTO E QUANDO COMPRAR, FABRICAR OU MONTAR DE CADA ITEM NECESSÁRIO À COMPOSIÇÃO DOS PRODUTOS FINAIS.

  • Para tanto, são emitidas ordens de compra para os itens comprados, ordens de fabricação para os itens fabricados internamente, e ordens de montagem para as submontagens intermediárias e montagem final dos produtos definidos no Plano Mestre de Produção.


Planejamento e controle da produ o exemplos

Planejamento e Controle da ProduçãoEXEMPLOS


Acompanhamento e controle da produ o

ACOMPANHAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO

ATRAVÉS DA COLETA E ANÁLISE DOS DADOS, BUSCA GARANTIR QUE O PROGRAMA DE PRODUÇÃO EMITIDO SEJA EXECUTADO A CONTENTO.

  • Quanto mais rápido os problemas forem identificados, mais efetivas serão as medidas corretivas visando o cumprimento do programa de produção.

  • Os sistemas puxados de produção, baseados na filosofia Just-in-time, simplificam em muito a necessidade de acompanhamento da produção pelo PCP, visto que os mesmos são auto reguláveis e projetados para apontar de forma imediata quaisquer problemas que ocorram.


Implica es no pcp

IMPLICAÇÕES NO PCP

Planejar e controlar as atividades de uma empresa que produz produtos padronizados para estoque é bastante diferente de planejar e controlar produtos sob encomenda.

  • Com produtos padronizados, pode-se iniciar a produção em cima de uma previsão de vendas e ir equilibrando-se as vendas realizadas com o nível de estoque

  • Com produtos sob encomenda, o PCP espera a manifestação dos clientes para agir.

  • Os produtos padronizados por se repetirem, assim como os processos necessários a produção destes, são mais passíveis de controle e acompanhamento.


Implica es no pcp1

IMPLICAÇÕES NO PCP

  • O tipo de processo produtivo define a complexidade do planejamento e controle das atividades.

  • As atividades de planejamento e controle da produção são simplificadas a medida que se reduz a variedade de produtos concorrentes por uma mesma gama de recursos.

  • Os processos contínuos e os processos intermitentes em massa são mais fáceis de serem administrados do que os processos repetitivos em lote e sob encomenda, pois a variedade de produtos é pequena e o fluxo produtivo uniforme.

  • Nos processos intermitentes em lote e sob encomenda, uma alteração na composição da demanda exige o replanejamento de todos os recursos produtivos.


Implica es no pcp2

IMPLICAÇÕES NO PCP

O fato do produto ser um bem ou um serviço também tem seu reflexo na complexidade do sistema de planejamento e controle da produção.

  • Bens são tangíveis, em grande parte fabricados por máquinas que recebem matérias primas e as transformam em produtos acabados, dentro de padrões previsíveis, conseqüentemente o seu planejamento e controle é mais consistente.

  • Já a produção de serviços envolve uma maior participação das pessoas, por natureza mais difíceis de serem padronizadas, e a necessidade da presença dos clientes no momento da produção, tornando a colocação de estoques amortecedores entre os processos uma tarefa complicada de difícil administração.


Planejamento estrat gico

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

O PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO BUSCA MAXIMIZAR OS RESULTADOS DAS OPERAÇÕES E MINIMIZAR OS RISCOS NAS TOMADAS DE DECISÕES DAS EMPRESAS.

  • Para efetuar um planejamento estratégico, a empresa deve entender os limites de suas forças e habilidades no relacionamento com o meio ambiente, de maneira a criar vantagens competitivas em relação à concorrência, aproveitando-se de todas as situações que lhe trouxerem ganhos.

  • O impacto de suas decisões são ao longo prazo e afetam a natureza e as características das empresas no sentido de garantir o atendimento de sua missão.


Planejamento e controle da produ o

Missão

Estratégias globais

Estratégias das unidades

Estratégias das áreas

Planejamento Estratégico da Produção

Estratégia Corporativa

Estratégia Competitiva

Estratégia Funcional

Finanças Marketing Produção

Plano Financeiro Plano de Marketing Plano de Produção

Táticas

Operações Financeiras

Operações de Marketing

Operações de Produção


Planejamento estrat gico1

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

CONCORRÊNCIA ESTRANGEIRA

+

DESREGULAMENTAÇÃO INTERNA

+

MERCADOS DESESTABILIZADOS

MERCADO EM CONSTANTE

MUDANÇA


Planejamento estrat gico2

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

  • A saúde das empresas é função de como ela se adapta ás mudanças.

  • A variável chave para sua adaptação com eficácia e rapidez é o seu gerenciamento.

    Exige otimização dos PROCESSOS


Planejamento estrat gico3

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

PERFORMANCE Onde desejamos estar?

Como chegar lá? GAP

AÇÃO

Onde estamos? Prognóstico da situação

atual

Diagnóstico?

HISTÓRICO HOJE FUTURO


Planejamento estrat gico4

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

OBJETIVO

AUMENTO DE LUCROS?

AUMENTO DO RETORNO

DO INVESTIMENTO?

CRESCIMENTO REAL DO

NEGÓCIO?

AUMENTO DO

MARKET SHARE?


Miss o corporativa

MISSÃO CORPORATIVA

É A BASE DE UMA EMPRESA, É A RAZÃO DE SUA EXISTÊNCIA.

  • Fazem parte desta questão a definição clara de qual é o seu negócio atual e qual deverá ser no futuro, bem como a filosofia gerencial da empresa para administrá-lo.

  • Normalmente ao se definir a missão corporativa, algumas questões devem ser levantadas, entre elas:

  • Qual o escopo do negócio: industrial, comercial ou de prestação de serviço?

  • Qual a essência do negócio?

  • Qual o sentido e intensidade do crescimento que está se buscando?

  • Como nos propomos a atender as necessidades dos cliente?

    Planejamento Estratégico da Produção


Filosofia jit tqc

FILOSOFIA JIT/TQC

FILOSOFIA JIT/TQC

  • Satisfazer as necessidades do cliente

  • Eliminar desperdícios

  • Melhorar continuamente

  • Envolver totalmente as pessoas

  • Organização e visibilidade

    JIT TQC

    Produção focalizada; Produção orientada pelo cliente;

    Produção puxada; Lucro pelo domínio da qualidade;

    Nivelamento da produção; Priorizar as ações;

    Redução de leadtimes; Agir com base em fatos;

    Fabricação de pequenos lotes; Controle do processo;

    Redução de setups; Responsabilidade na fonte;

    Manutenção preventiva; Controle a montante;

    Polivalência; Operações a prova de falha;

    Integração interna e externa; Padronização;


Plano de produ o

PLANO DE PRODUÇÃO

  • COMO RESULTADO DAS DECISÕES ESTRATÉGICAS NO ÂMBITO DA PRODUÇÃO, É ELABORADO UM PLANO DE LONGO PRAZO QUE TÊM POR META DIRECIONAR OS RECURSOS PRODUTIVOS NO SENTIDO DAS ESTRATÉGIAS ESCOLHIDAS. É O PLANO DE PRODUÇÃO.

  • Este plano servirá de base para equacionar os níveis de produção, estoques, recursos humanos, máquinas e instalações necessários para atender a demanda prevista de bens e serviços.


Plano de produ o1

PLANO DE PRODUÇÃO

O PLANO DE PRODUÇÃO TRABALHA COM INFORMAÇÕES AGREGADAS DE VENDAS E PRODUÇÃO, NORMALMENTE COM O AGRUPAMENTO DE PRODUTOS EM FAMÍLIAS AFINS.

  • Os produtos são medidos em valores financeiros;

  • Os períodos de planejamento são de meses ou trimestres, abrangendo um, ou mais anos, para frente;

  • A nível tático, o plano de produção servirá de base para desenvolver o planejamento mestre da produção, onde as informações serão desmembradas; e

  • Há necessidade de desenvolver uma dinâmica de replanejamento que seja empregada sempre que uma variável importante do plano se alterar substancialmente


Entradas para o plano de produ o

ENTRADAS PARA O PLANO DE PRODUÇÃO

Para elaboração de um plano, há uma série de informações necessárias tais como:

  • RECURSOS: equipamentos, instalações, força de trabalho, taxa de produção.

  • PREVISÃO DE DEMANDA: demanda prevista para as famílias de itens.

  • POLÍTICAS ALTERNATIVAS: sub-contratações, turno extras, postergar a produção, estoques e outras.

  • DADOS DE CUSTOS: produção normal, armazenagem, sub-contratações, turno extra e outros.


Entradas para o plano de produ o1

ENTRADAS PARA O PLANO DE PRODUÇÃO

AO TRAÇARMOS OS RUMOS ESTRATÉGICOS DA PRODUÇÃO, DECIDINDO EM CIMA DAS VARIÁVEIS QUE INFLUENCIAM NA TAXA DE DEMANDA E DE PRODUÇÃO, NÓS TEMOS TRÊS GRUPOS DE ALTERNATIVAS BÁSICAS QUE PODERÃO SER SEGUIDAS:

  • Manter uma taxa de produção constante;

  • Manter uma taxa de produção casada com a demanda;

  • Variar a taxa de produção em patamares.


Prepara o para o plano de produ o

PREPARAÇÃO PARA O PLANO DE PRODUÇÃO

Várias técnicas podem ser utilizadas para auxiliar na elaboração de um plano de produção. Algumas delas procuram soluções otimizadas, outras aproveitam-se da experiência e do bom senso dos planejadores.

  • As técnicas matemáticas empregam modelos matemáticos (programação linear, programação por objetivos, simulação, algoritmos genéticos e outros) para buscar a melhor alternativa.

  • As técnicas informais de tentativa e erro empregam tabelas e gráficos para visualizar as situações planejadas e decidir pela mais viável.


Planejamento e controle da produ o

PASSOS BÁSICOS PARA GERAR UM PLANO DE PRODUÇÃO

  • Agrupara os produtos em famílias afins;

  • Estabelecer o horizonte e os períodos de tempo a serem incluídos no plano;

  • Determinar a previsão da demanda destas famílias para os períodos, no horizonte de planejamento;

  • Determinar a capacidade de produção pretendida por período, para cada alternativa disponível (turno normal, turno extra, sub-contratações ou outros);


Prepara o para o plano de produ o1

PREPARAÇÃO PARA O PLANO DE PRODUÇÃO

  • Definir as políticas de produção e estoques que balizarão o plano;

  • Determinar os custos de cada alternativa de produção disponível;

  • Desenvolver planos de produção alternativos e calcular os custos decorrentes;

  • Analisar as restrições de capacidade produtiva; e

  • Eleger o plano mais viável estrategicamente.


An lise da capacidade de produ o

ANÁLISE DA CAPACIDADE DE PRODUÇÃO

  • Um bom planejamento estratégico da produção deve se preocupar em balancear os recursos produtivos de forma a atender a demanda com uma carga adequada para os recursos da empresa.

  • Se os recursos disponíveis e previstos não forem suficientes, mais recursos deverão ser planejados ou o plano reduzido.

  • Se os recursos forem excessivos e gerarem ociosidade, a demanda planejada no plano poderá ser aumentada ou os recursos excessivos poderão ser dispensados e transformados em capital.


An lise da capacidade de produ o1

ANÁLISE DA CAPACIDADE DE PRODUÇÃO

PASSOS BÁSICOS PARA ANÁLISE DA CAPACIDADE DE PRODUÇÃO

  • Identificar os grupos de recursos a serem incluídos na análise;

  • Obter o padrão de consumo (horas/unidade) de cada família incluída no plano para cada grupo de recursos;

  • Multiplicar o padrão de consumo de cada família para cada grupo de recursos pela quantidade de produção própria prevista no plano para cada família; e

  • Consolidar as necessidades de capacidade para cada grupo.


Previs o da demanda

PREVISÃO DA DEMANDA

  • A previsão da demanda é a base para o planejamento estratégico da produção, vendas e finanças de qualquer empresa.

  • Permite que os administradores destes sistemas antevejam o futuro e planejem adequadamente suas ações.

  • As previsões são usadas pelo PCP em dois momentos distintos:

  • Para planejar o sistema produtivo e

  • Para planejar o uso deste sistema produtivo.


Previs o da demanda1

PREVISÃO DA DEMANDA

  • A responsabilidade pela preparação da previsão da demanda normalmente é do setor de Marketing ou Vendas.

  • Porém, existem dois bons motivos para que o pessoal do PCP entenda como esta atividade é realizada.

  • A previsão da demanda é a principal informação empregada pelo PCP na elaboração de suas atividades;

  • Em empresas de pequeno e médio porte, não existe ainda uma especialização muito grande das atividades, cabendo ao pessoal do PCP (geralmente o mesmo de Vendas) elaborar estas previsões.

  • Atualmente as empresas estão buscando um relacionamento mais eficiente dentro de sua cadeia produtiva.


Etapas de um modelo de previs o

ETAPAS DE UM MODELO DE PREVISÃO

Objetivos do modelo

Coleta e análise dos dados

Seleção da técnica de previsão

Obtenção das previsões

Monitoração do modelo


Etapas de um modelo de previs o objetivo

Etapas de um Modelo de PrevisãoOBJETIVO

Definir a razão pela qual necessitamos de previsões. Que produto, ou famílias de produtos, será previsto, com que grau de acuracidade e detalhe a previsão trabalhará, e que recursos estarão disponíveis para esta previsão.

  • A satisfação e o detalhe do modelo depende da importância relativa do produto, ou família de produtos, a ser previsto e do horizonte ao qual a previsão se destina.

  • Itens pouco significativos podem ser previstos com maior margem de erro, empregando-se técnicas simples. Assim como admitem-se margem de erro maior para previsões de longo prazo, empregando-se dados agregados de famílias de produtos.


Etapas de um modelo de previs o coleta e an lise dos dados

Etapas de um Modelo de PrevisãoCOLETA E ANÁLISE DOS DADOS

Visa identificar e desenvolver a técnica de previsão que melhor se adapte. Alguns cuidados básicos:

  • Quanto mais dados históricos forem coletados e analisados, mais confiável a técnica de previsão será;

  • Os dados devem buscar a caracterização da demanda pelos produtos da empresa, que não é necessariamente igual as vendas passadas;

  • Variações extraordinárias da demanda devem ser analisadas e substituídas por valores médios, compatíveis com o comportamento normal da demanda;

  • O tamanho do período de consolidação dos dados tem influência direta na escolha da técnica de previsão mais adequada, assim como na análise das variações extraordinárias.


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