MÉTODOS DE MEDIÇÃO, SUSTENTAÇÃO DE POTÊNCIA,
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MÉTODOS DE MEDIÇÃO, SUSTENTAÇÃO DE POTÊNCIA, EFICIÊNCIA, FIDELIDADE, PROCESSAMENTO E NOVAS TECNOLOGIAS. Ruy Monteiro. INTRODUÇÃO:. INTRODUÇÃO:. SERVENTIA DE UM AMPLIFICADOR PROFISSIONAL DE PA?

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MÉTODOS DE MEDIÇÃO, SUSTENTAÇÃO DE POTÊNCIA,

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Presentation Transcript


M todos de medi o sustenta o de pot ncia

MÉTODOS DE MEDIÇÃO, SUSTENTAÇÃO DE POTÊNCIA,

EFICIÊNCIA, FIDELIDADE, PROCESSAMENTO E NOVAS TECNOLOGIAS.

Ruy Monteiro


M todos de medi o sustenta o de pot ncia

INTRODUÇÃO:

INTRODUÇÃO:

  • SERVENTIA DE UM AMPLIFICADOR PROFISSIONAL DE PA?

  • Amplificar com a maior precisão possível o trabalho feito pelos músicos no palco e pelo técnico de mixagem ou um DJ.

  • QUALIDADES IMPRESCINDÍVEIS A UM AMP PARA A REALIZAÇÃO COMPETENTE DESTA FUNÇÃO?

A capacidade de amplificar a

Energia do sinal na intensidade desejada ou necessária.

ALTA EFICIÊNCIA:

- Consumo

- Aquecimento

- Tamanho

- Peso

POTÊNCIA

A capacidade de manter o sinal amplificador em sua saída o mais

fiel (idêntico) possível ao sinal em

sua entrada.

  • BAIXA DISTORÇÃO:

  • - Harmônica

  • - Intermodulação

  • Transientes

  • Resposta

  • - Dinâmica

FIDELIDADE

MÉTODOS DE MEDIÇÃO, SUSTENTAÇÃO DE POTÊNCIA, EFICIÊNCIA, FIDELIDADE, PROCESSAMENTO E NOVAS TECNOLOGIAS.


M todos de medi o sustenta o de pot ncia

INTRODUÇÃO:

Timbre não é medida de fidelidade.

Timbre é uma característica sonora particular do instrumento ou equipamento. E o que define um bom timbre, é o gosto do ouvinte. E fidelidade é questão de similaridade, não de gosto. E gosto não se discute.

Mas e o

TIMBRE?

Em nossas casas até podemos optar por amps, como muitos dizem, mais "musicais". Amps que tem timbres muito característicos e acabam tornando um som ou outro mais agradáveis a depender do gosto do proprietário. Mas isso não tem nada a ver fidelidade e um PA tem que tentar atender a todos os gostos.

Em PA, amps com timbres característicos tem utilidade somente na obtenção sonoridades especiais antes do master. Um belo exemplo são os amps valvulados que dão um timbre muito característico a guitarras ou microfones. Mas se o amp do PA não for somente muito fiel, até belos efeitos criados com amps valvulados serão perdidos ou sobrepostos.

MÉTODOS DE MEDIÇÃO, SUSTENTAÇÃO DE POTÊNCIA, EFICIÊNCIA, FIDELIDADE, PROCESSAMENTO E NOVAS TECNOLOGIAS.


M todos de medi o sustenta o de pot ncia

INTRODUÇÃO:

Um bom amp profissional não pode se dar ao luxo de ter um gosto musical ou alterar a originalidade e timbre originais dos sons. Mesmo porque esse é o trabalho do técnico de som.

Se o amp pasteuriza timbres, ele limita o trabalho e a capacidade do técnico. Ele impede que o técnico defina seu próprio gosto e dê sua assinatura, que é uma de suas funções e seu talento.

Sem contar que um amp assim também tornaria pouco úteis aquela porção de equalizadores e periféricos maravilhosos.

MÉTODOS DE MEDIÇÃO, SUSTENTAÇÃO DE POTÊNCIA, EFICIÊNCIA, FIDELIDADE, PROCESSAMENTO E NOVAS TECNOLOGIAS.


M todos de medi o sustenta o de pot ncia

INTRODUÇÃO:

Em um passado não muito distante...

EFICIÊNCIA

DISTORÇÃO

  • Especificações:

  • Dimensões e Peso

  • -Potência máxima X Consumo máximo

  • -Aquecimento X Capacidade dissipativa

  • Normas Oficiais Internacionais:

  • -Milímetros e kilos(ou equivalentes)

  • -Watts RMS e Amperes(senóide cont. 1kHz)

  • - BTUs e ºC (ou equivalentes)

  • Especificações:

  • THD e etc.

  • -Linearidade X Frequência

  • -Sustentação de potência

  • Normas Oficiais Internacionais:

  • -Porcentagem (%)

  • -Variação em dB (20Hz à 20kHz)

  • - 5 minutos ou mais (mais que suficiente)

Era muito fácil determinar

qual o amp mais eficiente.

Era fácil saber qual o amp mais

Perfeito. Dinâmica não era problema.

MÉTODOS DE MEDIÇÃO, SUSTENTAÇÃO DE POTÊNCIA, EFICIÊNCIA, FIDELIDADE, PROCESSAMENTO E NOVAS TECNOLOGIAS.


M todos de medi o sustenta o de pot ncia

INTRODUÇÃO:

MÉTODOS DE MEDIÇÃO, SUSTENTAÇÃO DE POTÊNCIA, EFICIÊNCIA, FIDELIDADE, PROCESSAMENTO E NOVAS TECNOLOGIAS.


M todos de medi o sustenta o de pot ncia

INTRODUÇÃO:

NORMAS OFICIAIS MAIS UTILIZADAS:

- EIA RS-490 (EIA é a sigla para Electronic Industries Alliance)

- IEC 268 (IEC é sigla para International Electrotechnical Commission)

Determinam que a potência máxima especificada de um amp em determinada impedância deve ser aquela em que ele é capaz de sustentar, com distorção máxima de 1% e durante 5 min, uma senóide contínua de 1kHz em sua entrada.

Na prática amps não são usados dessa forma, mas a intenção das normas é somente o seguinte:

Estabelecer um padrão comparativo, informativo e classificatório entre produtos.

Elas nem poderiam determinar o uso prático dos amps, visto que ele varia muito.

Para que uma norma cumpra muito bem sua função, basta que todos os

fabricantes a respeitem em comum acordo. Basta estabelecer um padrão.

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M todos de medi o sustenta o de pot ncia

INTRODUÇÃO:

Nos dias de hoje, os amps evoluiram, mas as normas...

EFICIÊNCIA

DISTORÇÃO

  • Especificações:

  • Dimensões e Peso

  • -Potência máxima X Consumo máximo

  • -Aquecimento X Capacidade dissipativa

  • Normas alternativas:

  • -Milímetros e kilos(ou equivalentes)

  • -??? (despadronização e incompatibilidade)

  • - BTUs e ºC (ou equivalentes)

  • Especificações:

  • THD e etc.

  • -Linearidade X Frequência

  • -Sustentação de potência

  • Normas Oficiais Internacionais:

  • -Porcentagem (%)

  • -Variação em dB (20Hz à 20kHz)

  • - Milisegundos(insuficiente em muitos casos)

É praticamente impossível

determinar a potência eficiência!

Distorção dinâmica passou a ser

comum, e é um grande problema.

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INTRODUÇÃO:

- Como escolher amps adequados para a potência dos falantes?

- Como dimensionar meu sistema de AC?

- Como determinar ou obter verdadeira economia de energia?

- Como ajustar meu processador?

- Como comparar e estabelecer uma compatibilidade entre amps?

- Como interpretar especificações?

Como atender minhas necessidades mínimas de sustentação de potência?

Quais são minhas necessidades reais

de sustentação de potência?

MÉTODOS DE MEDIÇÃO, SUSTENTAÇÃO DE POTÊNCIA, EFICIÊNCIA, FIDELIDADE, PROCESSAMENTO E NOVAS TECNOLOGIAS.


M todos de medi o sustenta o de pot ncia

INTRODUÇÃO:

Enquanto uma única norma oficial não é novamente aplicada e seguida, para responder às questões vitais em em relação a amps, temos de testar comportamentos práticos e aprender a simular, esmiuçar e compreender as principais variáveis nas técnicas de medição.

Para isso, o entendimento das necessidades práticas de sustentação de potência e tecnologias também é fundamental.

Faremos agora rapidamente esse trabalho, e para isso abrangeremos os seguintes tópicos:

MÉTODOS DE MEDIÇÃO, SUSTENTAÇÃO DE POTÊNCIA, EFICIÊNCIA, FIDELIDADE, PROCESSAMENTO E NOVAS TECNOLOGIAS.


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INTRODUÇÃO:

1- Fator de crista e sustentação de potência (resumido);

2- Potência real e útil de amplificadores, métodos de medição e controle de potência e eficiência (com medições exemplares de 3 amps bastante distintos e conceituados internacionalmente);

3- Eficiência global prática e consumo real útil(com ênfase nas tecnologias de fonte e classes de operação);

4- A rede elétrica brasileira e as tecnologias de amplificação (os problemas, os desafios e as soluções);

5- Sustentação de potência na prática, processamento e fidelidade - Base em artigo da Meyer Sound USA (com demonstrações sonoras de timbre, dinâmica e SPL);

6- Interface amplificador X falantes e aplicações práticas das normas (escolha de potência, headroom e ajuste de processadores externos);

7- Dúvidas(se o tempo de sustentação desta palestra permitir...).

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CARACTERÍSTICAS DE AMPLIFICADORES E SINAIS:Fator de Crista e Sustentação de Potência (parte 1)

TEMPO DE SUSTENTAÇÃO SUSTENTAÇÃO DE POTÊNCIA:

Sustentação de potência de um amp é justamente a medida de sua capacidade em tempo de manter a sua máxima potência especificada ou potência de pico antes que ele seja forçado a reduzi-la para se proteger de acidentes ou venha a se danificar (queima etc). E enquanto em amps que atendem a norma EIA RS-490 e IEC 268 este tempo é bem determinado como sendo 5 minutos ou mais, em outros métodos mais eles podem se limitar em milissegundos através de técnicas diversas.

São essas técnicas que determinam suas normas alternativas.

O que acontece quando o fator de crista de uma música excede por algum momento ou na média a capacidade de sustentação de potência de um amp:

No som reproduzido:

No amplificador:

1- O som pára.

2- O som sofre distorção.

3- O som perde dinâmica ou SPL.

4- O som perde seu timbre original.

5- Um pouco de tudo.

1- O amp pára de amplificar o sinal.

2- O amp comprime o sinal.

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NORMAS E MÉTODOS DE MEDIÇÃO:

Uso prático.

5 minutos é bom. Dá e sobra! Mas se sobra é muito...

mercado hoje é muito competitivo.

Quem oferece o melhor desempenho no pacote mais compacto, leve e econômico sai na frente. E “sobra” em termos de potência, significa custo pra maior parte das tecnologias. Reduzindo-se as “sobras de potência, se reduz dimensões, peso e, principalmente custos...

O

Mas quanto sobra? E se faltar?

  • Um Jazz, por exemplo, requisita menos sustentação de potência de um amp que um Rock pesado. Um amp capaz de reproduzir bem um Jazz, pode passar por maus bocados para reproduzir com a competência necessária o tal do Rock. E os efeitos dessa incompetência a depender do estilo musical são justamente a:

  • Distorção Harmônica (que pode ser controlada ou evitada)

  • Distorção Dinâmica (que pode disfarçada ou amenizada)

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NORMAS E MÉTODOS DE MEDIÇÃO:

Uso prático.

Amps do passado já podiam controlar sua distorção, mas não podiam controlar ou disfarçar sua distorção dinâmica. Ou o amp tocava até o fim, ou “arriava”.

Hoje eles podem processar o sinal de muitas maneiras, e usam em prol do controle das “sobras” da forma mais eficiente ou menos perceptível. Mas se não tem tem 5 min de sobra, não tem EIA RS-490. Como fica?

Eis que surgem novos meios na indústria.

E cada um com um meio diferente...

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CARACTERÍSTICAS DE AMPLIFICADORES E SINAIS:

Fator de Crista e Sustentação de Potência (parte 1)

Para um amp tudo é uma questão de conteúdo energético e sua duração, e se define isso usando os termos fator de crista e instantâneo. E isto está diretamente ligado às formas de onda mais comuns em áudio.

Fator de crista:

É justamente a relação entre a potência média de um programa musical e seus picos de energia. Basicamente, quanto menor o fator de crista de uma música, mais ela se aproxima da máxima capacidade de energia de um amp. Quanto maior, mais longe estará o amp de seu limite. E o fator de crista pode ser melhor entendido através da análise de 3 tipos de onda:

Trabalharemos também com o conceito de Ruído rosa “clipado”.

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CARACTERÍSTICAS DE AMPLIFICADORES E SINAIS:

Fator de Crista e Sustentação de Potência (parte 1)

O ruído rosa “clip” tem fator de crista de 6dB. Algo parecido com os aplausos de uma platéia. O sinal senoidal é aquele geralmente aplicado para medições de potência contínua de um amp e tem fator de crista de 3dB. Sinais com essa mesma característica já podem ser encontrados com facilidade na música (como confirma artigo da Meyer Sound mais adiante) e exigem quase tudo de um amp. E a onda quadrada tem fator de crista de 0dB, que exigiria tudo de um amplificador. Este tipo de sinal ocorre muito raramente e por um tempo muito curto em músicas... ainda!

Ruído Rosa“clip” = 6dB

Sinal Senoidal = 3dB

Onda Quadrada = 0dB

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CARACTERÍSTICAS DE AMPLIFICADORES E SINAIS:

Fator de Crista e Sustentação de Potência (parte 1)

Se 3dB são quase o limitee 6dB é um sinal comum e ameno para o amp, fica mais fácil entender agora o que cada tipo de música representa para um sistema:

Mas em boa parte dos estilos musicais, ainda mais hoje, existem passagens da música que desequilibram totalmente a média de fator de crista.

Mesmo em música clássica, reconhecida por seu alto fator de crista, podem existir passagens que derrubem um fator de crista de 20dB para 7dB por tempo suficiente ao ponto de exceder a capacidade de pico do amplificador.

Esse fenômeno é a chave para o desempenho de um amp, em muitos casos. É o chamado:

Fator de crista instantâneo.

Musica Clássica = 7 à 20dB

Jazz = 10 à 15dB

Axé = 10dB

Rock = 12 à 8dB

Dance Music = 10 à 6dB

Drum ñ Bass = 7 à 5dB

(A diferença de esforço solicitado ao amp na reprodução de cada um fica clara ao observarmos o comportamento do VU de uma mesa)

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CARACTERÍSTICAS DE AMPLIFICADORES E SINAIS:

Fator de Crista e Sustentação de Potência (parte 1)

FATOR DE CRISTA INSTANTÂNEO - Ocorrência e influência:

No passado, esse o fator de crista médio era desequilibrado por alguns poucos tipos de instrumento capazes de gerar sinais mais agressivos. Um exemplo clássico (literalmente) são os órgãos tubulares (o popular órgão de igreja) que irrompiam certas obras com acordes intensos e duradouros. Hoje com sintetizadores, samplers, efeitos, scratches, sons gerados por computador etc, isso é muito mais comum (quase obrigatório) e levado a extremos.

Em música, a duração e intensidade desses períodos pode variar indefinidamente. De segundos a milissegundos. Em um amp, vai depender justamente do projeto. Mas existe um tempo ideal? Essa é questão fundamental dos novos métodos alternativos de medição.

Na "nova" música eletrônica, onde podemos destacar estilos como Trance, Drum ñ Bass, Techno etc,

já temos fatores de crista médios inferiores a 5dB e com passagens de até 3dB por longos períodos de tempo.

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CARACTERÍSTICAS DE AMPLIFICADORES E SINAIS:

Fator de Crista e Sustentação de Potência (parte 1)

Antes de prosseguir na busca do tempos de sustentação de potência e processamento ideais e demonstrações auditivas de fidelidade e timbre, vamos averiguar na prática e traçar compatibilidades entre 3 excelentes amps leves e compactos que, apesar de possuir especificação similar em watts, seguem normas totalmente distintas, processam o sinal de forma totalmente diferente e utilizam tecnologias de fonte e estágio de saída das mais diversas.

Como nosso tempo é curto, não podemos medir aqui e agora todos os amps que já foram analisados para a elaboração desta palestra. Escolhemos então 3 amps por seu reconhecimento no mercado internacional, sua diversidade técnica e, principalmente, por estes serem claros e precisos quanto às suas especificações e corresponderem com precisão às mesmas. Coincidentemente, são os 3 fabricantes dos amps de maior potência declarada atualmente no mundo.

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NORMAS E MÉTODOS DE MEDIÇÃO:

Novos métodos e medição.

ALGUNS FABRICANTES EXPLICAM BEM SEUS MÉTODOS NÃO OFICIAIS. EXEMPLOS:

  • Método EIAJ (Digam): comprime potência, se necessário, ao longo do tempo.

  • Método EIA (LabGruppen): potência RMS 1 canal separadamente. Com dois canais, considera-se somente a potência de pico, sujeita a limitação por fusível e efeitos térmicos.

  • Método Crown: não utiliza sinal senoidal e sim ruído rosa severamente clipado (CrestFactor =6dB) para medir a máxima potência de alguns modelos.

Hoje temos, portanto, diversos amps com potências especificadas acima de 5.000 watts muito leves e muito compactos, o que não é comum e bastante surpreendente mesmo hoje para um amp que se adéqua a EIA RS-490. Mas até onde isso é aumento de eficiência ou diferença na forma de medição e processamento? E como saber se os 7.000 watts de um não são os 3.000 de outro?

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NORMAS E MÉTODOS DE MEDIÇÃO:

O grande problema e a grande dúvida.

  • Não há nada de errado em se especificar a potência de um equipamento de formas alternativas, desde que o fabricante informe detalhadamente o consumidor sobre estes métodos. E grandes fabricantes internacionais fazem isso muito bem, como os já citados, Enquanto outros tratam o assunto de forma, no mínimo, omissa. Mas isso sempre existiu.

  • E não falaremos de amps omissos, já que estes seriam inúteis para o entendimento do assunto. Mas o fato é que mesmo considerando apenas aqueles fabricantes sérios que expõe claramente seus novos métodos de medição e limitações de seus amps, resta a questão vital que sempre determinou a utilidade de uma norma:

  • Como comparar e estabelecer uma compatibilidade entre amps?

  • E fica cada vez mais complicado responder as nossas novas questões vitais:

- Como escolher amps adequados para a potência dos falantes?

- Como dimensionar meu sistema de AC?

- Como determinar a verdadeira economia de energia (eficiência)?

- Como ajustar meu processador?

- Como interpretar essas especificações?

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NORMAS E MÉTODOS DE MEDIÇÃO:Averiguação das especificações e estabelecimento de compatibilidade: fP6400, Powersoft 7000 e X5

ANÁLISE SUPERFICIAL:

Digam Powersoft 7000 - 7.000 watts EIAJ

LabGruppen fP6400 – 3.200 watts EIA (um só do total de dois canais. Soma 6.400)

Studio R X5 - 5.600 watts RMS EIA RS-490 (representando as normas tradicionais)

O com “menos watts” possui um cabo mais grosso e um conector de maior capacidade para este teste. E não existe exemplo melhor para mostrar quanta confusão essa falta de compatibilidade entre os métodos de medição pode causar:

Se o X5 é amp de menor potência em watts especificada (5.600 watts contra 6.400 e 7.000),porque ele precisa ter o cabo de força de maior capacidade?

Como podemos perceber logo de cara, existe uma diferença clara entre um desses modelos, fora o design e gabinete: o cabo de força e o conector que estão sendo usados.

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NORMAS E MÉTODOS DE MEDIÇÃO:Averiguação das especificações e estabelecimento de compatibilidade: fP6400, Powersoft 7000 e X5

Uma resposta aparentemente obvia, porém precipitada, baseada no não entendimento dos métodos de medição:

"Ele é o menos eficiente de todos, hora! Ele dá menos potência mas consome mais energia que os outros para isso.".

Correto?

Errado!

A eficiência deste amp é superior em muitos casos. E apesar de ter a menor especificação em watts, possui maior capacidade de potência.

Fica então definitivamente claro que existe uma enorme importância no entendimento e correta avaliação das normas. Nenhum dos amps mente ou engana. O profissional é que precisa se adequar a seus termos, que não são mais tão óbvios.

Mas como averiguar com certeza isso? Nada melhor que medir, provar e explicar...

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NORMAS E MÉTODOS DE MEDIÇÃO:Averiguação das especificações e estabelecimento de compatibilidade: fP6400, Powersoft 7000 e X5

IMPORTANTE: Medindo as características destes amps, não estamos definindo sua qualidade e nem sonoridade. Os 3 amps em questão corresponderam as especificações dos fabricante nos teste, portanto nenhuma reavaliação está sendo feita. A finalidade é estabelecer, tão somente, uma compatibilidade entre as especificações usando um método único e medição. A fidelidade dependerá da aplicação.

Digam Powersoft 7000 - PFC e limitação de potência:

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NORMAS E MÉTODOS DE MEDIÇÃO:Averiguação das especificações e estabelecimento de compatibilidade: fP6400, Powersoft 7000 e X5

IMPORTANTE: Medindo as características destes amps, não estamos definindo sua qualidade e nem sonoridade. Os 3 amps em questão corresponderam as especificações dos fabricante nos teste, portanto nenhuma reavaliação está sendo feita. A finalidade é estabelecer, tão somente, uma compatibilidade entre as especificações usando um método único e medição. A fidelidade dependerá da aplicação.

LabGruppen fP6400 - Consumo antes da ação do limitador

(3dB de sobre sinal)

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NORMAS E MÉTODOS DE MEDIÇÃO:Averiguação das especificações e estabelecimento de compatibilidade: fP6400, Powersoft 7000 e X5

IMPORTANTE: Medindo as características destes amps, não estamos definindo sua qualidade e nem sonoridade. Os 3 amps em questão corresponderam as especificações dos fabricante nos teste, portanto nenhuma reavaliação está sendo feita. A finalidade é estabelecer, tão somente, uma compatibilidade entre as especificações usando um método único e medição. A fidelidade dependerá da aplicação.

Studio R X5 - Consumo com 3 dB de sobre sinal

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NORMAS E MÉTODOS DE MEDIÇÃO:Averiguação das especificações e estabelecimento de compatibilidade: fP6400, Powersoft 7000 e X5

IMPORTANTE: Medindo as características destes amps, não estamos definindo sua qualidade e nem sonoridade. Os 3 amps em questão corresponderam as especificações dos fabricante nos teste, portanto nenhuma reavaliação está sendo feita. A finalidade é estabelecer, tão somente, uma compatibilidade entre as especificações usando um método único e medição. A fidelidade dependerá da aplicação.

fP6400Powersoft 7000X5

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NORMAS E MÉTODOS DE MEDIÇÃO:Averiguação das especificações e estabelecimento de compatibilidade: fP6400, Powersoft 7000 e X5

IMPORTANTE: Medindo as características destes amps, não estamos definindo sua qualidade e nem sonoridade. Os 3 amps em questão corresponderam as especificações dos fabricante nos teste, portanto nenhuma reavaliação está sendo feita. A finalidade é estabelecer, tão somente, uma compatibilidade entre as especificações usando um método único e medição. A fidelidade dependerá da aplicação.

EFICIÊNCIA E CONSUMO PRÁTICOS:

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NORMAS E MÉTODOS DE MEDIÇÃO:Averiguação das especificações e estabelecimento de compatibilidade: fP6400, Powersoft 7000 e X5

IMPORTANTE: Medindo as características destes amps, não estamos definindo sua qualidade e nem sonoridade. Os 3 amps em questão corresponderam as especificações dos fabricante nos teste, portanto nenhuma reavaliação está sendo feita. A finalidade é estabelecer, tão somente, uma compatibilidade entre as especificações usando um método único e medição. A fidelidade dependerá da aplicação.

CONCLUSÃO:

Temos aqui 3 grandes exemplos de virtude, correção e diversidade tecnológica. Amplificadores bastante compactos leves e eficientes, cada qual com sua filosofia de projeto, compromisso, vantagens e limitações. Agora estabelecidas suas reais equivalências em potência, consumo e eficiência, cabe ao profissional escolher o que mais se adequa às suas necessidades e orçamento.

Se avaliar a potência é complicado, a eficiência real prática é uma característica ainda mais difícil de se encontrar. E essa é uma qualidade vital em um amp nos dias de hoje por questões econômicas e ecológicas. E em amps de altíssima potência, a devida eficiência pode ser a diferença entre a viabilidade ou não de um sistema. O fator determinante de seu sucesso ou a causa até de desastres.

Aqui medimos eficiência com rede e equipamentos adequados. Mas na hora de comprar um amp? Como me certifico de sua eficiência? Como obter esse dado?

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Antes de prosseguir...

Pode ser que alguém duvide, discorde destes dados e medições. Mas para não cometer injustiças e inverdades, temos aqui as ferramentas, as autoridades competentes presentes, os técnicos, as testemunhas e os fabricantes todos na feira para que seja feita qualquer comprovação ou medição comparativa que venha a comprovar incorreção. E estou à disposição para retratações caso se comprovem necessárias.

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EFICIÊNCIA GLOBAL E CONSUMO PRÁTICO:

Considerações e obtenção de dados.

Nenhum amp é 100% eficiente ou mais que isso.

Ou seja, não se cria potência dentro de um amplificador e se ele libera 1 watt, tem que consumir pelo menos 1 watt ou mais (sim, temos o banco capacitivo, mas para se carregar capacitores se consome energia da mesma forma em algum momento).

1.000 watts de saída precisam de ao menos 4,55A em 220V

Mas apesar de sabermos que um amp pode dar 1.000 watts, não sabemos com certeza se com música ele vai atingir essa potência e nem por quanto tempo (fator de crista médio e instantâneo). Isso significa que devemos escolher amps com potência limitada se quisermos economia de energia? Claro que não! A não ser que queiramos economia de SPL também:

+ watts de saída = + SPL- watts de saída = - SPL

Watts de saída e SPL tem uma relação direta bem definida.

Diminuindo o consumo através de redução de potência, não ganhamos nada!Precisamos sim de amps com a maior eficiência possível nas potências adequadas.

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EFICIÊNCIA GLOBAL E CONSUMO PRÁTICO:

Considerações e obtenção de dados.

O custo da energia é medido em watts!.

O segredo da real economia de energia em um sistema está em se utilizar amps mais eficientes. Mesmo porque, com o aumento da potência dos falantes em prol da compactação dos PAs, a demanda de energia é cada vez maior. Basta imaginar o sistema de AC que seria necessário para alimentar um amp de 10.000 watts médios em graves e apenas 60% de eficiência...

Em vias de agudos e em potências menores, isso não é critico e nem um grande problema. Economia de energia é sempre bom, mas vamos comparar os benefícios práticos a depender da aplicação:

Amp capaz de sustentar 1.500 watts médios com eficiência de 65% - consumo máximo de 2300Watts

Amp capaz de sustentar 1.500 watts médios com eficiência de 80% - consumo máximo de 1875Watts

A diferença é de apenas 425Watts. Não seria tão crítico mesmo considerando um PA com vários amps. E considerando que estes amps atendem geralmente vias de altas (fator de crista alto), seria uma diferença prática ainda menos problemática.

Amp de 8.000 watts RMS com eficiência de 65% - consumo máximo em watts igual a 12.300Watts

Amp de 8.000 watts RMS com eficiência de 80% - consumo máximo em watts igual a 10.000Watts

A diferença já é de 2300Watts. Considerando ainda a utilização de vários amps no PA e em graves (onde estão os piores fatores de crista), vemos que falta de eficiência pode, simplesmente, vir a inviabilizar certos sistemas.

MÉTODOS DE MEDIÇÃO, SUSTENTAÇÃO DE POTÊNCIA, EFICIÊNCIA, FIDELIDADE, PROCESSAMENTO E NOVAS TECNOLOGIAS.


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EFICIÊNCIA GLOBAL E CONSUMO PRÁTICO:

Considerações e obtenção de dados.

Com a atual situação das normas, não é tão simples calcular a eficiência. Antes calcular a potência especificada em relação ao consumo especificado resolvia, mas hoje nem sempre adianta pois, como vimos, teríamos amps com absurdos 300% de eficiência, por exemplo.

Na maioria das vezes se fala apenas em eficiência teórica ou na eficiência de uma parte isolada do amp. Por exemplo:

“Amp de classe D com 95% de eficiência.".

Isso significa o quê? Pode significar tão somente que o estágio de saída deste amp tem, na teoria ou na prática, 95% de eficiência. E estágios de saída classe D podem ter mesmo essa eficiência.

Mas devemos lembrar que um amp não é só estágio de saída. Ele é um conjunto. E neste conjunto, tão ou mais importante que o estágio de saída para a definição da eficiência real do amp é a sua FONTE.

E se a fonte for só 50% eficiente? Adeus 95% de eficiência... É por isso que a eficiência dos amps aqui testados não passou dos 80%, nem havendo um digital entre eles. O importante é o conjunto não teórico do amp. E a eficiência deste conjunto é o que chamamos de eficiência global prática.

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EFICIÊNCIA GLOBAL E CONSUMO PRÁTICO:

Topologias de fonte e estágio de saída.

Principais topologias de estágio de saída e fonte utilizadas hoje em amps profissionais:

Estágio de Saída I Fonte de energia

Classe ABFonte magnética

Classe AbvFonte chaveada

Classe H e G Fonte chaveada com PFC

Classe DFonte X

A classe AB é a menos. Chega a 65% de eficiência teórica. A eficiência vai subindo até chegar na classe D, onde eficiência tem compromisso com a qualidade sonora, mas pode chegar a teóricos 95%. Quanto maior a sua qualidade, menor tende a ser sua eficiência. Em termos de qualidade, pode-se fazer amps bons e ruins de qualquer classe. Mas quando levadas ao seu máximo na prática, as classes se comportam assim:

Classe AB - Alta fidelidade em graves e a mais alta fidelidade em agudos.

Classe ABv - Alta fidelidade em graves e fidelidade próxima do AB em agudos.

Classe H e G - Alta fidelidade em graves e fidelidade inferior ao AB e ABv em agudos.

Classe D - Fidelidade a depender da eficiência. Levada ao máximo hoje, pode superar um classe ABv.

Este assunto gera polêmicas. Alguns fabricantes alegam possuir amps classe H melhores em agudos que outros classe AB. E se você medirmos um Crown Macrotech 3600VZ, por exemplo (que é um legítimo classe H,) veremos que existem classe ABs piores mesmo em agudos. Em recente matéria da M&T, se atribui qualidade de classe AB ao X8, outro classe H maisculo. Mas o melhor classe H, G, ABv ou D do mercado ainda não possui menor distorção em altas freqüências que o melhor classe AB. E isso pode ser medido por instrumentos. Não é questão de gosto ou timbre, e sim distorção.

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EFICIÊNCIA GLOBAL E CONSUMO PRÁTICO:

Topologias de fonte e estágio de saída.

Principais topologias de estágio de saída e fonte utilizadas hoje em amps profissionais:

Estágio de Saída I Fonte de energia

Classe ABFonte magnética

Classe AbvFonte chaveada

Classe H e G Fonte chaveada com PFC

Classe DFonte X

Entre as fontes, temos como menos eficiente a fonte magnética, que é a mais "convencional". Chega a teóricos 85%. Depois vem a fonte chaveada com cerca de 75% à 90% de eficiência teórica. A fonte chaveada pode ainda possuir PFC (Power Factor Correction, usada no Powersoft) que a torna mais eficiente. E por fim temos a fonte X que pode teoricamente superar os 95% de eficiência.

Todas estas tecnologias podem ser encontradas hoje no mundo combinadas de forma diferente em amps. No Brasil, só não temos até então no mercado fontes com PFC (reguladas ou não).

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EFICIÊNCIA GLOBAL E CONSUMO PRÁTICO:

Topologias de fonte e estágio de saída.

Principais topologias de estágio de saída e fonte utilizadas hoje em amps profissionais:

Estágio de Saída I Fonte de energia

Classe ABFonte magnética

Classe AbvFonte chaveada

Classe H e G Fonte chaveada com PFC

Classe DFonte X

Poderíamos então concluir que amps Classe D com fonte PFC chegariam a 90% de eficiência facilmente, mas já vimos que isso não ocorre na prática. Vimos até que amps classe AB variável com a fonte certa podem ser os mais eficientes em alguns casos.

Enquanto os fabricantes não forem obrigados a seguir uma norma de especificação de eficiência, não há como ter certeza de qual é mais econômico sem uma medição como a aqui realizada ou total confiança no fabricante.

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EFICIÊNCIA GLOBAL E CONSUMO PRÁTICO:

Introdução a fontes reguladas.

Todas estas fontes comentadas podem ainda ser reguladas, o que causará uma queda em sua eficiência a princípio. Por outro lado, uma fonte regulada é aquela que mantém a potência de saída do amp estável mesmo com variações de rede.

Isso não siginifica que as outras fontes não toleram varições de rede.

Todas elas podem tolerar variações tanto quanto uma fonte regulada

Mas a fonte regulada é a única que mantém a potência de saída com uma rede muito baixa. As fontes não reguladas tem queda de potência proporcional a queda da rede.

Em países como EUA e Europa, essa questão é praticamente irrelevante, já que lá variações de rede não são problema como aqui. Talvez por isso existam poucas fontes reguladas no mercado e tanto faz a forma como um amp reaja as mesmas.

Em países como o Brasil (rede altamente variável), a forma como o amp reage a variações de AC pode fazer toda a diferença e influenciar o dimensionamento e integridade de todo o sistema, inclusive falantes.

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EFICIÊNCIA GLOBAL E CONSUMO PRÁTICO:

A rede elétrica brasileira e as tecnologias de amplificação

É comum se dizer: "A energia elétrica no Brasil é ruim.".

Mas o que torna ela ruim? Nossas concessionárias de energia são na verdade muito boas! Algumas até premiadas internacionalmente. A energia em sua fonte é muito boa.

O problema da energia brasileira é infra-estrutura.

Sua distribuição. De uma forma bem simplista, é problema de fiação. A energia é gerada perfeitamente, mas ao longo das instalações elétricas brasileiras ela encontra instalações e cabos mal dimensionados, gatos, transformadores inadequados, fugas etc, etc, etc.

É como calcular o AC de uma rave esperando um fator de crista de 10dB e, derrepente, vir aquela senóide de 3dB e um Drum ñ Bass de 5dB. O sistema vai "arriar“...

Sendo assim, independente da qualidade da geração de energia, quando aumentamos muito o consumo em uma instalação deficiente, sua tensão começa a cair. Por isso encontramos aqui tomadas 220V com apenas 200V em um momento, 210V em outro e talvez até 240V em outro. Vai depender de quantos chuveiros ou televisores estão ligados na cidade naquele momento e coisa do tipo.

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A rede elétrica brasileira e as tecnologias de amplificação

O inconveniente mais óbvio de AC baixo num sistema de áudio sería...

...desligamento ou falha dos amps. Isso é solucionado com fontes que toleram variação de tensão.

A segunda conseqüência mais óbvia sería...

... perda proporcional de potência,com soluções mais difíceis.

A terceira conseqüência, a menos óbvia aqui, é a seguinte:

Apesar da fonte tolerar variação de tensão e a potência do amp simplesmente baixar, isso acaba anulando o ajuste inicial dos limitadores de potência gerando distorções.

Aquele amp que com 220V gerava 5.000 watts e tinha seu limitador de potência ajustado para 5.000 watts, agora com a rede baixa pode ter somente 4.000 watts, mas seu limiter continua ajustado para 5.000 watts. Isso gera aumento da distorção do amp e é uma das razões pelas quais podemos queimar transdutores em um sistema mesmo tendo limitadores nos amps.

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EFICIÊNCIA GLOBAL E CONSUMO PRÁTICO:

Introdução a fontes reguladas.

Quarta consequência, quase que incognita:

Se quando a rede cai, a potência do amp também cai, isso significa controle de potência, mesmo que involuntário. E isso pode gerar distorção dinâmica mesmo em amps EIA RS-490.

Não podemos então desconsiderar isso em termos de fidelidade, mesmo que variações de energia sejam eventuais e nem sempre cheguem a derrubar a potência de amps. Quais as soluções?

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SOLUÇÕES:

Para o problema de limitadores e distorção, a solução são limitadores de distorção que acompanham as variações de rede.

Assim não importará se o amp de 5.000 watts só está com 4.000 ou 2.000 watts em sua saída que o limitador manterá a distorção sempre baixa acompanhando as variações de rede e mantendo um bom som e integridade dos falantes (os Studio R tem isso).

Para o problema de mantenimento de potência, a solução seria o uso de fontes reguladas. Elas mantém a potência máxima do amp mesmo com a rede baixa. Elas elimiam também o problema dos limitadores e distorção dnâmica em amps EIA RS-490 (em amps com controle de potência, mesmo fontes reguladas não resolvem este problema).

Pergunta: Para resolver totalmente o problema de distorção dinâmica com AC muito baixo, deveríamos então unir fontes reguladas + amps com alta sustentação de potência e sem gerenciamento de potência?

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A rede elétrica brasileira e as tecnologias de amplificação

Problema não muito óbvio, mas vital:

Manter a potência de um amp com a energia baixa tem seu custo. E esse custo é um GRANDE AUMENTO NA CORRENTE DE CONSUMO, justamente a causa inicial de todos estes problemas aqui descritos.

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Fonte não regulada:

Tensão...............Potência................Queda da potência de saída...........Variação da corrente de entrada

220V..............8.000 watts............................na....................................................na

165V..............4.500 watts...................... *2,5dB........................................Queda de 26%

*A perda de potência com a queda de tensão da rede é, mesmo assim, 2X menor do que a compressão que a maioria dos amps com gerenciamento de potência praticam em seus limitadores.

Fonte regulada:

Tensão...............Potência................Queda da potência de saída...........Variação da corrente de entrada

220V..............8.000 watts............................na....................................................na

165V..............8.000 watts.......................... 0 dB..........................................Aumento de 36%

A situação com fonte NÃO regulada:

Em amps com fonte não regulada, quando a tensão da rede cair por causa do aumento na corrente de consumo, teremos queda de potência mesmo que mantida a integridade dos falantes através de limitadores variáveis de distorção. Mas conseqüentemente sua corrente de consumo também baixa, o que é bom! Pois contém justamente a causa do problema, que é excesso de corrente de consumo, mantendo também a integridade do sistema.

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Fonte não regulada:

Tensão...............Potência................Queda da potência de saída...........Variação da corrente de entrada

220V..............8.000 watts............................na....................................................na

165V..............4.500 watts.........................*2,5dB....................................Queda de 26%

*A perda de potência com a queda de tensão da rede é, mesmo assim, 2X menor do que a compressão que a maioria dos amps com gerenciamento de potência praticam em seus limitadores.

Fonte regulada:

Tensão...............Potência................Queda da potência de saída...........Variação da corrente de entrada

220V..............8.000 watts............................na....................................................na

165V..............8.000 watts.......................... 0dB..........................................Aumento de 36%

A situação com fonte REGULADA:

Com a fonte regulada, manteremos a potência do amp e também a integridade dos falantes, mas pode ser uma faca de 2 gumes. Quanto menor for a tensão, maior será a corrente de consumo do amp, chegando a ocasiões em que a corrente puxada pelo amp será quase 40% maior que a original.

Nosso problema de energia é justamente infra estrura das instalações e demanda de corrente. Criamos uma “bola de neve”, paradoxo: quanto maior a corrente de consumo do amp, mais baixa é a tensão, e quanto mais baixa a tensão maior a corrente de consumo do amp! Podemos gerar uma reação em cadeia que levará ao colapso do sistema, pois uma hora a tensão será tão baixa e a corrente de consumo tão alta que nada mais poderá funcionar.

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A rede elétrica brasileira e as tecnologias de amplificação

A boa notícia para amps não regulados mas que não limitam a potência:

A perda de potência com a queda de tensão da rede em amps não regulados é, mesmo assim, pelo menos 2X menor do que a compressão (distorção dinâmica) que a maioria dos amps com gerenciamento de potência praticam em seus limitadores, possuam ele fontes reguladas ou não. Isso mesmo com redes até 165V.

Mas a má notícia

para todos os amps...

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EFICIÊNCIA GLOBAL E CONSUMO PRÁTICO:

A rede elétrica brasileira e as tecnologias de amplificação

Não existe ainda solução ideal ainda para o problema de variação de tensão no Brasil. De um jeito ou de outro, alguma coisa pode se perder. A única solução ideal para todos os casos, continua sendo um bom gerador. Na falta de um bom gerador, cabe ao consumidor avaliar quais perdas ou riscos prefere correr em seu sistema.

Em se tratando de AC, não podemos brincar e nem tentar fazer adivinhações.

Com qualquer tipo de fonte, devemos calcular o AC de um sistema sempre pensando na pior condição de consumo possível para o amp e com margens de segurança, mesmo que ela dificilmente ocorra na prática.

Se o AC for subdimensionado, acidentes sérios podem ocorrer, destruir o sistema e até colocar pessoas em risco. E quais são as piores condições?

Vai depender das tecnologias envolvidas.

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EFICIÊNCIA GLOBAL E CONSUMO PRÁTICO:

A rede elétrica brasileira e as tecnologias de amplificação

RECOMENDAÇÕES BÁSICAS DE DIMENSIONAMENTO DE AC:

Amps com alta sustentação de potência que seguem a EIA RS-490 e suas semelhantes:

A norma exige que o consumo máximo especificado de um amp seja aquele obtido com sinais senoidais contínuos em máxima potência. A norma de segurança brasileira NBR, pede ainda que sejam consideradas as possíveis perdas e seja dada uma margem de erro de segurança. Por isso, nas especificações de um X5, por exemplo, o consumo máximo constará como 32A, apesar de sua eficiência. E assim é fácil dimensionar o AC para este amp com absoluta segurança e margens de sobra.

Para fontes reguladas, considerar a corrente de consumo resultante nas tensões mais baixas possíveis, que será sempre bem mais alta.

Amps que seguem métodos de medição que permitem um limite de proteção da máxima potência ou comprimem sinais:

O consumo máximo também será limitado de acordo com a vontade do amp, portanto deve-se seguir atentamente as recomendações do manual. Fabricantes sérios serão muito cuidadosos a respeito disso, já que todo o fabricante pode ser responsabilizado no caso de acidentes de AC caso o manual seja omisso ou incorreto em suas recomendações.

No caso de geradores, todos estes amps trabalharão muito bem! Levando boa vantagem apenas aquele que for mais eficiente.

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SUSTENTAÇÃO DE POTÊNCIA PROCESAMENTO E FIDELIDADE:

Prática.

Sabemos agora então na teoria e na prática o que significam algumas das normas, quais são seus limites e como eles tratarão o sinal e tratarão de se proteger de abusos. Sabemos ainda qual sua compatibilidade de potência em watts RMS em cada condição e tipo de carga e sabemos como calcular e avaliar devidamente o consumo e eficiência de amps. Essas informações servem para se definir a faixa de potência de falantes mais indicada para uso com cada amp, calcular com precisão o ajuste de processadores externos e o sistema de AC. Ou seja, são vitais!

Mas nós ainda não sabemos como será o som destes amplificadores.

Como será o timbre de cada um deles? Será que são bons sonoramente?

Pra saber isso, só ouvindo e comparando. Só que aqui isso não é possível. Compará-los em baixa potência nessas caixas também seria inútil! São amps de 2 ohms para caixas de PA de alta potência. Logo, é em sistemas assim que devem ser comparados. Eles soam todos muito bem em 8 ohms com caixas de estúdio de 200 watts, podemos afirmar, mas pra isso temos um Z.900 que custa muito mais barato.

Será que em máxima potência e com 3 ou 4 falantes por canal eles são bons? Eles resistem ao tranco? Só a estrada e a avaliação de cada um de vocês poderá dizer. Ainda mais porque som também é questão de gosto pessoal. E definir gostos não é a intenção desta palestra. Definimos só o que pode ser provado e mensurado e não depende de subjetividade. Portanto:

Analizaremos agora a fidelidade dos tempos de sustentação de potência

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SUSTENTAÇÃO DE POTÊNCIA PROCESAMENTO E FIDELIDADE:

Prática.

Definindo o tempo ideal de sustentação de potência:

Para se projetar um amp com tempo de sustentação de potência mais otimizado dentro de um compromisso fiel de utilização, bastaria compreender e conhecer muito bem o tipo de programa musical com o qual ele será usado. E então se especificaria em algum lugar da documentação do amp: "Este equipamento só deve ser usado para tocar tais e tais músicas ou amplificar tais e tais instrumentos.”

Lógico que isso é impraticável! Um amp vendável deve procurar amplificar com total fidelidade qualquer tipo de sinal. Mas se já vimos que os piores tipos de programa musical estão cada vez mais próximos de uma senóide contínua e duram cada vez mais tempo, a coisa acaba ficando frustrante. Chega-se cada vez mais próximo das exigências da velha EIA RS-490.

Não é fácil obter um amp EIA RS-490 compacto e leve por um preço competitivo e nas potências necessárias. E a depender da tecnologia, é impossível ainda.

Mesmo se feito um amp recomendado para determinado estilo musical ou tentar corresponder ao estilo musical com o menor fator de crista médio possível, a fidelidade e integridade dos sistema seria ameaçada pelos imprevisíveis fatores de crista instantâneos.

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SUSTENTAÇÃO DE POTÊNCIA PROCESAMENTO E FIDELIDADE:

Prática.

Essa questão é hoje de extrema importância a nível global. E já gerou artigos publicados pelo as grandes autoridades mundiais em acústica e áudio em geral. Um dos que expõe o assunto da maneira mais prática é o Sr. John Meyer, da empresa Meyer Sound USA.

Seu paper introdutório ao assunto pode ser encontrado na Internet no site da própria Meyer, e chama-se:

“Making Sense of Amplifier Power Ratings”

“Dando sentido às especificações de potência de amplificadores”

É uma das referência bibliográficas desta palestra. E agora discutiremos pontos importantes deste artigo, reproduzindo auditivamente algumas de suas conclusões.

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SUSTENTAÇÃO DE POTÊNCIA PROCESAMENTO E FIDELIDADE:

Prática.

O título deste trabalho já mostra que a preocupação em se estabelecer um sentido nas especificações de potência de amps não é só nossa. É uma questão importante dentro do áudio mundial.

O Sr. John Meyer começar este artigo justamente comentando sobre como diferentes fabricantes de caixas amplificadas tem hoje especificado a potência de seus produtos em relação às suas reais capacidades baseando-se na potência de pico apenas. E começa afirmando coisas já comentadas aqui:

"O sinal senoidal é o pilar central com o qual são construídos os sinais de áudio no mundo real, fazendo deste a fonte mais apropriada para medição de um sistema de áudio.".

"Ter um amplificador que produz o dobro da potência senoidal é dificilmente necessário para a reprodução de músicas, mas as vezes alguns sinais musicais produzem ondas quadradas de curta duração ou longas senóides. Então, por quanto tempo deve um amplificador de potência ser capaz de manter uma onda quadrada ou sinal senoidal em total amplitude?".

Os laboratórios Meyer começaram então medindo um amp especificado em 12.000 watts de pico seguido de gerenciamento de potência. Ele foi medido com uma nota única de bateria de apenas 40 milissegundos de duração.

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SUSTENTAÇÃO DE POTÊNCIA PROCESAMENTO E FIDELIDADE:

Prática.

Resultados:

A saída do amp em questão pulou de 160V para 80V enquanto a nota ainda estava sendo tocada.

Notou-se que essa queda de 80V na saída agia como um compressor sobre o áudio e, como qualquer compressor, em alguns casos gerava altas distorções de segunda harmônicas em falantes pouco lineares.

Nas palavras do Sr. John Meyer: 

“Essa combinação de saída variável do amplificador combinada a trandutores não lineares, impôs uma característica distintiva nos sinais que ela reproduz, impedindo uma reprodução precisa de alguns sinais. Isso apresenta uma severa limitação para usuários, já que falante só pode soar bem em sinais que são complementados por esse caráter sonoro (...)”.

Retraduzindo: perda de fidelidade e geração de timbre característico por distorção dinâmica.

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SUSTENTAÇÃO DE POTÊNCIA PROCESAMENTO E FIDELIDADE:

Prática.

Esse efeito pode ser reproduzido em parte em qualquer sistema. Basta nós pegarmos um som e aplicarmos a ele o mesmo tipo de compressão típica do amp do exemplo. A diferênça fica por conta dos falantes usados (quanto mais lineares, menores os efeitos nocivos e harmônica de segunda ordem). Aqui temos falantes bastante lineares, mas já é possível pereber algo:

Som original sem compressão de potência:

Som resultante da compressão do amp:

A diferença é clara. E quem nunca ouviu o som em sua originalidade, pode até gostar mais do som comprimido. Ou se falássemos que o som comprimido é que é o original, alguém poderia até achar que o problema do outro era distorção. Isso é o que acaba gerando falsas impressões. Mas seja lá o que você acha deste som, ele está bem longe de ser o som fiel da bateria. E o que queremos é fidelidade.

Reparem que aqui estamos usando um sistema de caixas bem linear e preciso, com falantes muito especiais da Beyma, um bom fabricante. Em falantes pouco lineares, como já dissemos, teríamos ainda problemas com segunda harmônicas.

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SUSTENTAÇÃO DE POTÊNCIA PROCESAMENTO E FIDELIDADE:

Prática.

Se com um sinal de apenas 40 milissegundos isso ocorre (um sinal de curtíssima duração), podemos ter uma boa idéia dos danos que representam distorções dinâmicas em um sistema de alta potência, principalmente.

Os estudos da Meyer Sound prosseguem e sugerem que para um amp ser fiel as situações encontradas normalmente em músicas, ele deve sustentar sua potência máxima por pelo menos 100 milissegundos (7 vezes mais tempo que o do amp testado), sendo que nas situações onde um sinal atinge o limite antes do clipamento de um amp, a sustentação deve ser de pelo menos 500 milissegundos(34 vezes mais tempo).

É fácil encontrar situações ainda piores, mas esses números já impressionam. Para se ter uma idéia, aqui vai um exemplo de música com ondas constantes de duração de apenas

100 milissegundos:

Como podem ver, é um estilo bem comum que pode ser incluído no estilo House, com fator de crista bem alto até. E como se comporta esse mesmo som no amp com baixa sustentação de potência do exemplo? Vamos ouvir:

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SUSTENTAÇÃO DE POTÊNCIA PROCESAMENTO E FIDELIDADE:

Prática.

Para quem não está familiarizado com a música, a diferença pode parecer não existir.

E é por isso que alguns amps com baixa sustentação de podem encontrar boas aplicações. Mas ao colocá-los lado a lado no mesmo sistema em um teste A/B, pode-se perceber claramente aquilo que estava se perdendo:

Isso ocorre pois nossa memória auditiva é muito limitada neste aspecto. Mesmo pequenos intervalos entre a audição de um equipamento ou outro (como um momento para troca de cabos), podem fazer nosso cérebro tirar conclusões totalmente equivocadas.

É por isso que existe tanta polêmica no áudio quando se tenta comparar equipamentos auditivamente e até cabos. Sem um teste A/B instantâneo como este, nada é muito conclusivo. E se entrarmos no mérito do gosto pessoal de cada um, aí teremos gente preferindo até o amps que distorcem mais, achando que eles distorcem menos. Nosso julgamento pode ser muito falho em um teste que não siga os devidos critérios.

Por isso o importante para profissionais de PA é ater-se ao conceito de fidelidade!

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SUSTENTAÇÃO DE POTÊNCIA PROCESAMENTO E FIDELIDADE:

Prática.

Vejamos então agora como amps com variados tempos de sustentação de potência se comportariam com variados tipos de música e fatores de crista:

Perceberemos que em se tratando de fidelidade e mesmo pressão sonora, evitar a distorção dinâmica e fundamental, e a resposta é uma alta sustentação de potência. Mas a depender da vias do sistema ou do tipo de música, até amps com baixa sustentação de potência podem servir bem ou deixar seqüelas toleráveis.

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SUSTENTAÇÃO DE POTÊNCIA PROCESAMENTO E FIDELIDADE:

Prática.

Vejamos então agora como amps com variados tempos de sustentação de potência se comportariam com variados tipos de música e fatores de crista:

Perceberemos que em se tratando de fidelidade e mesmo pressão sonora, evitar a distorção dinâmica e fundamental, e a resposta é uma alta sustentação de potência. Mas a depender da vias do sistema ou do tipo de música, até amps com baixa sustentação de potência podem servir bem ou deixar sequelas toleráveis.

Mas e na hora de dimensionar a potência

para os falantes, como procedemos?

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INTERFACE AMPLIFICADOR X FALANTES E APLICAÇÕESPRÁTICAS DAS NORMAS:

Com amplificadores EIA RS-490 e seus similares, a ordem é simples: escolha um amp com pelo menos a mesma potência RMS dos seus falantes ou, se quiser total dinâmica, SPL e aproveitamento dos falantes sem problemas de queima e distorção, utilize amps com pelo menos o dobro da potência destes falantes. Isso é o que recomendam os próprios fabricantes de falantes. E seguir esta recomendação compensa de todos os modos. Por isso a necessidade de amps tão potentes hoje em dia. E a norma EIA RS-490 e as normas de falantes tem equivalências e compatibilidade muito bem estabelecidas.

Para amps com controle de potência como os Digam e Lab Gruppen de nosso exemplo, vale a mesma recomendação, com ciência das limitações previstas pela filosofia de seus projetos

Para amps com baixa sustentação de potência como os exemplificados ou utilizando métodos de medição não tão bem documentados, seguir as recomendações dos fabricantes de falantes fica impossível, mesmo porque amps que só são capazes de reproduzir potências de pico, são também incapazes de prover headroom em máxima potência. É sua natureza.

Para ajustes de processadores, no caso de amps norma EIA RS-490 e similares, basta seguir a recomendação do manual dos processadores em questão. Esses processadores também são compatíveis com a norma EIA RS-490. Ou consulte o fabricante de seu amp.

Para amps com normas alternativas, procure sempre consultar o fabricante. Fabricantes sérios como Lab Gruppen, Digam e muitos outros deverão lhe fornecer estas informações e são os mais (ou únicos) capazes de estabelecer com maior precisão os ajustes indicados para seus amps e suas características. 

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INTERFACE AMPLIFICADOR X FALANTES E APLICAÇÕESPRÁTICAS DAS NORMAS:

Andamento desta palestra em termos de projeto:

Desenvolvimento de projetos em andamento com protótipos já desenvolvidos.

Status do projeto:

Protótipo obtido seguindo limitação de 500 milissegundos e 100 milisegundos.

Resultado:

Satisfatório, mas ainda apresentando problemas de dinâmica eventuais. Mas próximo do satisfatório.

Problema:

Bom preço de mercado e boa posibilidade de posicionamento, mas ganho quase nulo de economia de custo em relação ao produto atual fonte X. Incremento inesperado de preço em alguns protótipos inclusive. Expectativas ainda frustradas.

Desafio pendente:

Reduzir custo de forma compensatória conforme potêncial teórico demonstrado.

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INTERFACE AMPLIFICADOR X FALANTES E APLICAÇÕESPRÁTICAS DAS NORMAS:

Recomendação a todos:

Critério, método e atenção ajudam, mas compare sempre antes de comprar!

Muito obrigado pela presença, fidelidade e

e sustentação! Espero ter sido eficiente.

MÉTODOS DE MEDIÇÃO, SUSTENTAÇÃO DE POTÊNCIA, EFICIÊNCIA, FIDELIDADE, PROCESSAMENTO E NOVAS TECNOLOGIAS.


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Consideração final (PS)

Depois de falar tão bem e medir com tanto critério amps de concorrentes...

...é com muito orgulho e satisfação que pudemos averiguar que, na faixa de amps acima de 4.000 watts RMS de potência, não existe nenhum amp disponível no mercado nacional hoje que seja mais eficiente que um X5, X8 ou X12. Nenhum! Justamente na faixa de potência onde economia de energia é fundamental e faz toda a diferença (se fosse em potências menores, nem teria muita graça...) 

Seja classe H, fonte chaveada, digital, fonte X, fonte regulada... não importa. Foram medidos todos amps até então a venda no comércio e os modelos X5, X8 e X12 superam os demais em eficiência nesta categoria.

Isso não é vergonha pra ninguém, os Série X é que estão muito acima da média. E com requintes de crueldade! Eles chegam a ser até 20% mais eficientes que a segunda linha de amps mais eficiente fabricada no Brasil.

O benfício da dúvida:

Pode ser que alguém duvide, discorde ou pode ser até que exista algum lançamento novo neste congresso que venha a mudar esse fato. Mas para não cometer injustiças e inverdades, temos aqui as ferramentas, as autoridades competentes presentes, os técnicos, as testemunhas e os fabricantes todos na feira para que seja feita qualquer comprovação ou medição comparativa que venha a provar o contrário. E estamos à disposição para retratações caso se comprovem necessárias.

MÉTODOS DE MEDIÇÃO, SUSTENTAÇÃO DE POTÊNCIA, EFICIÊNCIA, FIDELIDADE, PROCESSAMENTO E NOVAS TECNOLOGIAS.


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