Curso engenharia de produ o disciplina organiza o industrial prof luis roberto de mello e pinto
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Curso: Engenharia de Produção Disciplina: Organização Industrial Prof. Luis Roberto de Mello e Pinto. Objetivo da Disciplina.

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Curso: Engenharia de Produção Disciplina: Organização Industrial

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Presentation Transcript


Curso engenharia de produ o disciplina organiza o industrial prof luis roberto de mello e pinto

Curso: Engenharia de Produção

Disciplina: Organização Industrial

Prof. Luis Roberto de Mello e Pinto


Objetivo da disciplina

Objetivo da Disciplina

  • Apresentar ao aluno as diversas estruturas de métodos, processos e avaliação dos tempos dentro da organização, além de definição de lay outs e movimentação dentro da indústria, capacitando-o para o entendimento e gerenciamento da mesma.

Prof. Luis R.M.Pinto


Bibliografias renovadas

Bibliografias renovadas

  • Bibliografia Básica

  • 1. ZILSTRA,K. D. Distribuição Lean, porto alegre. Bookman, 2008

  • 2. WOMACK, J.P. et al. A Máquina que Mudou o Mundo. 3. ed. Rio de Janeiro: Campus, 1992.

  • 3. Rocha, D. R., 2008, Gestão da Produção e Operações, Rio de Janeiro, Ed. Ciência Moderna .

  • 4. Rodrigues, P.S.A., 2007, Gestão Estratégica da Armazenagem, 2ª ed., São Paulo, Ed. Aduaneiras.

  • Bibliografia Complementar

  • 1. Zilstra, K.D., 2008, Distribuição Lean, Porto Alegre, Bookman

Prof. Luis R.M.Pinto


Avalia o

Avaliação

  • 2 provas (1 por bimestre), ou

  • Trabalhos

  • Freqüência Mínima: 75%

  • (onde N1 e N2 são as médias bimestrais e MS é a média semestral)

Prof. Luis R.M.Pinto


Avalia o1

Avaliação

  • MS >= 70 e freqüência > 75% - Aprovado

  • 35 > MS >70 – Exame Final

  • MS < 35 – Reprovado

  • Freqüência < 75% - Reprovado

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Avalia o2

Avaliação

MF = Média Final

MS = Média do semestre

EF = Nota do Exame Final

MF > 50 - Aprovado

Prof. Luis R.M.Pinto


Hor rio de aula

Horário de Aula

  • Terças das 21:00 as 22:40

  • Quartas das 19:00 as 20:40

Prof. Luis R.M.Pinto


Ementa da disciplina

Ementa da disciplina

  • Noções básicas de organização. (da produção em massa para a produção enxuta)

  • Processo de Projeto.

  • Projeto de Método (Estudo de Movimento): Técnicas de Registro e Análise

  • Economia de Movimentos.

  • Técnicas de Medida do Trabalho: Estudo de Tempos, Amostragem do Trabalho, Tempos Pré-determinados, avaliação/ritmo, Diagrama Homem-máquina.

  • Balanceamento de linhas.

  • Tempo Padrão.

  • Estudo do arranjo físico ‘’Layout’’.

Prof. Luis R.M.Pinto


Curso engenharia de produ o disciplina organiza o industrial

Capítulo 1:

Organização : Da Produção em Massa para a produção Enxuta.

Prof. Luis R.M.Pinto


Organiza o da produ o em massa para a produ o enxuta

Organização Da Produção em massa para a produção enxuta

  • Conceitos serão estudados com ajuda de estudos de caso.

  • A indústria escolhida é a automobilística por ser historicamente didática na apresentação dos conceitos.

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Organiza o da produ o em massa para a produ o enxuta1

Organização Da Produção em massa para a produção enxuta :

1.1. A Indústria automobilística em transição:

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1 1 a ind stria automobil stica em transi o

1.1 A Indústria automobilística em transição

  • A indústria automobilística é uma das maiores em atividade industrial, com mais de 50 milhões de veículos produzidos a cada ano.

  • Por duas vezes no século passado esta indústria alterou nossas noções de como produzir bens.

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1 1 a ind stria automobil stica em transi o1

1.1 A Indústria automobilística em transição

  • Após a 1º guerra mundial, Alfred Sloan (GM) e Henrry Ford (Ford) conduziram uma mudança importante: de séculos de produção artesanal (com liderança de indústrias européias) para a era da produção em massa (início da liderança dos EUA)

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1 1 a ind stria automobil stica em transi o2

1.1 A Indústria automobilística em transição

  • Após a 2º guerra mundial, Eiji Toyoda e Taiichi Ohno da Toyota japonesa, foram os pioneiros no conceito da Produção Enxuta. Com as outras companhias japonesas copiando este sistema, o Japão logo saltou para a atual proeminência econômica.

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1 1 a ind stria automobil stica em transi o3

1.1 A Indústria automobilística em transição

  • Histórico comparativo:

    • Produção Artesanal

    • Produção em massa

    • Produção enxuta

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1 1 a ind stria automobil stica em transi o4

1.1 A Indústria automobilística em transição

  • Produção Artesanal: Características

    • Trabalhadores muito qualificados

    • Ferramentas simples e flexíveis

    • Um item por vez conforme desejo do cliente

    • Ex; móveis por encomenda, trabalhos de arte decorativa, alguns modelos de super-carros, etc.

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1 1 a ind stria automobil stica em transi o5

1.1 A Indústria automobilística em transição

  • Produção Artesanal: resultado

    • Bens produzidos muito caros, o que levou à produção em massa.

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1 1 a ind stria automobil stica em transi o6

1.1 A Indústria automobilística em transição

  • Produção em Massa: Características

    • Trabalhadores menos qualificados.

    • Máquinas complexas e dispendiosas.

    • Alto volume de produção de cada item.

    • Necessita suprimentos, trabalhadores e espaço extra para garantir a continuidade da produção.

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1 1 a ind stria automobil stica em transi o7

1.1 A Indústria automobilística em transição

  • Produção em Massa: resultado

    • Mudança de Produto muito cara, mantém os modelos padrão pelo máximo tempo possível.

    • Bens produzidos muito baratos, porém com pouca variedade.

    • Métodos de trabalho tediosos

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1 1 a ind stria automobil stica em transi o8

1.1 A Indústria automobilística em transição

  • Produção Enxuta: Características

    • Mescla os dois métodos anteriores.

    • Evita o alto custo do processo artesanal.

    • Evita a rigidez do processo de produção em massa.

    • Emprega trabalhadores multiqualificados nos diversos níveis da Organização.

    • Máquinas mais flexíveis e automatizadas

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1 1 a ind stria automobil stica em transi o9

1.1 A Indústria automobilística em transição

  • Produção Enxuta: resultado

    • Produção de grandes volumes de produtos com ampla variedade

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1 1 a ind stria automobil stica em transi o10

1.1 A Indústria automobilística em transição

  • A produção Enxuta foi uma expressão definida pelo pesquisador John Krafcik. É “Enxuta”, por empregar menores quantidades de tudo em comparação com os métodos de produção em Massa.

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1 1 a ind stria automobil stica em transi o11

1.1 A Indústria automobilística em transição

  • Vantagens da Produção Enxuta.

    • Menos esforço dos operários da fábrica.

    • Menos espaço para a fabricação.

    • Menos investimento em ferramentas.

    • Menos tempo para planejamento e desenvolvimento de novos produtos.

    • Menos estoques no local de fabricação.

    • Menos defeitos de fabricação.

    • Maior e sempre crescente variedade de produtos.

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1 1 a ind stria automobil stica em transi o12

1.1 A Indústria automobilística em transição

  • Diferenças de Mentalidade (Enxuta x Massa).

    • Massa:

      • Objetivo – meta limitada, que seja boa o suficiente.

      • Quantidade tolerável de defeitos.

      • Nível máximo de estoques aceitável

      • Limitada variedade de produtos padronizados.

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1 1 a ind stria automobil stica em transi o13

1.1 A Indústria automobilística em transição

  • Diferenças de Mentalidade (Enxuta x Massa).

    • Enxuta:

      • Objetivos: Custos declinantes.

      • Ausência de itens defeituosos.

      • Nenhum estoque.

      • Grande variedade de novos produtos.

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1 1 a ind stria automobil stica em transi o14

1.1 A Indústria automobilística em transição

  • Para o trabalhador a principal vantagem é que para cada produto os processos diferem, tornando o trabalho mais desafiador e menos monótono que o processo relacionado com a produção em massa.

  • Isso torna o trabalho mais estimulante.

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Organiza o da produ o em massa para a produ o enxuta2

Organização Da Produção em massa para a produção enxuta :

1.2. Ascensão e queda da Produção em Massa:

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1 2 ascens o e queda da produ o em massa

1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • História:

    • 1894: S.EX.A Evelyn Henry Ellis – Abastado membro do Parlamento Inglês saiu para comprar um carro.

    • Não na concessionária, nem em qualquer loja, pois na Inglaterra não existia.

    • Foi à fábrica de ferramentas “Panhard e Levassor” ou “P&L” na França.

    • 1887: A P&L obteve licença para fabricar o motor de Gottilieb Daimler.

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1 2 ascens o e queda da produ o em massa1

1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • História:

    • Início da década de 1890: P&L fabricava algumas centenas de automóveis por ano.

    • Processo artesanal com artesãos habilidosos que montavam a mão um pequeno número de carros.

    • Peças vinham de oficinas artesanais por toda Paris.

    • Os contatos com clientes eram feitos pelos próprios donos.

    • Não existia um carro igual ao outro ( processos de metalurgia da época não permitiam isso)

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1 2 ascens o e queda da produ o em massa2

1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • Solicitações de Ellis:

    • Aceitou o motor e os chassis

    • A carroceria pediu de uma fábrica de carruagens

    • Controles e volante no centro do carro

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1 2 ascens o e queda da produ o em massa3

1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • Teste do carro de Ellis:

    • Contratou um mecânico e um motorista e ficou um bom tempo em Paris para testar o carro (que era um protótipo)

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1 2 ascens o e queda da produ o em massa4

1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • Em Londres – Fora da Lei:

    • Junho de 1895: Ellis foi o 1º a dirigir um automóvel na Inglaterra.

    • 90 km em 5 h e 32 min

    • Média de 16 km/h (ilegal – máxima = 4 m/h = 6,44 km/h)

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1 2 ascens o e queda da produ o em massa5

1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • Em Londres – Mudando a Lei:

    • 1896: Ellis assume a liderança do parlamento Inglês e muda o limite para 12 m/h (19,32 km/h)

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1 2 ascens o e queda da produ o em massa6

1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • Características que derrubaram a Produção Artesanal:

    • Força de trabalho altamente qualificada e cara.

    • Alguns trabalhadores se tornavam empreendedores autônomos e conduziam suas próprias firmas.

    • Organizações descentralizadas.

    • Peças provinham de pequenas oficinas

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1 2 ascens o e queda da produ o em massa7

1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • Características que derrubaram a Produção Artesanal:

    • Utilização de máquinas gerais para todas as funções.

    • Volume de produção muito baixo.

    • Menos de 1000 carros por ano, dos quais 50 ou menos conforme o mesmo projeto.

    • Produtos sem qualidade e sem confiabilidade (todos protótipos sem testes.

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1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • Características que derrubaram a Produção Artesanal:

    • Incapacidade de pequenas oficinas fornecedoras desenvolverem tecnologia.

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1 2 ascens o e queda da produ o em massa9

1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • O início da Produção em Massa:

    • 1903: Ford inicia a produção do Modelo A.

    • 1908: Ford inicia a produção do Modelo T.

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1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • Modelo T:

    • Carro projetado para a Manufatura.

    • User-friendly (amigo do usuário)

      • Não precisava motorista (qualquer um podia dirigir)

      • Nem mecânico (qualquer um podia concertar)

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1 2 ascens o e queda da produ o em massa11

1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • Uma Grande sacada financeira:

    • Ford percebeu que a padronização de medidas se converteria em benefícios financeiros.

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1 2 ascens o e queda da produ o em massa12

1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • Uma Grande sacada metalúrgica:

    • Ford se beneficiou do avanço das máquinas e ferramentas que possibilitaram o trabalho com metais pré endurecidos.

    • O arqueamento resultante do aquecimento das peças impedia a padronização anteriormente.

    • Ford fundiu o bloco do motor em uma peça única eliminando ajustadores qualificados

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1 2 ascens o e queda da produ o em massa13

1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • Uma Grande sacada para o tempo de montagem:

    • Com a produção especializada (uma tarefa por trabalhador) o tempo médio de um montador caiu de 514 minutos para 2,3, graças a não necessidade de ajustes das peças.

    • Com a produção em linha (o carro ia ao trabalhador) o tempo médio de um montador caiu de 2,3 minutos para 1,19minutos.

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1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

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1 2 ascens o e queda da produ o em massa15

1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • 1920: Ford fabricou 2 milhões de modelos T idênticos derrubando se custo para 1/3 do inicial em 1908.

  • A Ford se tornou a maior fabricante de automóveis do mundo e encaminhou para o fim a maioria da indústrias artesanais, com exceção de alguns produtores artesanais europeus de carros de luxo.

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1 2 ascens o e queda da produ o em massa16

1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • A produção em massa de Henry Ford orientou a indústria automobilística por 50 anos, sendo adotada em quase todas as atividades industriais na Europa e na América do Norte.

  • Estudaremos a seguir algumas das suas características mais importantes.

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1 2 ascens o e queda da produ o em massa17

1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • Características da Produção em massa para estudo:

    • Força de trabalho

    • Organização

    • Ferramentas

    • Produtos

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1 2 ascens o e queda da produ o em massa18

1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • 1) Força de Trabalho:

    • Os operários das linhas passaram a ser tão intercambiáveis quanto os carros.

    • Troca da mão de obra especializada em montagem e ajuste de peças por mão de obra menos qualificada par a linha de montagem.

    • Surgimento dos engenheiros de produção ou engenheiros industriais com a incumbência de projetar e garantir o funcionamento das linhas.

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1 2 ascens o e queda da produ o em massa19

1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • 1) Força de Trabalho:

    • Somente os supervisores e fiscalizadores mantinham as qualidade de montagem dos operários originais.

    • Equipes mais qualificadas reparavam partes com defeitos ao final da linha.

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1 2 ascens o e queda da produ o em massa20

1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • 1) Força de Trabalho:

    • Surgem os trabalhadores da “inteligência” que contrastavam com os pouco qualificados trabalhadores da linha, que não passavam de supervisores ao longo da carreira.

    • Os engenheiros tinham agora uma carreira executiva e substituíram os trabalhadores especializados que acabavam abrindo suas firmas.

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1 2 ascens o e queda da produ o em massa21

1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • 2) Organização:

    • Ford era inicialmente um montador.

      • Motor = Irmãos Dodge

      • Itens diversos de outras firmas

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1 2 ascens o e queda da produ o em massa22

1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • 2) Organização:

    • 1915 – Ford iniciou a incorporação de todas as funções em sua empresa.

    • 1931 Ford conclui a incorporação

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1 2 ascens o e queda da produ o em massa23

1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • 2) Organização:

    • Motivos para Ford incorporar todas as funções:

      • Ford aperfeiçoou as técnicas da Produção em massa antes de seus fornecedores.

      • Ford não confiava nas pessoas.

      • Ford necessitava de peças com tolerâncias menores e com cronogramas de entrega mais rígidos.

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1 2 ascens o e queda da produ o em massa24

1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • 2) Organização:

    • Surge a moderna corporação verticalmente integrada.

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1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • 2) Organização:

    • Características da Organização verticalmente integrada:

      • Serviços e matérias primas necessárias eram obtidas de divisões operacionais internas

      • Estas divisões eram coordenadas por executivos seniores dentro da própria corporação.

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1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • 2) Organização:

    • Conseqüências da Organização verticalmente integrada:

      • Excesso de burocracia.

      • Problemas de transporte para a escala de fabricação em um só local.

      • Barreiras alfandegárias impostas por políticas governamentais.

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1 2 ascens o e queda da produ o em massa27

1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • 2) Organização:

    • Conseqüências da Organização verticalmente integrada:

      • Em 1926 a Ford montava automóveis em 36 cidades americanas e em mais 19 países, apesar de os projetos serem todos desenvolvidos, as peças desenhadas e fabricadas em Detroit

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1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • 2) Organização:

    • Conseqüências da Organização verticalmente integrada:

      • Novo problema:

        • O produto padrão não se adaptou em todos os lugares do mundo.

        • EUA descobriram petróleo e a gasolina era barata.

        • Europa não tinha gasolina, tinha que importá-la, ou seja, gasolina cara

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1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • 2) Organização:

    • Conseqüências da Organização verticalmente integrada:

      • Para minimizar as barreiras impostas na Europa, Ford vendeu fatia minoritária do negócio para os ingleses.

      • No início dos anos 30, Ford estabeleceu 3 sistemas integrados na Inglaterra, Alemanha e França.

      • Estas empresas “Européias” manufaturavam produtos de acordo com os gostos de cada país e eram administradas por gerentes nativos.

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1 2 ascens o e queda da produ o em massa30

1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • 3) Ferramentas:

    • As ferramentas foram a chave para o sucesso das peças intercambiáveis.

    • Tinham a capacidade de cortar o metal de alta dureza e de prensar o chapas de aço com precisão absoluta.

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1 2 ascens o e queda da produ o em massa31

1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • 3) Ferramentas:

    • A chave para a intercambiabilidade de peças a baixo custo foi a preparação das máquinas para realização de uma única tarefa e não mais receber ajustes como no processo de produção artesanal, onde as máquinas realizavam várias funções.

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1 2 ascens o e queda da produ o em massa32

1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • 3) Ferramentas:

    • Vantagens:

      • Tempo menor por operação.

      • Trabalhadores menos qualificados e mais baratos.

      • Grande volume de produção.

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1 2 ascens o e queda da produ o em massa33

1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • 3) Ferramentas:

    • Desvantagens:

      • Pouca ou nenhuma flexibilidade nos equipamentos e na linha de produção.

      • Mudanças nas linhas e nos equipamentos caras e demoradas.

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1 2 ascens o e queda da produ o em massa34

1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • 4) Produto:

    • Modelo T: Nove versões com o mesmo chassi:

      • Conversível para duas pessoas

      • Passeio aberto para quatro pessoas

      • Sedan coberto para quatro pessoas

      • Caminhão com compartimento de carga atrás

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1 2 ascens o e queda da produ o em massa35

1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • 4) Produto:

    • 1923 foi o pico da produção do Modelo T, com 2,1 milhões de chassis construídos. (número somente alcançado pelo fusca)

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1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • 4) Produto:

    • Motivos do sucesso:

      • Custo baixo e declinante.

      • Facilidade de manutenção (manual do proprietário)

      • Durabilidade do projeto e dos materiais.

      • Pouca atenção dos consumidores em detalhes como pinturas e demais acabamentos.

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1 2 ascens o e queda da produ o em massa37

1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • 4) Produto:

    • Devido à facilidade de manutenção dos Modelo T pelos próprios proprietários, raramente a Ford ligava um motor antes de o carro estar já fora da linha de produção.

    • Testes de qualidade e de funcionamento eram quase inexistentes.

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1 2 ascens o e queda da produ o em massa38

1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • 4) Produto:

    • A linha de produção do modelo T teve seu fim em 1927, em parte devido aos carros da GM que eram melhores e pouco mais caros que os Ford do mesmo segmento.

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1 2 ascens o e queda da produ o em massa39

1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • Onde Ford falhou:

    • Tecnicamente o processo desenvolvido por Ford era muito bom, porém, administrativamente, Ford propiciou espaço para evoluções.

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1 2 ascens o e queda da produ o em massa40

1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • Ford investiu com recursos próprios em:

    • Plantação de borracha no Brasil

    • Fundição

    • Fábrica de vidros

    • Minas de ferro em Minnessota

    • Navios pra transporte de minério

    • Ferrovias interligando suas instalações

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1 2 ascens o e queda da produ o em massa41

1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • Ford queria produzir em massa de alimentos (fabricando tratores e uma usina de extração de soja) até transporte aéreo, com baixo custo.

  • Financiar tudo com recursos próprios, pois odiava bancos.

  • Administrar centralizadamente com um homem tomando todas as decisões, ele.

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1 2 ascens o e queda da produ o em massa42

1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • Conseqüência inevitável:

    • Fracasso dos empreendimentos.

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1 2 ascens o e queda da produ o em massa43

1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • A evolução da Produção em Massa:

    • A GM pos a frente de sua indústria o executivo Alfred Sloan, que revolucionou a administração da produção em Massa.

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1 2 ascens o e queda da produ o em massa44

1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • A revolução de Sloan:

    • Descentralizou a administração das diversas unidades, gerenciando seus números com frequencia.

    • Revolucionou o Marketihg da indústria automotiva:

      • Modificando a aparência externa dos carros anualmente.

      • Lançando uma série de acessórios como ar condicionado, transmissão automática e rádios.

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1 2 ascens o e queda da produ o em massa45

1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • O apogeu da Produção em massa:

  • A produção em massa em sua forma final amadurecida se deve à:

    • Práticas de fabricação de Ford

    • Técnicas administrativas de Sloan

    • O papel do movimento sindical no controle das definições e conteúdo das tarefas

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1 2 ascens o e queda da produ o em massa46

1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • O apogeu da Produção em massa:

  • Resultados:

    • Companhias automobilísticas norte-americanas dominaram este mercado mundial.

    • O mercado norte-americano representou maior percentagem de vendas do mundo.

    • Companhias dos demais ramos de atuação adotaram métodos semelhantes.

    • Sobreviveram algumas firmas artesanais em nichos de pequenos volumes.

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1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • O apogeu da Produção em massa:

  • 1955:

    • Vendas de automóveis nos EUA superou 7 Mi de carros.

    • Sloan se aposenta após presidir a GM por 35 anos.

    • Ford + GM + Chysler = 95% das vendas

    • Seis modelos representavam 80% das vendas.

    • Fim da produção artesanal nos EUA.

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1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • O apogeu da Produção em massa:

  • 1955:

    • Início da queda do domínio norte-americano no setor, pois:

      • Demais companhias automobilísticas começaram a aplicar os mesmos métodos e a alcançar os mesmos resultados

      • Conseqüentemente a importação de veículos teve início na América e não mais deixou de crescer.

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1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • A Difusão da Produção em Massa:

  • Empresários que copiaram o modelo proposto por Ford após visitas a Higland Park:

    • André Citroen

    • Louis Renault

    • Giovanni Agnelli (Fiat)

    • Herbert Austin e William Morris (Morris e MG inglesas)

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1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • A Difusão da Produção em Massa:

  • Desde os anos 30 Ford discutia abertamente seus métodos com os empresários europeus, além de apresentar-lhes suas instalações.

  • Somente nos anos 50 estes começaram a produzir conforme modelo de Ford.

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1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • A Difusão da Produção em Massa:

  • Motivos pelos quais as marcas européias demoraram 2 décadas para iniciar a produção em massa:

    • Caos econômico pós grande depressão de 30.

    • Nacionalismo dos anos 20 e 30.

    • Apego às tradições de produção artesanal.

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1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • A Difusão da Produção em Massa:

  • No final dos anos 50 já produziam na Europa em escala comparável a Detroit:

    • Wolfsburg (VW)

    • Flins (Renault)

    • Mirafiori (Fiat)

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1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • A Difusão da Produção em Massa:

  • Inicialmente os Europeus especializaram-se em dois tipos de carros que os norte americanos não ofereciam:

    • Compactos e econômicos

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1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • A Difusão da Produção em Massa:

  • Exemplo: Fusca.

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1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • A Difusão da Produção em Massa:

  • Nos anos 70 o carro de luxo foi redesenhado para menor:

    • Mercedes monobloco: 1,6 Ton, injeção de gasolina e suspensões independentes, versus:

    • Cadillac: 2,3 Ton, carburador, eixo reto e carroceria sobre chassis.

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1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • A Difusão da Produção em Massa:

  • Do início dos anos 50 até meados dos anos 70, os europeus obtiveram sucesso nas exportações.

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1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • A Difusão da Produção em Massa:

  • Apostas européias:

    • Preços competitivos (salários menores).

    • Tração dianteira.

    • Carrocerias monobloco(rígidos, leves e silenciosos).

    • Ótima relação peso / potência

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1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • A Difusão da Produção em Massa:

  • Apostas européias:

    • Freios a disco.

    • Transmissão de 5 marchas

    • Injeção de combustível

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1.2 Ascensão e queda da Produção em Massa

  • A Difusão da Produção em Massa:

  • Apostas americanas:

    • Sistemas de ar condicionado.

    • Direção hidráulica.

    • Aparelhos de som stereo.

    • Transmissão automática.

    • Motores potentes.

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Organiza o da produ o em massa para a produ o enxuta3

Organização Da Produção em massa para a produção enxuta :

1.3. O Surgimento da Produção Enxuta:

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1 3 o surgimento da produ o enxuta

1.3 o Surgimento da Produção Enxuta

  • 1937: Toyota Motor Company (TMC)é fundada pela família Toyoda

  • Toyoda significa “arrozal abundante”, motivo pelo qual foi realizado um concurso em 1936 para escolha de novo nome: Toyota, que não tem significado algum em japonês.

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1.3 o Surgimento da Produção Enxuta

  • 1929: Kiichiro Toyoda visitou a fábrica de Ford.

  • 1950: Eiji Toyoda passa 3 meses estudando a fábrica Rouge da Ford em Detroit.

  • Anos 30; Toyota proibida de fabricar carros e obrigada a fabricar caminhões e veículos pesados para atender os esforços de guerra.

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1.3 o Surgimento da Produção Enxuta

  • 1949: Kiichiro Toyoda renunciou à companhia, pondo fim a longa greve iniciada com a demissão de grande parte da força de trabalho.

  • 1950: Toyota fabricou 2.685 automóveis, contra 7.000 fabricados por Rouge num único dia.

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1.3 o Surgimento da Produção Enxuta

  • Quando Eiji voltou para Nagoya, junto com seu gênio de produção taiichi Ohno, concluíram que o processo de Ford não seria bem sucedido no Japão, criando o que eles chamaram de processo “Toyota”.

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1.3 o Surgimento da Produção Enxuta

  • Cenário do Nascimento da Produção Enxuta:

  • Mercado doméstico Limitado: Demandava vasta gama de veículos.

    • Carros de luxo para autoridades.

    • Caminhões grandes para mercadorias

    • Caminhões pequenos para agricultores

    • Carros pequenos para cidades populosas e combustível caro.

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1.3 o Surgimento da Produção Enxuta

  • Cenário do Nascimento da Produção Enxuta:

  • Força de trabalho não disposta a ser intercambiável:

    • Novas leis trabalhistas introduzidas pela ocupação norte americana pós 2ª guerra fortaleceram os trabalhadores nas negociações com as companhias.

    • Direito de empresas de demitir foi restrito.

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1.3 o Surgimento da Produção Enxuta

  • Cenário do Nascimento da Produção Enxuta:

  • Força de trabalho não disposta a ser intercambiável:

    • Sindicatos, representando todos os empregados de uma companhia tinham muita força de barganha.

    • Inexistência de trabalhadores “hóspedes” dispostos a enfrentar condições precárias de trabalho em troca de baixos salários , como foi constituído o grosso da força de trabalho na maioria das companhias de produção em massa do ocidente.

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1.3 o Surgimento da Produção Enxuta

  • Cenário do Nascimento da Produção Enxuta:

  • Economia do País:

    • Devastada pela guerra.

    • Ávida por capitais e trocas comerciais.

    • Não possibilitava a compra de tecnologias de produção ocidentais mais recentes.

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1.3 o Surgimento da Produção Enxuta

  • Cenário do Nascimento da Produção Enxuta:

  • Mundo Exterior:

    • Repleto de produtores de veículos, ansiosos para operarem no Japão e prontos para defender seu território comercial contra as exportações japonesas.

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1.3 o Surgimento da Produção Enxuta

  • Cenário do Nascimento da Produção Enxuta:

  • Atitude do governo japonês que alavancou a indústria automobilística japonesa:

  • Proibiu investimentos externos diretos na indústria automobilística japonesa.

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1.3 o Surgimento da Produção Enxuta

  • Diferencial técnico do Modelo “Toyota”: Estampagem:

  • Estampagens ocidentais prensavam 12 peças por minuto (mais de 1 milhão de peças ano), o que ultrapassava demais produção inicial da Toyota.

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1.3 o Surgimento da Produção Enxuta

  • Diferencial técnico do Modelo “Toyota”: Estampagem:

  • Os moldes podiam ser trocados, mas:

    • Pesavam várias toneladas.

    • O alinhamento tinha que ser preciso.

    • Pequeno desalinhamento produzia peças com defeito.

    • Deselinhamentos maiores poderiam fundir as peças aos moldes.

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1.3 o Surgimento da Produção Enxuta

  • Diferencial técnico do Modelo “Toyota”: Estampagem:

  • Trocas de moldes no ocidente:

    • Somente especialistas realizavam tais mudanças.

    • Eram executadas metodicamente.

    • Custavam pelo menos 1 dia de trabalho.

    • Conjunto de prensas para algumas peças, para evitar a troca do molde que aconteceria somente a cada três meses.

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1.3 o Surgimento da Produção Enxuta

  • Diferencial técnico do Modelo “Toyota”: Estampagem:

  • Trocas de moldes na Toyota ( Ohno):

    • Iniciou testes de trocas de prensas no final de 1940 e em meados de 1950, a Toyota trocava moldes em apenas 3 minutos.

    • Os próprios trabalhadores realizavam as trocas.

    • Os trabalhadores eram mais valorizados pois tinham que ser mais especialistas.

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1.3 o Surgimento da Produção Enxuta

  • Diferencial técnico do Modelo “Toyota”: Estampagem:

  • Conseqüências da troca de moldes da Toyota:Custos de por peça prensada em pequenos lotes era menor que no processamento se lotes imensos.

    • Eliminava o custo financeiro de estoques de matéria prima e peças acabadas.

    • Erros de prensagem apareciam instantaneamente e não se acumulavam nos imensos estoques.

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1.3 o Surgimento da Produção Enxuta

  • Acordo da Toyota com os trabalhadores:

    • Com a saída de Kiichiro Toyoda, cerca de ¼ da força de trabalho foi demitida em função das crises financeiras e fortes restrições de crédito.

    • Quem ficou teve garantia de emprego vitalício e valorização salarial constante segundo o tempo de serviço em cada função.

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1.3 o Surgimento da Produção Enxuta

  • Acordo da Toyota com os trabalhadores:

    • Com os trabalhadores motivados. Ohno pode reconfigurar a linha de montagem, fazendo com que a linha fosse parada quando um trabalhador não conseguisse resolver um problema, possibilitando o envolvimento de todos na solução.

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1.3 o Surgimento da Produção Enxuta

  • Acordo da Toyota com os trabalhadores:

    • Na linha da produção em massa as vezes os trabalhadores não paravam a linha, deixando a solução dos problemas para o final do processo, possibilitando a multiplicação da falha...

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1.3 o Surgimento da Produção Enxuta

  • O legado de Ohno foi sua busca pela qualidade na e pela não realização do retrabalho no final da linha.

  • Hoje o rendimento nas fábricas da Toyota se aproxima dos 100%.

  • Enquanto que em companhias de produção em massa, 90% é considerado um ótimo resultado.

  • Estas companhias reservam de 20% de sua área operacional e 25% do total de horas de trabalho ao retrabalho de erros.

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1.3 o Surgimento da Produção Enxuta

  • Rede de fornecedores:

    • Ohno deu aos fornecedores independência de projetos exigindo somente o cumprimento das funções solicitadas.

    • Ajudou financeiramente seus fornecedores.

    • Tornou-se acionista de seus fornecedores

    • Estimulou que os fornecedores se falassem para encontrar soluções ao invés de esconder informações.

    • Desestimulou a concorrência entre os fornecedores.

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1.3 o Surgimento da Produção Enxuta

  • Ohno desenvolveu o sistema “jus in time” de fornecimento ao longo do processo: ou Kanban na Toyota.

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1.3 o Surgimento da Produção Enxuta

  • Demanda dos consumidores:

    • Confiabilidade; a espátula e a chave inglesa já não ajudavam os clientes a resolverem problemas de seus carros.

    • O mercado passou a exigir vários segmentos de produtos.

    • Como a Toyota garantia a confiabilidade dos carros, logo percebeu que podia cobrar mais que os concorrentes de produção em massa.

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1.3 o Surgimento da Produção Enxuta

  • Demanda dos consumidores:

    • 1990: Toyota oferecia tantos modelos quanto a GM apesar de ter metade do tamanho dela.

    • Para mudar um produto, a Toyota gasta metade do que gasta uma empresa que atua conforme modelo de produção em massa.

    • Hoje as companhias japonesas oferecem tantos modelos quanto todas as companhias ocidentais juntas.

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1.3 o Surgimento da Produção Enxuta

  • Demanda dos consumidores:

    • A Ford e a GM, focalizam suas montadoras para a meta de um único modelo por fábrica, enquanto que as fábricas japonesas transplantadas para os EUA constroem todas dois ou três diferentes produtos.

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