PALESTRA BÁSICA
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PALESTRA BÁSICA 2008 - PowerPoint PPT Presentation


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PALESTRA BÁSICA 2008. CENTRO E REDES DE EXCELÊNCIA. JANEIRO de 2008. REDES x MODELO TRADICIONAL DE TRABALHAR ISOLADO.

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- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - E N D - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Presentation Transcript


REDES x MODELO TRADICIONAL DE TRABALHAR ISOLADO

Bomba Atômica Isoladamente, EUA, URSS, Inglaterra, França, Reator de Fusão Nuclear UE, EUA, China, Rússia, C. Sul, Índia, Japão China, Índia

Segunda Grande Guerra Praticamente todos os países em quatro blocos

OTAN North Atlantic Treaty Organisation

Pacto de Varsóvia Países comunistas até 1990

Comunidade Econômica Européia 25 países

NASA EUA, formado por vários Centros de Excelência

AIRBUS França, Alemanha, Espanha, Inglaterra

Centros de Excelência Canadá, EU, Brasil, EUA, várias centenas

Pesquisa Espacial Várias combinações EU, EUA e Rússia.

Consórcio mundial para estação orbital, vários países

MERCOSUL Brasil e outros

NAFTA, ALCA EUA e outros

ITAIPU Brasil e Paraguai

Gasoduto Brasil Bolívia Petrobras, YPFB, BG, outros

Sistema Petroquímico e de Gás Petrobras e outros

Parcerias na produção de óleo e gás Petrobras e outros, empresas entre si.

Wikipedia

Linux x Windows Código aberto Linux atual conjunto de varias contribuiçoes

Open Office x MS Office Código aberto Sun coordenando rede para substituir MS


REDES GOVERNO GOVERNO UNIVERSIDADES EMPRESAS

APLICAÇOES DA PETROBRAS 1954

PADCT I II (AÇÃO ISOLADA) MCT 1985

PADCT III MCT 1998

APOIOS DO MCT

CENTROS E REDES DE EXCELÊNCIA Petrobras 1992

PRONEX MCT 1996

RECOPE MCT 1996

ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS

CENTROS TECNOLÓGICOS DO SENAI

FUNDOS SETORIAIS GOVERNO 1998

INSTITUTOS DO MILÊNIO MCT

REDES TECNOLÓGICAS Petrobras 2006

EPC


TRECHOS DA POLÍTICA INDUSTRIAL, TECNOLÓGICA E DE COMÉRCIO EXTERIOR *

2004

Em março de 2004, o Governo Federal lançou sua Política

Industrial e Tecnológica e de Comércio Exterior,

dentre outras intenções, declarou:

“...O panorama mundial está marcado por um novo dinamismo econômico baseado na ampliação de demanda por produtos e processos diferenciados, viabilizados pelo desenvolvimento intensivo e acelerado de novas tecnologias e novas formas de organização.....

...Além disso, é decisivo desenvolver a capacidade de realizar Pesquisa e Desenvolvimento-P&D nas empresas e instituições públicas e privadas....

EPC

...O Brasil precisa estruturar um Sistema Nacional de Inovação que permita a articulação de agentes voltados ao processo de inovação do setor produtivo, em especial: empresas, centros de pesquisas públicos e privados, instituições de fomento e financiamento ao desenvolvimento tecnológico...”

Há que se admitir que em 2004 não se reconhecia como resolvido o problema da inovaçao empresarial no País.

* Elaborado por Casa Civil, MDIC, MF, MP, MCT, IPEA, BNDES, FINEP, APEX


A INTELIGÊNCIA NACIONAL EXTERIOR *

AOS PRODUTOS PROCESSOS, SERVIÇOS E ÀS TECNOLOGIAS

COMO CRIAR RIQUEZAS SUSTENTADAMENTE

agregada

EPC

resulta em conquista de mercados, parcerias,

negócios, melhor gestão empresarial ou pública,

GERANDO RIQUEZAS – SOCIAL E EMPRESARIAL


ENTIDADES EXTERIOR *

FEDERAL

ESTADUAL

PESSOAS

PODER PÚBLICO

MUNICIPAL

ONGs

Pessoas, Departamentos, Órgãos, Secretarias,

Empresas, InstiTuiçoes etc.

DISPERSÃO DE RECURSOS

Sempre há recursos dispersos

O GOL

Vanguarda

em alguma

tema

INICICIATIVA PRIVADA

EPC

Bem uni-los, eis a arte


A ORGANIZAÇÃO VISTA PELAS SUAS COMPETÊNCIAS E RECURSOS E EXTERIOR *

NOVOS ARRANJOS PARA INOVAÇÃO - FORMAÇÃO DE REDES

MODELO

TRADICIONAL

SERIADO

(MANTÉM)

SOCIEDADE

PRODUTOS

PROCESSOS

SERVIÇOS

ORGANIZAÇÃO

Espaço

NOVAS

OPORTUNIDADES PARA O SABER ESPECÍFICO

Parcerias e pactos com empresas, universidades, centros de pesquisas

órgãos de governo, entidades em geral

Conhecimentos, Tecnologias,

Recursos


A REDE EXTERIOR *

A ORGANIZAÇÃO E O PAÍS VISTOS PELAS SUAS COMPETÊNCIAS E RECURSOS

NOVOS ARRANJOS PARA INOVAÇÃO - FORMAÇÃO DE REDES

MODELO TRADICIONAL

Atender às demandas de forma segregada

EMPRESA, OU

CIDADÃO, OU

SOCIEDADE

ORGANIZAÇÃO

OU PAÍS

Atender múltiplas necessidades do indivíduo, ou da empresa ou da sociedade de forma integrada

MODELO INOVADOR

EM REDE

Parcerias e pactos entre empresas,

universidades, centros de pesquisas, órgãos de governo, entidades em geral

Conhecimentos, Tecnologias,

Recursos em várias partes


Poucas EXTERIOR *

ações

Esforço

ainda

majoritário.

DESAFIOS PARA O BRASIL

AUMENTAR APLICAÇÕES EM INOVAÇAO NO SETOR PRODUTIVO

Ações dos

governos

INCREMENTO DA

INOVAÇÃO NACIONAL

Ações da

sociedade

.

EPC

Sociedade e

entidades

Incrementam

suas ações

Governos

incrementam

suas ações.

Apóiam os

programas da

sociedade

Favorece o desenvolvimento

Garante o desenvolvimento

O grande esforço que se faz é no sentido de aumentar significativamente os investimentos em inovação a partir das empresas


DESAFIOS PARA O BRASIL EXTERIOR *

AUMENTAR APLICAÇÕES EM P&D

GERENCIAR ESSE ESFORÇO, CAMPO ESPECIAL PARA OS CENTROS E REDES DE EXCELÊNCIA

3

ESFORÇO

ATUAL

FAIXA DA RIQUEZA E DE ALTA

COMPETITIVIDADE

DESAFIO

2

APLICAÇÕES EM P&D % PIB / ANO

O RUMO DA RIQUEZA

FAIXA DE MÉDIA

COMPETITIVIDADE

EM GERAL

ESFORÇO

ATUAL

EUA Japão Coréia do Sul União Européia

1

FAIXA DE BAIXA

COMPETITIVIDADE

EM GERAL

Brasil

APLICAR EM INOVAÇAO GERA RECURSOS PARA MAIS INVESTIR – CÍRCULO VIRTUOSO

Nos países ainda em desenvolvimento é pequeno o número de empresas e de núcleos de alta tecnologia e excelência.

Os países desenvolvidos possuem milhares de empresas e de núcleos vanguardistas, garantindo e promovendo seu poderio econômico, comercial, industrial ou militar.

Cada 1 % de aumento de aplicação em P&D no Brasil representa investir mais US$ 7 Bilhões/ano na base do PIB atual . Em 20 anos seriam no mínimo US $ 140 bilhões!


AÇÃO E EXPANSÃO EXTERIOR *

IMPLANTAÇÃO ASSISTIDA

FORMATAÇÃO DO CENTRO

ANO 1

ANO 2

ANO 3

ANO 5

ANO 6

ANO 4

DEGRAUS NA BUSCA DA EXCELÊNCIA

NÍVEL DE EXCELÊNCIA

EPC

COMPETÊNCIA INICIAL NO TEMA

ANO 0

Projetos e Ações Estruturantes, são movimentos que levam a mudanças de patamar operacional, ou tecnológico, ou empresarial, ou organizacional ou de imagem, por exemplo . São essenciais para alcançar a vanguarda.


RELAÇÕES FORTES E INTERDEPENDENTES EXTERIOR *

Clientes / Fornecedores do Centro

Clientes / Fornecedores do Centro

Parceiros internos / Áreas do núcleo de maior interação

N

PE

Parceiro interno

Parceiro externo

PI

COESÃO E ÓRBITAS EM UM CENTRO DE EXCELÊNCIA

PI

PE

PE

PE

PE

PI

PI

N

PE

PE

N

N

LÍDER

N

N

PE

N

PE

PE

PE

PI

EPC

PE

PE

PI

PI

Assim, um modelo de pesquisas e desenvolvimento, com apresente forte demanda empresarial localizada, requer liderança forte com poder de decisao e ação que, pelo seu peso, crie órbitas de interesses comuns nas quais circulem os atores envolvidos, assim evitando a perda de substância que são comuns nas redes convencionais de poder distribuído, porém com interesses conflitantes.


Programas, Projetos e Ações diversificados para EXTERIOR *

alcançar e manter Vanguarda e para garantir

espaços no futuro.

EXCELÊNCIA

Programas, Projetos e Ações para manter espaços conquistados, garantir eficiência.

Centros e Redes de Excelência

Programas, Projetos e Ações para

recuperar espaços, resolver problemas

acumulados, sanar lacunas

EFICIÊNCIA

Ações para a eficiência

Ações em busca da vanguarda

EVOLUÇÃO DE UMA ORGANIZAÇÃO OU PAÍS

ORGANIZAR PARA AVANÇAR

AVANÇAR

MANTER

RECUPERAR

MANTER

AVANÇAR

RECUPERAR

Centros e Redes de Excelência

RECUPERAR

MANTER

AVANÇAR

TEMPO


ARQUITETURA DA EXCELÊNCIA EXTERIOR *

EXCELÊNCIA

GLOBAL

Excelência

Operacional

Excelência

Tecnológica

Excelência

SMS

Excelência

Social

Excelência

em Marketing

Projetos e Programas Estruturantes e Integradores, Ações Estratégicas, Centros e Redes de Excelência,

Gestão

Operacional

Gestão

Tecnológica

Gestão

SMS

Gestão do

Conhecimento

Gestão

RH

Gestão

Financeira

Práticas

Procedimentos

Conhecimentos

Tecnologias

Recursos

SUPORTES PARA A GESTÃO DA ENTIDADE.

SMS - Saúde, Segurança e Meio Ambiente


Órgãos governamentais, federais estaduais e municipais EXTERIOR *

Entidades

do exterior

ou

Entidades em geral, empresas

Núcleo de Gestão

Universidades, centros de pesquisas

Gestão Compartilhada entre várias entidades

Representantes de Parceiros Estratégicos líderes

Entidades Parceiras Estratégicas

Gestão por somente um Fundador, porém compartilhada internamente

Representantes de órgãos internos da(s) empresa(s) líder(es)

Projetos Estruturantes

para o conjunto

MODELO BÁSICO DE UM CENTRO/REDE DE EXCELÊNCIA

BUSCA-SE A INTEGRAÇAO,

SUSTENDADA, DE VANGUARDA

ENTRE OS VARIOS SEGMENTOS E

EM TODA A CADEIA PRODUTIVA

O GRANDE ESFORÇO É NO COMO COMPOR ESSA DESEJADA REDE


Órgãos governamentais, federais estaduais e municipais EXTERIOR *

Entidades

do exterior

ou

Entidades em geral, empresas

Núcleo de Gestão

Universidades, centros de pesquisas

Gestão Compartilhada entre várias entidades

Representantes de Parceiros Estratégicos líderes

Entidades Parceiras Estratégicas

Gestão por somente um Fundador, porém compartilhada internamente

Representantes de órgãos internos da(s) empresa(s) líder(es)

Projetos Estruturantes

para o conjunto

MODELO BÁSICO DE UM CENTRO/REDE DE EXCELÊNCIA EXPANDIDO

O QUE INTRODUZIR?

EPC

Centros de Excelência de suporte ao conjunto ou dele derivados


Órgãos governamentais, federais estaduais e municipais EXTERIOR *

ZZZ

Entidades

do exterior

ou

Entidades em geral, empresas

Núcleo de Gestão

AÇÕES EXECUTIVAS

Universidades, centros de pesquisas

AÇÕES CORPORATIVAS

Gestão Compartilhada entre várias entidades

Representantes de Parceiros Estratégicos líderes

Entidades Parceiras Estratégicas

Gestão por somente um Fundador, porém compartilhada internamente

Representantes de órgãos internos da(s) empresa(s) líder(es)

Projetos Estruturantes

para o conjunto

CENTROS/REDE DE EXCELÊNCIA CORPORATIVO – INTERNO DEUMA ORGANIZAÇÃO

O QUE INTRODUZIR?


Órgãos governamentais, federais estaduais e municipais EXTERIOR *

ZZZ

Entidades

do exterior

ou

Entidades em geral, empresas

Núcleo de Gestão

AÇÕES EXECUTIVAS

Universidades, centros de pesquisas

AÇÕES CORPORATIVAS

Gestão Compartilhada entre várias entidades

Representantes de Parceiros Estratégicos líderes

Entidades Parceiras Estratégicas

Gestão por somente um Fundador, porém compartilhada internamente

Representantes de órgãos internos da(s) empresa(s) líder(es)

Projetos Estruturantes

para o conjunto

REDE DE EXCELÊNCIA DE CENTROS/REDES DE EXCELÊNCIA

O QUE INTRODUZIR?


UNIÃO DE CENTROS/REDES DE EXCELÊNCIA INDEPENDENTES EXTERIOR *

Centro/Rede de Excelência no Tema X,

liderado pelo Grupo A

Centro/Rede de Excelência no Tema Y,

liderado pelo Grupo B

Órgãos

Governamentais

Órgãos

Governamentais

Cooperação

Entidades

do exterior

ou

ou

Entidades

do exterior

Núcleo de Gestão

Núcleo de Gestão

Entidades em geral, empresas

UNIVERSIDADES, CENTROS DE PESQUISAS

Universidades, centros de pesquisas

Projetos Estruturantes, pesquisas várias, apoios, ações de complementação e suplementação, de interesse comum

Projetos Estruturantes de cada Centro

ou Rede, específicos para seu tema


PROMOÇÃO DO PROJETO CENTRO / REDES DE EXCELÊNCIA. ORGANIZAÇÃO

DE NOVOS PROGRAMAS DE INCENTIVO A ESSES PROJETOS.

ESTÍMULO À APLICAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE NOVAS TECNOLOGIAS.

ELABORAÇÃO DE LEIS DE PROTEÇÃO E INCENTIVO À APLICAÇÃO

DE RECURSOS EM TECNOLOGIAS E EM REDES DE EXCELÊNCIA.

FINANCIAMENTO PREFERENCIAL A PROJETOS DE REDES PERMANENTES

E DE BOA ANCORAGEM EMPRESARIAL, SOCIAL OU ACADÊMICA.

APORTE INICIAL DE RECURSOS PARA A FORMAÇÃO DE EMPRESAS COM

VISTAS À EXPLORAÇÃO DAS TECNOLOGIAS DESENVOLVIDAS.

NEGOCIAÇÃO COM ORGANISMOS INTERNACIONAIS PARA A

BUSCA DE RECURSOS PARA APLICAÇÃO EM P&D.

DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS ESTRUTURANTES CONJUNTOS

PAPÉIS DA ANCORAGEM GOVERNAMENTAL


PAPÉIS DA ANCORAGEM ACADÊMICA OU EMPRESARIAL ORGANIZAÇÃO

  • DESENVOLVER CONJUNTAMENTE TECNOLOGIAS, EQUIPAMENTOS

  • OU SOFTWARES. REALIZAR PROJETOS DE P&D POR ENCOMENDA.

COMERCIALIZAR TECNOLOGIAS, SERVIÇOS, PRODUTOS,

REPRESENTANDO O CENTRO/REDE NOS MERCADOS NACIONAL E MUNDIAL.

PUBLICAR ARTIGOS TÉCNICOS, PROMOVER CURSOS, LIVROS, PALESTRAS E

SEMINÁRIOS DE ALTO NÍVEL - PARA OU PELO CENTRO OU REDE.

PARTICIPAR DE "JOINT VENTURE" PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS

DE COOPERAÇÃO TECNOLÓGICA. PARTICIPAR DE PROJETOS MULTI-CLIENTES.

BUSCAR RECURSOS JUNTO AOS FUNDOS DE FOMENTO

PARA PESQUISAS DE INTERESSE DO CENTRO OU REDE.

ORGANIZAR GRUPOS DE SUPORTE PERMANENTE ÀS INSTITUIÇÕES

LÍDERES DO CENTRO OU REDE.


VANTAGENS DE UMA PARCERIA ESTRATÉGICA ORGANIZAÇÃO

MOTIVAÇÃO HUMANA COM OTIMIZAÇÃO E MULTIPLICAÇÃO DOS RECURSOS DISPONÍVEIS..

PASSAR DO ESTÁGIO DE CLIENTE OU FORNECEDOR PARA O DE PARCEIRO ESTRATÉGICO.

ENGRANDECIMENTO DE IMAGEM POR INTEGRAR UMA REDE DE EXCELÊNCIA, PRESERVANDO E AMPLIANDO MERCADOS, NO PAÍS OU NO EXTERIOR, MANTENDO SUPREMACIA TECNOLÓGICA.

POSSIBILIDADE DE OFERTAR PRODUTOS, PROCESSOS E SERVIÇOS AO

MERCADO COM SUCESSO .

DIVISÃO DE GANHOS ENTRE AS PARTES.

OBTENÇÃO DE INFORMAÇÃO ESTRATÉGICA DE FORMA NEGOCIADA.

MAIOR FACILIDADE DE ACESSO AOS RECURSOS GOVERNAMENTAIS

DESTINADOS PARA P&D.

REDUÇÃO DO TEMPO PARA A CONCLUSÃO DE PROJETOS. MELHORES RESULTADOS

PARTICIPAÇÃO EM MAIOR NÚMERO DE EVENTOS TÉCNICO-CIENTÍFICOS


DIFERENCIAIS DOS CENTROS E REDES DE EXCELÊNCIA ORGANIZAÇÃO

  • A busca contínua da vanguarda no tema e não exclusivamente a solução de um problema delimitado no tempo ou espaço;

  • A idéia de busca de sustentabilidade, por apresentar resultados de vanguarda renovada ou valorização econômica do saber conquistado aos Parceiros e lideranças;

  • A idéia de permanência e aumento de abrangência do empreendimento, pela sua imprescindibilidade;

  • O esforço contínuo para multiplicar núcleos de vanguarda, embriões de novos Centros e Redes de Excelência;

  • A orientação para resultados e atuação em toda a cadeia de valor, com visão no estilo empresarial, como forma para se sustentar e não somente para atender uma demanda específica;

  • O foco em Parcerias Estratégicas que participem da jornada, com preocupação da valorização dos elos da rede, contrastando com as associações do tipo fornecedor ou cliente;

  • A instituição de um modelo de gestão compartilhado (somente interno ou com participação externa), com competências para conduzir o empreendimento com mais desenvoltura;

  • A formatação baseado em metodologia definida e não ocasional, sustentada por normas e padrões, com forte ligação com a experiência adquirida e incorporada ao processo.


VALORES ORGANIZAÇÃO

  • AÇÕES SEMPRE ÉTICAS E COM ABSOLUTO RESPEITO AOS VALORES NACIONAIS.

  • VALORIZAÇÃO DO SER HUMANO NA SUA INTEGRIDADE E

  • EM PARTICULAR DO SEU POTENCIAL CRIATIVO E INOVADOR.

  • BUSCA CONTÍNUA E SUSTENTADA DA VANGUARDA NO TEMA ESCOLHIDO.

  • FORMAÇÃO DE REDE E PARCERIAS ESTRATÉGICAS COM ÓRGÃOS DE

  • GOVERNO, UNIVERSIDADES, ENTIDADES NACIONAIS E INTERNACIONAIS,

  • BASEADA EM VISÃO, MISSÃO, OBJETIVOS E PROJETOS INTEGRADORES.

  • FOCO ESPECIAL NA QUALIDADE, NA TECNOLOGIA, NA VALORIZAÇÃO DO

  • CONHECIMENTO E NOS ASPECTOS COMPORTAMENTAIS.

  • VALORIZAÇÃO DOS ELOS DA REDE E DOS PARTICIPANTES DO PROJETO.

  • INTERESSE CONTINUADO NO MARKETING.

  • PRESERVAÇÃO DA NATUREZA E AÇÕES ECOLOGICAMENTE CORRETAS.

  • MULTIPLICAÇÃO E DESDOBRAMENTOS, EXEMPLO PARA O PAÍS E MUNDO;

  • SER UMA VITRINE NACIONAL.


ALGUMAS AÇÕES DOS CENTROS /REDES DE EXCELÊNCIA ORGANIZAÇÃO

Fomento a

outros Centros

de apoio

Integração e

interação com a

sociedade. Busca

de recursos

Pesquisas

Avançadas e

Cursos pós-

graduação

Projetos

Estruturantes,

mudando a

realidade

Planejamento

Estratégico

AÇÕES

DE

VANGUARDA

Atenção

continuada sobre

legislação

Parcerias

estratégicas.

Crescimento

das partes.

Normas,

Padrões,

Metodologias

Pesquisa

continuada do

Estado da Arte

no tema

Seminários,

Encontros

Técnicos,

divulgação

Condução de

Processo

empresarial

Atuação no

mercado e

na cadeia

produtiva

EPC

Meio ambiente sustentabilidade natureza

Análise Prospectiva


REDES TEMÁTICA ORGANIZAÇÃO

CENPES E

ÓRGÃOS

CENTROS DE

COMPETÊNCIA

CENPES E

ÓRGÃOS

PROGRAMAS

TECNOLÓGICOS

CENPES E

ÓRGÃOS

PROGRAMA

BIO-DIESEL

CENTROS DE

EXCELÊNCIA

INCIADOS POR

UNs

AÇÕES DO

ABAST

PRONEX

PROGRAMAS

TECNOLÓGICOS

GOVERNAMENTAIS

RTS

CENTROS

TEMÁTICOS

DA EMBRAPA

PROMINP

REDE BRASIL

DE TECNOLOGIA

GERA AÇÃO

INSTITUTOS DO

MILÊNIO

O QUE HÁ DE SEMELHANTE NA PETROBRAS E GOVERNO EM PARALELO


Núcleo de Gestão ORGANIZAÇÃO

Núcleo de Gestão

Núcleo de Gestão

MODELO TEÓRICO

ÓRGÃOS

DE

GOVERNO

ENTIDADES

NACIONAIS

Gestão

ENTIDADES

EXTERIOR

Fundadores

Núcleo de Gestão

CENTROS

DE PESQUISAS

UNIVERSIDADES

Núcleo de Gestão

ÓRGÃOS

DE

GOVERNO

Núcleo de Processos Sustentáveis em Florestas Tropicais Úmidas

ENTIDADES

NACIONAIS

Gestão

Núcleo de Gestão

Núcleo de Gestão

ENTIDADES

EXTERIOR

Fundadores

EXEMPLO REAL

Núcleo Amazônico de Estudos da Complexidade

CENTROS

DE PESQUISAS

UNIVERSIDADES

Núcleo de Estudos e Projetos Temáticos em Ciências Básicas da Amazônia

Núcleo de Gestão

Núcleo de Gestão

A VISUALIZAÇAO DO COMO SE CRIA UM CENTRO NACIONAL

DE CENTROS/NÚCLEOS DE EXCELÊNCIA EM UMA TEMÁTICA AMPLA

Rede de Excelência

Nacional na Temática X

Envolvendo todos os sub-temas X

Projetos e Ações

Tema X

Vários Centros de Excelência

Subdividindo o Tema X

EPC

Projetos e Ações na

Cadeia produtiva e tecnológica ambiental

Centro de Excelência Ambiental da

Petrobras na Amazônia

Núcleos de Excelência

`com o tema Ambiental


A VISUALIZAÇÃO DA FORMATAÇÃO DA REDE DE EXCELÊNCIA NACIONAL DO GÁS COMO

EXPANSÃO DA REDEGASENERGIA E COMO OTIMIZAÇAO DOS ESFORÇOS NA TECNOLOGIA E NO MARKETING

Centros/Redes de Excelência, Núcleos, Pólos

Programas com o tema Gás e Energia

Projetos Gás e Energia

Rede Nacional de Excelência

no Gás e Energia

Centro de

Excelência Caxias do Sul no Gás

Nuclear outros Centros em locais de

concentração de alta tecnologia

Parceiros Estratégicos

ÓRGÃOS

DE

GOVERNO

CTGas

Ampliar modelo. Ampliar City Teste e Núcleos Regionais

Criar com o SENAI a governança como Projeto Nacional

ENTIDADES

NACIONAIS

Gestão

ENTIDADES

EXTERIOR

Transforma-se em Pólo de Poder Maior

Fundadores

Núcleo de Gestão

Centro de

Excelência COPPE-USP no Gás

Núcleo de Gestão

Núcleo de Gestão

RedeGasEnergia

Núcleo de Gestão

Núcleo de Gestão

Nuclear outras Redes/ Centros Temáticos

CENTROS

DE PESQUISAS

UNIVERSIDADES

No formato de Redes Temáticas

e de Centro de Excelência

Projetos e Ações Estruturantes p/ o conjunto

PROGAS

(Cenpes)

Núcleo de Gestão

RECOGAS.

NÚCLEOS VÁRIOS

PROCESSOS.

OUTROS TEMAS

Atrair esforços dispersos para a Rede Nacional

Núcleo de Gestão

Núcleo de Gestão

HARMONIZAÇÃO

DE ESFORÇOS NACIONAIS.

UNIÃO.

AMPLIACÁO

POUCA

ATIVIDADE.

DISPERSÃO.

INEFICIÊNCIA

ESTÍMULO

ATIVIDADES.

COORDENAÇAO.

DESCENTRALIZAÇAO

ESPECIALIZAÇAO.

E COORDENAÇÃO

DE ESFORÇOS POR

PÓLOS

MUITOS SE

DESPERTARAM.

DISPERSÃO.

CONCORRÊNCIA

VISÃO

ATÉ 1998

2008 +

1998 +

2003 +

2005-2007 +


CTGAS E SEU MODELO EXPANDIDO

USUÁRIO FINAL

GOVERNOS,

SUAS ENTIDADES

SOCIEDADE,

SUAS ENTIDADES

NÚCLEOS DE EXCELÊNCIA TEMÁTICOS DO CTGAS

City Test

CEG

COMGAS

Configuração sendo

proposta

CEX CTGAS

PETROBRAS

SENAI

SEDE NATAL

NÚCLEOS REGIONAIS DO CTGAS

Consolidar ação

nacional

EMPRESAS DISTRIBUIDORAS COLIGADAS

AM

Atividades não permanentes na rede

Empresas e entidades - Parceiros Estratégicos ou ocasionais do CTGas

Universidades e Centros de Pesquisas - Parceiros Estratégicos ou ocasionais do CTGas

O CTGas está em um ponto que só lhe cabe a alternativa de expandir, e para isso deve bem equacionar sua questão estrutural


PASSAR EXPANDIDO

METODOLOGIA

E PADRÕES AO

SOLICITANTE E

APROFUNDAR

CONCEITOS

INTERAGIR

CONTINUAMENTE

COM CREs

DEFINIR GT,

PARCEIROS

INICIAIS E

PRINCIPAIS

PASSOS

PRESTAR APOIO

EXECUTIVO A

ALGUNS

CREs

ESTUDAR

VIABILIDADE

DA IDÉIA

ESTUDAR

E DEFINIR

MODELO DO

CENTRO OU REDE

DEFINIR

DISCUTIR

IMPLANTAÇAO

ASSISTIDA

ESTUDAR E

DEFINIR

MODELO DE

GESTÃO

PARTICIPAR DAS

REUNIÕES DE

APRESENTAÇÃO,

APROVAÇAO

ESTUDAR E

DEFINIR

ÁREAS DE AÇÃO

EM PARALELO

COMPOR FOLDER E

LIVRO

CONCEITUAL

DISCUTIR

E VALIDAR

DIFERENCIAIS E

VALORES

ESTUDAR E

DEFINIR

PRODUTOS

DISCUTIR

AÇÕES

E PROJETOS

ESTRUTURANTES

O QUE É FEITO PARA FORMAR UM CENTRO/REDE DE EXCELÊNCIA

EPC


MME EXPANDIDO

MD

MMA

MCT

MDS

MDIC

CENSI-

PAM

IPAAM

NAE

ANP

ANA

IBAMA

NuTROP

Núcleo de Processos Sustentáveis em Florestas Tropicais Úmidas

NuPLEX

Núcleo Amazônico de Estudos da Complexidade

RTS

FIDES

SEBRAE

UNESCO

FUP

CEAP

OTCA

WLU

JAXA

EMBRA-

PA

ATECH

FUCAPI

EPC

Núcleos a estudar

UFAM

NetAM

Núcleo de Estudos e Projetos Temáticos em Ciências Básicas da Amazônia

UFRAM

INPA

UFF

IEC

UNIR

Ações Estruturantes

para o conjunto >16

MPEG

IEPA

UFMA

UFPA

Centros de Excelência

Regionais Temáticos,

3 já decididos com

gestão compartilhada

CENPRA

PUC-SP

COPPE

USP

UEMA

Projetos Estruturantes

cada Núcleo Formador

CEAP – CENTRO DE EXCELÊNCIA AMBIENTAL DA PETROBRAS NA AMAZÔNIA


PARCEIROS NO ÂMBITO GOVERNAMENTAL EXPANDIDO

MME

MPOG

MES

MCT

MED

MD

MT

MMA

OUTROS

MDCI

ESPAÇOS

NOVOS EM ALGUNS ESTADOS, BAHIA

POR EXEMPLO

ESPAÇO RJ

Petro-

bras

Petro-

bras

PARCEIROS

NA SOCIEDADE

PARCEIROS

NO EXTERIOR

COMISSÃO

GESTORA

ESPAÇO

RJ

COMISSÃO

GESTORA

ESPAÇO

X, Y

ANE

SENAI

EMBRAPA

FEDERAÇÕES

BB CAIXA

BNDES

FGV

.....OUTROS

COPPE

Outros

Petro-

bras B

Outros

Outros

Petro-

bras A

COMISSÃO

GESTORA

DO ESPAÇO

NACIONAL

ENTIDADES

EXTERIOR

Outros

Outros

Petro-

bras N

Petro-

bras C

Petro-

bras

Outros

Outros

COMISSÃO GESTORA

DE CADA ESPAÇO X, Y

Outros

Petro-

bras

Petro-

bras

CENTROS DE

PESQUISA

UNIVERSIDADES

PROJETOS ESTRUTURANTES

DE CADA ESPAÇO REGIONAL

Petro-

bras

Petro-

bras

COMISSÃO GESTORA

DO ESPAÇO NACIONAL SÓ

COM ÓRGÃOS DA PETROBRAS

MPOG

MPOG

MES

MES

MCT

MCT

MED

MED

MD

MD

MT

MT

PROJETOS ESTRUTURANTES

DO ESPAÇO NACIONAL COM VISTAS

AO CONJUNTO

PARCEIROS

NO MEIO ACADÊMICO

REDE NACIONAL DE ESPAÇOS CENTROS E REDES DE EXCELÊNCIA

COM GESTÃO NÃO COMPARTILHADA SEM CONSELHO CONSULTIVO

Espaço


PARCEIROS NO ÂMBITO GOVERNAMENTAL EXPANDIDO

MME

MPOG

MES

MCT

MED

MD

MT

MMA

OUTROS

MDCI

ESPAÇOS

NOVOS EM ALGUNS ESTADOS, BAHIA

POR EXEMPLO

ESPAÇO RJ

Petro-

bras

Petro-

bras

PARCEIROS

NA SOCIEDADE

PARCEIROS

NO EXTERIOR

COMISSÃO

GESTORA

ESPAÇO

X, Y

COMISSÃO

GESTORA

ESPAÇO

RJ

ANE

SENAI

EMBRAPA

FEDERAÇÕES

BB CAIXA

BNDES

FGV

.....OUTROS

Outros

COPPE

Outros

Outros

Petro-

bras

COPPE

COMISSÃO

GESTORA

DO ESPAÇO

NACIONAL

ENTIDADES

EXTERIOR

Outros

Outros

Outros

Estado

X

Estado

Y

Petro-

bras

Outros

Outros

COMISSÃO GESTORA

DE CADA ESPAÇO X, Y

Outros

COPPE

COMISSÃO GESTORA

DO ESPAÇO NACIONAL

GESTÃO COMPARTILHADA

COM EXTERNOS E ATENDIMENTO

NACIONAL QUANDO FOR DE INTERESSE

Petro-

bras

CENTROS DE

PESQUISA

UNIVERSIDADES

PROJETOS ESTRUTURANTES

DE CADA ESPAÇO REGIONAL

Outros

Est X

Est Y

MPOG

MPOG

MES

MES

MCT

MCT

MED

MED

MD

MD

MT

MT

PROJETOS ESTRUTURANTES

DO ESPAÇO NACIONAL COM VISTAS

AO CONJUNTO

PARCEIROS

NO MEIO ACADÊMICO

REDE NACIONAL DE ESPAÇOS CENTROS E REDES DE EXCELÊNCIA

COM GESTÃO COMPARTILHADA

Espaço


AÇÕES EM GERAL DE ESPAÇOS CENTROS E REDES DE EXCELÊNCIA EXPANDIDO

Apoiar

diretamente

a Petrobras em seus

Empreendimentos

(1)(2)

Treinar equipes

para criação de

novos

ESPAÇOS

(2)

Aprimorar

a Prática de Gestão

Centros/Redes de

Excelência

(2) Integrando

esforços

Integração

de forças

da sociedade

(1) locais

(2) nacionais

Desenvolver

Projetos Estruturantes

de interesse

(1) específicos

(2) geral

AÇÕES DOS

ESPAÇOS DO RJ,

DA BA, DE OUTROS,

E DO ESPAÇO

NACIONAL

Prospecção

continuada do

Estado da Arte

(2) Integrando

esforços

Aportar, produzir,

conquistar recursos

para o Programa

(1)(2)

Espaço

Interagir

com a Sociedade

Promovendo novos

Centros/Redes

(1) (2)

Desenvolver

Normas, Padrões

Metodologias

no seu âmbito

(2) Integrando

esforços

Estimular nas

Universidades

a criaçao de novos

ESPAÇOS

(2)

  • Ações imediatas dos ESPAÇOS REGIONAIS (2) Ações imediatas do ESPAÇO NACIONAL


Rede de Excelência EXPANDIDO

em Gás e Energia

- RedeGasEnergia ****

Centro de Excelência em

Engenharia Naval e

Oceânica -CEENO

Centro de Excelência em

Tecnologia do

Gás – CTGas ***

Centro de Excelência em

Asfalto – CEASF ** ***

Rede de Excelência em

Tecnologia de Engenharia

de Poços - RETEP

Centro de Excelência em

Aplicativos de

Automação – CETAA **

Rede de Excelência

em Petroquímica

- REPET * **

Centro de Excelência em

Geoquímica - CEGEQ

Centro de Excelência em

Dutos – CEDUT *

Rede de Excelência em

Cadeia de Suprimentos –

RECAP *

Centro de Excelência da Petrobras

na Amazônia

CEAP * ****

Centro de Excelência Xisto

* **

Rede de Excelência

em Fertilizantes * **

Centro de Excelência

Catálise em Hidrorefino * **

Centro de Excelência em

Metal-Mecânica – CEM-Mec* **

Centro de Excelência no

Combate à

Tuberculose – CECTB *

Centro de Excelência em

Transportes – CETRAN *

Centro de Excelência Sócio

Desportivo Vila Olímpica

da Maré – CESDVOM *

Mais 19 pedidos em carteira para

Desenvolver/analisar para a

Petrobras/PROMINP *

Rede de Tecnologia

Social – RTS

Total 39 projetos/empreendimentos

Cenpes

Abast

SMS

Liderança

UN-Gás

Engenharia

Implantados / em implantação pela Petrobras. Parcerias com várias entidades

Em formação por Órgãos do Governo Federal utilizando a metodologia. MT, MD, Outros

Em formação liderado pelo sistema FIENG, SEBRAE, Rede Petro MG.

Uma ONG utilizando

metodologia com apoio Petrobras, Pref. RJ,

Com Centros de Excelência temáticos Derivados em formação

* *

Inseridos no PROMINP

****

Com núcleos regionais em vários Estados

*

Ainda em implantação ou análise

***

Centro de Excelência em

Qualidade da

Terceirização – CEQT **

CENTROS/REDES DE EXCELÊNCIA APROVADOS PELA PETROBRAS

OU ORIENTADOS PELA COPPE

EPC


PONTOS CHAVES EXPANDIDO

  • A DEMANDA DE TECNOLOGIA É NACIONAL SEM FRONTEIRAS

  • OS OFERTANTES DE TECNOLOGIA E CONHECIMENTOS SE GLOBALIZAM TANTO OS DO PAÍS COMO OS DO EXTEIOR

  • AS EMPRESAS NACIONAIS E OS PROCESSOS PRODUTIVOS OU NA GESTÃO DEPENDEM DE SUPORTE PARA SOBREVIVEREM À COMPETIÇÃO

  • A SUSTENTABILIDADE DE QUALQUER ENTIDADE É A ORDEM

  • QUALQUER INSTITUIÇÃO QUE NÃO BUSQUE A VANGUARDA CONTINUADAMENTE ESTÁ SUJEITA A DESAPARECER

  • PARA MOVIMENTOS FIRMES EM REDES DE ALTA PERFORMANCE SEMPRE HAVERÁ INVESTIDOR

  • NOS PRÓXIMOS 20 ANOS O PAÍS TERÁ INVESTIR MAIS DE US$ 200 BILHÕES EM P&D, MAIOR PARTE PELAS EMPRESAS

  • OS INVESTIMENTOS EM OBRAS PASSA DO TRILHÃO EM ALGUNS ANOS


ELEMENTOS DE SUPORTE EXPANDIDO

  • POLÍTICA INDUSTRIAL, TECNOLÓGICA E DE COMERCIO EXTERIOR

  • FUNDOS DE FOMENTO E AS REDES NACIONAIS

  • PLATAFORMAS TECNOLÓGICAS

  • CENTROS E REDES DE EXCELÊNCIA COMANDADAS PELA PETROBRAS

  • CENTROS E REDES DE EXCELÊNCIA NA ESFERA DO PROMINP OU DE TERCEIROS

  • REDES TECNOLÓGICAS DA PETROBRAS

  • MODELO DA EMBRAPA (IDÉIA DA EMBRAPA INDUSTRIAL)

  • VISÃO E MISSÃO DA ORGANIZACÁO

  • ORDENAMENTOS DECORRENTES DOS PACs


Adicionais EXPANDIDO

Ver ainda

Estatuto EPC ver Varios EPC

Apresentaçao EPC Figueiredo Varios EPC

CEAP Varios

Plano estrategico CEAP


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