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Universidade Federal de Pernambuco Centro de Artes e Comunicação Departamento de Ciência da Informação. Tópicos Especiais em TI 2. Fábio Mascarenhas e Silva [email protected] 26novembro2007. http://toti2.wordpress.com. Aula 26nov2007. Assunto Folksonomias. Aula 26nov2007.

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Tópicos Especiais em TI 2

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T picos especiais em ti 2

Universidade Federal de Pernambuco

Centro de Artes e Comunicação

Departamento de Ciência da Informação

Tópicos Especiais em TI 2

Fábio Mascarenhas e Silva

[email protected]

26novembro2007

http://toti2.wordpress.com


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Aula 26nov2007

Assunto

Folksonomias


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Aula 26nov2007

Folksonomia

Tradução do termo folksonomy que é um neologismo criado em 2004 por Thomas Vander Wal, a partir da junção de FOLK (povo, pessoas) com TAXONOMY .

Para Wal, Folksonomia é o resultado da atribuição livre e pessoal de etiquetas (tagging) a informações ou objetos (qualquer coisa com URL), visando à sua recuperação. A atribuição de etiquetas é feita num ambiente social (compartilhado e aberto a outros).

O ato de etiquetar é do próprio usuário da informação, i.e., não é o autor nem o profissional de indexação que indexam o recurso da Web.


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Folksonomia

Etiquetagem significa atribuir etiquetas (tags) aos recursos da Web. Trata-se de uma indexação livre em linguagem natural, não são adotadas regras e/ou políticas de indexação e não há controle de vocabulários, ou seja, não há uma tradução dos termos para uma linguagem artificial/documentária.

Os conteúdos são indexados livremente pelos usuários do recurso, podendo representar assuntos ou quaisquer outros elementos de metadados tais como tipo ou formato.


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Folksonomia

Em outra visão, Folksonomia é o resultado da etiquetagem dos recursos da Web num ambiente social (compartilhado e aberto a outros) pelos próprios usuários da informação visando a sua recuperação.

Destacam-se portanto três fatores essenciais:

1) é resultado de uma indexação livre do próprio usuário do recurso;

2) objetiva a recuperação a posteriori da informação;

3) é desenvolvida num ambiente aberto que possibilita o compartilhamento e, até, em alguns casos, a sua construção conjunta.


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CATARINO, M. E.; BAPTISTA, A. A. Folksonomia: um novo conceito para a organização dos recursos digitais na Web. DataGramaZero – Revista de Ciência da Informação, Rio de Janeiro, v. 8, n. 3, jun. 2007. Disponível em: < http://www.dgz.org.br/jun07/Art_04.htm>. Acesso em: 21 ago. 2007.


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CATARINO, M. E.; BAPTISTA, A. A. Folksonomia: um novo conceito para a organização dos recursos digitais na Web. DataGramaZero – Revista de Ciência da Informação, Rio de Janeiro, v. 8, n. 3, jun. 2007. Disponível em: < http://www.dgz.org.br/jun07/Art_04.htm>. Acesso em: 21 ago. 2007.


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Alguns sites que usam folksonomias

CiteUlike – www.citeulike.org

Connotea - http://www.connotea.org

Flickr - http://www.flickr.com

Youtube – www.youtube.com

Delicious - http://del.icio.us/


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Folksonomia (algumas vantagens)

  • cunho colaborativo/social da Folksonomia, ou seja, organização de conteúdos dos recursos digitais da Web pelos usuários que compartilham com outros as suas etiquetas, que podem ficar disponíveis para serem ou não adotadas na classificação de um mesmo recurso por outros usuários;

  • possibilidade de formar, automaticamente, comunidades em torno de assuntos de interesse na medida em que, ao utilizar serviços de folksonomia, o usuário tem acesso aos outros usuários que têm os mesmos interesses identificados através das etiquetas;


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Folksonomia (algumas vantagens)

Não há uma regra preestabelecida de controle dos vocabulários. Esta característica pode ser vista como uma vantagem na medida em que os usuários dos recursos expressam, ao etiquetar estes conteúdos, a sua estrutura mental em relação àquela informação: há uma liberdade de expressão que possibilita abarcar todas as formas de ver um mesmo conteúdo, respeitando as diferenças culturais, interpretativas, etc.


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Folksonomia (algumas desvantagens)

  • Um dos maiores problemas é a falta de controle do vocabulário, que é resultado da característica de liberdade na classificação dos conteúdos;

  • A liberdade para atribuição de etiquetas proporciona pouca precisão na recuperação da informação. Um mesmo termo pode ter significados diferentes para os diversos usuários que atribuíram as etiquetas;

  • As palavras-chave atribuídas pelos usuários são freqüentemente ambíguas, muito personalizadas e inexatas;

  • há pouco ou nenhum controle de sinônimos ou homônimos, também não são impostas regras de indexação: são utilizados termos no singular ou plural, simples ou compostos, palavras sem sentido que não têm significado, exceto para um grupo específico de usuários.


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Folksonomia (algumas desvantagens)

  • O não uso de instrumentos de terminologia tais como listas de cabeçalhos de assunto ou tesauros, e de regras gerais para a aplicação das palavras-chave, singular ou plural, termos simples ou compostos  causam vários problemas que poderão afetar a recuperação da informação;

  • Com relação aos aspectos semânticos e cognitivos da classificação, a etiquetagem precisa resolver problemas que são inerentes ao processo de criação de relações semânticas entre palavras. Os três principais destes problemas são: polissemia, sinonímia e variação de nível básico.


Modelos de metadados

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MODELOS DE METADADOS


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PADRONIZAÇÃO NA INTERNETa) PADRÕES DE FATO - se produz quando um produto se estabelece de tal forma que a compatibilidade se mede por referência a ele. Ex: OpenURL (Ex-libris)b) PADRÕES FORMAIS – aquelas formalmente estabelecidas por lei ou por uma instituição reconhecida pela formulação de padrões (ISO).c)UM TIPO MISTO DAS ANTERIORES, DENOMINADO PADRÕES FORMAIS DE FATO – formado por todos aqueles que, sem ser reconhecidos por uma instituição normalizadora, foi instituído ou recomendado por uma instituição com responsabilidade e participação internacional no desenvolvimento da Internet.Ex: W3C


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PADRÕES SEGUNDO O NÍVEL DE IMPLANTAÇÃOa) PADRÕES RECONHECIDOS E ESTÁVEIS – teoricamente o nível de estabilidade de um padrão e seu reconhecimento deveria estar vinculado diretamente a formalização. Na Internet o processo é inverso: primeiro se reconhece e se estabiliza seu uso, depois se formaliza. O HTML, no momento que começa a ser formalizado coincide com sua obsolescência;b) PADRÕES DEPENDENTES OU UTILIZADOS POR UM PEQUENO NÚMERO DE PROVEDORES OU EMPRESAS DE INFORMÁTICACorresponde , em princípio, aos padrões formais de fato ou especificações de acesso público cuja implantação é potestativa para o mercado de software.C) PADRÕES PROPRIETÁRIOS – Este seria o caso de, por exemplo, as HCL (Listas de Controle de Indexação) que utilizam exclusivamente a ferramenta para a edição e gestão de metadados METABROWSER


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Metadados de propósitos geraisDestinados a representação e descrição de documentos eletrônicos que, independentemente de sua temática e/ou finalidade informativa, proporcionam dados de diversos tipos sobre os recursos.Metadados de propósitos específicosEsses formatos almejam ajustar-se a temática e particularidade da informação eletrônica a qual se referem.


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Metadados embutidos

Metadados separados

Metadados

Metadados

Metadados

Metadados

Metadados

Metadados

Metadados

Metadados

Metadados

Metadados


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DC (Dublin Core)Concebido originalmente para a descrição de recursos Web por parte do próprio autor do DLO, foi aos poucos adotado por bibliotecas, museus, etc;Foi desenhado inicialmente para ajudar os motores de busca a encontrar e recuperar páginas Web e posteriormente evoluiu como um formato para o intercâmbio e recuperação de informação no espaço digital.


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Apesar do Dublin Core se adaptar para descrever qualquer tipo de recurso eletrônico, as diversas comunidades de usuários da rede e as distintas áreas de aplicação requerem diversos elementos e níveis de complexidade. Por isto muitas instituições e organismos estão desenvolvendo esquemas de metadados complementares, baseados, em alguns casos, no próprio DC (edNa, AGLS).


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MODELOS DE METADADOS ESPECÍFICOS PARA UM TIPO/FORMATO DE INFORMAÇÃODestacam-se os utilizados para representação de multimeios.Ex: Multimedia Content Description Interface (MPEG 7) http://www.chiariglione.org/mpeg/standards/mpeg-7/mpeg-7.htmMODELOS DE METADADOS ESPECÍFICOS PARA UMA ÁREA TEMÁTICAInicialmente ressalta o risco de abrir a possibilidade de os usuários desenvolverem seus próprios modelos de metadados ou então adaptarem de alguns como o Dublin Core.Ex: Educação, Informação Governamental e Informação Geoespacial.


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EDUCAÇÃO IMS (Instructional Management Systems)- Estrutura de metadados composto de categorias, elementos de dados e tipos de dados contidos em uma estrutura hierárquica. http://www.imsglobal.org/metadata/index.htmlOutros: edNa (baseado no modelo DC) http://www.edna.edu.au/edna/go/resources/metadataINFORMAÇÃO GEOESPACIALRessalta-se o CSDGM (Content Standard for Digital Geospatial Metadata) criado pela FGDC em 1994 e que em 2000 serviu de modelo para uma norma ISO específica a estes fins.http://www.fgdc.gov/metadata/csdgm/


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INFORMAÇÃO GOVERNAMENTALPreocupação dos governos relacionado aos E-GOVs, alguns vem desenvolvendo seus próprios modelos, destacam-se:GILS (Um dos principais, desenvolvido pelos EUA, converge dados de várias agências do país ) http://www.gils.net/prof_v2.htmlAGLS (Governo Australiano)http://www.naa.gov.au/records-management/create-capture-describe/describe/AGLS/index.aspx


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  • A arquitetura e-PING (Padrões de Interoperabilidade de Governo Eletrônico) define um conjunto mínimo de premissas, políticas e especificações técnicas que regulamentam a utilização da TIC na interoperabilidade de serviços de Governo Eletrônico, estabelecendo as condições de interação com os demais poderes e esferas de governo e com a sociedade em geral.

  • www.eping.e.gov.br


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  • ORGANIZAÇÃO E INTERCÂMBIO DE INFORMAÇÕES

  • Lista de Assuntos do Governo (LAG)

  • Catálogo de Padrão Dados (CPD)

  • Padrão de Metadados do Governo (e-PMG)


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Lista de Assuntos do Governo (LAG)

Primeiro nível

01 Agricultura, Extrativismo e Pesca

02 Ciência, Informação e Comunicação

03 Comércio, Serviços e Turismo

04 Cultura , Lazer e Esporte

05 Defesa e Segurança

06 Economia e Finanças

07 Educação

08 Governo e Política

09 Habitação, Saneamento e Urbanismo

10 Indústria

11 Justiça e Legislação

12 Meio Ambiente

13 Pessoa, Família e Sociedade

14 Relações Internacionais

15 Saúde

16 Trabalho

17 Transportes e trânsito


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Nome do dado

Descrição

Faz parte de

Tipo de elemento

Formato lógico

Tem partes

Versão

Esquema XML

Status

Validação

Data de aceitação

Valores

Valor default

Proprietário

Baseado em

Verificação

Comentários

Data de Publicação

Catálogo de Padrão Dados (CPD)

Cabeçalho

Corpo


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e-PMG

Em desenvolvimento pelo Grupo Organização e Intercâmbio de Informações da e-PING – Padrões de Interoperabilidade de Governo Eletrônico.

Construção colaborativa: Arquivo Nacional, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, CGU, Dataprev, Embrapa, IBGE, Ministério da Fazenda, Ministério do Planejamento, Proderj, Senado Federal, Serpro, TCU, UFPr, ... Sociedade

Tem como base o Dublin Core


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Desafio: acomodar e compatibilizar os múltiplos padrões de metadados


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QUESTÕES- os metadados devem contemplar todos os elementos que permitam ao usuário examinar a relevância potencial de um documento sem a necessidade de visualizar o objeto completo;- os registros devem ser compatíveis com um motor de busca que por sua vez seja compatível com um protocolo de busca e recuperação de informação na Internet (ex: Z39.50); e, é necessário que estes componentes se conformem, simplifiquem ou descrevam de forma padronizada e a nível internacional;- não é necessário seguir um único padrão, pois ele seria insuficiente para todos os fins;- Os metadados não devem originar-se de iniciativas isoladas (informações governamentais, geoespaciais, etc) que respondam a necessidades de recuperação de informação pontuais dentro de cada área.


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