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ACÇÃO DE FORMAÇÃO DGCI I R S 21 e 28 de Setembro de 2006

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ACÇÃO DE FORMAÇÃO DGCI I R S 21 e 28 de Setembro de 2006. DGCI - Cristina Bicho. I - Quem está sujeito a imposto II - O que está sujeito a imposto III - Como se apura o imposto IV - Que obrigações são impostas no CIRS. I - Pessoas singulares (art.º13º).

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- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - E N D - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Presentation Transcript
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ACÇÃO DE FORMAÇÃO DGCI

I R S

21 e 28 de Setembro de 2006

DGCI - Cristina Bicho

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I - Quem está sujeito a impostoII - O que está sujeito a impostoIII - Como se apura o imposto

IV - Que obrigações são impostas no CIRS

i pessoas singulares art 13
I - Pessoas singulares (art.º13º)
  • residentes em território português
  • não residentes em território português

Diferente âmbito de sujeição(art.º15º)

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Noção de residência - Art.º 16º

  • Residência do agregado familiar Tributação separada – Art.º 16.º, n.º 3 e 4
  • Residência em Região Autónoma - Art.º 17º Critério regra Critério supletivo
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Art.º 16º nº 3 e 4

  • A condição de residente pode ser afastada:
    • pelo cônjuge que não tenha permanecido mais de 183 dias no território nacional
    • desde que efectue prova da inexistência de ligação entre a maior parte das suas actividades económicas e o território português
  • Tributação do cônjuge não residente:
    • é tributado como não residente - apenas pelos rendimentos obtidos no território português
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Tributação do cônjuge residente

  • é tributado pelos seus rendimentos próprios e pela sua parte nos rendimentos comuns e os dos dependentes a seu cargo
  • pelo regime dos separados de facto (art. 59º):
    • não há lugar à aplicação do quociente conjugal
    • dedução fixa do sujeito passivo igual à do casado (50% do SMN)
    • as deduções à colecta não podem exceder o menor dos limites, ou seja, é igual às dos não casados
    • os limites das deduções à colecta que são iguais para casados e não casados são considerados em metade do seu valor.
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Pessoas singulares residentes:

Tributação do agregado familiar:

  • Noção de agregado familiar - Art. 13º, n.º 3
  • Noção de dependente - Art.13º, n.º 4
        • Menores sob tutela – meio de suprir o poder paternal

pode ser designada qualquer pessoa

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Pessoas singulares residentes:

  • Tributação autónoma dos dependentes – Art. 13º, nº 5
      • Os menores de 16 anos nunca podem optar por tributação separada do agregado

familiar;

      • Os menores de 18 anos mas maiores de 16 anos podem optar pela tributação

separada se apenas auferirem rendimentos cuja administração lhes pertença;

(rendimentos do trabalho)

      • Os maiores de 18 anos podem sempre optar pela tributação separada.
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Pessoas singulares residentes:

  • Impossibilidade de integrar mais que um agregado familiar

Art. 13º, nº 6

  • Data relevante para a fixação da composição do agregado familiar

31 de Dezembro do ano a que respeita o imposto – Art. 13, nº 7

  • Responsabilidade dos cônjuges - Art 13º, n.º 2
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A

Tio

C

B

Irmão

E

Sujeito passivo

D

Sobrinho

F

  • Pessoas ligadas por laços de parentesco que não fazem parte do agregado

familiar mas relevam para efeitos fiscais:

    • ascendentes (art. 79º, nº 1, al. d )) e art. 82º, nº 1 al. b)
    • colaterais até ao 3º grau do sujeito passivo (art. 82º, nº 1, al. b)
      • irmãos – 2º grau
      • tios e sobrinhos – 3º grau
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União de facto - Art.º - 14º

  • A relevância jurídica da união de facto está consagrada na
  • Lei n.º 7/2001, de 11 de Maio.
  • Para efeitos fiscais exige-se que:
      • Estejam preenchidos os pressupostos da Lei n.º 7/2001;
      • O mesmo domicílio fiscal por igual período e também no

ano em que se pretende exercer a opção;

      • A assinatura de ambos da declaração de rendimentos.
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União de facto - Art.º - 14º

Consequências:

Aplicação do regime dos sujeitos passivos casados.

Este regime aplica-se, também, às pessoas que preencham os requisitos da Lei 6/2001, de 11 de Março – medidas de protecção das pessoas que vivem em economia comum.

falecimento de um dos c njuges art 63
Falecimento de um dos cônjugesArt.º 63º
  • A tributação no ano do falecimento é efectuada segundo

o regime dos sujeitos passivos casados.

  • Deve ser apresentada, pelo cônjuge sobrevivo, uma única

declaração com o total dos rendimentos auferidos por cada

um dos cônjuges

a separa o de facto art 59 e 63
A Separação de FactoArt. 59º e 63º
  • A interrupção da sociedade conjugal é relevante em IRS,
  • no seguinte:
    • Entrega da declaração de rendimentos - Art. 63º, nº 3
    • Regras de apuramento do imposto – Art. 59º
defici ncia
Deficiência
  • Deficiência – Relevância Fiscal
  • (Conceito – art. 16º, nº 4 e nº 5 do EBF)
    • Na determinação do rendimento – art. 16º EBF
        • Categorias A, B (50% com o limite de 13 774,86€)
        • Categoria H (30% com o limite de 7 778,74€)
    • Na determinação do rendimento líquido
        • Categoria A – Art. 25º, nº 6
    • Nas deduções à colecta – art. 79º, nº 2 e art. 16º, nº 2, EBF
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Sujeitos passivos não residentes:

Tributados apenas pelos rendimentos obtidos em território português

É o artigo 18º que estabelece os elementos de conexão territorial que relevam para identificar os rendimentos que se consideram obtidos em território português

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Rendimentos obtidos em

território português

  • Elementos de conexão:
    • Local do exercício da actividade;
    • Localização da entidade pagadora ou da entidade a quem

deva ser imputado o pagamento

    • Imputação do rendimento a um estabelecimento estável
    • Localização dos imóveis geradores de rendimentos
    • Partes sociais representativas de capital de sociedades

com sede ou direcção efectiva em território português.

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Modo de tributação dos

não residentes

Modo de efectivar a tributação

  • Por retenção na fonte a taxa liberatória - Artº. 71º
  • Por declaração:

Taxas especiais – Art.º 72.º:

10% - Mais valias previstas nas alíneas b), e), f) e g) do n.º 1 do artigo 10º

15% - Rendimentos prediais

25% - Outras mais-valias e outros rendimentos

25% - Rendimentos imputáveis a estabelecimento estável

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Modo de tributação dos

não residentes

  • Não se aplica o art. 43º, nº 2
  • Não se aplica o art. 56º
  • Não se aplica o art. 78º (com excepção da retenção na fonte)
  • Isenção de acordo com o art. 26º EBF

Obrigações

  • Entrega de declaração, quando não há retenção a título

definitivo

  • Designar representante – art. 130º
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_

=

Rendimento Bruto de cada categoria

deduções específicas

Rendimento Líquido de cada categoria

Englobamento

Abatimentos

Rendimento colectável

Taxa

Colecta

Deduções à colecta

_

=

x

=

_

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Artigos

R. Bruto 2º a 12º

D. Específicas 25º a 54º

Englobamento 22º e 55º

Abatimentos 56º

Taxa 68º, 69º, 72º

Deduções à colecta 78º, 79º a 88º

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II - Incidência Objectiva

  • Rendimentos do trabalho dependente - Art. 2º
  • 1 - Origem dos rendimentos:
    • Relação jurídica de trabalho dependente

(privada ou pública);

    • Pré-reforma, pré-aposentação ou reserva;
    • Situações equiparadas:
        • Extinção do contrato de trabalho
        • Exercício de funções em órgãos estatutários de pessoas

colectivas ou equiparadas

        • Remunerações dos pescadores em regime de companha
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II - Incidência Objectiva

  • 2 – Rendimentos tributados:
    • Retribuição (conceito amplo):

Abrange o conceito de retribuição nos termos da lei laboral, outras remunerações principais e prestações acessórias

  • Este regime completa-se com o disposto no art. 24º, relativo à quantificação dos rendimentos em espécie.
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RFixa x 14

12

x 5%

II - Incidência Objectiva

  • 3 – Rendimentos excluídos de tributação:
    • Artigo 2º, nº 8, al. a), b) e c)
    • Artigo 2º, nº 12
    • Artigo 12º, nº 3
    • Artigo 12º, nº 5
    • Por não excederem determinados limites: (Portaria 229/2006, 10 de Março)
        • subsídio de refeição – limite legal + 50%

3.95€ 1.975€ = 5.925€ (ano de 2006)

        • abono de falhas –
        • extinção do vínculo laboral
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Exclusão de tributação no caso de cessação do vínculo

  • laboral:
      • Cálculo do limite
      • Condições para a não tributação
      • Montantes excluídos deste regime

(natureza interpretativa)

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L = 1,5 N x

Trr

12

Cálculo do limite não tributado:

N - Número de anos ou fracção ao serviço da empresa

Trr - Total das remunerações regulares com carácter

de retribuição sujeitas a imposto dos últimos 12

meses

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Condições para a não tributação:

  • Não ser criado um novo vínculo, independentemente da sua natureza,

com a mesma entidade.

Releva qualquer relação laboral, seja de trabalho dependente seja de natureza profissional ou empresarial.

Equipara-se a novo vínculo o estabelecimento de relações comerciais de prestação de serviços com sociedade ou outra entidade em que pelo menos 50% do capital seja detido pelo beneficiário ou por membros do seu agregado familiar.

Excepto se as referidas relações comerciais ou de prestações de serviços representarem menos de 50% das vendas ou de prestações de serviços efectuadas pela sociedade.

  • O sujeito passivo não tenha beneficiado, nos últimos cinco anos, do

mesmo regime.

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Montantes excluídos deste regime:

Este regime não é aplicável às importâncias relativas aos direitos vencidos durante os contratos ou situações, designadamente remunerações por trabalho prestado, férias, subsídios de férias e de Natal.

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Noção de entidade patronal:

Toda aquela que pague ou coloque à disposição remunerações tributadas nos termos do artigo 2º, sendo a ela equiparada qualquer outra entidade que com ela esteja em relação de domínio ou de grupo, independentemente da localização geográfica.

Extensão das remunerações acessórias:

Consideram-se rendimentos do trabalhador os benefícios ou regalias atribuídos a qualquer pessoa do seu agregado familiar ou que a ele esteja ligada por vínculo de parentesco ou afinidade.

Limites legais:

Os limites do artigo 2º são os anualmente fixados para os servidores do Estado.

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Regime dos agentes desportivos:

Artigo 3º-A do DL 442-A/88, de 30 de Novembro:

Sujeitos abrangidos – art. 3º-A, nº 6

Regime de tributação – art. 3º-A, nº1, al. b) –

  • tributação autónoma dos rendimentos ilíquidos com uma taxa correspondente, no ano de 2006, a 90% das taxas gerais
    • não há deduções nem abatimentos
    • não se aplica o quociente conjugal
    • a colecta não tem deduções

Benefícios Fiscais:

Artigos 15º, 16º, 35º, 36º e 37º do EBF

A isenção dos artigos 35º, 36º e 37º, não prejudica o englobamento dos rendimentos isentos para determinar a taxa aplicável aos restantes rendimentos

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Apuramento do rendimento líquido da Categoria A- Art.º 25

  • Dedução, até à concorrência do rendimento, de
  • 385,90€ x 12 x 72% = 3 334,17
  • (DL 238/2005, 30.12)
  • A menos que as importâncias pagas para regimes de protecção social ultrapassem este limite.
  • A dedução pode, nos casos do n.º 4, ser de
  • 385,90€ x 12 x 75% = 3 473,1
    • Quotizações para ordens profissionais
    • Despesas de formação profissional

s.m.n.

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Rendimentos Empresariais e Profissionais Artigo 3º

  • Rendimentos provenientes de:
      • Actividades comerciais, industriais, agrícola, silvícola ou pecuária;
  • Actividades de prestação de serviços
      • (Portaria 1011/2001, de 21 de Agosto);
  • Propriedade intelectual ou industrial, quando auferidos pelo titular originário (abrange quer rendimentos obtidos com a cedência temporária quer com a sua alienação);
  • Outros rendimentos conexos com as actividades
  • Actos isolados
  • Rendimentos imputados da transparência fiscal – estes rendimentos são integrados na Cat. B como rendimentos líquidos (art. 20º, nº 2)
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Exclusão de tributação dos rendimentos agrícolas, silvícolas e pecuárias:

São excluídos de tributação quando o valor dos proveitos ou receitas, isoladamente, ou em cumulação com o valor dos rendimentos brutos da categoria B ou doutras categorias que devam ou tenham sido englobados, não exceda por agregado familiar cinco vezes o valor anual do salário mínimo nacional mais elevado.

(385,90€ x 14) x 5 = 27 013€

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Outras situações de exclusão:

  • Importâncias recebidas a título de reembolso de despesas

em nome e por conta do cliente (art. 116º)

  • Art 12º, nº 3, nº 4 e nº 5

Diferimento de tributação:

Artigo 38º - entrada para o capital com património empresarial

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Noção de acto isolado:

  • Consideram-se rendimentos de actos isolados os que:
      • Não representem mais de 50% dos restantes

rendimentos, se os houver

      • Não resultem de uma prática previsível ou reiterada
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Momento da sujeição a tributação dos rendimentos da categoria B: art. 3º, nº 6

  • Momento em que para efeitos de IVA seja obrigatória

a emissão de factura ou documento equivalente (ver

art. 35º, nº 1 do CIVA)

  • Momento do pagamento ou colocação à disposição,

sem prejuízo da aplicação do artigo 18º do CIRC

para quem apura o rendimento de acordo com a

contabilidade;

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Formas dedeterminação do rendimento líquido da Categoria B

  • Contabilidade organizada – Artigo 28.º e 33.º
  • Regime simplificado – 28.º e 31.º

Regime regra – 31.º, n.º 2

Rendimentos acessórios – 31.º, n.º 6

Regras da Categoria A – 28.º, n.º 8

  • Acto isolado – 30.º
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Contabilidade Organizada

Fica abrangido quem:

  • No início de actividade
    • Se o valor dos proveitos estimados ultrapassar os limites de:

Volume de vendas: 149 739,37€

Restantes rendimentos: 99 759,58€

    • Se não ultrapassar, o contribuinte exercer a opção pela contabilidade

organizada

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Contabilidade Organizada

  • No decurso da actividade
    • tendo iniciado a actividade , com contabilidade:
      • renovar essa opção até ao final do mês de Março de cada ano, caso

não ultrapasse os limites;

      • ultrapasse os limites.
      • não ultrapasse os limites, mas exerça a opção até ao final de Março.

por opção

por estimativa

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Contabilidade Organizada

  • tendo iniciado a actividade , enquadrado no regime simplificado:
    • decorrido o período mínimo de 3 anos, exercer a opção até ao final

do mês de Março do ano em que pretende utilizar a contabilidade

    • art. 28º, nº 6 – ultrapassagem dos limites em 2 anos ou em 1 ano
    • art. 28º, nº 9 – modificação do limite mínimo
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Contabilidade Organizada

  • Modo de apuramento do rendimento:
  • Regras do CIRC, com as adaptações do CIRS (33.º)
      • Portaria 1041/2001, de 28 de Agosto
  • Tributação autónoma - Artigo 73º
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Regime simplificado

  • Regime regra:
  • Natureza do método - indirecto
  • Apuramento do rendimento de acordo com este método:
      • Limite mínimo de tributação – art.º 31.º, n.º 2
  • Ano de 2006 – 2 701,3€
  • Tempo mínimo de permanência – (art.º 28.º, n.º 5)
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Apuramento do rendimento:

  • Aplicação de coeficientes:

Valor das vendas 0,20

(art. 31º, nº 2)

Restantes rendimentos 0,65

(art. 31º, nº 2)

Actividades hoteleiras e de restauração 0,20

(art. 31º, nº 5)

Subsídios destinados à exploração para

compensar reduções dos preços 0,20

(art. 31º, nº 5)

Da aplicação dos coeficientes não pode, em qualquer caso, resultar um valor inferior a metade do valor anual do s.m.n.

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Quem fica neste regime:

  • No início da actividade

Não ultrapassar os limites e não exercer a opção pela contabilidade

  • No decurso da actividade
      • Tendo iniciado no regime simplificado
        • não exercer a opção pela contabilidade no final do

período mínimo de permanência (3 anos)

        • não se verificar a ultrapassagem dos limites que, de

acordo com o art. 28º, nº 6, determina a passagem à

contabilidade

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Quem fica neste regime:

  • Tendo iniciado em contabilidade:
      • Por estimativa
        • Não ultrapassar os limites e não exercer a opção
        • até ao final de Março
      • Por opção

- Não renovar a opção até ao final de Março

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Rendimentos acessórios

Art. 31º, nº 6

  • Requisitos:
  • O rendimento da Cat. B não exceder metade dos rendimentos brutos englobados do titular ou do agregado familiar e
    • No caso de prestações de serviços e rendimentos da al. c) do nº 1 do

art. 3º e als a) a g) do nº 2 (rendimentos prediais, capitais, mais-valias,

indemnizações, cessão temporária de estabelecimento e subsídios)

      • o rendimento não pode ultrapassar metade do s.m.n. anual - (2 701,3€)
    • No caso de vendas - o rendimento não pode ultrapassar o s.m.n. anual
  • Modo de apuramento do rendimento:
  • Regras do acto isolado – art. 30º
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Acto Isolado - Artigo 30º

Dedução das despesas efectivas, até à concorrência do rendimento

Apenas aplicável às prestações de serviços prestadas a uma única entidade

Regras da Categoria A – Artigo 28º, nº 8

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Cessação de actividade – Artigo 28º, nº 11 e 12

Se a actividade for reiniciada antes de 1 de Janeiro do ano seguinte àquele em que se tiverem completado 12 meses da data de cessação aplica-se o regime que vigorava a esta data

Cessação em 1 de Outubro de 2006

12 meses

Setembro 2007

1 Janeiro 2008

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Rendimentos da Categoria E

  • Juros
    • depósitos bancários, contratos e dilação ou mora nos

pagamentos

  • Lucros e adiantamento sobre lucros
  • Instrumentos de aplicação financeira
    • Títulos de dívida pública
    • Obrigações
    • Certificados de depósito
    • Unidades de participação em fundos
  • Outros
    • Cessão temporária de direitos de propriedade intelectual

ou industrial, quando não auferido pelo titular originário

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Rendimento acumulado no caso de seguros e operações

do ramo vida, fundos de pensões e outros regimes

complementares de segurança social

Pagamento sob a forma de resgate, remição ou outra forma de antecipação de disponibilidade por fundo de pensões

Categoria E

Artigo 5º, nº 3

Tributação em :

4/5 do rendimento – Entre 5 e 8 anos

2/5 do rendimento – Depois de 8 anos

Desde que, em qualquer caso, os montantes dos prémios pagos na 1ª metade da vigência do contrato, representem pelo menos 35%

Pagamento sob a forma de rendas

Categoria H

Artigo 54º - (distinção entre capital e renda)

Artigo 53º - de dedução específica

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Rendimento acumulado no caso de seguros e operações

do ramo vida, fundos de pensões e outros regimes

complementares de segurança social

Importâncias pagas por fundos de poupança-reforma: art. 21º, nº 3, EBF

Categoria H

Artigo 54º - (distinção entre capital e renda)

Artigo 53º - de dedução específica

  • Categoria E
  • 2/5 do rendimento
  • Tributação autónoma, à taxa de 20%
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Esta é a única categoria de rendimentos do IRS em que há rendimentos presumidos - Artigo 6º

  • Taxa de juro legal – 4% (Portaria 291/2003, de 8 de Abril)

Não há deduções específicas, mas os lucros e os rendimentos resultantes da partilha apenas são considerados em 50%, se tiver havido opção pelo englobamento destes rendimentos.

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Valor atribuído aos associados em resultado da partilha

nos termos do artigo 75º do CIRC

É tributada, se positiva, a diferença entre o valor atribuído

ao sócio em resultado da partilha e o preço de aquisição

das partes sociais.

Se este valor for superior à diferença entre o valor da partilha

e o valor nominal da quota ou acção então uma parte é

rendimento de capitais - corresponde a esta última diferença

- e o excesso é mais-valias.

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1º Exemplo:

      • O valor de partilha é de 10 000
      • Valor nominal da quota é de 3 000
      • Valor de aquisição da quota foi de 2 000
          • 10 000 - 2 000 = 8 000
          • 10 000 - 3 000 = 7 000
  • A 1ª diferença é superior à segunda, logo, o rendimento de
  • capitais é de 7 000 e 1000 (o excesso) é mais-valias
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2º Exemplo:

      • O valor de partilha é de 10 000
      • Valor nominal da quota é de 3 000
      • Valor de aquisição da quota foi de 4 000
          • 10 000 - 4 000 = 6 000
          • 10 000 - 3 000 = 7 000
  • A 1ª diferença é inferior à segunda, logo, o rendimento
  • (6 000) é todo de capitais, não havendo mais-valias
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Regime de tributação de rendimentos da Categoria E

que derivem de participações sociais, designadamente

lucros.

  • Princípios gerais: Tributação à taxa de 20% (retenção com natureza liberatória ou taxa autónoma), com opção pelo englobamento para os residentes.
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Deixaram de estar sujeitos a retenção com natureza de pagamento por conta, à taxa de 15% prevista no artigo 101º, por passaram a constar da previsão da alínea c) do n.º 3 do artigo 71º, os seguintes rendimentos:

    • Valor atribuído em resultado da partilha
    • Lucros devidos por entidades sujeitas a IRC
    • Rendimentos auferidos pelo associado na associação em participação e na associação à quota
  • Rendimentos devidos por entidades não residentes, pagos por entidades residentes artigo 101.º, n.º 2:

Retenção à taxa de 20% com natureza liberatória, mas pode haver opção pelo

englobamento.

  • Lucros distribuídos por entidades não residentes – artigo 72º, n.º 4 e 5:

Tributação autónoma à taxa de 20%, com opção pelo englobamento.

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Artigo 8º - Rendimentos Prediais

A - Noção de rendimento

B - Rendimento líquido – Artigo 41.º

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Artigo 9º - Incrementos Patrimoniais

A - Noção de rendimentoMais-valias e ganhos de jogo, bem como:

  • Indemnizações;
  • Danos não patrimoniais, a menos que sejam fixadas por

decisão judicial ou arbitral ou por transacção;

  • Danos emergentes não comprovados, e lucros cessantes,
  • Importâncias atribuídas em virtude da assunção de

obrigações de não concorrência

  • Acréscimos patrimoniais não justificados
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Maias-valias:

Exclusão de tributação:

  • Regime transitório do artigo 5.º do Decreto-Lei

n.º 442-A/88, de 30 de Novembro

      • Aquisições de bens antes de 1.01.89, cuja alienação não estava sujeita a Imposto de Mais-valias.
      • A data de aquisição de acções resultantes de transformação de sociedade por quotas em anónima é a data de aquisição das quotas que lhes derem origem (art. 43º, nº 4, al. b))
  • Artigo 10.º, n.º 2
      • Obrigações e outros títulos de dívida
      • Acções detidas durante mais de 12 meses
  • Regime do reinvestimento – artigo 10º, nº 5
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Mais-valias:

Havendo sujeição:

  • As mais-valias com a alienação ou actos de efeito equivalente:
      • imóveis
      • propriedade intelectual, industrial ou know-how
      • cessão de posição contratual

Só são consideradas em 50% (art. 43º, nº 2)

  • As mais-valias com a alienação de partes sociais são tributadas

autonomamente à taxa de 10% (art. 72º, nº 3)

slide62

Regime de alienação de imóveis:

Exclusão de tributação dos ganhos provenientes da transmissão onerosa de imóveis destinados a habitação própria e permanente do sujeito passivo ou do seu agregado familiar

  • Natureza do bem alienado e do bem a adquirir
  • Prazo para o reinvestimento
  • Montante a reinvestir:
    • valor de realização – amortização de eventual empréstimo contraído

para a aquisição do imóvel alienado

    • reinvestimento integral exclusão integral da mais-valia obtida

parcial  exclusão parcial de mais-valia obtida

(art. 10º, nº 7)

Requisitos – Art. 10º, nº 5

NOTA: A amortização de um empréstimo contraído para aquisição do imóvel alienado releva para a

quantificação do montante a reinvestir.

slide63

11 250

15 000

Regime de alienação de imóveis:

Exemplo:

Mais-valia apurada – 10 000

Valor a reinvestir – 15 000

Valor reinvestido – 11 250 - = 75%

não reinvestido – 3 750 – (25% de 15 000)

logo, o benefício da exclusão de tributação, sendo proporcional ao valor de realização reinvestido, é de: 10 000 x 75% = 7 500

o valor sujeito é de: 10 000 - 7 500 = 2 500

o valor tributado é: 2 500 x 50% = 1 250

CONTINUAÇÃO DA NOTA:

A existência de um empréstimo contraído para aquisição do imóvel onde se vai concretizar o

reinvestimento releva para determinar se o reinvestimento é total ou parcial

slide64

Quantificação do ganho - n.º 4 do artigo 10º

As regras para determinar o valor de realização constam do artigo 44º

 valor de realização no caso de imóveis (art. 44º, nº 2)

Prevalece o que for considerado para efeitos de IMT

(ver art. 28 do DL. 287/2003, DE 12.11)

As regras para determinar o valor de aquisição constam dos artigos 45º (aquisição gratuita), 46º, 48º e 49º (aquisições onerosas de imóveis, partes sociais e outros valores mobiliários e outros bens e direitos, respectivamente).

Diferença entre o valor de realização e o valor de aquisição.

slide65

O valor de aquisição pode, no entanto, ser corrigido de acordo com as regras dos artigos 50º e 51º, consoante os casos.

Assim, o valor de aquisição a título oneroso de bens imóveis pode ser corrigido por aplicação dos coeficientes de correcção da moeda (art.º 50º) e por acréscimo de encargos com a valorização dos bens e despesas inerentes à aquisição e alienação (art.º 51º, al. a);

MV/mv = VR - [(vaq. X coef.) + Ev. + Daq. + Dal.]

slide66
Valor de aquisição a título oneroso partes sociais e outros valores mobiliários e outros bens e direitos e direitos de propriedade intelectual, industrial e know-how pode ser corrigido por acréscimo das despesas inerentes à alienação (art.º 51º, al. b)).

MV/mv = VR - (vaq. – Dal)

slide67

Afectação de bens do património particular a actividades empresariais (art. 10º, nº 2, al. b))

  • Tributação diferida (art. 10º, nº 2, al. b)) para o momento da alienação ulterior do bem
  • Há, por este motivo, que distinguir:
      • o momento da afectação (em que ocorre o facto gerador de imposto)
      • o momento de alienação do bem (em que ocorre a exigibilidade do imposto)
slide68

Este diferimento do apuramento do imposto tem como consequência que, na data de alienação do bem, se devam apurar duas mais-valias:

    • Na categoria G
    • Na categoria B (art. 3º, nº 2, al. c))

Assim, e porque a afectação prevista no art. 10º constitui, na esfera de actividade, uma aquisição, o valor de realização considerado naquela é igual ao valor de aquisição aceite para o apuramento da mais-valia na categoria B, na saída do bem (art. 44º, nº 1 c) e art. 29º, nº 2)

slide69

Aquisição para a

esfera particular (2002)

Aquisição para a

actividade profissional (2003)

Alienação do bem (2004)

Em 2004, há que apurar:

Cat. G – (b) - (a)

Cat. B - (c) - (b)

v. aq. - 100 (a)

v. mercado - 200 (b)

v. realização - 300 (c)

slide70

Alienação onerosa de propriedade

intelectual, industrial ou know-how

Cedência

Temporária

Alienação

Titular

originário

Cat. B

Art. 3º, nº 1 al. c)

Cat. B

Art. 3º, nº 1 al. c)

Titular não

originário

Cat. G

Art. 10º, nº 1 al. c)

Cat. E

Art. 5º, nº 2 al. m)

slide71

Valores mobiliários – são documentos emitidos por empresas ou

outras entidades que representam direitos e deveres, podendo ser

comprados e vendidos

  • acções, obrigações, títulos de participação, unidades de
  • participação em fundos de investimento, warrants autónomos,
  • certificados, etc.

Exemplo:

  • Instrumentos financeiros derivados - futuros e opções
slide72

Warrants auitónomos – são valores mobiliários que conferem ao

investidor um direito sobre outro valor

mobiliário (designado activo subjacente)

Acções Taxas de juros

obrigações ou

taxa de câmbio

  • uma emissão de warrants autónomos sobre acções pode conferir ao
  • investidor o direito a comprar ou a vender essas acções numa data
  • pré-determinada. (é uma opção e não uma obrigação)

Exemplo:

slide73

Direitos que o warrant confere:

      • comprar o activo subjacente
      • vender o activo subjacente
      • subscrever o activo subjacente
      • a receber uma diferença em dinheiro entre dois preços – o preço do

activo subjacente no momento do exercício e o preço de exercício.

  • Tipo de liquidação:
      • Se o exercício der lugar ao recebimento, subscrição ou

entrega do activo subjacente  liquidação física

      • Se o exercício apenas der lugar ao pagamento de uma

diferença de preço – liquidação financeira.

Certificados – são valores mobiliários que têm uma duração limitada e atribuem aos

investidores o direito a receber em dinheiro o valor de um activo

subjacente numa data determinada.

slide74

Artigo 11º - Rendimentos de pensões

A - Noção de rendimento

B - Apuramento do rendimento líquido

slide75

Artigo 53.º - Categoria H Deduções específicas

  • Diminuição do montante da dedução específica de

8 283€ para 7 500€

  • Estabelecimento da regra de que a dedução para

rendimentos superiores a 40 000€ é igual a 7 500€,

abatido, até à sua concorrência, de 20% da parte que

exceder os 40 000€.

slide76

Assim, e a título de exemplo:

Para um rendimento bruto anual da Categoria H de 45 000€, a dedução será de 6 500€.

Com efeito, este rendimento excede em 5 000€ os 40 000€, logo a dedução será igual a 7 500€ - (5 000€ x 20%) = 6 500€.

Por outro lado, com esta regra, rendimentos iguaisousuperiores a 77 500€ deixam de ter dedução específica.

Na verdade, neste valor 20% da parte que excede 40 000€ (37 500€) é igual a 7 500€.

slide77

Mecanismo de apuramento do imposto

Regras de englobamento - Artº 22

Abatimentos - Artº 56º

Aplicação da taxa - Artºs 68 e segs.

Deduções à colecta - Artº 78º

A

B

C

D

slide78

Regras do englobamento

A

Qual o montante do RL total que é susceptível de englobamento?

Quais os rendimentos englobados

Rendimentos auferidos no estrangeiro

1

2

3

slide79

Dedução de Perdas - Artº 55º

1.

Dedução do rendimento negativo apenas dentro da mesma

categoria, nos 6 anos seguintes

Dedução do rendimento negativo apenas dentro da mesma

categoria, nos 5 anos seguintes

Dedução do rendimento negativo apenas dentro da mesma

categoria, nos 5 anos seguintes ou nos dois anos seguintes

Categoria B

Categoria F

Categoria G

slide80

Artigo 71º, nº 3 e nº 4

2.

NORMA RENDIMENTOS CATEG.

Rendimentos não englobados (só por opção)

rendimentos auferidos por residentes sujeitos a taxas liberatórias

71º, nº 2. al b)

71 º, nº 2. al f)

71 º, nº 2. al a)

71 º, nº 2. al b)

71 º, nº 2. al c)

Prémios de rifas,

Totoloto e jogo de loto,

Sorteios ou concursos

Lotarias, apostas mútuas

desportivas e bingo

Juros de depósito à

ordem ou a prazo e

certificados de depósito

Títulos de dívida, operações

de reporte, cessões

de crédito (etc.)

Art. 5º, nº 2, al h), i) l) e

q) e nº 3

G

G

E

E

E

slide81

Rendimentos tributados autonomamente

Art. 72º

  • Saldo positivo das mais e menos valias resultante de operações

com partes sociais, entre valores mobiliários e resultado de partilha,

investimentos financeiros derivados, warrants autónomas e operações

relativas a certificados (nº 4)

  • Gratificações (nº 3)
slide82

Rendimentos englobados apenas para a determinação da taxa

30 000 - Rendimento da Cat. A

20 000 - Rendimentos isentos com progressividade

  • Determinação da taxa

26 665.24 + 20 000 = 46 665.24

(30 000 - 3 334.76)

46 665.24 : 2 = 23 332.62

16 692 x 18,5986%

6 640.62 x 34%

  • Retirar o rendimento isento

23 332.62 - 10 000

16 692 - ж(7 153,93)

6 640.62 - У ( 2 846,07)

  • Aplicação da taxa

9 538.07 x 18,5986%

3 794.55 x 34%

slide83

Rendimentos obtidos no estrangeiro

Art. 22º, nº 6

3.

O sujeito A recebeu 20 000€ proveniente do estrangeiro e aí tributado à taxa de 20%.

O montante a englobar é de 25 000€

20 000 80%

ж 100%

(25 000)

slide84

Abatimentos – artigo 56º

B

  • encargos comprovados relativos a pensões de alimentos

a que o sujeito passivo esteja obrigado por sentença ou

acordo homologados nos termos da lei civil;

  • o beneficiário de pensão não pode integrar o agregado

familiar de quem presta a pensão:

  • não estarem previstas, relativamente ao beneficiário de

pensão, deduções no art. 78º para quem presta a pensão.

Requisitos para o abatimento:

slide85

Aplicação da taxa – art. 70, nº 1º

C

  • da aplicação das taxas não pode resultar um rendimento liquido

de imposto inferior a 6 483.12 (ano 2006)

5 402.6 + 1 080.52 (20%) = 6 483.12

  • não há imposto se a matéria colectável após a divisão por dois

for igual ou inferior a 1 775€

2 situações para rendimentos originados periodicamente em trabalho dependente

slide86

Aplicação da taxa – art. 70, nº 2º

s.m.n anual

385.90 x 14

+ 60 %

+ 120 %

total

3 ou 4 dependentes

5 402.6

3 241.56

8 644.16

5 ou + dependentes

5 402.6

6 483.12

11 885.72

Rendimento colectável igual ou

inferior a:

slide87

Deduções à colecta – regras gerais

(Art. 78º)

D

  • As deduções são efectuadas pela ordem indicada no artigo;
  • Apenas os pagamentos por conta e as retenções na fonte com

natureza de pagamento por conta conferem, quando superiores

ao imposto devido, direito ao reembolso:

  • Da regra anterior decorre que as deduções do nº 1 só deduzem

até à concorrência da colecta;

  • As deduções à colecta aplicam-se apenas a residentes;
  • As deduções relativas a encargos com imóveis e com prémios de

seguros não podem exceder 725,19€, acrescida das resultantes do

nº 2 do artigo 83º.

slide88

Deduções à colecta relativas:

  • Aos sujeitos passivos, seus dependentes e ascendentes - Art.º 79
  • Dupla tributação internacional - Artº 81º
  • Despesas de saúde - Artº 82º
  • Despesas de educação e formação - Artº 83º
  • Encargos com lares - Artº 84º
  • Encargos com imóveis - Artº 85º
  • Encargos com prémios de seguros - Artº 86º
  • Despesas de aconselhamento jurídico - Artº 87º
  • Benefícios fiscais - Artº 88º
slide89

Obrigações do sujeito passivo

ou do titular do rendimento

Obrigação principal

  • Pagamento

Obrigações acessórias

  • Declarativas
    • comuns
      • declaração periódica de rendimentos
    • específicas
    • início de actividade
    • alterações
    • cessação
    • anual de informação contabilística
    • contabilísticas e de escrituração
slide90

Pagamento

  • Decorrente da liquidação – art. 97º

Data limite

da apresentação

de declaração – art. 60º

Data limite

da liquidação

Art. 77º

Data limite

do pagamento

1 Fevereiro a 15 Março

16 Março a 30 Abril

----

30 Abril

30 Maio

31 Julho

31 Maio

30 Junho

31 Agosto

slide91

Pagamentos por conta – art. 102º

  • Retenção na fonte

(obrigações de terceiros)

Obrigações acessórias:

  • Declaração de rendimentos
    • Situações de dispensa – art. 58º
    • Apresentação por transmissão electrónica de dados
    • Portaria nº 1287/2005, de 15.12
slide92

Obrigações impostas a entidades pagadoras de rendimentos sujeitos a IRS

  • Retenção na fonte
  • O regime do CIRS completa-se com o DL 42/91, de 22 Janeiro
  • Rendimentos sujeitos
  • Categorias A (com excepção de alguns rendimentos) e H – art. 99º e 100º
  • Categorias B, E, F e G – art. 101º
  • Salienta-se:
  • A obrigação de retenção na fonte prevista no art. 101º só existe para entidades que
  • disponham ou devam dispor de contabilidade organizada;
  • Os art.s 99º e 100º não estabelecem qualquer condição para obrigação de retenção
  • na fonte;
  • Os rendimentos das categorias B e G não estão, na totalidade, sujeitos a retenção na
  • fonte. O artigo procede à enumeração dos rendimentos sujeitos a retenção.
  • Pode haver dispensa total ou parcial de retenção na fonte, nos termos dos art.s 9º e
  • 10º do DL 42/91;
slide93

Responsabilidade em caso de substituição

Art. 103º

  • Importância não retidas
    • Imposto com natureza de pagamento por conta

A responsabilidade pelo seu pagamento é do titular do rendimento.

A entidade pagadora do rendimento:

        • é responsável subsidiária pelo imposto não retido;
        • fica sujeita ao pagamento de juros compensatórios desde o termo
        • do prazo de entrega até ao termo do prazo de apresentação da
        • declaração ou até à data de entrega do imposto retido, se anterior.
    • Imposto com natureza definitiva
    • A entidade pagadora do rendimento é a responsável principal
  • Os titulares do rendimento são subsidiariamente responsáveis
slide94

Responsabilidade em caso de substituição

Art. 103º

  • Importâncias retidas e não entregues
    • O titular do rendimento nunca é responsável pelo seu pagamento
    • À entidade devedora pode ser imputada a prática de crime ou
    • contra-ordenação
slide95

Reclamação ou impugnação da retenção na fonte

  • Retenção indevida – só pode reclamar o titular do rendimento se:
          • Não for possível fazer a rectificação no próprio ano a que

respeita;

          • Não puder ser considerada na liquidação
  • Entrega de imposto superior ao retido:
      • Correcção deve ser feita em entregas posteriores mas dentro do

ano a que o imposto respeita;

      • Caso aquele não seja possível, a entidade devedora dos

rendimentos pode impugnar mas deve previamente reclamar

para o órgão periférico regional

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