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UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO

UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO. Queixas no segundo trimestre. Edema em membros inferiores.

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Presentation Transcript


  1. UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO Queixas no segundo trimestre

  2. Edema em membros inferiores Resultado da pressão do útero sobre a veia cava inferior, dificultando o retorno venoso da parte inferior do corpo. Neste período é considerado como intercorrência fisiológica, devendo ser monitorado em todas as consultas. Orientações: elevar membros inferiores, não ficar muito tempo parada de pé e fazer atividade física.

  3. Veias varicosas Mais freqüente em multípara, no exame ginecológico observar se existem varizes na região vaginal, inguinal e anal. Orientações: elevar membros inferiores, usar roupas folgadas, controlar o peso e utilizar meias elásticas para gestante.

  4. Sinais de pré-eclâmpsia Observar nas consultas as queixas da gestante, o aumento de peso repentino, cefaléia, hipertensão arterial, edema e proteinúria. Orientações: acompanhar PA, principalmente maior que 135x90mmHg, edema, orientar quanto dieta hipossódica e hipoproteica, recomendar repouso e encaminhá-la para o pré-natal de alto risco.

  5. A infecção urinária na gestação. A infecção urinária é definida como a presença e a multiplicação de microrganismos no trato urinário. Ela constitui uma das infecções mais freqüentes da gestação sendo a terceira intercorrência clínica mais comum na gestação, e acomete cerca de 10 a 12% das grávidas. A maioria destas infecções ocorre no primeiro trimestre da gravidez, 9% sob a forma de infecção urinária baixa (cistite) e 2% como infecção urinária alta (pielonefrite). A infecção urinária cria várias situações doentias e contribui para a mortalidade materno infantil.

  6. ITU O exame simples de urina (pesquisa de elementos anormais e sedimentoscopia - E.A.S.) durante a gestação é de requisição obrigatória e deve ser feito de forma rotineira pelo menos em três ocasiões no pré-natal. Nos casos de suspeita de uma infecção urinária, a confirmação da presença da mesma se faz obrigatória, e o exame requisitado com essa finalidade é a cultura de urina (urinocultura ou urocultura). Valores acima de 100.000 (ou 105) colônias de bactérias por mililitro de urina confirmam o diagnóstico.

  7. ITU O exame simples de urina (E.A.S) não confirma ou exclui a presença de infecção urinária. Podemos identificar quatro tipos diversos de infecção urinária durante a gestação: bacteriúria assintomática, infecção urinária baixa (cistite), pielonefrite aguda e pielonefrite crônica. A bacteriúria assintomática está presente quando a paciente não tem sintomas ou queixas de infecção urinária, embora tenha urinocultura positiva. A infecção urinária aguda baixa, chamada de cistite, é quando os sintomas e a infecção estão relacionados à bexiga; a pielonefrite aguda, também chamada de infecção urinária alta, ocorre quando há infecção ascendente da uretra até o rim.

  8. ITU A pielonefrite crônica é a fase crônica das infecções renais anteriores que deixaram lesões ou cicatrizes nos rins. Geralmente, a pielonefrite crônica não apresenta sintomas, mas pode estar acompanhada de hipertensão arterial. Com a gravidez, a hipertensão pode se tornar severa e piorar a função renal; com isso, o estado de saúde da mãe e do feto se altera. Os riscos e complicações durante a gestação para a mãe e para o bebê são diferentes de acordo com cada uma das formas de infecção urinária descritas acima.

  9. ITU A mulher apresenta uma série de fatores que facilitam a infecção urinária, como a presença de uma uretra curta e do orifício que sai a urina (meato uretral) localizado muito próximo à vagina e ao ânus. Assim, a mulher tem mais comumente esse tipo de infecção do que o homem. Durante a gestação, o risco de infecção é ainda maior, pois além dos fatores descritos acima, ocorrem mudanças no sistema urinário que predispõem ainda mais a infecção urinária, como a mudança da posição e do tônus da bexiga, as mudanças que ocorrem nos ureteres (que ligam os rins à bexiga) e a presença de glicose na urina (normalmente não encontrada na mulher não-grávida), dentre outras.

  10. ITU A bacteriúria assintomática é definida como a presença de proliferação bacteriana na urina, em grávida que não apresenta sintomas ou queixas urinárias, provavelmente, porque não está ocorrendo lesão e agressão à mucosa do trato urinário. Na gravidez, a incidência de bacteriúria assintomática é da ordem de 4 a 7%. Nas grávidas diabéticas, a incidência é maior, em torno de 12 a 14%, e nas mulheres que já tiveram infecção urinária antes de engravidar, é de 18 a 20 %. É interessante observar que a metade (50%) das bacteriúrias assintomáticas se torna sintomática até o final da gestação.

  11. ITU A bacteriúria assintomática deve ser pesquisada e tratada durante a gestação, justamente pela presença dos fatores que facilitam a infecção urinária na gestante descritos acima. As gestantes com bacteriúria assintomática têm maior risco de desenvolvimento de cistite e pielonefrite. A pielonefrite, infecção do rim é a maior causa não-obstétrica de internação materna durante a gestação, podendo levar a complicações graves como trabalho de parto prematuro, infecção generalizada grave e insuficiência renal.

  12. Diagnóstico A suspeita diagnóstica de infecção urinária se dá pelos sintomas de: vontade de urinar freqüente, ardência, urgência para urinar, dor lombar, náuseas, vômitos, sangue na urina e febre. Para toda a gestante, deve-se sempre solicitar de 3 em 3 meses exames de urina e urinocultura. Com estes cuidados, procuramos descobrir as infecções urinárias assintomáticas e tratá-las precocemente. No exame comum de urina, o sedimento urinário apresenta um número aumentado de leucócitos, acompanhados de sangue e albumina na urina.

  13. Diagnóstico Considera-se infecção urinária quando a cultura de urina é positiva, ou seja, com mais de 100.000 bactérias por mililitros de urina. A urina para cultura deve ser colhida pelo jato médio com técnica de antissepsia adequada. As grávidas principalmente no 3º trimestre contaminam a urina muito facilmente, por esta razão é importante que a coleta seja bem feita para evitar erros na interpretação da urocultura.

  14. Diagnóstico O diagnóstico de lesões do rim na infecção urinária é feito pela ultra-sonografia (ecografia), que é uma investigação não invasiva e que permite a avaliação anatômica do rim, como malformações e tamanho renal, podendo também mostrar cálculos e obstruções.

  15. Diagnóstico A paciente pode apresentar sinais clínicos de infecção urinária, mas ter uroculturas negativas. Quando isto ocorrer deve-se procurar outras infecções, por outros microorganismos como chlamydia, herpes vírus, Candida albicans, trichomonas e outros.

  16. Tratamento Constatada a infecção urinária na grávida, ela deve ser imediatamente tratada para evitar complicações, como infecção generalizada, abortamento, parto prematuro, hipertensão gestacional e piora de anemia. O tratamento deve basear-se no antibiograma (obtido a partir da urocultura). O médico deve escolher antibióticos que não sejam prejudiciais ao feto e a medicação deve ser usada pelo menor tempo possível, mas num período suficiente para ter a segurança de um tratamento adequado e eficaz.

  17. Prevenção Nas gestantes que têm infecção urinária recorrente, pode-se usar medicações preventivas por um longo período. Recomenda-se uma ingestão abundante de líquidos e, nas micções, procurar sempre o esvaziamento completo da bexiga.

  18. DST Muitas DSTs que afetam as mulheres são silenciosas, ou seja, não apresentam sinais ou sintomas, cursando sem a mulher saber que está doente, estando aí mais uma razão da importância da realização de um bom acompanhamento pré-natal.

  19. DST Possíveis conseqüências para a mulher: Uma grávida que contrai uma DST pode apresentar, as seguintes possíveis conseqüências tanto para a gestação em andamento quanto para a sua saúde futura: parto prematuro, ruptura prematura da placenta, doença inflamatória pélvica (DIP), hepatite crônica, câncer do colo do útero, infertilidade etc.

  20. DST Possíveis conseqüências para o bebê: A mulher grávida pode transmitir para o seu filho (transmissão vertical) várias doenças adquiridas sexualmente. Essa transmissão pode ocorrer antes, durante ou depois do nascimento.

  21. DST O vírus HIV e o treponema (agente da sífilis), por exemplo, podem infectar o feto ainda no interior do útero, em razão da sua capacidade de atravessar a placenta.Outras DSTs, como a gonorréia, clamídia, herpes etc podem ser transmitidas para o bebê no nascimento, no momento de sua passagem pelo canal do parto.O vírus HIV pode ainda ser transmitido ao bebê após o nascimento, através da amamentação. As conseqüências para o bebê podem ser graves: conjuntivite, pneumonia, sepsis neonatal, cegueira, surdez, meningite, hepatite, baixo peso ao nascer, morte (natimorto) etc.

  22. DST Alguns destes problemas podem ser evitados se a mãe faz acompanhamento pré-natal de rotina, o qual deve incluir exames para detecção de DSTs no início da gravidez e, se necessário, repeti-los próximo ao parto. Outros problemas ainda podem ser evitados se a infecção for detectada no momento do parto.

  23. DST Exames que devem ser feitos rotineiramente no início do pré-natal: sífilis, HIV, Hepatite, além de exames para detecção da gonorréia, clamídia, trichomonas etc O Ministério da Saúde recomenda que sejam feitos pelo menos dois testes de HIV e de sífilis durante o pré-natal.

  24. Tratamento - DST Doenças como a gonorréia, sífilis, tricomoníase, clamídia, assim como as vaginites bacterianas, podem ser tratadas e curadas com antibióticos durante a gravidez.Não há cura para as DSTs virais como herpes genital e HIV, mas o uso de medicamentos antivirais podem reduzir os sintomas nas mulheres grávidas.

  25. Tratamento - DST Doenças como a gonorréia, sífilis, tricomoníase, clamídia, assim como as vaginites bacterianas, podem ser tratadas e curadas com antibióticos durante a gravidez. Não há cura para as DSTs virais como herpes genital e HIV, mas o uso de medicamentos antivirais podem reduzir os sintomas nas mulheres grávidas.As mulheres cujas provas de detecção da hepatite B foram negativas, podem receber vacina contra a hepatite B durante a gravidez.

  26. Prevenção - DST As camisinhas, quando usadas corretamente, são muito eficazes para evitar a transmissão do HIV. Da mesma forma, podem reduzir o risco de transmissão de gonorréia e das vaginites ou uretrites não gonocócicas (infecção por clamídia, trichomonas, etc). As camisinhas podem reduzir também o risco de transmissão de herpes genital, sífilis e cancro mole somente se a área infectante estiver protegida, isto é, recoberta pelo preservativo.

  27. Prevenção - DST Já existe vacina contra os tipos 6,11,16 e 18 do HPV, para meninas e mulheres de 9 a 26 anos que não tenham a infecção. A vacina confere proteção contra os tipos de vírus citados acima, os quais são responsáveis por 70% dos casos de câncer do colo do útero e 90% dos casos de verrugas (condilomas) genitais.Na presença de lesões ativas do herpes genital, uma cesariana pode ser indicada com a finalidade de proteger o recém-nascido de uma possível contaminação na sua passagem pelo canal do parto.

  28. Prevenção - DST Nos países desenvolvidos, a administração de drogas anti-retrovirais em paciente soro-positivas somados à indicação de cesariana programada e a proibição da amamentação materna reduziram significativamente a transmissão vertical do HIV, com a conseqüente diminuição da incidência de AIDS em recém-nascidos.

  29. Prevenção - DST Nos países desenvolvidos, a administração de drogas anti-retrovirais em paciente soro-positivas somados à indicação de cesariana programada e a proibição da amamentação materna reduziram significativamente a transmissão vertical do HIV, com a conseqüente diminuição da incidência de AIDS em recém-nascidos.

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