Cap tulo 7 propriedade peri dica dos elementos
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Capítulo 7 – PROPRIEDADE PERIÓDICA DOS ELEMENTOS PowerPoint PPT Presentation


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Capítulo 7 – PROPRIEDADE PERIÓDICA DOS ELEMENTOS. André Luiz Nascimento Luiz Fernando da Silva Quirino Engenharia de Produção 2008 Prof.º Dr. Élcio Barrak. O caminho da Tabela Periódica moderna. Lavoisier : classificou os elementos em grupos.

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Capítulo 7 – PROPRIEDADE PERIÓDICA DOS ELEMENTOS

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Presentation Transcript


Cap tulo 7 propriedade peri dica dos elementos

Capítulo 7 – PROPRIEDADE PERIÓDICA DOS ELEMENTOS

André Luiz Nascimento

Luiz Fernando da Silva Quirino

Engenharia de Produção 2008

Prof.º Dr. Élcio Barrak


O caminho da tabela peri dica moderna

O caminho da Tabela Periódica moderna

Lavoisier: classificou os elementos em grupos.

Meyer e Mendeleyev: descobriram que a variação periódica do volume atômico está relacionado com a massa atômica.

Moseley: trabalhou com os números atômicos, o que levou à Tabela Periódica atual.


Tabela peri dica

Tabela Periódica

Semelhanças e diferenças entre elementos do mesmo grupo (orbital de valência).


Carga nuclear efetiva

Carga Nuclear Efetiva

  • É a força de atração entre o núcleo e o elétron em questão.

  • Depende da carga de ambos e da distância entre os mesmos.

  • Zef = Z – S

  • Zef = carga nuclear efetiva

  • Z = número de prótons no núcleo

  • S = número de elétrons que está entre o núcleo e elétron em questão


Como calcular

Como calcular

Tomando como exemplo o sódio (Na)

Distribuição eletrônica: 1s2 2s2 2p6 3s1

Z = 11 e S = 6 + 2 + 2 = 10

Então, Zef = Z – S = 11 – 10 = +1


Tipos de raio

Tipos de raio

Atômico: metade da distância entre o núcleo de dois átomos vizinhos.

Iônico: distância entre os núcleos dos íons de cargas opostas.


Cap tulo 7 propriedade peri dica dos elementos

Covalente: metade da distância entre átomos ligados por ligação covalente. (Exemplo: Cl2 )

Van der Waals: metade da distância internuclear entre átomos em contato, mas não ligantes. (Exemplo: I2 )

r = raio covalente

R = raio de van

der Waals


Varia o do tamanho at mico

Variação do tamanho atômico

Aumenta de cima para baixo na tabela periódica devido ao aumento do número de níveis.

Aumenta da direita para esquerda devido à diminuição do número de prótons nesse sentido, o que diminui a força de atração sobre os elétrons.


Tamanho i nico

Tamanho Iônico

Em uma série isoeletrônica, quanto maior o número de prótons (Z), menor será o tamanho do íon devido à atração nuclear.

Exemplo:

Utilizando os íons F- (Z = 9), Ne (Z = 10) e Na+ (Z = 11), temos uma série isoeletrônica de 10 elétrons. Resulta que o tamanho de F- > Ne > Na+, pois F- apresenta a menor carga nuclear, enquanto Na+, a maior.


Energia de ioniza o

Energia de Ionização

É a energia necessária (absorvida) para retirar o elétron mais fracamente ligado ao núcleo, e portanto do mais alto nível energético, de um átomo no estado gasoso isolado.

Primeira energia de ionização (I 1)

Mg(g) Mg+(g) + 1 e-


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A partir da primeira energia de ionização, fica cada vez mais difícil retirar os elétrons da camada de valência.

Segunda energia de ionização (I 2)

Mg+(g) Mg2+(g) + 1 e-


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A energia de ionização é o inverso do tamanho do átomo. Isso acontece porque quanto menor o átomo, maior será a atração efetiva, então, mais difícil será a remoção do elétron, ou seja, maior será a energia de ionização.


Distribui o eletr nica

Distribuição Eletrônica

A distribuição eletrônica é feita de acordo com os princípios de Aufbau, Pauli e Hund, que Linus Pauling reuniu em um diagrama:

Elétrons no subnível:

s = 2

p = 6

d = 10

f = 14


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Entretanto, quando um átomo se torna um cátion, a retirada de elétrons não ocorre de acordo com a ordem da distribuição eletrônica.

Exemplo:

Níquel (Ni)  Z = 28

1s2 2s2 2p6 3s2 3p6 4s2 3d8

Ao invés de retirar o elétron de 3d8, o elétron será removido de 4s2, pois obedece a ordem direta de distribuição em camadas.

1s2 2s2 2p6 3s2 3p6 3d8 4s1


Afinidade eletr nica

Afinidade Eletrônica

É a energia liberada quando um átomo isolado, no estado gasoso, “captura” um elétron, se tornando, assim, um íon carregado negativamente.

Br(g) + 1 e- Br -(g)ΔE = - 325 kJ

Já com os gases nobres, a afinidade eletrônica tem valor positivo, significando que o ânion tem energia mais alta que os átomos e elétrons separados.

Ne(g)+ 1 e- Ne-(g)ΔE > 0


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A afinidade eletrônica, geralmente, se torna cada vez mais negativa à proporção que caminha em direção aos halogênios. Estes, já apresentam 7 elétrons na camada de valência, necessitando intensamente, então, de somente mais um elétron para se tornarem estáveis.


Metais

Metais

Brilho metálico característico

Boa condução de corrente elétrica e calor

Maleáveis

Dúcteis

Sólidos à temperatura ambiente (exceção ao mercúrio)

Muitos óxidos metálicos são sólidos iônicos básicos

Na2O(s) + H2O(l) 2 NaOH(aq)

Tendem a ter baixa energia de ionização

Tendem a formar cátions em soluções aquosas

Ponto de fusão elevado


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Dia-a-dia

Lítio: bateria para marca-passo, medicamentos anti-depressivos, cerâmica e vidro.

Magnésio: flash fotográfico, fogos de artifício e leite de magnésia.

Ferro: formação de hemoglobina, enzimas e combate à anemia.

Zinco: metabolismo de aminoácidos, retarda o crescimento e a formação de ossos.


N o metais

Não-metais

Variam na forma

Maus condutores de eletricidade e de calor

Menor ponto de fusão, em relação aos metais

Tendem a ganhar elétrons quando reagem com metais, devido à afinidade eletrônica

Compostos de não-metais são substâncias moleculares

Muitos óxidos não-metálicos são ácidos

CO2(g) + H2O(l) H2CO3(aq)


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Dia-a-dia

Em geral, são utilizados na produção de pólvora e na fabricação de pneus.

Flúor: utilizado em tratamentos dentários

Cloro: limpezas domésticas e de piscinas


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Metalóides

  • Apresentam brilho metálico

  • Pequena condutividade elétrica

Dia-a-dia

O Silício é utilizado na fabricação de circuitos integrados e chips de computador.


Gases nobres

Gases Nobres

Geralmente, são monoatômicos

Pequena capacidade de ser combinar com outros elementos

Baixo ponto de fusão e ebulição

Estado gasoso à temperatura ambiente

Xe

XeCl

XeF2, XeF4 (cristais) e XeF6

KrF2

RnF

ArF


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Dia-a-dia

Hélio: utilizado em dirigíveis e balões com fins recreativos, publicitários.

Criptônio: usado em lâmpadas fluorescentes.

Argônio: utilizado em lâmpadas de filamento.


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Referências bibliográficas

●Química – A Ciência Central: Brown

●Química Volume Único: Usberco e Salvador


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