Lobo ib rico e sua conserva o
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Lobo Ibérico e sua conservação PowerPoint PPT Presentation


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Lobo Ibérico e sua conservação . Trabalho realizado por:- Mário Pinto . Introdução. O Homem não tem uma boa relação com o lobo ibérico, por isso é um alvo a abater por parte do Homem. Em tempos ancestrais o Homem utilizava varias armadilhas para contribuir para a sua diminuição. .

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Lobo Ibérico e sua conservação

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Presentation Transcript


Lobo ib rico e sua conserva o

Lobo Ibrico e sua conservao

Trabalho realizado por:- Mrio Pinto


Introdu o

Introduo

O Homem no tem uma boa relao com o lobo ibrico, por isso um alvo a abater por parte do Homem.

Em tempos ancestrais o Homem utilizava varias armadilhas para contribuir para a sua diminuio.


Caracter sticas

Caractersticas

O lobo o maior candeo silvestre que existe na atualidade, vive em grupos hierarquicamente estruturados, denominados alcateias.


Caracter sticas1

Caractersticas

Estas so constitudas pelo par reprodutor, alguns adultos e as crias das mais recentes pocas de criao. O nmero de indivduos pertencentes a uma alcateia varia, quer em diferentes anos quer ao longo do ano, embora a maioria no exceda os sete membros (Mech, 1970).


Caracter sticas2

Caractersticas

Os lobos atingem a maturidade sexual por volta dos dois a trs anos de idade. A poca de reproduo comea entre Fevereiro e Maro, altura em que se do os acasalamentos.


Caracter sticas3

Caractersticas

Dois meses depois nascem entre quatro a seis crias e esto completamente dependentes da progenitora durante o primeiro ms de vida e dos adultos at Setembro ou Outubro.


Caracter sticas4

Caractersticas

A partir desta altura do ano comeam a acompanhar a alcateia nas suas deslocaes. Durante a poca de criao, a alcateia centra a sua atividade na rea de reproduo, desaparecendo esta ligao conforme as crias vo crescendo (Mech, 1970)


Densidade populacional

Densidade populacional

O nmero de lobos que constitui uma alcateia maior no final do Vero e incio do Outono do que no Inverno, altura em que o nmero de indivduos mnimo.


Densidade populacional1

Densidade populacional

Esta situao resulta da elevada taxa de mortalidade que se verifica nas crias e da disperso. Os lobos com idades compreendidas entre um ano e meio e os trs anos podem abandonar a alcateia e partirem busca de um territrio e de um parceiro, de forma a constiturem o seu prprio grupo social.


Descri o

Descrio

A populao do lobo na Pennsula Ibrica pertence subespcie Canis lupussignatus que apresenta o tronco em geral de cor castanha amarelada, mais ou menos escuro nos flancos e muito negro no dorso. As faces so cinzento escuro com um trao branco sujo. O focinho tem uma cor arruivada.


Descri o1

Descrio

A garganta branco amarelado na base e bege intenso na restante superfcie. No dorso observa-se uma lista negra que se prolonga para a cauda.


Descri o2

Descrio

Os membros dianteiros apresentam, na parte da frente, uma faixa longitudinal negra. A abundncia de tons avermelhados e/ou amarelados uma das principais diferenas entre esta e as outras subespcies.


Alimenta o

Alimentao

O lobo uma espcie adaptada a consumir uma grande variedade de recursos alimentares . Este hbito generalista permite-lhe modificar a sua dieta consoante a disponibilidade de alimento e assim adaptar-se num curto espao de tempo s flutuaes ou alteraes das espcies-presa presentes.


Alimenta o1

Alimentao

O lobo uma espcie essencialmente carnvora e considerado um oportunista com uma grande aptido para localizar as presas.


Alimenta o2

Alimentao

Em Portugal as presas selvagens do lobo so o veado, o coro e o javali .


Alimenta o3

Alimentao

A norte do rio Douro e na regio de Trs-os-Montes, o veado tem apenas uma populao dentro do Parque Natural de Montesinho , o javali uma espcie que se distribui por todo o pas, contudo revela importantes flutuaes populacionais, enquanto o coro apresenta uma distribuio mais restrita regio norte do pas e em fraca densidade.


Alimenta o4

Alimentao

As presas domsticas so abundantes e pertencem a raas autctones: caprinos da raa Bravia e da raa Serrana Transmontana; ovinos da raa Bordaleira de Entre o Douro e Minho e da raa Churra da Terra Quente; e bovinos da raa Maronesa.


Distribui o geogr fica

Distribuio geogrfica


Distribui o geogr fica1

Distribuio geogrfica

O lobo-ibrico ocupava no incio do sculo XX quase toda a Pennsula Ibrica. No entanto a partir dos anos 20 a populao lupina entrou num rpido processo de regresso, levando a que atualmente esta espcie ocorra em apenas 20% da rea original (Petrucci-Fonseca, 1990).


Distribui o geogr fica2

Distribuio geogrfica

Atualmente, em Portugal, existem 45 alcateias confirmadas a Norte do rio Douro e 6 a Sul. O Censo Nacional 2002/2003 refere a existncia de cerca de 300 indivduos ocorrendo regularmente em cerca de 16.300 km2, dos quais cerca de 12.500 km2 se localizam a norte do rio Douro e cerca de 3.800 km2 a sul do mesmo, e irregularmente em cerca de 4.000 km2.


Distribui o geogr fica3

Distribuio geogrfica

A nvel mundial, o lobo est classificado como Pouco Preocupante. Contudo, na Pennsula Ibrica apresenta o estatuto de Baixo Risco dependente de conservao , uma vez que esta regio constitui um dos seus ltimos redutos na Europa Ocidental.


O lobo e a sua conserva o em portugal

O lobo e a sua conservao em Portugal


O lobo e a sua conserva o em portugal1

O lobo e a sua conservao em Portugal

A populao do lobo em Portugal constituda por duas subpopulaes:


O lobo e a sua conserva o em portugal2

O lobo e a sua conservao em Portugal

  • Uma a norte do rio Douro em continuidade com a populao espanhola


O lobo e a sua conserva o em portugal3

O lobo e a sua conservao em Portugal

E outra que ocorre a sul deste mesmo rio, que est aparentemente isolada da restante populao ibrica e que apresenta um elevado nvel de fragmentao (Pimenta et al, 2005).


O lobo e a sua conserva o em portugal4

O lobo e a sua conservao em Portugal

Nos ltimos anos a subpopulao a norte do rio Douro parece estvel, com ligeiros aumentos e decrscimos a nvel local, enquanto na subpopulao a sul do Douro a tendncia parece ser, em geral, de declnio.


O lobo e a sua conserva o em portugal5

O lobo e a sua conservao em Portugal

As potenciais causas de declnio da populao lupina em Portugal so o desenvolvimento virio, associado ao crescimento da populao humana, a implementao de grandes infraestruturas, a escassez de presas selvagens e a diminuio do gado ovino e caprino.


O lobo e a sua conserva o em portugal6

O lobo e a sua conservao em Portugal

H ainda a considerar a destruio da vegetao autctone, a ausncia de medidas que visem uma proteo mais eficaz dos animais domsticos, o furtivismo, o atropelamento e perseguio direta.


O lobo e a sua conserva o em portugal7

O lobo e a sua conservao em Portugal

A ineficincia no pagamento dos prejuzos e a existncia de ces vadios/assilvestrados, muitas vezes identificados como lobos e que causam prejuzos nos animais domsticos, so fatores que tambm contribuem para a animosidade das populaes face ao lobo.


Lobo ib rico e sua conserva o

Os objetivos das aes que visam a conservao do lobo ibrico so aumentar o efetivo populacional, aumentar a rea de distribuio do lobo e promover a continuidade das populaes ibricas e das subpopulaes portuguesas.


O lobo e a sua conserva o em portugal8

O lobo e a sua conservao em Portugal

Para alcanar estes objetivos esto em curso medidas que visam a conservao do lobo, como:


O lobo e a sua conserva o em portugal9

O lobo e a sua conservao em Portugal

A implementao de medidas que fomentem uma proteo mais eficaz dos animais domsticos face aos ataques do lobo.


O lobo e a sua conserva o em portugal10

O lobo e a sua conservao em Portugal

A monitorizao regular da populao, a implementao de medidas de gesto do habitat , a conservao e fomento das presas naturais do lobo e o desenvolvimento de aes de divulgao, sensibilizao e formao.


O lobo e a sua conserva o em portugal11

O lobo e a sua conservao em Portugal

Implementao de medidas de gesto do habitat


O lobo e a sua conserva o em portugal12

O lobo e a sua conservao em Portugal

A conservao e fomento das presas naturais do lobo e o desenvolvimento de aes de divulgao


O lobo e a sua conserva o em portugal13

O lobo e a sua conservao em Portugal

Sensibilizao e formao.


Lobo ib rico e sua conserva o

Impactos das infraestruturas rodovirias


Efeitos sobre a fauna

Efeitos sobre a fauna

Nos ltimos sculos, a Europa tem sofrido profundas alteraes na paisagem devido ao do homem, sendo a construo e expanso de infraestruturas rodovirias a que mais impacto tem provocado nos habitats naturais (Bekker & Iuell, 2003).


Efeitos sobre a fauna1

Efeitos sobre a fauna

Estas infraestruturas e o aumento da sua densidade levam a uma profunda fragmentao dos habitats uma vez que formam uma barreira fsica na paisagem.


Efeitos sobre a fauna2

Efeitos sobre a fauna

A fragmentao divide extensas reas de habitats naturais outrora contnuos em vrias manchas mais pequenas, isoladas e dispersas, e com o aumento deste fenmeno os fragmentos podem tornar-se demasiado pequenos e isolados para suportar as espcies que deles dependem.


Efeitos sobre a fauna3

Efeitos sobre a fauna

A diminuio do tamanho dos fragmentos vai resultar na diminuio dos efetivos populacionais e no aumento da probabilidade de extino devido a eventos estocsticos.


Efeitos sobre a fauna4

Efeitos sobre a fauna

Os principais efeitos negativos das estradas na biodiversidade so a perda e degradao dos habitats, a mortalidade devido a atropelamentos, a perturbao, a poluio e o efeito barreira.


Medidas de mitiga o

Medidas de Mitigao


Lobo ib rico e sua conserva o

Manter e restabelecer a conectividade dos habitats vital uma vez que o isolamento pode levar reduo da diversidade gentica das populaes, ao aumento do inbreeding e do risco de extino e diminuio da capacidade de recolonizao.


Lobo ib rico e sua conserva o

Aumentar a permeabilidade das estradas vai minimizar o efeito barreira e pode compensar o risco de isolamento ou de reduo populacional.


Lobo ib rico e sua conserva o

Deste modo, foram concebidas medidas que visam aumentar a permeabilidade e a conectividade das manchas de habitat. Estas medidas implicam a construo de passagens superiores, inferiores e passagens hidrulicas.


Lobo ib rico e sua conserva o

O ndice de utilizao de cada passagem depende muito das suas caractersticas e das caractersticas do meio envolvente, afetando de maneira diferente as diversas espcies.


Lobo ib rico e sua conserva o

Verificou-se que no caso dos carnvoros a escolha do local de passagem no aleatria, dependendo no s dos fatores acima referidos, mas tambm dos atributos intrnsecos da estrada e do nvel de perturbao humana so fatores determinantes.


Lobo ib rico e sua conserva o

A localizao das passagens, especialmente em relao qualidade do habitat, tem sido apontada como o fator mais importante que determina a utilizao da estrutura.


Procura de ind cios nas passagens

Procura de indcios nas passagens


Conclus o

Concluso

Queda vez mais o Homem esta a contribuir para o extermnio do Lobo Ibrico, voluntariamente(armadilhas, envenenamento, perseguio direta), tambm involuntariamente(construo de infraestruturas, atropelamento, captura das suas presas mais fceis). Mas no podemos deixar de perceber que todos seres vivos so necessrios, quer nos tragam benefcios ou malefcios.


Bibliografia

Bibliografia

  • http://www.maraoonline.com/MARAO/MARAO_online/136F7AA4-78A1-4AE9-B4F8-8E12BEA599D6_files/lobo%20biologa%20ana%20guerra.jpg


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