Modelo biologista e tecnicista hegem nico
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Modelo biologista e tecnicista hegemônico. Saude como ausência de doença... Atenção centrada no individuo, nas ações curativas, pouco coletivo, tudo baseado em queixa conduta... Demanda mostra esta expectativa curativa Hospital dominante, Serviços concentrados no espaço urbano

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Modelo biologista e tecnicista hegemônico

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Modelo biologista e tecnicista hegem nico

Modelo biologista e tecnicista hegemônico

  • Saude como ausência de doença...

  • Atenção centrada no individuo, nas ações curativas, pouco coletivo, tudo baseado em queixa conduta... Demanda mostra esta expectativa curativa

  • Hospital dominante,

  • Serviços concentrados no espaço urbano

  • Medico centrado

  • Funcionamento baseado na demanda espontânea


Sistema nico de saude

SISTEMA ÚNICO DE SAUDE

  • 1988 - Reforma Sanitária

  • A possibilidade de superação do modelo de assistência hegemônica.

  • “SUS é um grande projeto civilizatorio e de inclusão da população”


Legisla o federal 8080 90 8142 90

Legislação federal 8080/90 8142/90

  • Universalidade – acesso para todos, direito a saude

  • integralidade – integração dos serviços da saude, não só o biológico mas em outros determinantes que permitem o agravo...

  • equidade – todos os cidadãos serão atendidos igualmente, independente da complexidade do seu caso e ainda considerando as necessidades coletivas e os riscos.

  • gratuidade – não será cobrado nenhum valor diretamente, quer seja total ou parcial.

  • Controle social


Niveis de complexidade

Niveis de complexidade

  • baixa (APS ou AB), media (AS) e alta complexidade (AT) são complementares entre si

  • No campo da Saúde Mental há inversão dos niveis...l

  • APS é aquele nível que oferece a entrada no sistema para todas as novas necessidades. Necessidade de triagem. Atenção para a pessoa, e não para a enfermidade. Pensar nos vários determinantes sociais da doença, nas condições de habitação, de moradia, nas relações que se estabelecem em sua comunidade e na família. É acompanhamento longitudinalidade.


Portaria n 692 1994 estrategia sa de da fam lia

PORTARIA Nº 692/1994ESTRATEGIA SAÚDE DA FAMÍLIA

  • - reorganização da pratica assistencial em novas bases e critérios, em substituição ao modelo tradicional de assistência, orientado para a cura de doenças no hospital.

  • . centrada na familia, entendida e percebida a partir do seu ambiente físico e social ... Historicamente responsabilizamos só a pessoa ... visão ampliada do processo de saude....

  • . território – é o local onde se estabelece as relações sociais.... atenção na prevalência ex. diabetes, hipertensão e programas... (crianças, mortalidade materna e infantil...)


As principais atividades nas unidades de sa de da familia

As principais atividades nas Unidades de Saúde da Familia:

  • • Mapeamento da área adscrita e dos equipamentos sociais presentes nesse território;

  • • Planejamento, busca ativa, Cadastramento e acompanhamento das famílias; IMPORTANCIA DAS INFORMAÇÕES

  • • Acolhimento e marcação de consultas;


Portaria ms gm n 154 2008

PORTARIA MS GM N. 154/2008

  • NASF – não existe sem ESF.. tem que estar acoplados as ESF

  • NASF é uma conquista das equipes de saúde da família

  • . objetivo de ampliar a abrangência e o escopo das ações da atenção basica, bem como sua resolubilidade;

  • . não se constituem em porta de entrada do sistema, e devem atuar de forma integrada à rede de serviços de saúde, a partir das demandas identificadas no trabalho conjunto com as ESF


Nasf pressupostos tecnol gicos

NASF – pressupostos tecnológicos

  • CLINICA AMPLIADA . Ampliação do olhar – tirar o caráter da doença...

  • . busca de autonomia do usuário – olhar para outro determinantes as vezes pode levar a que o usuário se cuida um pouco melhor

  • . apoio matricial – objetiva assegurar retaguarda especializada a equipe/profissionais encarregados da atenção a problemas de saude. é uma co-produção, é um compartilhamento.... é uma retaguarda assistencial e suporte técnico pedagógico as equipes de referencias

  • . sistema de compartilhamento sincrônico de saberes e responsabilidades pelo cuidado.... só possível como reunião de equipe.... senão vira um ambulatório ambulante.... a equipe tem que organizar durante a semana, algumas horas para reuniões...


Projeto terap utico singular pts

Projeto Terapêutico Singular (PTS)

  • - Constitui-se em um conjunto de propostas de condutas terapêuticas articuladas, direcionadas a um sujeito individual ou coletivo, realizada por uma equipe interdisciplinar, com apoio matricial se necessário.


Projeto de sa de no territ rio pst

Projeto de Saúde no Território (PST)

  • - Pretende ser uma estratégia das equipes de SF e do NASF, para desenvolver ações efetivas na produção da saúde em um território articulando os serviços de saúde com outros serviços e políticas sociais, de forma a investir na qualidade de vida e na autonomia das comunidades. Ele deve iniciar-se pela identificação de


Desafios a serem superados

Desafios a serem superados

  • O trabalho em grupo/equipe constitui-se em um dos desafios que se coloca para os profissionais do NASF e da ESF. A intersetorialidade.

  • Rotatividade, precarização das relaçoes de trabalho;

  • O acolhimento, produção de vinculos....


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