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O AVANÇO DAS REDES HOTELEIRAS INTERNACIONAIS NO BRASIL - PowerPoint PPT Presentation


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O AVANÇO DAS REDES HOTELEIRAS INTERNACIONAIS NO BRASIL. RENATA PROSERPIO. CAPÍTULO 1. CARACTERÍSTICAS E EVOLUÇÃO DAS REDES HOTELEIRAS. A SOCIEDADE EM REDE. O novo modo de desenvolvimento e suas características: Tecnologia da informação.

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Presentation Transcript

Cap tulo 1

CAPÍTULO 1

CARACTERÍSTICAS E EVOLUÇÃO DAS REDES HOTELEIRAS


A sociedade em rede
A SOCIEDADE EM REDE

  • O novo modo de desenvolvimento e suas características:

    • Tecnologia da informação.

    • Sistema de redes interligados.

    • Tratado de Washington

    • A globalização.


A globaliza o e o desenvolvimento dos mercados de viagem e hospedagem
A GLOBALIZAÇÃO E O DESENVOLVIMENTO DOS MERCADOS DE VIAGEM E HOSPEDAGEM

  • Significativa expansão do número de viagens nas últimas quatro décadas do século XX;

  • O aumento das viagens decorre não somente da ampliação do número de pessoas acessando o serviço, como também do maior número de viagens realizadas pelas mesmas pessoas;

  • Segundo a OMT a demanda turística depende das condições econômicas dos países emissores;

  • Analisando as chegadas de turistas internacionais por região emissora, a OMT aponta ainda as seguintes tendências:


  • A Europa é responsável por mais da metade dos desembarques de turistas internacionais;

  • Um em cada cinco desembarques procede das Américas;

  • Ásia Oriental, Pacífico e Oriente Médio são regiões que têm apresentado mais rápido crescimento na última década;

  • E em todas as regiões, a maioria dos turistas viaja dentro de sua própria região



Antecedentes e origens das redes hoteleiras
ANTECEDENTES E ORIGENS DAS REDES HOTELEIRAS dessa expansão apresentou algumas variações:

  • As primeiras redes hoteleiras surgiram na Europa e nos Estados Unidos;

  • Na década de 1940 surgiu nos Estados Unidos o motor-hotel;

  • A partir da década de 1970, a grande expansão do turismo no mundo e a globalização de mercados, incentiva fusões , expansões de empresas e aquisições de redes hoteleiras por parte de grandes empresas aéreas;

  • Em primeiro momento, a maioria das redes concentrou sua atuação no segmento de hospedagem de luxo;


O acirramento da competi o e a busca de novos mercados
O ACIRRAMENTO DA COMPETIÇÃO E A BUSCA DE NOVOS MERCADOS dessa expansão apresentou algumas variações:

  • O aumento da demanda por viagens e hospedagem acirrou a competição no setor, determinando a necessidade de ampliar as escalas de operação.

  • Três tendências principais parecem ter orientado essa expansão de empresas para novas fronteiras:

    • Esse movimento privilegiou os principais mercados dos próprios países desenvolvidos;

    • Apesar da globalização, as redes internacionais continuam concentrando o grosso de seus investimentos e criação de novos empregos nos países e regiões de origem;


  • Ao mesmo tempo em que os investimentos das redes internacionais se concentram nos países de origem e outros centros desenvolvidos, a lógica de expansão para outras regiões do mundo é bastante diferenciada.

  • Os desdobramentos da tecnologia da informação disseminaram-se para hotéis dos mais variados portes, definindo novo padrão e conceito na prestação de serviços.


Cap tulo 2

CAPÍTULO 2 internacionais se concentram nos países de origem e outros centros desenvolvidos, a lógica de expansão para outras regiões do mundo é bastante diferenciada.

CAUSAS DO AVANÇO DAS REDES HOTELEIRAS INTERNACIONAIS NO BRASIL


Antecedentes do desenvolvimento do setor hoteleiro no brasil
ANTECEDENTES DO DESENVOLVIMENTO DO SETOR HOTELEIRO NO BRASIL internacionais se concentram nos países de origem e outros centros desenvolvidos, a lógica de expansão para outras regiões do mundo é bastante diferenciada.

  • Mercado de viagens e setor de hospedagem pouco desenvolvidos até decada de 1970

  • Alto preço das passagens aéreas

  • Concentração de renda

  • Infra estrutura limitada


PRIMEIROS HOTÉIS NO BRASIL internacionais se concentram nos países de origem e outros centros desenvolvidos, a lógica de expansão para outras regiões do mundo é bastante diferenciada.

  • Primeiro hotel – 1890

  • Segundo hotel – 1908

  • Copacabana Palace – primeiro hotel de luxo - 1922

  • Maior hotel – Hotel Glória – 1922


Chegada das redes internacionais no brasil
CHEGADA DAS REDES INTERNACIONAIS NO BRASIL internacionais se concentram nos países de origem e outros centros desenvolvidos, a lógica de expansão para outras regiões do mundo é bastante diferenciada.

  • Milagre econômico

  • Crecimento no deslocamento de viajantes

  • Incentivos de novos capitais

  • Aumento da concorrência no plano internacional


  • Perspectivas de crescimento do turismo interno internacionais se concentram nos países de origem e outros centros desenvolvidos, a lógica de expansão para outras regiões do mundo é bastante diferenciada.

  • Criação do FUNGETUR

  • Primeira rede – Hilton – 1971

  • Nova filosofia hoteleira


Evolu o dos meios de hospedagem 1968 1979
EVOLUÇÃO DOS MEIOS DE HOSPEDAGEM internacionais se concentram nos países de origem e outros centros desenvolvidos, a lógica de expansão para outras regiões do mundo é bastante diferenciada.1968 - 1979

  • Hotéis luxo 1968 (28) – 1978 (111);

  • Hotéis 1 categoria 1968 (136) – 1978 (482);

  • Hotéis 2 categoria 1968 (244) – 1978 (1.088);

  • Hotéis 3 categoria 1968 (7.889) – 1978 (9.978);

  • Motéis 1968 (38) – 1978 (901);

  • Pensões 1968 (4.052 ) – 1978 (3.585);

  • Meios de hospedagem 1968 (12.660) – 1978 (17.683);

  • Apartamentos 1968 ( 211.866) – 1978 (351.695).


Retra o do setor de hospedagem anos 80
RETRAÇÃO DO SETOR DE HOSPEDAGEM internacionais se concentram nos países de origem e outros centros desenvolvidos, a lógica de expansão para outras regiões do mundo é bastante diferenciada.ANOS 80

  • Década perdida

  • Aumento da violência no Rio de Janeiro

  • Inexistência de fontes adequadas de financiamento

  • Implantação e disseminação dos flats


Retomada do crescimento
RETOMADA DO CRESCIMENTO internacionais se concentram nos países de origem e outros centros desenvolvidos, a lógica de expansão para outras regiões do mundo é bastante diferenciada.

  • Reforma de caráter macroeconômico

  • Mudança na lei do visto

  • Mudança na lei da cabotagem

  • Criação de vôos sub regionais

  • Incentivo aos vôos charter

  • Ações de divulgação


Tipos de hospedagem da principal viagem dom stica
TIPOS DE HOSPEDAGEM DA PRINCIPAL VIAGEM DOMÉSTICA (%) internacionais se concentram nos países de origem e outros centros desenvolvidos, a lógica de expansão para outras regiões do mundo é bastante diferenciada.

FONTE: FIPE,2006


A reanima o do setor de hospedagem
A REANIMAÇÃO DO SETOR DE HOSPEDAGEM internacionais se concentram nos países de origem e outros centros desenvolvidos, a lógica de expansão para outras regiões do mundo é bastante diferenciada.

  • Surgimento de investimentos públicos em infra-estrutura turística

  • Importância do BNDES

  • Investidores institucionais

  • Nova política das redes


  • 1996 – surge primeiro hotel com recursos dos fundos institucionais;

  • 1995 – 2000 – grande investimento em infra – estrutura básica;

  • Crescimento das redes internacionais de hospedagem no país – totalizando 12;

  • 232 hotéis (2002) - 270 hotéis (2006);

  • 36.123 apartamentos (2002)

  • 45.727 apartamentos (2006).


DISTRIBUIÇÃO REGIONAL DOS MEIOS DE HOSPEDAGEM DAS REDES INTERNACIONAIS - 2002

FONTE: SITE DAS REDES HOTELEIRAS E GUIA 4 RODAS, 2005


Distribui o regional dos meios de hospedagem das redes internacionais 2006
DISTRIBUIÇÃO REGIONAL DOS MEIOS DE HOSPEDAGEM DAS REDES INTERNACIONAIS - 2006

FONTE: SITE DAS REDES HOTELEIRAS E GUIA 4 RODAS, 2005


Distribui o regional dos apartamentos das redes internacionais 2002
DISTRIBUIÇÃO REGIONAL DOS APARTAMENTOS DAS REDES INTERNACIONAIS - 2002

FONTE: SITE DAS REDES HOTELEIRAS E GUIA 4 RODAS, 2005


Distribui o regional dos apartamentos das redes internacionais 2006
DISTRIBUIÇÃO REGIONAL DOS APARTAMENTOS DAS REDES INTERNACIONAIS - 2006

FONTE: SITE DAS REDES HOTELEIRAS E GUIA 4 RODAS, 2005


Principais causas do avan o
PRINCIPAIS CAUSAS DO AVANÇO INTERNACIONAIS - 2006

  • Acirramento da competição internacional no setor de hospedagens

  • Estabelecimento de padrões globais de qualidade

  • Brasil : potencial mercado

  • Aumento da renda disponível

  • Disponibilidade financeira de parceiros

  • Investimentos públicos em infra – estrutura


Cap tulo 3

CAPÍTULO 3 INTERNACIONAIS - 2006

ESPECIFICIDADES E CARACTERÍSTICAS DAS DOZE MAIORES REDES INTERNACIONAIS EM OPERAÇÃO NO BRASIL


Especificidades e caracter sticas das doze maiores redes internacionais em opera o no brasil
Especificidades e Características das Doze Maiores Redes Internacionais em Operação no Brasil

  • Maiores operadoras ocupam o Brasil em 2006

  • Segmentação do mercado (conceito de “marcas”)

  • Investimento em empreendimentos de grande porte, voltado ao segmento de médio e alto poder aquisitivo

  • Custos operacionais elevados e estratégia centralizada 

  • Empreendimentos com menos de 40 UH’s continuaram sendo operados por proprietários independentes.

  • Segmentos intermediário e econômico começam a surgir devido ampliação do mercado de viagens proporcionada pelo barateamento das passagens aéreas.


Rede accor fran a
Rede Accor (França) Internacionais em Operação no Brasil

  • Maior rede hoteleira internacional em operação no Brasil

    • 130 hotéis e flats

    • 19.912 apartamentos

    • 53 cidades

  • Atua por meio de 25 marcas nas áreas Alimentação e Restaurantes, Hotelaria e Viagens, Produtividade e Marketing 


  • Grupo surgiu em 1983 – fusão entre o Grupo Novotel SIEH e Jacques Borel International

    • 452 hotéis, 55.635 quartos em 54 países, 5 continentes

    • 1.577 restaurantes

    • Voucher alimentação em 9 países

    • 15 agências de viagens

    • 6 grupos e agências de comércio

    • 39 mil funcionários

  • 1967 – Inauguração do primeiro hotel Novotel , no norte da França.



  • 1985 – Criado o primeiro Formule 1 (Ticket Restaurante)

  • 1987 – Criados os primeiros flats da Rede Parthenon no Brasil (pioneira)

  • 1989 – Passou a abrir 1 unidade (hotel ou restaurante) por dia.

  • 1992 – O grupo lança o Ticket Alimentação, a operadora de viagens Carlson Wagonlit Travel

  • 1992 – Funda em Campinas a “Academia”



  • Marcas da Rede de hotéis.

    • Sofitel – hotéis de luxo

    • Novotel – categoria superior (público executivo)

    • Mecure – categoria superior (inclui Parthenon)

    • Ibis - econômicos

    • Formule 1 - econômicos

    • Etap Hotel – atuantes na Europa

    • Motel 6 – atuantes nos Estados Unidos e Canadá

    • Studio 6 – média pemanência

    • Red Roof Inns – 30 países e 42 estados americanos

    • Coralia – hotéis e clubes

    • Thalassa – hotéis europeus voltados à saúde

    • Atria – oferta de espaço para convenções

    • Suitehotel – apartamentos espaçosos tipo suíte.



Rede choice atlantica estados unidos
Rede Choice Atlantica (Estados Unidos) de hotéis.

  • 1941 – origem da Rede Choice Hotels International Inc.

  • 1963 – Passa a vender franquias de sua marca

  • 1990 – nova estratégia de sobrevivência e mudança de nome para Choice Hotels.

  • 1990 - Segmentação de mercado

    • Clarion Inn – hotéis de luxo

    • Comfort, Rodeway Inn e Quality – segmento intermediário

    • Econo Lodge e Sleep Inn – segmento econômico


  • 1998 – Expansão para a América Latina ( Choice Atlantica Hotels)

  • Investimento de 60 milhões no Brasil

  • Estratégia de administrar hotéis e não construir hotéis.

  • Amplo conhecimento e tecnologia de gestão internacional.

  • Principal preocupação da rede: padronização dos serviços e tecnologia


  • Relação de 0,3 a 0,5 funcionários por apartamento Hotels)

  • Estrutura enxuta de serviços – “oferecer ao hóspede o que ele realmente vai usar”

  • Preços médios e acessíveis

  • Hospedagem da Rede

    • Estados Unidos 75%

    • Ásia 10%

    • Europa 10%

    • América Latina 0,3%



Rede sol meli espanha
Rede Sol Meliá (Espanha) apartamentos.

  • 1956 – origem da Rede

  • 1984 – líder do segmento de hospedagem na Espanha

  • 1987 – expansão internacional

  • Incorporação do Bali Sol (Indonésia) e da cadeia Meliá.

  • 1980 /90 – acirramento da competição no segmento de hospedagem e expansão internacional



  • Segmentação de mercado operação de hotéis

    • Meliá – primeira categoria, possuindo 2 subcategorias: Gran Meliá e Meliá Boutique

    • Tryp – segmento de negócios

    • Sol – segmento de lazer

    • Paradisus Resorts – eco resorts luxuosos, segmento de lazer, all inclusive

    • Hard Rock Hotels – hotéis urbanos

    • Sol Meliá Vacation Club – clube de férias

  • Número mínimo de apartamentos

    • Empreendimentos Sol – 70 apartamentos

    • Meliá Comfort – 120 apartamentos


Rede intercontinental estados unidos
Rede InterContinental (Estados Unidos) operação de hotéis

  • 1777 – fundada uma cervejaria inglesa por Willian Bass

  • 1989 – Beer Orders

  • 1989 – Aquisição da maior rede de hotelaria do mundo: Holiday Inns International

  • 1990 – Aquisição da Holiday Inns of America

  • 1990 – Segmentação do mercado


  • 1991 – Holiday Inn Express operação de hotéis

  • 1994 – Hotéis Crowne Plaza (hospedagem superior)

  • 1996 – Adoção do sistema de Franquias

  • 1998 – Aquisição da Rede InterContinental

    • Voltada para a hospedagem superior (homens de negócio)

    • Pan American World Airlines


  • Segmentação de mercado operação de hotéis

    • InterContinental Hotesl e Resorts – hotéis de luxo

    • Crowne Plaza Hotels e Resorts – categoria superior

    • Holiday Inn – segmento intermediário

    • Holiday Inn Express – segmento econômico

    • Staybridge Suites by Holiday Inn – suítes para hospedagem de media e longa duração

    • Candlewood Suites

    • Hotel Indigo – ênfase em design e bem estar



Rede golden tulip holanda
Rede Golden Tulip (Holanda) operação de hotéis

  • 1962 – Criação da Rede

  • 1975 – Atua conjuntamente com a companhia aérea KLM

  • 2005 – Redefine sua gestão, seu programa de fidelidade e estratégia de atuação


  • Segmentação de mercado operação de hotéis

    • Golden Tulip - 4 estrelas focado no público de negócios e resorts

    • Tulip Inn – segmento intermediário

    • B&B Hotels – segmento econômico

    • Gran Pacific Suítes – 5 estrelas

    • Pacific International Suítes & Apartments – 4 estrelas

    • Plaza Hotels – 3 estrelas


Cap tulo 4

CAPÍTULO 4 operação de hotéis

PERSPECTIVAS DA EVOLUÇÃO DAS REDES HOTELEIRAS INTERNACIONAIS NO BRASIL E SEUS EFEITOS SOBRE A HOTELARIA INSTALADA


Perspectivas da Evolução das Redes Hoteleiras Internacionais no Brasil e seus Efeitos sobre a Hotelaria Instalada.

  • Redes Internacionais no Brasil -1971, porém consolidação em 1990

  • “Efeito-Demonstração”- trazido pelas Redes Hoteleiras Internacionais transformando a Hotelaria Instalada

    • Técnicas de logística e experiência acumulada

    • Acesso a tecnologia sofisticada (para, principalmente, hotéis de luxo)

    • Sistemas informatizados e de contabilidade

  • Maiores Benefícios para país receptor

    • Transferência de tecnologias

    • Devido à competição, são demandadas estratégias de flexibilidade e adaptabilidade das organizações


Transformações organizacionais e introdução de nova cultura, conceitos, paradigmas e valores: produção em massa x especialização flexível

  • Incertezas e Crescimento da economia nos países do norte em 1980

  • Flexibilidade na produção, gerenciamento e marketing

  •  Introdução do modelo de “produção enxuta” e do funcionário “flexível” e “multifuncional” aumentando as exigências de contratação

  • Grandes redes se instalam e praticam preços mais baixos que vinham sido praticados pela hotelaria local, ao mesmo tempo que têm padrão de qualidade mundial

  • Hotelaria instalada se vê na necessidade de buscar mercado não atingido pelas redes

    • Impossibilidade de absorver as transformações somente acessíveis as empresas com penetração mundial

    • Podendo ser expulsos do mercado


  • Como exemplo, a segunda maior operadora nacional de hotéis, a rede Othon

    • Sucessivos resultados negativos no fim da década de 1980

    • Vê-se obrigada a implementar sucessivas transformações tecnológicas e operacionais (a partir da década de 1990)

    • Informatização de toda a operação, novos sistemas de reservas, a divisão dos hotéis em unidades de negócios independentes e redução de pessoal de 283 para 62

    • Marketing voltado para o segmento de negócios e criou um programa de fidelidade (1995)

    • Reformas e remodelações e construção de business centers

    • Porém só obtiveram lucro nos anos de 1992, 1993 e 1997 (no período de 1990-1997)


Introdução de métodos de gerenciamento “toyotistas”: cooperação gerentes-trabalhadores, mão-de-obra multifuncional, controle de qualidade total e redução de incertezas

  • Houve maior disseminação e aplicação dos novos modelos de gerenciamentos que vinham demonstrando sucesso em empresas japonesas

    • Controle de qualidade

    • Sistemas de acompanhamento da qualidade por parte dos hóspedes/ clientes

    • Eliminação de estoques (solicitando de acordo com necessidade)

    • Envolvimento dos funcionários (mais autonomia, recompensas por desempenho e hierarquia horizontal)

    • Agilidade na prestação de serviços

    • Radical diminuição de procedimentos burocráticos

    • Abolição de trabalhadores especializados e sua substituição por especialistas multifuncionais

  • Com sua entrada em países em desenvolvimento, as redes já estavam prontas para algumas perguntas e possíveis problemas. E é o caso de iniciativas e dos programas referentes à proteção ao meio ambiente


Necessidade de novos investimentos em reformas e moderniza o
Necessidade de novos investimentos em reformas e modernização

  • Devido à instalação de redes internacionais, a hotelaria instalada se vê na necessidade de renovação

    • Necessidade de redução de custos e tarifas

    • Determina-se então, maior seletividade nos serviços e equipamentos a serem oferecidos, valorizando os serviços essenciais e de boa qualidade

  • Alta concorrência, alta necessidade de incorporação das tecnologias

  • Novo paradigma- executivo em viagem não separa hora e ambiente de trabalho (a empresa) da hora e ambiente de descanso (o hotel)

    • O trabalho criativo requer “tempo integral” (De Masi, 2001)

  • O hotel tendo que se adaptar à nova realidade, de forma que o serviço, o espaço e equipamentos oferecidos tornam-se fundamentais

  • Porém agora se valorizava a estética do lugar, a convivência, o prazer de estar em ambientes bonitos e confortáveis, no entanto multifuncionais onde podem mesclar descanso e trabalho

Introdução e disseminação de novas tecnologias, equipamentos e tendências no que diz respeito à redefinição de espaços e serviços


A estrat gia de segmenta o de mercado e a dissemina o das marcas
A estratégia de segmentação de mercado e a disseminação das “marcas”

  • Envolveu em divisão de setores dentro da mesma rede para poder atender todos os públicos, ex:

    • Blue Tree Park- Luxuoso

    • Blue Tree Caesar Park - Intermediário

    • Blue Tree Plaza – Econômico

  • Aprendendo com as instabilidades econômicas e políticas, as redes partiram para a “flexibilização” de investimentos imobiliários também. Ex:

    • Parcerias com construtoras

    • Incorporadoras e agentes institucionais regionais

    • Sistemas flexíveis de financiamento de imobilizado (ex: regime de time sharing)

    • Franquias

    • Contratos de administração

  • Diminuindo capital de risco

  • A terceirização do investimento imobilizado garante à rede maior disponibilidade de recursos para manter sua expansão global, diminuindo custos e aumentando margens.

Foco na gestão hoteleira e diminuição dos investimentos imobiliários; adoção de sistemas flexíveis de financiamento do imobilizado e parcerias


Disseminação do conceito da empresa horizontal e a ênfase na capacitação da mão-de-obra: a profissionalização da gestão

  • A empresa horizontal parece apresentar sete tendências principais: (Castells, 2001)

    • Organização em torno do processo, não da tarefa;

    • Hierarquia horizontal;

    • Gerenciamento em equipe;

    • Medida do desempenho pela satisfação do cliente;

    • Recompensa com base no desempenho da equipe;

    • Maximização dos contatos com os fornecedores e os clientes;

    • Informação, treinamento e retreinamento dos funcionários em todos os níveis

  • Para se estabelecer é muito comum a empresa expatriar pessoas para o desenvolvimento do pessoal de menor qualificação (cerca de 75% da mão-de-obra) e ressaltam que os acham extremamente importantes para controlar o funcionamento dos seus hotéis


Forma o e fortalecimento de redes de empresas e alian as estrat gicas
Formação e fortalecimento de redes de empresas e alianças estratégicas

  • Por um lado operadores internacionais oferecem suas “bandeiras” aos meios de hospedagem já instalados, com estratégia de se expandir dentro de destinos estratégicos

  • Por outro lado reforçam-se as associações de hotéis independentes, buscando benefícios às redes

    • Sistemas de reserva compartilhados

    • Estratégias de marketing comuns

    • Acordos com fornecedores

    • Programas de fidelidade

    • Entre outros

  • Costumam utilizar nomes comuns para criar identidades corporativas e são mantidas mediante taxas de administração pagas pelos associados, cobradas a partir das reservas efetuadas ou do número de apartamentos. Ex: Group Business Hotel (GBH), voltados ao turismo de negócios.

  • Outra forma, são as alianças corporativas estratégicas entre as empresas, que visam baratear custos e compartilhar vantagens da ação planejada. Não se excluem as concorrências. E embora sejam grandes concorrentes no mundo todo, se associam em ações de marketing, recursos humanos e infra-estrutura para divulgar e valorizar o destino turístico. Ex: Complexo Sauípe-Bahia


Fortalecimento dos meios de hospedagem de pequeno e médio porte, praticantes de estratégias diferenciadoras

  • Buscam se diferenciar criando serviços exclusivos ou personalizados: são os hotéis “de design” e “de boutique”

  • Fogem da padronização das redes e oferecem o oposto, personalização ou individualização dos serviços para públicos específicos e atuam no segmento de pequeno porte

  • Freqüentemente exploram características e especificidades locais para enriquecer e diferenciar seu produto

  • Contudo devido às criticas e a evolução da demanda, algumas redes estão fazendo concessões ao estilo local

  • Segundo dados da ABIH a grande maioria de meios de hospedagem no Brasil é de pequeno e médio porte, voltados para viajantes domésticos e administrados por seus proprietários diretamente


Diminuição da importância dos sistemas oficiais de classificação hoteleira e outros instrumentos de regulação

  • Grandes redes internacionais, seguem lógica, padrões e sistemas de divulgação próprios, definidos a partir de critérios globais, desse modo não se interessam pelos sistemas locais de classificação afinal já possuem instrumentos de identificação corporativa, suas “marcas”.

  • Mesmo sem esse efeito poder ser avaliado claramente, costuma-se afirmar que a vinda das redes hoteleiras internacionais tem aumentado o receptivo do turista internacional

    • Atraem turistas que aceitam somente se hospedar em hotéis de nomes conhecidos

    • Possuem sistemas internacionais de divulgação do destino

    • Prestam reforço às limitadas ações promocionais das agências oficiais e redes domésticas

    • Criaram muitos destinos turísticos com sua presença. Ex: Complexo Sauípe

Criação de novos destinos, divulgação dos existentes e aumento dos turistas estrangeiros


Grupo
Grupo classificação hoteleira e outros instrumentos de regulação

Carla Simião

Matheus Carvalho

Nara Zanirato

Priscila Fadel


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