O banquete do cordeiro
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“O BANQUETE DO CORDEIRO”. 1 ª REFLEXÃO: O DOM DA MISSA ‘O QUE É A MISSA PARA MIM?’. Palavra de Deus: “Eis que estou à porta e bato. Se alguém ouvir minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele comigo... Depois disse eu vi: Uma porta que estava aberta no céu...”

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“O BANQUETE DO CORDEIRO”

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Presentation Transcript


O BANQUETE DO CORDEIRO


1 REFLEXO:

O DOM DA MISSA

O QUE A MISSA PARA MIM?


Palavra de Deus:

Eis que estou porta e bato. Se algum ouvir minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele comigo... Depois disse eu vi: Uma porta que estava aberta no cu...

(Ap 3,20;4,1).


  • CRISTO EST PORTA

  • A revelao da missa

  • No h nada to familiar quanto a missa. Um lar para ns.

  • Joo Paulo II: Cu na terra. A liturgia que celebramos na terra, misteriosa participao na liturgia celeste.


  • Chave para a missa: livro do apocalipse. Missa o cu na terra.

  • Missa a porta para o cu.


DADO POR VS

A Histria do Sacrifcio

A frase da missa que venceu Scott foi "Cordeiro de Deus", porque ele sabia que esse Cordeiro era o prprio Jesus Cristo.


O Cordeiro Jesus!

Isso no novidade; e o tipo de fato que escondemos: afinal de contas Jesus muitas coisas: Senhor, Deus, Salvador, Messias, Rei, Sacerdote, Profeta ...e Cordeiro!

O ltimo ttulo no como os outros. Os sete 1s so ttulos com os quais nos dirigimos tranquilamente a um Deus-Homem.


So ttulos com dignidade, que sugerem sabedoria, poder e posio social.

Mas Cordeiro?

Scott nos pede para nos desfazermos de dois mil anos de sentido simblico acumulado.Que finjamos por um momento que jamais entoamos o "Cordeiro de Deus!!


Para Joo, esse assunto do Cordeiro srio!

Os ttulos "Cordeiro" e "Cordeiro de Deus" aplicam-se a Jesus quase exclusivamente nos livros do novo testamento atribudos a Joo: o quarto evangelho e o apocalipse.

Joo ousa "chamar" Jesus " o Cordeiro" (Jo 1,36 e Ap todo).

Sabemos que o cordeiro fundamental para a missa e tambm para o livro do Apocalipse.


Joo nos deixa claro que no novo e definitivo sacrifcio da Pscoa, Jesus sacerdote e tambm vtima".

Isso se confirma nos relatos da ltima Ceia contidos nos trs evangelhos, onde Jesus usa claramente a linguagem sacerdotal de sacrifcio e libao, at quando descreve a si mesmo como a vtima.


"Isto o meu corpo dado por vs...Esta taa a nova Aliana em meu sangue derramado por vs" (Lc 22, 19-20).

O sacrifcio de Jesus realizou o que todo o sangue de milhes de ovelhas e touros e bodes jamais conseguiu.


Jesus entrou no Santo dos santos - o cu - de uma vez por todas, para oferecer-se como nosso sacrifcio.

E com Ele entramos no santurio do cu toda vez que vamos a missa.


Como devemos "celebrar" nossa Pscoa?

So Paulo nos d uma resposta: "Cristo, nossa Pscoa, foi imolado. Celebremos pois a festa...com pes sem fermento: na pureza e na verdade" (ICor 5,7-8).

A necessidade primordial que o homem tem de adorar a Deus sempre se expressa no sacrifcio: A adorao simultaneamente ato de louvor, expiao, ddiva de si mesmo, aliana e ao de graas (em grego, eucharistia).


DESDE O NICIO

A missa dos primeiros cristos

Era a Eucaristia": a representao do sacrifcio de Jesus Cristo, a refeio sacramental em que os cristos consumiam o corpo e o sangue de Jesus.

Ser cristo era "ir missa", o que era verdade desde o primeiro dia da nova aliana.

Algumas horas depois de ressuscitar dos mortos,Jesuspos mesa com seus discpulos.

Jesus tomou o po, pronunciou a beno, partiu-o e lhes deu. Ento os seus olhos se abriram...eles o haviam reconhecido na frao do po" (Lc 24,30-31.35).


Jesus tomou o po, pronunciou a beno, partiu-o e lhes deu. Ento os seus olhos se abriram...eles o haviam reconhecido na frao do po" (Lc 24,30-31.35).


Alm dos livros do NT, o escrito cristo mais antigo que foi conservado um manual litrgico - que poderamos chamar missal- contido em um documento chamado Didaqu (grego para "instruo").

A Didaqu usa a palavra "sacrifcio" quatro vezes para descrever a Eucaristia, uma vez declarando simplesmente: "Esse o sacrifcio do qual o Senhor disse....".

Na Didaqu tambem aprendemos que o dia usual da liturgia era o "dia do Senhor" e que era costume se arrepender dos pecados antes de receber a Eucaristia.


"Renam-se no dia do Senhor para partir o po e agradecer, depois de ter confessado os pecados, para que o sacrifcio de vocs seja puro".


Quanto ordem de sacrifcio ,a Didaqu apresenta uma orao eucarstica de admirvel lirismo. Encontramos sua repercusso em liturgias e hinos dos cristos de hoje, orientais e tambm ocidentais:

Do mesmo modo como este po partido tinha sido semeado sobre as colinas, e depois recolhido para se tornar um ,assim tambm a tua Igreja seja reunida desde os confins da terra no teu reino, porque tua a glria e o poder...


Assim , as oraes da Pscoa no demoraram a fazer parte da liturgia crist.

Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira...Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo po que recebemos de vossa bondade, fruto da terra...


Talvez o " antepassado" litrgico mais notvel da missa seja a todah do antigo Israel.

Como a palavra grega Eucaristia, o termo hebraico todah significa "oferenda de agradecimento" ou "ao de graas".

A palavra indica uma refeio sacrifical partilhada com amigos, a fim de celebrar a gratido Deus.


  • Santo Incio de Antioquia: A Igreja, como lugar de sacrifcio.

  • Justino: "No dia que se chama sol, celebra-se uma reunio de todos os que moram nas cidades e nos campos, e ai se leem, enquanto o tempo o permite, as memrias dos apstolos ou dos escritos dos profetas.


Quando o leitor termina, o presidente faz uma exortao e convite para imitarmos esses belos exemplos.

Em seguida , levantamo-nos todos juntos e elevamos nossas preces...e por todos os outros espalhados pelo mundo inteiro, suplicando que nos conceda, j que conhecemos a verdade, ser encontrados por nossas obras como homens de boa conduta e observantes de que nos mandaram, e assim consigamos a salvao eterna.


Terminadas as oraes, nos damos mutuamente o sculo da paz. Depois quele que preside aos irmos oferecido po e uma vasilha com gua e vinho; pegando-os, ele louva e glorifica ao Pai do universo, atravs do nome de seu Filho e do Esprito Santo.

E pronuncia uma longa ao de graas(em grego "eucharistia), por ter-nos concedido esses dons que dele provem .

Quando o presidente termina as oraes e a ao de graas, todo o povo presente aclama, dizendo: Amm.

Depois que o presidente deu ao de graas e todo o povo aclamou, os que entre ns se chamam ministros do a cada um dos presentes parte do po, do vinho e da gua sobre oa quais se pronunciou a ao de graas e os levam aos ausentes.".


Na obra de Hiplito ns ouvimos a nossa missa:

Sacerdote: O senhor esteja no meio de ns.

Congregao: Ele est no meio de ns.

Sacerdote: Coraes ao alto!

Congregao: O nosso corao est em Deus.

Sacerdote: Demos, graas ao Senhor nosso Deus.

Congregao: nosso dever e nossa salvao.


SABOREIE E VEJA (E OUA E TOQUE)

O EVANGELHO

Para entender as partes da missa

Talvez a frase em que ouvimos mais claramente o chamado missa seja a que ressoa na maior parte das liturgias do mundo todo, em toda a histria da Igreja:

Coraes ao alto!"

Aonde vo nossos coraes? Para o cu, pois a missa o cu na terra.


Primeiro, devemos entender que a missa de divide realmente eu duas: a "liturgia da palavra" e a "liturgia eucarstica".

Essas metades dividem-se ainda em rituais especficos.

Na Igreja latina, a liturgia da Palavra inclui: a entrada, os ritos iniciais, o ato penitencial e as leituras das Escrituras.

A liturgia eucarstica divide-se em quatro partes: o ofertrio, a orao eucarstica, o rito da comunho e os ritos finais.

Embora os atos sejam muitos, a missa " uma s oferenda", isto , o sacrifcio de Jesus Cristo, que renova nossa aliana com Deus Pai.


Os propsitos da Cruz

Santo Atansio declarou que "pelo sinal-da-cruz toda mgica cessa e toda feitiaria no d resultado". Satans impotente diante da cruz de Jesus Cristo.

O sinal-da-cruz o gesto mais profundo que fazemos. o mistrio do evangelho em um momento. a f crist resumida em um nico gesto.

Quando nos persignamos, renovamos a aliana que se iniciou com nosso batismo. Com nossas palavras, proclamamos a f trinitria na qual fomos batizados.("Em nome do Pai, do Filho e do Esprito Santo").


Rito para os Pecados

As diretrizes litrgicas mais antigas que temos, a "Didaqu", dizem que um ato de confisso deve preceder nossa participao na Eucaristia.

Porm o bonito da missa que ningum se levanta para nos acusar, a no ser ns mesmos. "Confesso a Deus todo-poderoso...que pequei...por minha culpa".

Pecamos. No podemos negar. Se dissermos: No temos pecado', enganamo-nos a ns mesmos e a verdade no est em ns" (1Jo 1,9).


G-L--R-I-A

Rezamos pela paz e em poucos segundos, proclamamos a realizao de nossas preces :"Glria a Deus nas alturas e paz na terra aos homens por ele amados".

Essa orao existe desde pelo menos o sc II. Sua aclamao inicial vem do hino que os anjos entoaram quando Jesus nasceu (Lc 2,14) e os versos seguintes repetem os louvores dos anjos ao poder de Deus do livro do apocalipse (Ap 15,3-4).

Louvamos a Deus imediatamente pelas bos que acabamos de suplicar. nosso testemunho do podes de Deus. sua glria.

a f de algum que conhece a providncia divina. o Glria!


A Igreja do Evangelho Completo

De fato,, o "habitat natural" da Bblia est na liturgia. Segundo so Paulo (Rm 10,17)"... a f vem da pregao, e a pregao o anncio da Palavra de Cristo".

Toda a ateno possvel no demais durante as leituras, que so preparao normal e essencial para nossa sagrada comunho com Jesus.


"Vocs, que esto acostumados a participar do mistrio divino, sabem, quando recebem o corpo do Senhor, proteg-lo... com toda cautela e venerao, para que no caia dele nenhuma partcula, para que nada se perca da ddiva consagrada, pois acreditam, e com razo, que so responsveis se algum pedacinho cair dali por negligncia. Mas se esto certos em preservar com tanto cuidado seu corpo, por que acham que h menos culpa em negligenciar a Palavra de Deus do que em negligenciar seu corpo?

(Orgenes)


A Necessidade de Prestar Ateno ao Credo

O cardeal Joseph Ratzinger exps sucintamente a ligao entre o Evangelho e o Credo: "Por definio, o dogma no outra coisa seno a interpretao da Escritura...que se origina da f atravs dos sculos". O Credo a "f de nossos pais" que "ainda vive".


D-lhe Uma Oferenda Que Ele No Possa Recusar

Na Igreja primitiva, os fiis realmente assavam o po e faziam o vinho para a celebrao; no ofertrio, eles os apresentavam.(Em algumas Igrejas orientais, o po e o vinho ainda so produzidos pelos paroquianos).

A questo esta: ns nos oferecemos juntamente com tudo que temos. No porque somos especiais, mas porque sabemos que o Senhor toma o que temporal e o faz eterno, toma o que humano e o faz divino.


Mobilidade Para o Alto

Agora, depois de elevar as ddivas, o sacerdote nos convida: "Coraes ao alto".

Em seguida, temos o clmax do sacrifcio eucarstico, a gde orao eucarstica (ou Anfora). quando fica claro que a nova aliana no um livro, mas uma ao, e essa ao a Eucaristia.

Quando pronuncia as palavras da instituio - "Isto meu corpo...Este o clice do meu sangue, o sangue da nova e eterna aliana" - O sacerdote no narra apenas, ele fala na pessoa de Cristo, que o principal celebrante da missa.

Epiclese/Memento/Oferecimento/Intercesses/Doxologia/

Amm.


Assuntos de Famlia

A missa realiza perfeitamente o Pai-nosso, palavra por palavra.

Nunca demais ressaltar a relao entre "o po nosso de cada dia" e a hstia eucarstica diante de ns.

Assim comea o "rito da comunho" e no devemos deixar de notar a fora da palavra comunho.


No tempo de Jesus, a palavra (Koinonia,em grego) era usada com mais frequncia para definir um lao de famlia.

Com a comunho, renovamos nossos laos com a famlia eterna, a Famlia que Deus e com a famlia de Deus na terra, a Igreja.

Sinal da Paz/Cordeiro de Deus/ Sagrada Comunho


Vocs foram enviados ao Cu

Samos agora da missa a fim de viver o mistrio, o sacrifcio que acabamos de celebrar por meio do esplendor da vida comum no lar e no mundo.

Termina a missa. Comea a misso.


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