COLO UTERINO
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COLO UTERINO. Colo uterino. Porção inferior do útero que conecta o útero à vagina. Ectocérvice Projeta-se para a vagina superior. Epitélio estratificado escamoso. Endocérvice Canal que leva à cavidade endometrial Epitélio colunar mucinoso.

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COLO UTERINO

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Presentation Transcript


Colo uterino

COLO UTERINO


Colo uterino

Colo uterino

  • Porção inferior do útero que conecta o útero à vagina.


Colo uterino

Ectocérvice

  • Projeta-se para a vagina superior.

  • Epitélio estratificado escamoso.

    Endocérvice

  • Canal que leva à cavidade endometrial

  • Epitélio colunar mucinoso.


Colo uterino

O epitélio colunar estende-se sobre a ectocérvice => Ectrópio

O epitélio colunar do ectrópio sofre Metaplasia Escamosa

A região do colo onde ocorre metaplasia é chamado ZT

A área entre a JEC original na ectocérvice e a nova JEC no orifício interno é chamada Zona de Transformação.

  • A metaplasia escamosa depende:

  • Meio vaginal

  • Traumatismo

  • Cervicite


Colo uterino

Metaplasia Escamosa Madura e Imatura


Colo uterino

Epitélio metaplásico escamoso recobre as criptas das glândulas endocervicais e assim formam os cistos de Naboth.


Colo uterino

  • Glândulas endocervicais tornam-se bloqueadas,assim há retenção de mucina e produção de dilatações císticas macroscopicamente visíveis  Cistos de Naboth.


Colo uterino

Desenvolvimento do epitélio metaplásico

1.Surgimento de células de reserva.

2. Hiperplasia de células de reserva abaixo do epitélio colunar.


Colo uterino

3.Células de reserva diferenciam-se em Epitélio Escamoso Imaturo.

4. O Epitélio Escamoso Imaturo não é distinguível do Epitélio Escamoso maduro para fins práticos.


Colo uterino

  • Formação de Metaplasia Escamosa no colo uterino:

  • Células de reserva no início da proliferação localizando-se sob o epitélio glandular.


Colo uterino

Desenvolvimento do epitélio escamoso metaplásico


Colo uterino

COLPOSCOPIA


Colo uterino

  • Metaplasia escamosa na Zona de Transformação

    Colposcopia: membrana branca de delgada a espessa que corresponde ao epitélio escamoso.

  • Teste de Schiller: Exame da zona de transformação pela coloração pelo Iodo.

  • Células escamosas maduras na ectocérvice=> marrom-escuro.

  • Células escamosas imaturas na ectocérvice => cor pálida.

    Citologia Esfoliativa: colhidas amostras na ZT circunferencialmente.


Colo uterino

Colposcopia normal

(Apóa a aplicação de solução salina)

Epitélio escamoso Metaplásico: Rosa-claro Epitélio escamoso Original: Rosa escuro


Colo uterino

Área branca: ZT avançada com vasos e glândulas.


Colo uterino

NIC I


Colo uterino

NIC II


Colo uterino

Biópsia


Colo uterino

Neoplasia de Células Escamosas

Há 50 anos era a causa principal de morte por câncer nas mulheres americanas.

Após a instituição da triagem citológica a incidência diminuiu em 50 a 85% nos países ocidentais.


Neoplasia intraepitelial cervical nic

Neoplasia Intraepitelial Cervical (NIC)

  • É um espectro de alterações que começa com atipia mínima e progride através deestágiosdede alterações intra-epiteliaismais acentuados até carcinoma de células escamosas invasivo.

  • Displasia: alteração que possui o pótencial de transformação maligna.

  • Graus de NIC

  • NIC I (Displasia leve): raramente progredirão em gravidade e comumente desaparecerão.

  • NIC II (Displasia moderada)

  • NIC III (Displasia grave)

Tendem a progredir e exigem tratamento


Colo uterino

  • Bethesda System for Reporting Cervical Vaginal Cytologic Diagnosesagrupa essas lesões em 2 grupos:

  • LIE baixo grau: NIC I

  • LIE de alto grau: NIC II e NIC III

    Epidemiologia

  • Câncer cervical: 40-60 anos

  • NIC: menos de 40 anos

  • Fatores mais importantes

  • Múltiplos parceiros sexuais

  • Idade precoce no 1o coito

  • Patogenia

  • HPV

  • Mutação do p53


Papilomavirus humano

Papilomavirus Humano

  • Vírus da família Papovaviridae capazes de induzir lesões as quais mostram crescimento limitado e habitualmente regridem espontaneamente.

  • Cerca de 3% das mulheres com HPV podem desenvolver câncer de colo do útero.

  • Cerca de 99% das mulheres com câncer do colo foram antes infectadas pelo vírus.

  • Somente os subtipos de alto risco (16 e 18) estão associados ao câncer do colo, outros causam verrugas no corpo e região ano-genital => as verrugas são geralmente assintomáticas, podem ser únicas, cor da pele, róseas ou acastanhadas.

  • Verrugas genitais são chamadas Condiloma Acuminado.


Colo uterino

  • Condiloma Acuminado

  • Infecção por HPV 6 ou 11 considerados de baixo risco, já que são encontrados em 90% dos condilomas, mas apenas raramente em câncer invasivo.


Colo uterino

Condiloma Acuminado (Verrugas genitais)


Colo uterino

  • Condiloma Plano Viral

  • Infecção por HPV 16,18 considerados de alto risco, que são encontrados nas células da NIC III e estão presentes em 70% dos cânceres invasivos.

  • O HPV 31,33,35 também são tipos de alto risco e são encontrados em 20% dos cânceres invasivos.

  • Normal Condiloma Plano Viral


Colo uterino

  • As alterações do Condiloma Plano Viral ocorrem nas camadas superficiais do epitélio e caracterizam-se por:

    Atipias nucleares:

  • Núcleos hipercromáticos de forma e tamanho irregular às vezes parecendo “amassados”.

  • Halo claro em volta do núcleo, o que se chama coilocitose (Koillos=Buraco)

  • Binucleação


Colo uterino

Patologia

A NIC é uma doença do epitélio metaplásico da ZT e de áreas de metaplasia da ectocérvice.

O processo normal de maturação do epitélio escamoso da cérvice encontra-se perturbado na NIC  há alterações na celularidade, diferenciação, polaridade, características nucleares e atividade mitótica.


Colo uterino

  • Neoplasia Intraepitelial Cervical ou Displasia do Colo

  • As alterações iniciam-se nas camadas profundas do epitélio (células basais) e progridem às camadas superficiais.

  • Núcleos com variação de tamanho e cromatina densa.

  • Núcleos ovalados e citoplasma escasso.

  • Atipias nucleares e mitose em qualquer altura do epitélio.

  • Nucléolos evidentes.

  • Perda da arquitetura normal do epitélio.

    NIC I: displasia no 1:3 inferior do epitélio.

    NIC II: displasia nos 2:3 profundos do epitélio.

    NIC III: displasia em toda a espessura do epitélio (in situ)


Colo uterino

NIC ou Displasia do Colo

  • Mitoses

  • Nucléolos evidentes

  • Perda estratificação

  • Núcleos ovalados

  • Citoplasma escasso


Colo uterino

NIC I II III Micro!!!

NIC I

NIC II


Colo uterino

NIC III

Carcinoma in Situ


Carcinoma epiderm ide

Carcinoma Epidermóide


Colo uterino

  • Carcinoma Microinvasivo de Células Escamosas

  • É o estágio inicial do câncer cervical (estágio Ia) e caracteriza-se por invasão mínima do estroma por células neoplásicas.

  • Microinvasão (FIGO):

  • Invasão até menos de 5mm abaixo da membrana basal.

  • Ausência de invasão vascular.

  • Sem metástases para linfonodos.

    Tratamento:

  • Conização


Colo uterino

  • Células cancerosas penetram através da membrana basal do epitèlio.

  • A invasão inicial evidencia reação estromal na forma de coleção linfocítica localizada.


Colo uterino

Conização – Procedimento Cirúrgico


Colo uterino

Conização – Procedimento Laboratorial


Colo uterino

Carcinoma de Células Escamosas invasivo

É o tipo mais comum de câncer cervical.

Na América do Sul a incidência é de 100 novos casos anualmente para cada 100.000 mulheres.


Colo uterino

  • A invasão estromal progride, tornando a lesão visível ao exame especular.

  • O câncer avançado pode ser endofítico, exofítico ou a combinação de ambos.


Colo uterino

Carcinoma Epidermóide do colo

  • Macro

  • Estágios iniciais: lesão mal definida, granular e erodida ou como uma massa anular e exofítica.

  • Se dentro do canal endocervical: como uma massa endofítica, infiltrando o estroma e provocando aumento difuso e endurecimento da cérvice (cérvice em forma de barril).


Colo uterino

  • Micro

  • Brotos sólidos de células com graus variados de diferenciação.

  • Extensa infiltração dos tecidos do colo

  • Reação desmoplásica (produção de tecido fibroso induzida pelo tumor).

  • Reação inflamatória crônica inespecífica.

  • Existem 2 padrões microscópicos:

  • Bem diferenciado

  • Pouco diferenciado


Colo uterino

  • Bem diferenciado

  • Núcleos: volumosos, arredondados com nucléolo,variação de tamanho e cromatismo dos núcleos,binucleação e mitoses em várias alturas do epitélio.

  • Células escamosas grandes, malignas com queratinização individual ou formando “pérolas córneas”.

  • Pouco diferenciado

  • Massas infiltrantes de células malignas, não-queratinizadas coesas e pequenas.


Colo uterino

  • Disseminação do câncer cervical

  • Extensão direta

  • Compressão do ureter (est III b) => hidronefrose, hidroureter e insuficiência renal.

  • Bexiga e reto (est IV a) =>formação de fístula.

  • Vasos linfáticos

  • Hematógena (rara)

  • Metástases para linfonodos

  • Paracervicais,Hipogástricos e Ilíacos externos.

Em geral o crescimento e disseminação são relativamente lentos.


Colo uterino

  • Prognóstico

  • O estádio clínico do tumor é o melhor índice prognóstico de sobrevida.

  • Ataxa de sobrevida geral é de 60% e para cada estádio é :

  • I: 90% II: 75% III:35% IV: 10%

  • Cerca de 15% das pacientes desenvolve recidivas na parede vaginal, pelve ou reto em 2 anos de tratamento adequado.

  • Tratamento

  • Depende do estadiamento do câncer:

  • Tumor localizado: histerectomia radical

  • Tumor mais avançado: RTX ou RTX+ Histerectomia


Colo uterino

  • Adenocarcinoma

  • Em 10% dos tumores cervicais.

  • Média de idade: 56 anos

  • Tipo mais comum: Mucinoso

  • Com frequência associados a Adenocarcinoma in situ e HPV dos tipos 16 e 18.


Colo uterino

Adenocarcinoma in situ

Macro

Surge na JEC e estende-se para o canal endocervical.

  • Micro

  • Células colunares altas com citoplasma eosinofílico ou mucinoso

  • Arquitetura normal das glândulas

  • Células aumentadas

  • Núcleos hipercromáticos atípicos

  • Índice núcleo-citoplasma aumentado

  • Números variáveis de mitose


Colo uterino

Seu padrão de disseminação e envolvimento de glândulas endocervicais assemelha-se ao da NIC.

Transições abruptas ajudam a distinguir células neoplásicas das células endocervicais normais.


Colo uterino

Adenocarcinoma invasivo

  • Macro

  • Massa polipóide vegetante ou papilar

  • O aspecto macroscópico “colo em barril” é próprio do adenocarcinoma


Colo uterino

Adenocarcinoma invasivo

  • Micro

  • Tumores exofíticos apresentam padrão papilar

  • Tumores endofíticos apresentam padrão tubular ou glandular

  • Tumores mal diferenciados compõem-se de camadas sólidas de células


Colo uterino

  • Disseminação

  • Invasão local

  • Metástases linfáticas

    Sobrevida

    Menor do que a do carcinoma epidermóide.


Colo uterino

Estadiamento do Câncer do Colo Uterino


Colo uterino

COLO UTERINO

CONIZAÇÃO


Colo uterino

COLO UTERINO – CONE/BIÓPSIA


Colo uterino

COLO UTERINO – SECÇÃO


Colo uterino

COLO UTERINO - TÉCNICA


Colo uterino

COLO UTERINO - REVISÃO


Colo uterino

COLO UTERINO

REVISÃO


Colo uterino

NIC


Colo uterino

ZONA DE TRANSFORMAÇÃO


Colo uterino

INVASÃO / MICROINVASÃO


Colo uterino

ADENOCARCINOMA


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