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ABSCESO HEPÁTICO AMIBIANO

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ABSCESO HEPÁTICO AMIBIANO. Dr. Daniel Hernández Stoupignan. Medicina Interna. [email protected] Lesión Hepática que se caracteriza por: Ser la forma más común de amibiasis extraintestinal. Necrosis tisular. No forma toxinas.

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absceso hep tico amibiano

ABSCESO HEPÁTICOAMIBIANO

Dr. Daniel Hernández Stoupignan.

Medicina Interna.

[email protected]

A B S C E S O H E P Á T I C O A M I B I A N O

definici n
Lesión Hepática que se caracteriza por:

Ser la forma más común de amibiasis extraintestinal.

Necrosis tisular.

No forma toxinas.

Lisa la fibrina, leucocitos, hepatocitos, tejido conectivo.

Ausencia de trofozoitos en el pus.

La amiba se localiza en la pared del absceso.

Definición:

A B S C E S O H E P Á T I C O A M I B I A N O

incidencia y prevalencia
Incidencia y prevalencia:
  • Afecta más al hombre.
  • Mayor incidencia de los 30 a 60 años (4ta. década).

A B S C E S O H E P Á T I C O A M I B I A N O

incidencia y prevalencia1
Incidencia y prevalencia:
  • La amibiasis es más frecuente durante el primer año de vida. Por el contrario, en el absceso hepático la ocurrencia es mayor en los extremos de la vida. La letalidad ha mostrado una tendencia al descenso constante.

A B S C E S O H E P Á T I C O A M I B I A N O

v a de entrada
Vía de entrada

A B S C E S O H E P Á T I C O A M I B I A N O

factores predisponentes
FACTORES PREDISPONENTES
  • Alcoholismo.
  • Desnutrición.
  • Malos hábitos higiénicos.
  • Disentería amibiana.
  • Bajo nivel socioeconómico y cultural.

A B S C E S O H E P Á T I C O A M I B I A N O

patolog a
PATOLOGÍA:
  • Mayormente se localiza en la región posterior superior del lóbulo derecho hepático.
  • Los trofozoitos se diseminan por circulación portal a partir de lesión colónica.

A B S C E S O H E P Á T I C O A M I B I A N O

slide8
Afortunadamente la mayoría de las veces el hígado regenera y NO deja secuelas de insuficiencia hepática por fibrosis ó cirrosis.

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cuadro cl nico
Cuadro Clínico:
  • Fiebre generalmente 38 a 39 grados y de predominio vespertino.
  • Dolor en el hipocondrio derecho.
  • Hepatomegalia dolorosa.

A B S C E S O H E P Á T I C O A M I B I A N O

cuadro cl nico1
Cuadro Clínico:
  • Otros:
    • Tos.
    • Hiporexia.
    • Ictericia (no frecuente).
    • Disnea.
    • Diarrea en algunas ocasiones.
    • Náusea, vómito.

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paracl nicos
Paraclínicos:
  • Radiografía P.A. de tórax es altamente útil en el absceso hepático complicado a tórax.
  • Ecosonografía es el mejor por económico y con alta sensibilidad y especificidad.
  • Gamagrafía hepática.
  • Tomografía computarizada.
  • Arteriografía.

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paracl nicos1
Paraclínicos:
  • Biometría Hemática:
      • Anemia discreta.
      • Leucocitosis con neutrofilia.
      • Eosinofilia moderada.

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paracl nicos2
Paraclínicos:
  • Pruebas funcionales hepáticas
      • Hiperbilirrubinemia (bajo porcentaje).
      • TGO y TGP elevadas (bajo porcentaje).
      • Fosfatasa alcalina elevada.

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paracl nicos3
Paraclínicos:
  • Coproparasitoscópico seriado.
  • Amiba en fresco.
  • Seramiba.

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diagn stico
Diagnóstico:

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ecosonograf a
Ecosonografía

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e cosonograf a
Ecosonografía

A B S C E S O H E P Á T I C O A M I B I A N O

radiolog a
Radiología:
  • Elevación del hemidiafragma derecho.
  • Neumonitis.
  • Derrame pleural.
  • Derrame pericárdico.
  • Atelectasias basales derechas.

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Radiología

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Radiología:

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Radiología

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radiolog a4
Radiología:

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tratamiento
Tratamiento:
  • Metronidazol 15 mg/Kg./ dosis inicial. Luego 7.5 mg/Kg. cada 6 a 8 hrs. por 10 días.
  • Dehidroemetina 1 mg / Kg. / día sin exceder de 60 mg diarios. Por 10 días.

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tratamiento1
Tratamiento:
  • Punción en caso de falla al tratamiento médico.
  • Quirúrgico en caso de falta de respuesta al tratamiento médico.

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complicaciones
Complicaciones:
  • Comunicación a:
      • Bronquios.
      • Pleura y bronquios.
      • Pared Torácica.
      • Cavidad Abdominal.
      • Pericardio.

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complicaciones1
Complicaciones:

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