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PAIS & FILHOS. Ética e Moral na formação dos filhos. Sucesso... Realizações... Obediência... Realizem o que nós não conseguimos conquistar . Boa auto-estima Autonomia Sejam felizes. O que queremos para nossos filhos?. Para isso é preciso. Investimento Parental. Emoção.

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Pais filhos

PAIS & FILHOS

Ética e Moral na formação dos filhos


O que queremos para nossos filhos

Sucesso...

Realizações...

Obediência...

Realizem o que nós não conseguimos conquistar

Boa auto-estima

Autonomia

Sejam felizes

O que queremos para nossos filhos?

Para isso é preciso...

Investimento Parental


Emoção

Acolhimento

Atenção

Exemplo

Carinho

Repreensão


A criança que é tratada com dignidade e amor trata os outros da mesma forma. Ela sempre repete um padrão.

A melhor herança que os pais podem dar a seus filhos são alguns minutos de seu tempo sempre.

O importante na criação dos filhos é equilibrar autonomia moderada com demonstrações de carinho e afeto.

É preciso estabelecer uma relação de confiança mútua com a criança. Desde os primeiros dias de vida, os pais devem deixar claro que, aconteça o que acontecer, eles sempre a protegerão e estarão ao lado dela. A confiança é a base do relacionamento.


Sejam pais sempre melhores e presentes outros da mesma forma. Ela sempre repete um padrão.

O que os pais fazem é importante

Ajude seus filhos a adquirirem autonomia

O seu amor jamais será excessivo

Seja consistente e coerente

Estabeleça regras e coloque limites

Participe da vida de seus filhos

Ouça a opinião de seus filhos. Dialogue


Preciso tempo e investimento para educar

Pequena história.... outros da mesma forma. Ela sempre repete um padrão.

Uma professora pediu para conversar com o pai de uma menina de nove anos. Geralmente era a mãe quem participava das reuniões, mas a professora insistiu para que o pai comparecesse para uma conversa.

Ao chegar lá, a professora lhe disse:

- Eu gostaria de lhe mostrar o desenho da família que sua filha fez.

O pai olhou o desenho e perguntou:

- Onde eu estou no desenho?

Então, a professora lhe disse que ele fora chamado exatamente por isso. Ela havia feito a mesma pergunta à menina e ela respondeu:

- Ele nunca está em casa, nunca brinca comigo, então eu o deixei fora do desenho...

É preciso tempo e investimento para educar


Investimento parental
Investimento Parental outros da mesma forma. Ela sempre repete um padrão.

É preciso curtir cada fase, cada idade, cada diferença...

Seu filho tem orelhas de abano? Tirou 3,0 em Matemática?

É baixinho demais? Ou muito alto? Corre feito lesma no futebol?

Não faz mal!

Em algumas coisas você pode ajudá-lo.

Em outras você pode amá-lo!

Porque ele é assim...


COISAS QUE APRENDI COM VOCÊ ... outros da mesma forma. Ela sempre repete um padrão. (Autor desconhecido)

Esta é uma mensagem que todos os pais deveriam ler, porque seus filhos estão olhando você e memorizando o que você faz, não o que você diz.


“Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi você pegar o primeiro desenho que fiz e prendê-lo na geladeira e, imediatamente, eu tive vontade de fazer outro para você.


Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi você dando comida a um gato de rua, e eu aprendi que é legal tratar bem os animais


Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi você fazer meu bolo favorito para mim e eu aprendi que as coisas pequenas podem ser as mais especiais na nossa vida.


Quando você pensava que eu não estava olhando, ouvi você fazendo uma oração, e eu aprendi que existe um Deus com quem eu posso sempre falar e em Quem eu posso sempre confiar.


Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi você fazendo comida e levando para uma amiga que estava doente, e eu aprendi que todos nós temos que ajudar e tomar conta uns dos outros.


Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi você dando seu tempo e seu dinheiro para ajudar as pessoas mais necessitadas e eu aprendi que aqueles que têm alguma coisa devem ajudar quem nada tem.


Quando você pensava que eu não estava olhando, eu senti você me dando um beijo de boa noite e me senti amado e seguro.


Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi você tomando conta da nossa casa e de todos nós, e eu aprendi que nós temos que cuidar com carinho daquilo que temos e das pessoas que gostamos.


Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi como você cumpria com toda as suas responsabilidades, mesmo quando não estava se sentindo bem, e eu aprendi que tinha que ser responsável quando eu crescesse.


Quando você pensava que eu não estava olhando eu vi lágrimas nos seus olhos, e eu aprendi que, às vezes, acontecem coisas que nos machucam, mas que não tem nenhum problema a gente chorar.


Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi que você estava preocupado(a), e eu quis fazer o melhor de mim para ser o que quisesse.


Quando você pensava que eu não estava olhando, foi quando eu aprendi a maior parte das lições de vida que eu precisava para ser uma pessoa boa e produtiva quando eu crescesse



“Obrigado por todas as coisas que eu vi e aprendi quando você pensava que eu não estava olhando!”


EDUCAR em TRÊS TEMPOS você pensava que eu não estava olhando!” Eu educo hoje com valores que recebi ontem para pessoas que são o amanhã. Os valores de ontem, eu os conheço. Os de hoje, percebo alguns. Dos de amanhã, não sei. Se só uso os de ontem, não educo: condiciono.Se só uso os de hoje, não educo: complicoSe só uso os de amanhã, não educo: Faço experiênciaSe uso os três sofro. Mas educo.


PRESENTE, PASSADO E FUTURO você pensava que eu não estava olhando!” Por isso, educar é perder sempre, sem perder-se.Educa quem for capaz de fundir ontens, hojes e amanhãs, transformando-os num presente onde o amor e o livre arbítrio sejam as bases.Educa quem educará porque é capaz de dotar os seres dos elementos de interpretação dos vários “ presentes” que surgirão repletos de “passados” em seus “futuros”. Arthur da Távola


Moral

Moral é o conjunto de deveres derivados da necessidade de respeitar as pessoas, nos seus direitos e na sua dignidade.

Logo, a moral pertence à dimensão da obrigatoriedade, da restrição de liberdade...

MORAL

E apergunta que a resume é:

“Como devo agir?”.


Ética é a reflexão sobre a felicidade e sua busca, a procura de viver uma vida significativa, uma “boa vida”.

Ética

Assim definida, a pergunta que a resume é:

“Que vida quero viver?”.

É importante atentar para o fato de essa pergunta implicar outra:

“Quem eu quero ser?”.

Do ponto de vista psicológico, moral e ética, assim definidas, são complementares.


  • Sabe-se que a melhor, para não dizer a única, forma de ter sucesso na educação moral, na formação ética e na pacificação das relações é, no seio da família, trabalhar a qualidade do convívio social. Logo, em vez de limitar-se a impor inúmeras regras, é melhor a família deixar claro, para todos, os princípios que inspiram a convivência social. A elaboração de regras — que pode ser feita pela comunidade como um todo — será derivada da apreciação desses princípios. Eis o que se pode chamar de discussão do “contrato social”.


A moral trata de limites no sentido restritivo (deveres). sucesso na educação moral, na formação ética e na pacificação das relações é, no seio da família, trabalhar a qualidade do convívio social. Logo, em vez de limitar-se a impor inúmeras regras, é melhor a família deixar claro, para todos, os princípios que inspiram a convivência social. A elaboração de regras — que pode ser feita pela comunidade como um todo — será derivada da apreciação desses princípios. Eis o que se pode chamar de discussão do “contrato social”.

A ética, por remeter a projetos de vida, trata dos limites no sentido da superação, do crescimento, da busca de excelência.

Ora, se há excesso de limites, em breve, se a sociedade, em vez de estimular o crescimento, valorizar a busca de uma vida que não vá além do mero consumo e que se contente com o aqui, agora, com a mediocridade, ela vai prejudicar a perspectiva ética e, conseqüentemente, a perspectiva moral.

Uma pessoa somente agirá moralmente se vir, nesse tipo de ação, a tradução de uma vida que vale a pena ser vivida.

Como a moral impõe restrições à liberdade, uma pessoa somente vai aceitar tais restrições se fizerem sentido num projeto de vida coletivo e elevado.


“Menor que o meu sonho eu não posso ser. “ sucesso na educação moral, na formação ética e na pacificação das relações é, no seio da família, trabalhar a qualidade do convívio social. Logo, em vez de limitar-se a impor inúmeras regras, é melhor a família deixar claro, para todos, os princípios que inspiram a convivência social. A elaboração de regras — que pode ser feita pela comunidade como um todo — será derivada da apreciação desses princípios. Eis o que se pode chamar de discussão do “contrato social”.

“Lutam melhor aqueles em cujos corpos moram os sonhos. “Para se lutar não basta ter corpo e saber; é preciso ter alma.”

Papel do lider( educadores- pais)

Ele capta as aspirações do  seu  time e traça com ele a tática e a estratégia da vitória


Nossa postura como pais
NOSSA POSTURA COMO PAIS sucesso na educação moral, na formação ética e na pacificação das relações é, no seio da família, trabalhar a qualidade do convívio social. Logo, em vez de limitar-se a impor inúmeras regras, é melhor a família deixar claro, para todos, os princípios que inspiram a convivência social. A elaboração de regras — que pode ser feita pela comunidade como um todo — será derivada da apreciação desses princípios. Eis o que se pode chamar de discussão do “contrato social”.

  • ►    COMO ENSINAR AOS JOVENS O QUE É O BEM?

  • ►    COMO PROCEDER COM A ÉTICA?

  • ►    COMO DIZER NESTA CONJUNTURA ATUAL, QUE DINHEIRO NÃO DEVE SER MAIS VALIOSO QUE O CARÁTER?

  • ►    COMO EXPLICAR QUE NÃO SE DEVE PENSAR SÓ NO PRAZER IMEDIATO?

  • ►    COMO EXIGIR DISCIPLINA, SE NÓS MESMOS DEIXAMOS A DESEJAR?


SERÁ.... sucesso na educação moral, na formação ética e na pacificação das relações é, no seio da família, trabalhar a qualidade do convívio social. Logo, em vez de limitar-se a impor inúmeras regras, é melhor a família deixar claro, para todos, os princípios que inspiram a convivência social. A elaboração de regras — que pode ser feita pela comunidade como um todo — será derivada da apreciação desses princípios. Eis o que se pode chamar de discussão do “contrato social”.

  • ►    SERÁ CONSIDERAR A CRIANÇA UMA MATÉRIA INERTE E TENTAR MOLDÁ-LA?

  • ►    SERÁ CONSIDERÁ-LA UM PEQUENO ADULTO E ENTÃO PROPOR-LHE QUE IMITE OS ADULTOS PARA APRENDER?

  • ►    SERÁ IDEALIZAR UMA IMAGEM DO QUE NÓS, PAIS, ACHAMOS QUE ELA DEVA SER E MOLDÁ-LA DE ACORDO COM ESSA PROJEÇÃO?

  • ►    SERÁ CONSIDERÁ-LA UM SER EM PROCESSO DE CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO E COLOCARMO-NOS COMO MEROS EXPECTADORES DESTE PROCESSO?


Ou ser alguma outra coisa
OU SERÁ ALGUMA OUTRA COISA? sucesso na educação moral, na formação ética e na pacificação das relações é, no seio da família, trabalhar a qualidade do convívio social. Logo, em vez de limitar-se a impor inúmeras regras, é melhor a família deixar claro, para todos, os princípios que inspiram a convivência social. A elaboração de regras — que pode ser feita pela comunidade como um todo — será derivada da apreciação desses princípios. Eis o que se pode chamar de discussão do “contrato social”.

►    EDUCAR É ....

CONDUZIR, AMOROSAMENTE, O PROCESSO DE CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA, IMPRIMINDO-LHE UMA DIREÇÃO, CAPAZ DE TORNÁ-LA UMA PESSOA LIVRE, RESPONSÁVEL E INDEPENDENTE.


Princ pios para uma educa o positiva

PRINCÍPIOS PARA UMA EDUCAÇÃO POSITIVA sucesso na educação moral, na formação ética e na pacificação das relações é, no seio da família, trabalhar a qualidade do convívio social. Logo, em vez de limitar-se a impor inúmeras regras, é melhor a família deixar claro, para todos, os princípios que inspiram a convivência social. A elaboração de regras — que pode ser feita pela comunidade como um todo — será derivada da apreciação desses princípios. Eis o que se pode chamar de discussão do “contrato social”.


Princ pio 1 amor incondicional
PRINCÍPIO 1 sucesso na educação moral, na formação ética e na pacificação das relações é, no seio da família, trabalhar a qualidade do convívio social. Logo, em vez de limitar-se a impor inúmeras regras, é melhor a família deixar claro, para todos, os princípios que inspiram a convivência social. A elaboração de regras — que pode ser feita pela comunidade como um todo — será derivada da apreciação desses princípios. Eis o que se pode chamar de discussão do “contrato social”. AMOR INCONDICIONAL


Amor incondicional
AMOR INCONDICIONAL sucesso na educação moral, na formação ética e na pacificação das relações é, no seio da família, trabalhar a qualidade do convívio social. Logo, em vez de limitar-se a impor inúmeras regras, é melhor a família deixar claro, para todos, os princípios que inspiram a convivência social. A elaboração de regras — que pode ser feita pela comunidade como um todo — será derivada da apreciação desses princípios. Eis o que se pode chamar de discussão do “contrato social”.

  • Ame seu filho e não o seu comportamento:

    - A gente consegue amar incondicionalmente quando separa a pessoa do comportamento.

  • Fortaleça a auto-estima do seu filho:

    - Ter uma boa auto-estima é saber que você tem um lugar único no mundo.

  • Fortaleça a capacidade de resiliência do seu filho:

    - Uma criança que possui resiliência é aquela que consegue lidar mais efetivamente com o estresse, com os desafios de cada dia.


Princ pio 2 conhecer os princ pios do comportamento
PRINCÍPIO 2 sucesso na educação moral, na formação ética e na pacificação das relações é, no seio da família, trabalhar a qualidade do convívio social. Logo, em vez de limitar-se a impor inúmeras regras, é melhor a família deixar claro, para todos, os princípios que inspiram a convivência social. A elaboração de regras — que pode ser feita pela comunidade como um todo — será derivada da apreciação desses princípios. Eis o que se pode chamar de discussão do “contrato social”. CONHECER OS PRINCÍPIOS DO COMPORTAMENTO


Conhecer os princ pios do comportamento
CONHECER OS PRINCÍPIOS DO COMPORTAMENTO sucesso na educação moral, na formação ética e na pacificação das relações é, no seio da família, trabalhar a qualidade do convívio social. Logo, em vez de limitar-se a impor inúmeras regras, é melhor a família deixar claro, para todos, os princípios que inspiram a convivência social. A elaboração de regras — que pode ser feita pela comunidade como um todo — será derivada da apreciação desses princípios. Eis o que se pode chamar de discussão do “contrato social”.

Temperamento, aprendizagem e sociedade influem em

nosso comportamento:

  • Biologia não é destino;

  • A maneira como aprendemos as coisas no dia-a-dia e como são as pessoas que nos cercam tem extrema importância uma vez que age sobre como a herança genética

    vai se apresentar.

    Aprenda a definir e analisar comportamentos:

  • Devemos prestar atenção ao que vem antes (antecedente) e depois (conseqüente) de um comportamento, pois tais eventos controlam e fortalecem o comportamento.

  • Não é possível isolar o fato de uma criança de fazer manha, mas os pais são parte deste comportamento.

    Aprenda a entender a função de determinado comportamento

    - Um mesmo tipo de comportamento pode ter diferentes

    motivações e conseqüências em diferentes momentos.


PRINCÍPIO 3 sucesso na educação moral, na formação ética e na pacificação das relações é, no seio da família, trabalhar a qualidade do convívio social. Logo, em vez de limitar-se a impor inúmeras regras, é melhor a família deixar claro, para todos, os princípios que inspiram a convivência social. A elaboração de regras — que pode ser feita pela comunidade como um todo — será derivada da apreciação desses princípios. Eis o que se pode chamar de discussão do “contrato social”.

CONHECER O DESENVOLVIMENTO DE UMA CRIANÇA


Conhecer o desenvolvimento de uma crian a
Conhecer o Desenvolvimento de uma Criança sucesso na educação moral, na formação ética e na pacificação das relações é, no seio da família, trabalhar a qualidade do convívio social. Logo, em vez de limitar-se a impor inúmeras regras, é melhor a família deixar claro, para todos, os princípios que inspiram a convivência social. A elaboração de regras — que pode ser feita pela comunidade como um todo — será derivada da apreciação desses princípios. Eis o que se pode chamar de discussão do “contrato social”.

  • Resgate a Infância: Um pouco de bagunça é normal na infância

  • Comportamentos e necessidades:

    - Bebês:Precisam de segurança, confiança e amor

    O bebê deseja uma coisa na vida, mais do que qualquer outra: sentir-se amado e seguro

    - 1 e 2 anos: Bebês que andam e falam – precisam explorar o mundo.

    A questão mais importante para esta criancinha é sentir que é competente e ter autoconfiança. Ela quer sempre ter a certeza absoluta de que os pais a amam não importa o que ela faça e que nunca , jamais, vão abandoná-la.

    - 3 e 4 anos: precisam aprender as regras sobre o mundo.

    Nesta idade da criança começa a desenvolver a consciência do certo e do errado.

    - 5 a 10 anos:Escolares – outras pessoas são importantes.

    Está pronta para aprender o jogo social.

    - 11-12 anos:fase de transição para a independência, aprendendo como partir.

    É a fase inicial da construção de uma nova identidade estando ainda recheados pela velha identidade infantil.


PRINCÍPIO 4 sucesso na educação moral, na formação ética e na pacificação das relações é, no seio da família, trabalhar a qualidade do convívio social. Logo, em vez de limitar-se a impor inúmeras regras, é melhor a família deixar claro, para todos, os princípios que inspiram a convivência social. A elaboração de regras — que pode ser feita pela comunidade como um todo — será derivada da apreciação desses princípios. Eis o que se pode chamar de discussão do “contrato social”.

AUTOCONHECIMENTO

  • Conhecer a si mesmo é fundamental:

  • Conhecer a si mesmo permite que a pessoa

  • tome consciência de

  • suas características individuais e sobre suas expectativas sobre seus filhos.


Qual seu estilo de ser pai m e que pr ticas educativas parentais voc usa para disciplinar
Qual seu estilo de ser pai/mãe? sucesso na educação moral, na formação ética e na pacificação das relações é, no seio da família, trabalhar a qualidade do convívio social. Logo, em vez de limitar-se a impor inúmeras regras, é melhor a família deixar claro, para todos, os princípios que inspiram a convivência social. A elaboração de regras — que pode ser feita pela comunidade como um todo — será derivada da apreciação desses princípios. Eis o que se pode chamar de discussão do “contrato social”. Que práticas educativas parentais você usa para disciplinar?

  • Práticas Parentais: são estratégias que os pais usam para disciplinar.

  • Estilo Parental: conjunto de comportamentos e atitudes dos pais e todo clima existente em uma relação pais-filhos


Estilo autorit rio muito limite e pouco afeto
Estilo Autoritário: sucesso na educação moral, na formação ética e na pacificação das relações é, no seio da família, trabalhar a qualidade do convívio social. Logo, em vez de limitar-se a impor inúmeras regras, é melhor a família deixar claro, para todos, os princípios que inspiram a convivência social. A elaboração de regras — que pode ser feita pela comunidade como um todo — será derivada da apreciação desses princípios. Eis o que se pode chamar de discussão do “contrato social”. Muito limite e pouco afeto:

- São pais que têm um alto nível de

exigência, mas pouca responsividade;

- Colocam muitas regras e limites

inflexíveis que têm como objetivo a

obediência e o controle;

- Consideram pouco o lado do filho, e os seus sentimentos;

- Sempre fazem valer a sua própria opinião, não permitindo que seu filho participe de decisões ou escolhas;

- Estabelecem muitos limites (horários, amigos, diversão), mas pouco afeto e participação (brincar, ficar junto, ajudar nas tarefas, elogiar e valorizar o comportamento bom)


Estilo Autoritário sucesso na educação moral, na formação ética e na pacificação das relações é, no seio da família, trabalhar a qualidade do convívio social. Logo, em vez de limitar-se a impor inúmeras regras, é melhor a família deixar claro, para todos, os princípios que inspiram a convivência social. A elaboração de regras — que pode ser feita pela comunidade como um todo — será derivada da apreciação desses princípios. Eis o que se pode chamar de discussão do “contrato social”.

Filhos

  • Tendem a ter um desempenho escolar razoável;

  • Poucos problemas de comportamento;

  • São crianças muito submissas – imaginam que devem se anular ou fazer tudo para serem amados;

    - Apresentam habilidades sociais pobres, baixa auto-estima e alto índice de depressão, ansiedade e estresse.


Estilo Permissivo: sucesso na educação moral, na formação ética e na pacificação das relações é, no seio da família, trabalhar a qualidade do convívio social. Logo, em vez de limitar-se a impor inúmeras regras, é melhor a família deixar claro, para todos, os princípios que inspiram a convivência social. A elaboração de regras — que pode ser feita pela comunidade como um todo — será derivada da apreciação desses princípios. Eis o que se pode chamar de discussão do “contrato social”. Pouco limite e muito afeto


Estilo permissivo pouco limite e muito afeto
Estilo Permissivo: sucesso na educação moral, na formação ética e na pacificação das relações é, no seio da família, trabalhar a qualidade do convívio social. Logo, em vez de limitar-se a impor inúmeras regras, é melhor a família deixar claro, para todos, os princípios que inspiram a convivência social. A elaboração de regras — que pode ser feita pela comunidade como um todo — será derivada da apreciação desses princípios. Eis o que se pode chamar de discussão do “contrato social”. Pouco limite e muito afeto

  • Têm baixo nível de exigência e muita responsividade;

  • Valorizam o filho, consideram seus sentimentos, suas opiniões e necessidades;

  • Oferecem coisas materiais em excesso;

  • Deixam suas próprias opiniões e autoridade de lado;

  • Têm receio de dizer “não” e não serem mais amados pelos filhos;

    - Estabelecem poucos limites e regras mas muito

    afeto e participação.


Estilo permissivo filhos
Estilo Permissivo: sucesso na educação moral, na formação ética e na pacificação das relações é, no seio da família, trabalhar a qualidade do convívio social. Logo, em vez de limitar-se a impor inúmeras regras, é melhor a família deixar claro, para todos, os princípios que inspiram a convivência social. A elaboração de regras — que pode ser feita pela comunidade como um todo — será derivada da apreciação desses princípios. Eis o que se pode chamar de discussão do “contrato social”. Filhos

  • Tendem a ter pior desempenho nos estudos;

  • Podem apresentar comportamentos anti-sociais;

  • Entendem que amar uma pessoa é ser cuidado por ela sem dar nada

    em troca;

  • Apegam-se a coisas materiais;

  • Não têm tolerância à frustração e não desenvolvem senso de

    auto-eficácia;

    • Acham que são capazes de realizar as coisas por si mesmo;

      - Possuem baixos níveis de depressão.


Estilo negligente pouco limite e pouco afeto
Estilo Negligente sucesso na educação moral, na formação ética e na pacificação das relações é, no seio da família, trabalhar a qualidade do convívio social. Logo, em vez de limitar-se a impor inúmeras regras, é melhor a família deixar claro, para todos, os princípios que inspiram a convivência social. A elaboração de regras — que pode ser feita pela comunidade como um todo — será derivada da apreciação desses princípios. Eis o que se pode chamar de discussão do “contrato social”. Pouco limite e pouco afeto

  • Apresentam baixo nível de exigência

    e responsividade;

  • Não se comprometem com o papel de

    educador;

  • Deixam o filho “solto”;

  • São pais muito ocupados que não têm tempo algum para sua tarefa;

    - São confusos e não sabem como agir.


Estilo negligente filhos
Estilo Negligente sucesso na educação moral, na formação ética e na pacificação das relações é, no seio da família, trabalhar a qualidade do convívio social. Logo, em vez de limitar-se a impor inúmeras regras, é melhor a família deixar claro, para todos, os princípios que inspiram a convivência social. A elaboração de regras — que pode ser feita pela comunidade como um todo — será derivada da apreciação desses princípios. Eis o que se pode chamar de discussão do “contrato social”. Filhos

  • Este estilo traz os piores resultados para as crianças;

  • Os filhos apresentam o menor desempenho em todos os domínios;

  • Tendência a comportamentos anti-sociais;

  • Fraco desempenho acadêmico;

  • Correlação com depressão, baixa auto-estima, pessimismo e estresse;

  • Podem ter desenvolvimento atrasado e apresentar problemas afetivos e comportamentais;

  • Podem desenvolver alternativas anti-sociais para se sentirem parte de algo e para terem atenção.


Estilo participativo muito limite e muito afeto
Estilo Participativo: sucesso na educação moral, na formação ética e na pacificação das relações é, no seio da família, trabalhar a qualidade do convívio social. Logo, em vez de limitar-se a impor inúmeras regras, é melhor a família deixar claro, para todos, os princípios que inspiram a convivência social. A elaboração de regras — que pode ser feita pela comunidade como um todo — será derivada da apreciação desses princípios. Eis o que se pode chamar de discussão do “contrato social”. Muito limite e muito afeto

  • Melhor estilo parental: alto nível de exigência

    e de responsividade;

  • Exigem obediência de regras e mantêm a

    autoridade;

  • Mas, são abertos para as trocas com seus

    filhos fazendo uso de explicações e permitindo

    o desenvolvimento da autonomia;

  • Consideram os sentimentos e as opiniões dos filhos, fazendo-os participar de decisões e escolhas;

  • Apresentam muitos limites e muito afeto, envolvimento e participação;

  • Estão disponíveis para brincar, para ajudar com as tarefas, para elogiar e valorizar;

  • Mostram que têm orgulho do filho e dispõem de tempo para a família.


Estilo participativo filhos
Estilo Participativo: sucesso na educação moral, na formação ética e na pacificação das relações é, no seio da família, trabalhar a qualidade do convívio social. Logo, em vez de limitar-se a impor inúmeras regras, é melhor a família deixar claro, para todos, os princípios que inspiram a convivência social. A elaboração de regras — que pode ser feita pela comunidade como um todo — será derivada da apreciação desses princípios. Eis o que se pode chamar de discussão do “contrato social”. Filhos

  • Melhores resultados para as crianças;

  • Entendem o respeito mútuo e as conseqüências do seu comportamento e sua responsabilidade no processo;

  • Sentem-se valorizados, amados, e gostam da vida;

  • Elevada auto-estima, menor nível de estresse, maior otimismo, habilidades sociais e percepção de

    auto-eficácia.


PRINCÍPIO 5 sucesso na educação moral, na formação ética e na pacificação das relações é, no seio da família, trabalhar a qualidade do convívio social. Logo, em vez de limitar-se a impor inúmeras regras, é melhor a família deixar claro, para todos, os princípios que inspiram a convivência social. A elaboração de regras — que pode ser feita pela comunidade como um todo — será derivada da apreciação desses princípios. Eis o que se pode chamar de discussão do “contrato social”. COMUNICAÇÃO POSITIVA


Comunica o positiva
COMUNICAÇÃO POSITIVA sucesso na educação moral, na formação ética e na pacificação das relações é, no seio da família, trabalhar a qualidade do convívio social. Logo, em vez de limitar-se a impor inúmeras regras, é melhor a família deixar claro, para todos, os princípios que inspiram a convivência social. A elaboração de regras — que pode ser feita pela comunidade como um todo — será derivada da apreciação desses princípios. Eis o que se pode chamar de discussão do “contrato social”.

  • As palavras marcam nossa vida:

    - A comunicação Pais & Filhos deve ser clara e adequada à idade do filho;

    - Atenção para a comunicação não verbal: a mensagem captada está no rosto e não nas palavras;

    - Coerência entre o que falamos e como agimos;

    - A boa comunicação inclui ouvir...


Risque estas frases e express es do seu repert rio
Risque estas frases e expressões do seu repertório sucesso na educação moral, na formação ética e na pacificação das relações é, no seio da família, trabalhar a qualidade do convívio social. Logo, em vez de limitar-se a impor inúmeras regras, é melhor a família deixar claro, para todos, os princípios que inspiram a convivência social. A elaboração de regras — que pode ser feita pela comunidade como um todo — será derivada da apreciação desses princípios. Eis o que se pode chamar de discussão do “contrato social”.

  • “Eu já falei isso um bilhão de vezes...”

  • “Já mandei você vir almoçar, você é surdo?”

  • “Não, porque não e pronto!”

  • “Tire esse sorriso do seu rosto, já!”

  • “Você não tem mesmo jeito.”

  • “Por que você fez essa bobagem?”

  • “Você não é capaz de fazer nada direito?”

  • “Pare de se comportar como um bebê!”

  • “Por que você não se parece mais com seu irmão?”

  • “O que há de errado com você?”

  • “Você é mesmo estúpido.”


Devemos cuidar para não rotular nossos filhos sucesso na educação moral, na formação ética e na pacificação das relações é, no seio da família, trabalhar a qualidade do convívio social. Logo, em vez de limitar-se a impor inúmeras regras, é melhor a família deixar claro, para todos, os princípios que inspiram a convivência social. A elaboração de regras — que pode ser feita pela comunidade como um todo — será derivada da apreciação desses princípios. Eis o que se pode chamar de discussão do “contrato social”.

Uma professora perguntou para a turma o que cada um queria ser quando crescesse.

Um coro de respostas veio de todos os lados: jogador de futebol, astronauta, mágico, presidente, bombeiro, professora, modelo...

Todos responderam menos Marcelo. A professora reparou que ele estava sentado quietinho e lhe disse:

- Marcelo, o que você quer ser quando crescer?

O menino respondeu:

- Possível.

- Possível? Como possível, perguntou professora.

- É – respondeu ele – minha mãe sempre está falando que eu sou “impossível”. Então quando eu ficar grande, eu quero ser “possível”...


PRINCÍPIO 6 sucesso na educação moral, na formação ética e na pacificação das relações é, no seio da família, trabalhar a qualidade do convívio social. Logo, em vez de limitar-se a impor inúmeras regras, é melhor a família deixar claro, para todos, os princípios que inspiram a convivência social. A elaboração de regras — que pode ser feita pela comunidade como um todo — será derivada da apreciação desses princípios. Eis o que se pode chamar de discussão do “contrato social”.

ENVOLVIMENTO


Envolvimento
ENVOLVIMENTO sucesso na educação moral, na formação ética e na pacificação das relações é, no seio da família, trabalhar a qualidade do convívio social. Logo, em vez de limitar-se a impor inúmeras regras, é melhor a família deixar claro, para todos, os princípios que inspiram a convivência social. A elaboração de regras — que pode ser feita pela comunidade como um todo — será derivada da apreciação desses princípios. Eis o que se pode chamar de discussão do “contrato social”.

  • Envolva-se e participe integralmente da vida do seu filho sem ser intrusivo;

  • Ser intrusivo é não aceitar nem respeitar as escolhas do seu filho;

  • Não deseje perfeição nas atividades que seu filho pratica: Torcer é bom e ganhar também pode fazer bem. Mas é bom lembrar que nem todos podem ser campeões...


Princ pio 7 ser consistente
PRINCÍPIO 7 sucesso na educação moral, na formação ética e na pacificação das relações é, no seio da família, trabalhar a qualidade do convívio social. Logo, em vez de limitar-se a impor inúmeras regras, é melhor a família deixar claro, para todos, os princípios que inspiram a convivência social. A elaboração de regras — que pode ser feita pela comunidade como um todo — será derivada da apreciação desses princípios. Eis o que se pode chamar de discussão do “contrato social”. SER CONSISTENTE


Ser consistente
SER CONSISTENTE sucesso na educação moral, na formação ética e na pacificação das relações é, no seio da família, trabalhar a qualidade do convívio social. Logo, em vez de limitar-se a impor inúmeras regras, é melhor a família deixar claro, para todos, os princípios que inspiram a convivência social. A elaboração de regras — que pode ser feita pela comunidade como um todo — será derivada da apreciação desses princípios. Eis o que se pode chamar de discussão do “contrato social”.

  • A inconsistência é um dos piores comportamentos dos

  • pais e traz conseqüências desastrosas. Ter disciplina e consistência tornam a vida familiar com mais qualidade.

  • Consistência não que dizer rigidez:

  • É adaptar-se ao lógico e ao bom senso.

  • É mostrar que é possível reformular uma regra,

  • se existem justificativas sérias.

  • Os filhos precisam de ritos e rotinas.


PRINCÍPIO 8 sucesso na educação moral, na formação ética e na pacificação das relações é, no seio da família, trabalhar a qualidade do convívio social. Logo, em vez de limitar-se a impor inúmeras regras, é melhor a família deixar claro, para todos, os princípios que inspiram a convivência social. A elaboração de regras — que pode ser feita pela comunidade como um todo — será derivada da apreciação desses princípios. Eis o que se pode chamar de discussão do “contrato social”.

NÃO USAR PUNIÇÃO CORPORAL,

MAS CONSEQUÊNCIAS LÓGICAS


N o usar puni o corporal mas consequ ncias l gicas
NÃO USAR PUNIÇÃO CORPORAL, MAS CONSEQUÊNCIAS LÓGICAS sucesso na educação moral, na formação ética e na pacificação das relações é, no seio da família, trabalhar a qualidade do convívio social. Logo, em vez de limitar-se a impor inúmeras regras, é melhor a família deixar claro, para todos, os princípios que inspiram a convivência social. A elaboração de regras — que pode ser feita pela comunidade como um todo — será derivada da apreciação desses princípios. Eis o que se pode chamar de discussão do “contrato social”.

  • Argumentos científicos, éticos e morais contra a punição corporal:

    - A palmada e o espancamento têm o mesmo princípio, isto é, usar a força e o poder para intimidar e punir uma pessoa;

    - Do ponto de vista da ciência, a punição corporal é ineficaz a longo prazo, além de trazer importantes danos emocionais, psicológicos e sociais;

    - Do ponto de vista da ética, a punição física é condenável, uma vez que existem diversas sanções para as pessoas que agridem o semelhante.


PRINCÍPIO 9 sucesso na educação moral, na formação ética e na pacificação das relações é, no seio da família, trabalhar a qualidade do convívio social. Logo, em vez de limitar-se a impor inúmeras regras, é melhor a família deixar claro, para todos, os princípios que inspiram a convivência social. A elaboração de regras — que pode ser feita pela comunidade como um todo — será derivada da apreciação desses princípios. Eis o que se pode chamar de discussão do “contrato social”.

SER UM MODELO MORAL


Ser um modelo moral
SER UM MODELO MORAL sucesso na educação moral, na formação ética e na pacificação das relações é, no seio da família, trabalhar a qualidade do convívio social. Logo, em vez de limitar-se a impor inúmeras regras, é melhor a família deixar claro, para todos, os princípios que inspiram a convivência social. A elaboração de regras — que pode ser feita pela comunidade como um todo — será derivada da apreciação desses princípios. Eis o que se pode chamar de discussão do “contrato social”.

Seu filho está observando você:

- Os pais devem se comportar como gostariam que os filhos se comportassem.

Trate seus filhos e seu cônjuge com respeito:

- Analise se o clima geral da sua família não está repleto de críticas destrutivas constantes ou se é acolhedor.

Se existe respeito e amor, queremos sempre voltar para casa

- O clima em seu lar deve ser um “porto seguro”, onde as pessoas da família querem voltar e onde se sentem amadas e seguras


Princ pio 10 educar para a autonomia
PRINCÍPIO 10 sucesso na educação moral, na formação ética e na pacificação das relações é, no seio da família, trabalhar a qualidade do convívio social. Logo, em vez de limitar-se a impor inúmeras regras, é melhor a família deixar claro, para todos, os princípios que inspiram a convivência social. A elaboração de regras — que pode ser feita pela comunidade como um todo — será derivada da apreciação desses princípios. Eis o que se pode chamar de discussão do “contrato social”. EDUCAR PARA A AUTONOMIA

Dê raízes e depois asas


Educar para a autonomia
EDUCAR PARA A AUTONOMIA sucesso na educação moral, na formação ética e na pacificação das relações é, no seio da família, trabalhar a qualidade do convívio social. Logo, em vez de limitar-se a impor inúmeras regras, é melhor a família deixar claro, para todos, os princípios que inspiram a convivência social. A elaboração de regras — que pode ser feita pela comunidade como um todo — será derivada da apreciação desses princípios. Eis o que se pode chamar de discussão do “contrato social”.

  • Dê raízes e depois asas:

    - Educar com qualidade e de maneira positiva, compreende duas atitudes aparentemente antagônicas – estar envolvido e deixar seu filho encontrar o seu próprio caminho;

    - Amar um filho é permitir sua independência...


Sem você a vida pode parece um porto além de mim sucesso na educação moral, na formação ética e na pacificação das relações é, no seio da família, trabalhar a qualidade do convívio social. Logo, em vez de limitar-se a impor inúmeras regras, é melhor a família deixar claro, para todos, os princípios que inspiram a convivência social. A elaboração de regras — que pode ser feita pela comunidade como um todo — será derivada da apreciação desses princípios. Eis o que se pode chamar de discussão do “contrato social”. Coração sangrando caminhos de sol no fim

Caminhos do sol

(Zizi Possi)


FELICIDADE sucesso na educação moral, na formação ética e na pacificação das relações é, no seio da família, trabalhar a qualidade do convívio social. Logo, em vez de limitar-se a impor inúmeras regras, é melhor a família deixar claro, para todos, os princípios que inspiram a convivência social. A elaboração de regras — que pode ser feita pela comunidade como um todo — será derivada da apreciação desses princípios. Eis o que se pode chamar de discussão do “contrato social”.

Os pais podem dar alegria e satisfação para os filhos,mas não há como lhe dar felicidade.


Os pais podem aliviar sofrimentos, enchendo-o de presentes, sucesso na educação moral, na formação ética e na pacificação das relações é, no seio da família, trabalhar a qualidade do convívio social. Logo, em vez de limitar-se a impor inúmeras regras, é melhor a família deixar claro, para todos, os princípios que inspiram a convivência social. A elaboração de regras — que pode ser feita pela comunidade como um todo — será derivada da apreciação desses princípios. Eis o que se pode chamar de discussão do “contrato social”. mas não há como lhe comprar felicidade.


  • Os pais podem ser muito bem sucedidos e felizes, mas sucesso na educação moral, na formação ética e na pacificação das relações é, no seio da família, trabalhar a qualidade do convívio social. Logo, em vez de limitar-se a impor inúmeras regras, é melhor a família deixar claro, para todos, os princípios que inspiram a convivência social. A elaboração de regras — que pode ser feita pela comunidade como um todo — será derivada da apreciação desses princípios. Eis o que se pode chamar de discussão do “contrato social”. não há como lhe emprestar felicidade.Mas os pais podem dar aos filhos muito amor, carinho e respeito, ensinar tolerância, solidariedade e cidadania; exigir reciprocidade, disciplina e religiosidade; reforçar a ética e a preservação da Terra.


Pois é tudo isso que se compõe a auto-estima. sucesso na educação moral, na formação ética e na pacificação das relações é, no seio da família, trabalhar a qualidade do convívio social. Logo, em vez de limitar-se a impor inúmeras regras, é melhor a família deixar claro, para todos, os princípios que inspiram a convivência social. A elaboração de regras — que pode ser feita pela comunidade como um todo — será derivada da apreciação desses princípios. Eis o que se pode chamar de discussão do “contrato social”. É sobre a auto-estima que repousa a alma, e é nesta paz que reside a felicidade.


Te amo e o tempo não varreu isso de mim sucesso na educação moral, na formação ética e na pacificação das relações é, no seio da família, trabalhar a qualidade do convívio social. Logo, em vez de limitar-se a impor inúmeras regras, é melhor a família deixar claro, para todos, os princípios que inspiram a convivência social. A elaboração de regras — que pode ser feita pela comunidade como um todo — será derivada da apreciação desses princípios. Eis o que se pode chamar de discussão do “contrato social”. Por isso estou partidoE tão forte assim


O amor fez parte sucesso na educação moral, na formação ética e na pacificação das relações é, no seio da família, trabalhar a qualidade do convívio social. Logo, em vez de limitar-se a impor inúmeras regras, é melhor a família deixar claro, para todos, os princípios que inspiram a convivência social. A elaboração de regras — que pode ser feita pela comunidade como um todo — será derivada da apreciação desses princípios. Eis o que se pode chamar de discussão do “contrato social”. De tudo que nos guiouNa inocência cega

No risco das palavras e até no risco da palavra Amor


Amor e seguran a alicerces de um desenvolvimento sadio
AMOR E SEGURANÇA – ALICERCES DE UM DESENVOLVIMENTO SADIO sucesso na educação moral, na formação ética e na pacificação das relações é, no seio da família, trabalhar a qualidade do convívio social. Logo, em vez de limitar-se a impor inúmeras regras, é melhor a família deixar claro, para todos, os princípios que inspiram a convivência social. A elaboração de regras — que pode ser feita pela comunidade como um todo — será derivada da apreciação desses princípios. Eis o que se pode chamar de discussão do “contrato social”.

Pela maneira como o ser humano foi atendido, compreendido, é que servirá de base para estabelecer o equilíbrio e

FORMAR, ORGANIZAR a personalidade do adulto de amanhã. A auto estima será estabelecida aos poucos.


Você deixou seus sonhos para que eu sonhasse. sucesso na educação moral, na formação ética e na pacificação das relações é, no seio da família, trabalhar a qualidade do convívio social. Logo, em vez de limitar-se a impor inúmeras regras, é melhor a família deixar claro, para todos, os princípios que inspiram a convivência social. A elaboração de regras — que pode ser feita pela comunidade como um todo — será derivada da apreciação desses princípios. Eis o que se pode chamar de discussão do “contrato social”.

Derramou lágrimas para que eu fosse feliz.

Você perdeu noites de sono para que eu dormisse tranqüilo.

Acreditou em mim, apesar dos meus erros.

Ser pai é ser um poeta do amor.

Jamais esqueça que eu levarei para sempre  

Um pedaço do seu ser dentro do meu próprio ser...


No passado, não temos condições de interferir. sucesso na educação moral, na formação ética e na pacificação das relações é, no seio da família, trabalhar a qualidade do convívio social. Logo, em vez de limitar-se a impor inúmeras regras, é melhor a família deixar claro, para todos, os princípios que inspiram a convivência social. A elaboração de regras — que pode ser feita pela comunidade como um todo — será derivada da apreciação desses princípios. Eis o que se pode chamar de discussão do “contrato social”. O presente temos nas mãos.O futuro, não temos nas mãos e nem sabemos como será.Mas se o objetivo fundamental da vida é a felicidade, então vamos educar os nossos filhos para serem felizes.

Vamos plantar hoje para ver como serão as sementes do amanhã.

Vamos ser o arco firme que lança amorosamente sua flecha em direção a um futuro melhor.


MUITO OBRIGADA!!! sucesso na educação moral, na formação ética e na pacificação das relações é, no seio da família, trabalhar a qualidade do convívio social. Logo, em vez de limitar-se a impor inúmeras regras, é melhor a família deixar claro, para todos, os princípios que inspiram a convivência social. A elaboração de regras — que pode ser feita pela comunidade como um todo — será derivada da apreciação desses princípios. Eis o que se pode chamar de discussão do “contrato social”.

Cristina Szalo

SLIDES PORMIGUEL ALVIM


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