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CINCO FASES BIENAIS

Devido às muitas imagens apresentadas durante o atelier houve necessidade de o “encurtar” de forma a poder estar presente na web. Todos os interessados na versão integral, (que inclui imagens do novo catecismo do 1º ano), devem contactar Irmã Maria José Bruno mariajose@patriarcado-lisboa.pt.

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CINCO FASES BIENAIS

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Presentation Transcript


  1. Devido às muitas imagens apresentadas durante o atelier houve necessidade de o “encurtar” de forma a poder estar presente na web. Todos os interessados na versão integral, (que inclui imagens do novo catecismo do 1º ano), devem contactar Irmã Maria José Bruno mariajose@patriarcado-lisboa.pt

  2. Surge um PROGRAMA de 10Anos de Catequese, Dos 6 e os 16 anos. Aprovado pela CEP a 11 a 14 de Abril de 1988 CINCO FASES BIENAIS Que culminam e terminam com celebrações festivas profundamente vinculadas ao caminho de Fé percorrido em cada Fase. A relação entre as diversas fases, faz-se em espiral: FASE I  Iniciação ao Itinerário Catequético FASE II  A Vida do Discípulo de Jesus FASE II  Aprofundamento da Fé FASE IV  Busca do sentido cristão da Vida FASE V  Personalização da Fé e compromisso Cristão

  3. II ª Fase I. ª Fase III ª Fase IV ª Fase Vª Fase

  4. NECESSIDADE DE UM NOVO PROGRAMA  O problema catequético hoje ☞ A difusão e crescimento da indiferença religiosa; ☞ A crise de processo de iniciação cristã (para muitos é “sinónimo” de conclusão); ☞ A crise da Igreja, em termos de ausência de muitos sectores da vida das mulheres e homens deste tempo; ☞ O divórcio entre a fé e a vida, e entre a fé e a cultura. As problemáticas apontadas exigiram uma reflexão global de toda a acção pastoral e, concretamente, da catequese.

  5. NOVOS DOCUMENTOS ☞ Este Catecismo destina-se aos responsáveis pela catequese: - os bispos, os sacerdotes e catequistas e a cristãos Será também de leitura útil para todos os outros fiéis cristãos (CIC 12). A formação de Catequistas deve corresponder às novas exigências do contexto social e eclesial... Propõe-se fornecer “os princípios teológicos-pastorais fundamentais, inspirados no Concílio Vaticano II e no Magistério da Igreja, aptos para orientar e coordenar a acção pastoral do ministério da palavra” e, de forma concreta, a catequese ☞ O Catecismo da Igreja Católica e o Directório geral da catequese são distintos e complementares ao serviço da acção catequética (cf. DGC 120).

  6. É dever da catequese educar nas várias dimensões da fé: • A fé professada • A fé celebrada • A fé vivida • A fé rezada

  7. ITINERÁRIO DE CATEQUESE DE INICIAÇÃO DA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA (6-16 ANOS) DUAS FASES: INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA I ETAPA – Inserção na comunidade III ETAPA – Sentido cristão da vida II ETAPA – Compromisso cristão IV ETAPA – Compromisso cristão

  8. A PRIMEIRA ETAPA • Destina-se às crianças de 6-9 anos, o que corresponde aos três primeiros anos do ensino básico. • É a primeira vez que entram em contacto com a escola e, provavelmente, com a catequese paroquial.

  9. OBJECTIVOS DA 1ª ETAPA • Aderir a Jesus Cristo, pelo conhecimento e vivência do mistério cristão; • Inserir-se, gradualmente na vida litúrgica da Igreja: oração, descoberta do significado do Baptismo, preparação para a celebração da Eucaristia e da Reconciliação; • Desenvolver atitudes de fé como resposta ao amor de Deus; • Aprender a ser cristão ou discípulo de Jesus e integração progressiva na comunidade cristã.

  10. Os catecismos são instrumentos para fazer catequese. Desempenham uma função importante mas não são suficientes. É a comunidade cristã e o catequista quem dá vida ao catecismo. (ATV – Orientações, 7)

  11. Assim a catequese, como consequência da fidelidade a Deus, deve respeitar a mensagem e a pessoa concreta “por uma diligente adaptação” (DGC 112) e, num esforço constante de inculturação que respeite a integridade da fé, deve tornar o Evangelho “acontecimento verdadeiramente significativo para a pessoa humana” (DGC 97). (ATV – Orientações 6)

  12. Objectivos do 1.º ANOJESUS GOSTA DE MIM • Proporcionar às crianças um bom acolhimento eclesial; • Ajudá-las a conhecer alguns princípios da fé cristã; • Motivá-las para a adesão a Jesus e a celebração da fé na comunidade cristã; • Ajudá-las a assumir atitudes de louvor, de gratidão e de Amor a Deus e aos irmãos.

  13. Algumas características evolutivas da criança do 1.º Catecismo • Desenvolvimento fisiológico - Cresce em todas as dimensões; - Tem necessidade de contacto directo com o mundo e as coisas que a rodeiam.; - Tem a “vista nas mãos”; “aprende a fazer, fazendo”.

  14. b) Mudanças psicológicas (6-8 anos) - Pelos 6 anos ainda gosta muito de ouvir histórias; - Existe dificuldade em distinguir o real do imaginário; - Pelos 7 anos começa a distinguir; - Encontra-se num processo de desenvolvimento e integração social. (O concreto é verdadeiro e real. O que não se pode ver ou tocar é falso).

  15. c)Transformações afectivas (6-8 anos) O afecto e o carinho dispensado pelos adultos continuam a exercer uma grande influência no seu desenvolvimento. • Encontra esse clima de afectividade, de um modo particular nos pais… • A imagem de Deus como Pai e Amigo pode apoiar-se nesta ligação afectiva e na concepção positiva, que regra geral, a criança tem dos pais

  16. d) Processo de socialização O egocentrismo característico da etapa anterior, entra em regressão, à medida que vai entrando num mundo diferente do familiar. • A sua capacidade de lidar com os outros aumenta; • Alarga o seu circulo de amigos, à medida que vai contactando com novas realidades: a escola, a catequese e outras (desporto, música, etc.)

  17. e)Evolução moral (6-8 anos) • A moral nesta idade surge espontaneamente: surge da facilidade de imitar alguém de quem gosta, e com quem se identifica. • Desperta para o sentido da responsabilidade e da justiça; • Começa a distinguir o bem do mal e a consciencializar a opção das suas acções (desenvolvimento da consciência moral)

  18. f) A nível religioso (6-8 anos) Adere facilmente ao maravilhoso e ao mágico, possibilitando assim a abertura ao Transcendente.Tem muita facilidade em acreditar. Tem uma relação com Deus muito dominada pela afectividade. Daí a importância do símbolo como meio para aprofundar essa religião.

  19. A religião descobre-a a partir de “coisas” concretas • A oração está ligada a um lugar (Igreja); a Palavra de Deus (é um livro); a cruz (um objecto religioso) • Não consegue libertar-se do concreto nem perceber o sentido simbólico da realidade. • Que sentido tem a oração, a Palavra, a cruz?... Só o que vê

  20. A INICIAÇÃO À FÉ CRISTÃ Etapa que se destina às crianças que já fizeram o seu despertar religioso no seio familiar e na comunidade e que, movidas pela graça, decidem seguir, iniciando uma caminhada que tem como objectivo, introduzi-las na vivência da fé, na vida litúrgica e caritativa dos filhos de Deus.

  21. O catequista pode e deve dizer como S. Paulo: «Transmiti-vos, em primeiro lugar, o que eu próprio recebi».(1Cor 15, 3)

  22. “LINGUAGEM” UTILIZADA NA CATEQUESE • A linguagem da Bíblia é a mais utilizada • É uma linguagem religiosa, fundamentalmente simbólica • Tenta unir o Transcendente à vida humana

  23. A Igreja realiza esta tarefa essencialmente por meio da catequese para os baptizados, e pelo catecumenado, para aqueles que ainda não o foram, e sempre em estreita relação com os sacramentos da Iniciação Cristã, nomeadamente o Baptismo e a Eucaristia.

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