Hist ria
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https://www.facebook.com/Prof.EvertonCorrea. História. Prof. Everton da Silva Correa. A importância da religião. Lembram da imagem?. Livro dos Mortos. Outro aspecto da sociedade egípcia que representa a imagem é a grande importância dada à religião e aos deuses.

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História

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Presentation Transcript


Hist ria

https://www.facebook.com/Prof.EvertonCorrea

Histria


Prof everton da silva correa

Prof. Everton da Silva Correa

A importncia da religio


Lembram da imagem

Lembram da imagem?

Livro dos Mortos


Hist ria

Outro aspecto da sociedade egpcia que representa a imagem a grande importncia dada religio e aos deuses.

Os egpcios eram politestas, ou seja, acreditavam em muitos deuses.


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Desde tempos remotos, os egpcios prestavam culto ao Sol.

Este era visto como uma poderosa fora de vida, juntamente com o rio Nilo.


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O Sol era considerado uma divindade chamada R (ou Amon-R).

Os egpcios acreditavam que R percorria seu caminho no cu em uma barca.

Essa barca encontra-se representada no detalhe do papiro ao lado.


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O deus Sol era representado de diversas maneiras: como um escaravelho, um carneiro ou um disco solar, como vemos na figura.

Os egpcios ergueram diversos templos ao deus R. Em certos momentos, a figura do fara passou a se identificar com esse deus.


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Alm do Sol, os egpcios adoravam outros deuses e deusas.

Havia divindades para situaes especficas, como Hapy, deus das inundaes e da fertilidade, e Montu, deus da guerra.

Deus Hapy


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Deuses e deusas eram muitas vezes representados como animais ou como seres com corpo humano e cabea de animal.


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Anubis, deus dos mortos, por exemplo, era representado como um homem com cabea de chacal (ou at mesmo somente como um chacal).


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O deus Hrus, que personificava a monarquia, era representado como um homem com cabea de falco, ou como um falco, simplesmente.

Muitas vezes, Hrus era representado apenas por seus olhos.


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Na imagem que estamos analisando, os olhos que vemos esquerda e direita do Sol so exatamente a representao dos olhos de Hrus protegendo a barca de R.


Cada cidade eg pcia adorava seu pr prio deus

Os templos erguidos em homenagem a esses deuses contavam com grande nmero de sacerdotes e sacerdotisas.

Cabia a eles organizar tarefas como cuidar das divindades, oferecer-lhes comida, organizar festividades em sua honra e escrever ou copiar os textos sagrados.

Cada cidade egpcia adorava seu prprio deus


A cren a na imortalidade

A crena na imortalidade


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Outro aspecto da antiga sociedade egpcia representado no papiro a crena em uma vida aps a morte.


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Os egpcios acreditavam que, para a vida continuar existindo, aps o falecimento era preciso preservar o corpo dos mortos. Somente assim, a alma poderia renascer.


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Para tanto, eles desenvolveram tcnicas de mumificao que muitos corpos foram preservados por mais de 5 mil anos.


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Alm de mumificados, os faras e alguns altos funcionrios recebiam mscaras morturias com as quais se procurava preservar as feies do falecido.

A mscara morturia mais conhecida a do fara Tutancmon, feita de ouro e lpis-lazli.


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Para os egpcios, a alma dos mortos, em sua vida no alm, precisaria de objetos que os indivduos utilizavam quando vivos.

Por isso, o corpo dos mortos mais poderosos era acompanhado em sua tumba ou pirmide pelos mais variados objetos do dia a dia, como joias, vasilhas, mveis e at mesmo alimentos.

Muitos faras chegavam a ser enterrados com os criados, pois os egpcios acreditavam que estes continuariam a lhes prestar servios no alm.


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Tambm era comum pintar nas paredes dos tmulos imagens que reproduziam cenas de diferentes momentos da vida do morto.

No caso dos faras, os artistas costumavam pintar tambm fatos ocorridos durante seu governo.

Dessa forma, queriam mostrar aos deuses como essas pessoas foram boas em suas vidas.


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Segundo a crena egpcia, os mortos eram julgados pelo deus Osris.

S as pessoas que de fato tivessem sido boas ganhariam nova vida.

Esse julgamento foi representado pelos egpcios em diversas pinturas.


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Tumba de Tutancmon


Na pr xima aula

Na prxima aula

A mumificao e o conhecimento do corpo humano.


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FIM

AZEVEDO, Gislane Campos. Projeto Telris: Histria. So Paulo: tica, 2012. p. 81-85.


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