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Introdução à Tecnologia ATM

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Introdução à Tecnologia ATM. Marco Antônio Chaves Câmara LOGIC Engenharia Ltda [email protected] Agenda do Tutorial. Aplicações & Banda Larga Introdução ao ATM Configuração e Modelo de Referência As Camadas Outras Características. Aplicações & Banda Larga.

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introdu o tecnologia atm

Introdução à Tecnologia ATM

Marco Antônio Chaves Câmara

LOGIC Engenharia Ltda

[email protected]

agenda do tutorial
Agenda do Tutorial
  • Aplicações & Banda Larga
  • Introdução ao ATM
  • Configuração e Modelo de Referência
  • As Camadas
  • Outras Características
aplica es banda larga
Aplicações & Banda Larga
  • Sistemas de Comunicação Típicos
  • O que é “banda larga” ?
  • Tipos de serviço
  • Classes de Tráfego
  • Tipo de serviço define requisitos do meio de comunicação
  • Redes hoje & Aplicações para banda larga
sist de comunica o t picos
Sist. de Comunicação Típicos
  • Voz
    • Rede telefônica
  • Transmissão de Dados
    • Redes de pacotes
  • Vídeo
    • TV a cabo e broadcast
  • Para unificar os ambientes ?
que servi o de banda larga
Que é Serviço de Banda Larga ?
  • Todo serviço que exige canais de comunicação capazes de suportar taxas superiores às taxas primárias do RDSI-FE
    • Chamada também de broadband
    • Acesso Primário RDSI-FE (Redes Digitais de Serviços Integrados - Faixa Estreita)
      • T1 = 1,544 MBps
      • E1 = 2,048 MBps
  • Também chamada de B-ISDN
servi o conversacional
Serviço Conversacional
  • Transferência fim-a-fim em tempo real;
  • Vídeo-conferência
servi o de recupera o
Serviço de Recuperação
  • Recuperação remota de informações
  • Vídeo-texto, video-on-demand
servi o de mensagem
Serviço de Mensagem
  • Armazenamento temporário de mensagens
    • Store-and-forward
  • Não são em tempo real
  • Correio de vídeo & Correio multimídia
servi o de distribui o
Serviço de Distribuição
  • Sem controle
    • Broadcasting : cotação de bolsas, TV etc
  • Com controle
    • Acesso a documentos selecionados; locação de vídeos
caracter sticas espec ficas
Características Específicas
  • Longos
  • Altas taxas
  • Transferência contínua
  • Sincronismo
caracter sticas espec ficas11
Características Específicas
  • Longos
    • Serviços de Banda larga geralmente envolvem grande quantidade de informação.
  • Altas taxas
  • Transferência contínua
  • Sincronismo
caracter sticas espec ficas12
Características Específicas
  • Longos
  • Altas taxas
    • Além da grande quantidade, as informações precisam ser entregues em um tempo reduzido.
  • Transferência contínua
  • Sincronismo
caracter sticas espec ficas13
Características Específicas
  • Longos
  • Altas taxas
  • Transferência contínua
    • Alguns serviços exigem a transferência constante de informação, como no caso do áudio, por exemplo.
  • Sincronismo
caracter sticas espec ficas14
Características Específicas
  • Longos
  • Altas taxas
  • Transferência contínua
  • Sincronismo
    • Exige-se que os tempos de apresentação correspondam ao tempo da origem, ou mesmo que dois tipos diferentes de informação estejam sincronizadas.
um exemplo tv
Um exemplo : TV
  • Televisão comum
    • Normal = 120 MBps
    • Comprimido = 3 a 6 MBps
  • Televisão - estúdio
    • Normal = 216 MBps
    • Comprimido = 10 a 30 MBps
  • Televisão de alta resolução
    • Normal = 1500 MBps
    • Comprimido = 20 a 30 MBps

Fonte : IEEE Communications Magazine, Abril 1992

classes de tr fego
Classes de Tráfego
  • CBR
  • Rajadas (bursty)
  • VBR
classes de tr fego17
Classes de Tráfego
  • CBR
    • Constant Bit Rate
    • Contínuo e constante
    • Taxa média = Taxa de pico
  • Rajadas (bursty)
  • VBR
classes de tr fego18
Classes de Tráfego
  • CBR
  • Rajadas (bursty)
    • Períodos de pico intercalados com silêncio (nenhum tráfego)
    • Taxa média não tem significado
  • VBR
classes de tr fego19
Classes de Tráfego
  • CBR
  • Rajadas (bursty)
  • VBR
    • Variable Bit Rate
    • Contínuo, porém variável
tr fego por aplica o
Tráfego por Aplicação
  • Texto
  • Imagem Fixa
  • Áudio
  • Vídeo
tr fego por aplica o21
Tráfego por Aplicação
  • Texto
    • Bursty
    • Baixa tolerância a erros
    • Sincronismo não é crítico
  • Imagem Fixa
  • Áudio
  • Vídeo
tr fego por aplica o22
Tráfego por Aplicação
  • Texto
  • Imagem Fixa
    • Bursty
    • Sincronismo não é crítico
    • Erros em imagens matriciais
    • Erros em imagens vetoriais
  • Áudio
  • Vídeo
tr fego por aplica o23
Tráfego por Aplicação
  • Texto
  • Imagem Fixa
  • Áudio
    • CBR
    • Sensível ao sincronismo
    • Sensibilidade média a erros
  • Vídeo
tr fego por aplica o24
Tráfego por Aplicação
  • Texto
  • Imagem Fixa
  • Áudio
  • Vídeo
    • CBR
    • Sincronismo crítico
    • Baixa sensibilidade a erros
aplica es especiais
Aplicações Especiais
  • Técnicas críticas para o tratamento de erros
    • Compressão (eliminam-se dados desnecessários)
    • Compactação (não se eliminam dados)
    • Interpretação automática dos dados (medicina)
  • Prioridade de perda
    • Aplicação estabelece o que pode ser desprezado em situações críticas
redes hoje broadband
Redes hoje & Broadband
  • Ausência de Sincronismo
  • Dificuldades para tráfegos contínuos
  • Desempenho cai com o aumento de tráfego

Ethernet

redes hoje broadband27
Redes hoje & Broadband
  • Tratamento de prioridades existe, mas não é perfeito
  • Não há garantia de sincronismo
  • Dificuldades para tráfego em rajada

Token

Ring

redes hoje broadband28
Redes hoje & Broadband
  • Taxa de transferência elevada
  • Não há garantia de sincronismo, exceto no FDDI II

FDDI

agenda do tutorial29
Agenda do Tutorial
  • Aplicações & Banda Larga
  • Introdução ao ATM
  • Configuração e Modelo de Referência
  • As Camadas
  • Outras Características
introdu o ao atm
Introdução ao ATM
  • Histórico
  • Comutação Rápida
  • RDSI-FL
  • Limitações do STM
  • SDH
  • ATM - Solução ?

?

?

?

?

hist rico do atm
Histórico do ATM

1962

1962

1962

1996

  • Integração de serviços surge quando as redes de telefonia evoluiram para a comunica-ção de dados;
  • Comutação de circuitos é substituída pela comutação de pacotes;
  • Multiplexação no tempo e transmissão síncrona. O TDM já previa integração dados/voz;
hist rico do atm32
Histórico do ATM

1962

1962

1962

1996

  • RDSI introduz o conceito da comunicação digital de ponta a ponta;
  • Começa-se a analisar a integração da RDSI às redes atuais;
  • Frame-relay reduz o tempo de chaveamento, através da simplificação do processo;
  • Tecnologia cell-relay promete mais velocidade e integração facilitada
hist rico do atm33
Histórico do ATM

1962

1962

1962

1996

  • ATM Forum
    • Criação em 1991:
      • Adaptive Corporation
      • Cisco System, Inc.
      • Sprint Corporation
      • Northern Telecom Ltd.
  • 1992 - 1ª Versão UNI
  • 1993 - UNI 3.0
  • 1994 - Classical IP and ARP over ATM (IETF)
comuta o r pida
Comutação Rápida
  • A idéia :
    • Simplificar o trabalho da camada de enlace, passando suas funções para as camadas superiores;
    • Eliminar a camada 3 para o fluxo nominal.

Enlace

Rede

Rede

Física

comuta o r pida35
Comutação Rápida
  • Implementando :
    • Reduzem-se as funções das camadas 2 e 3 controles passam a funcionar fim a fim (transporte);
    • Informações de sinalização seguem por circuitos virtuais separados;
    • O roteamento é feito no momento da conexão (criação do circuito virtual).

Enlace

Rede

Rede

Física

comuta o r pida36
Comutação Rápida
  • Implementando :
    • Reduzem-se as funções das camadas 2 e 3 controles passam a funcionar fim a fim (transporte);
    • Informações de sinalização seguem por circuitos virtuais separados;
    • O roteamento é feito no momento da conexão (criação do circuito virtual).

Enlace

Rede

Rede

Física

slide37

A existência do link virtual vai garantir que, após o

estabelecimento da conexão, todas as informações

posteriores sejam encaminhadas sem roteamento.

comuta o r pida38
Comutação Rápida
  • As técnicas :
    • Unidades de informação com tamanho variável
      • Frame Relay
    • Unidades de informação com tamanho fixo
      • Cell Relay

Enlace

Rede

Rede

Física

rdsi fl
RDSI-FL
  • Faixa Larga
    • Também conhecida como B-ISDN
  • Baseada na tecnologia cell-relay
  • Objetivos
    • Oferecer gama ampla de serviços
    • Interfaces de acesso padronizadas
limita es do stm
Limitações do STM
  • O que é STM ?
  • Os canais
  • Estruturas de Acesso
  • Atendendo ao RDSI-FL

STM

o que stm
O que é STM ?
  • Synchronous Transfer Mode
  • Linhas de transmissão são canais síncro-nos multiplexados no tempo (TDM)
  • Modo de transferência utilizado pelo RDSI-FE (Seria possível usá-lo para o RDSI-FL ?)
os canais
Os canais
  • Canal B = 64 KBps
  • Canal D = 16, 64 KBps
  • Canais H

Canais Hierarquia(MBps)

2048 1544

H0 384 KBps

H1 1920 KBps 1536 KBps

H2 32.768 KBps 43.000~45000

H4 132.032~138.240

estruturas de acesso
Estruturas de Acesso
  • Acesso Básico
    • Dois canais B + um canal D (16 KBps)
    • Taxa de 192 KBps
  • Acesso Primário
    • T1: 23 canais B + um canal D (64 K)
    • E1: 30 canais B + um canal D (64K)
  • Acesso com canais H ?
    • Problemas de gerenciamento de canais
    • Necessidade de alta velocidade no chaveamento de canais provocaria perda de performance
atendendo ao rdsi fl
Atendendo ao RDSI-FL
  • Se simplificarmos o chaveamento
    • Perda da capacidade de transmissão dos canais
  • Se utilizarmos totalmente os canais
    • Chaveamento complexo causa perda de performance
    • Esquemas alternativos novamente geram mais complexidade
slide45
SDH
  • Hierarquias digitais
  • Os diferentes padrões
  • Unificação dos padrões
  • SDH & SONET

Synchronous

Digital

Hierarchy

hierarquias digitais
Hierarquias Digitais
  • Confome mostrado na figura, diversos sinais básicos são multiplexados em cascata, com cada saída representando um nível hierárquico diferente
  • Níveis hierárquicos superiores exigem meios físicos com maior banda de passagem
  • Multiplexação normalmente não atende a um padrão muito claro (definida pelos fabricantes)

Sinais

Básicos

os diferentes padr es
Os diferentes padrões
  • Além dos problemas de padronização na multiplexação, existem diferentes padrões para as hierarquias :
    • Americana - T1
    • Européia - E1
    • Japonesa
  • Trabalhos do ITU-T visavam a criação de uma hierarquia padrão para a NNI.
os diferentes padr es48
Os diferentes padrões
  • Além dos problemas de padronização na multiplexação, existem diferentes padrões para as hierarquias :
    • Americana - T1
    • Européia - E1
    • Japonesa
  • Trabalhos do ITU-T visavam a criação de uma hierarquia padrão para a NNI.
os diferentes padr es49
Os diferentes padrões
  • Além dos problemas de padronização na multiplexação, existem diferentes padrões para as hierarquias :
    • Americana - T1
    • Européia - E1
    • Japonesa
  • Trabalhos do ITU-T visavam a criação de uma hierarquia padrão para a NNI.
os diferentes padr es50
Os diferentes padrões
  • Além dos problemas de padronização na multiplexação, existem diferentes padrões para as hierarquias :
    • Americana - T1
    • Européia - E1
    • Japonesa
  • Trabalhos do ITU-T visavam a criação de uma hierarquia padrão para a NNI.
os diferentes padr es51
Os diferentes padrões
  • Além dos problemas de padronização na multiplexação, existem diferentes padrões para as hierarquias :
    • Americana - T1
    • Européia - E1
    • Japonesa
  • Trabalhos do ITU-T visavam a criação de uma hierarquia padrão para a NNI.
os diferentes padr es52
Os diferentes padrões
  • Além dos problemas de padronização na multiplexação, existem diferentes padrões para as hierarquias :
    • Americana - T1
    • Européia - E1
    • Japonesa
  • Trabalhos do ITU-T visavam a criação de uma hierarquia padrão para a NNI.
unifica o dos padr es
Unificação dos padrões
  • Esforço do BBTG (BroadBand Task Group) do ITU-T
  • O SDH seria padrão para a RDSI-FL
  • A Bell havia criado um padrão para hierarquiais digitais e multiplexação

SDH

sdh sonet
SDH & SONET
  • O padrão da Bell (SONET) é aprovado para a NNI, e depois para a UNI
  • Taxa Básica de 51,84 MBps do SONET vira 155,52 no SDH

155,52 MBps

x3

51,84 MBps

x7

6,312 MBps

x3

x4

1,544 MBps

2,048 MBps

atm a solu o
ATM - A solução ?
  • Assynchronous Transfer Mode
  • Baseada em pequenas células de 53 bytes
  • Suporta diferentes tipos de tráfego, com alta taxa de transferência
  • Escolhido como modo de transferência para a RDSI-FL
agenda do tutorial56
Agenda do Tutorial
  • Aplicações & Banda Larga
  • Introdução ao ATM
  • Configuração e Modelo de Referência
  • As Camadas
  • Outras Características
config de refer ncia
Config. de Referência
  • Define o ambiente do usuário, ou melhor, a conexão do usuário à rede. Esta interface é chamada de UNI (User Network Interface)

UNI

Rede

config de refer ncia58
Config. de Referência

B-TE1

B-NT2

B-NT1

  • Define o ambiente do usuário, ou melhor, a conexão do usuário à rede. Esta interface é chamada de UNI (User Network Interface)

B-TA

B-TE2

TB

UB

SB

RB

config de refer ncia59
Config. de Referência

B-TE1

B-NT2

B-NT1

  • Os blocos representam funções realizadas por equipamentos presentes no ambiente do usuário.

B-TA

B-TE2

TB

UB

SB

RB

config de refer ncia60
Config. de Referência

?

B-TE1

B-NT2

B-NT1

  • Entre os blocos estão os pontos de referência, que são as interfaces entre equipamentos. A interface com o usuário não é representada.

?

B-TA

B-TE2

TB

UB

SB

RB

config de refer ncia61
Config. de Referência

B-TE1

B-NT2

B-NT1

Rede

  • Do lado direito da figura, conecta-se a linha de comunicação, que interliga o ambiente de usuário ao resto da rede.

B-TA

B-TE2

TB

UB

SB

RB

config de refer ncia62
Config. de Referência

B-TE1

B-NT2

B-NT1

  • NT1 - Network Terminal 1
  • Representa a camada 1 da rede
  • Uma interface TB para conexão com NT2

B-TA

B-TE2

TB

UB

SB

RB

config de refer ncia63
Config. de Referência

B-TE1

B-NT2

B-NT1

  • NT2 : MUX/DEMUX de células
  • Permite a concentração de vários equipamen-tos, como podemos ver na figura

B-TA

B-TE2

TB

UB

SB

RB

config de refer ncia64
Config. de Referência

B-TE1

B-NT2

B-NT1

  • Interfaces S e T são definidas pela norma UNI
  • É obrigatória a obediência aos padrões estabelecidos na norma

B-TA

B-TE2

TB

UB

SB

RB

config de refer ncia65
Config. de Referência

B-TE1

B-NT2

B-NT1

  • TE1 (Terminal Equipment) - terminal que aten-de às condições especificadas no ATM-UNI
  • Não é necessária conversão para acesso ao NT2

B-TA

B-TE2

TB

UB

SB

RB

config de refer ncia66
Config. de Referência

B-TE1

B-NT2

B-NT1

  • TE2 - terminal que não atende às condições especificadas no ATM-UNI
  • É necessária a conversão para acesso ao NT2

B-TA

B-TE2

TB

UB

SB

RB

config de refer ncia67
Config. de Referência

B-TE1

B-NT2

B-NT1

  • TA (Terminal Adapter) - Adapta a interface do terminal TE2 ao padrão UNI exigido pelo NT2.

B-TA

B-TE2

TB

UB

SB

RB

config de refer ncia68
Config. de Referência

B-TE1

B-NT2

B-NT1

{

{

B-TA

B-TE2

TB

UB

SB

RB

{

Pública

Privada

UNI

modelo de refer ncia
Modelo de Referência
  • Define quatro planos
    • Gerência Planos
    • Gerência Camadas
    • Controle
    • Usuário
modelo de refer ncia70
Modelo de Referência
  • Gerência dos Planos
    • Não está dividido em camadas
    • Faz o gerenciamento de todos os planos, inclusive o próprio
modelo de refer ncia71
Modelo de Referência
  • Gerência das Camadas
    • Trata do fluxo de informações de operação e manutenção de cada camada
    • Gerenciamento de recursos e parâmetros de protocolos
modelo de refer ncia72
Modelo de Referência
  • Plano de Controle
    • Sinalização de conexões
    • Funções de controle
modelo de refer ncia73
Modelo de Referência
  • Plano do Usuário
    • Dividido em camadas
    • Transferência da informação propriamente dita entre os usuários
agenda do tutorial74
Agenda do Tutorial
  • Aplicações & Banda Larga
  • Introdução ao ATM
  • Configuração e Modelo de Referência
  • As Camadas
  • Outras Características
as camadas
As Camadas
  • Camada de Adaptação
  • Camada ATM
  • Camada Física
as camadas76
As Camadas
  • Camada de Adaptação
    • Primeira camada fim-a-fim no ATM
    • AAL (ATM Adaptation Layer)
    • Dividida nas subcamadas CS e SAR
      • CS (Convergência)
      • SAR (Quebra e Remontagem)
  • Camada ATM
  • Camada Física
as camadas77
As Camadas
  • Camada de Adaptação
  • Camada ATM
    • Comum aos planos de controle e usuário
    • Presente em todos os equipamentos da rede
    • Não possui subcamadas
  • Camada Física
as camadas78
As Camadas
  • Camada de Adaptação
  • Camada ATM
  • Camada Física
    • Comum aos planos de controle e usuário
    • Presente em todos os equipamentos da rede
    • Dividida nas subcamadas TC e PM
      • TC (Convergência de Transmissão) e PM (Mídia Física)
a camada f sica
A Camada Física
  • Como ocorre a Transmissão
  • A subcamada TC
  • A subcamada PM
como ocorre a transmiss o
Como ocorre a Transmissão

TC recebe um

fluxo de células

São inseridos os

delimitadores

É gerado o HEC

do cabeçalho

Os bits são en-

tregues a PM

O fluxo é trans-

formado em bits

Os bits são

transmitidos

a subcamada tc
A subcamada TC
  • Desacopla a taxa de transmissão da taxa de geração de células
  • Geração e verificação do HEC
  • Delineamento das células
  • Embaralhamento
a subcamada tc82
A subcamada TC
  • Desacopla a taxa de transmissão da taxa de geração de células
    • Preenchimento automático para tráfego bursty
  • Geração e verificação do HEC
  • Delineamento das células
  • Embaralhamento
a subcamada tc83
A subcamada TC
  • Desacopla a taxa de transmissão da taxa de geração de células
  • Geração e verificação do HEC
    • Polinômio gerador : X8 + X2 + X + 1
    • Erros no HEC causam descarte da célula
      • Só a garantia de correção para erros em um bit
      • Em fibra ótica, normalmente pode-se corrigir
  • Delineamento das células
  • Embaralhamento
a subcamada tc84
A subcamada TC
  • Desacopla a taxa de transmissão da taxa de geração de células
  • Geração e verificação do HEC
  • Delineamento das células
    • Abandonadas as técnicas de padrão de bits e codificação inválida
    • O HEC é usado para sincronismo
  • Embaralhamento
a subcamada tc85
A subcamada TC
  • Desacopla a taxa de transmissão da taxa de geração de células
  • Geração e verificação do HEC
  • Delineamento das células
  • Embaralhamento
    • Realizado na parte de dados da célula. Mantém-se o cabeçalho intacto
    • Evita seqüências indesejáveis (0s, 1s e HEC)
a subcamada pm
A subcamada PM
  • Definida pelo ITU-T apenas para a NNI e interface TB da UNI
  • Estudos do ITU-T procuram adequar a SB às redes locais já existentes
    • Células
    • SDH
    • FDDI
    • etc
a camada atm
A Camada ATM
  • As funções da Camada
  • Formato da Célula
as fun es da camada
As funções da Camada
  • Adição e remoção do cabeçalho
  • Chaveamento e encaminhamento
    • Campos VPI e VCI do cabeçalho
    • Meio Físico contém VPI que contém VCI
  • GFC
    • Controle Genérico do Fluxo
    • Presente no cabeçalho apenas na UNI
formato da c lula
Formato da Célula

Bytes

Cabeçalho

Dados

1

GFC

VPI

2

VPI

VCI

3

VCI

4

VCI

PT

CLP

5

HEC

48 bytes de dados

53

formato da c lula90
Formato da Célula

Bytes

GFC - Generic Flow Control

  • Apenas na UNI

VPI - Virtual Path Identifier

VCI - Virtual Channel Identifier

PT - Payload Type

CLP - Cell Loss Priority

HEC - Header Error Control

1

GFC

VPI

2

VPI

VCI

3

VCI

4

VCI

PT

CLP

5

HEC

48 bytes de dados

53

formato da c lula91
Formato da Célula

Bytes

  • Representam 90% da célula
    • Header = 10% (Overhead ?)
  • Diversos formatos :
    • Vídeo
    • Voz
    • Dados
  • O tamanho é fixo !

1

GFC

VPI

2

VPI

VCI

3

VCI

4

VCI

PT

CLP

5

HEC

48 bytes de dados

53

a camada de adapta o
A Camada de Adaptação
  • Classes de Serviços
  • Os tipos de AAL
classes de servi o
Classes de Serviço
  • A AAL utiliza os serviços das camadas inferiores para oferecer serviços com características específicas (classes)
  • Atributos permitem modificações no tipo de serviço :
    • VBR ou CBR
    • Presença do Sincronismo
  • Cada serviço específico é oferecido por um tipo de AAL
os tipos de aal
Os tipos de AAL
  • AAL 0
  • AAL 1
  • AAL 2
  • AAL 3/4
  • AAL 5
os tipos de aal95
Os tipos de AAL
  • AAL 0
    • Camada AAL não existe
  • AAL 1
  • AAL 2
  • AAL 3/4
  • AAL 5
os tipos de aal96
Os tipos de AAL
  • AAL 0
  • AAL 1
    • Realiza serviços da classe A
  • AAL 2
  • AAL 3/4
  • AAL 5
os tipos de aal97
Os tipos de AAL
  • AAL 0
  • AAL 1
  • AAL 2
    • Realiza serviços da classe B. Ainda não é utilizada
  • AAL 3/4
  • AAL 5
os tipos de aal98
Os tipos de AAL
  • AAL 0
  • AAL 1
  • AAL 2
  • AAL 3/4
    • Realizam os serviços das classes C e D
    • Combinadas durante a definição das normas
  • AAL 5
os tipos de aal99
Os tipos de AAL
  • AAL 0
  • AAL 1
  • AAL 2
  • AAL 3/4
  • AAL 5
    • Realiza serviços das classes C e D, porém de forma mais simples
agenda do tutorial100
Agenda do Tutorial
  • Aplicações & Banda Larga
  • Introdução ao ATM
  • Configuração e Modelo de Referência
  • As Camadas
  • Outras Características
outras caracter sticas
Outras características
  • Sinalização
  • Plano de Gerenciamento
  • Plano do Usuário
sinaliza o
Sinalização
  • Realizada pelo plano de controle
  • Estabelece, mantém e libera dinamicamente conexões VCCs e VPCs
  • Oferece suporte a configurações ponto-a-ponto, multiponto e difusão
  • Permite modificar configurações do tráfego existente
plano gerenciamento
Plano Gerenciamento
  • Responsável pelo OAM
    • Operation, Administration and Maintenance
  • Fases existentes :
    • Monitoração de Desempenho
    • Detecção de falhas e defeitos
    • Proteção do Sistema
    • Informação de falha ou desempenho
    • Localização de falhas
plano gerenciamento104
Plano Gerenciamento
  • ILMI
    • Interim Local Management Interface
    • Define informações que serão coletadas pelos agentes
  • Informações da MIB
    • Camada Física
    • VCCs e VPCs
    • Estatísticas dos VCCs e VPCs
    • Registro de endereços
plano do usu rio
Plano do Usuário
  • Redes Virtuais
  • Interconecção entre redes locais e remotas
  • Emulação de LAN
  • IP over ATM
  • Frame Relay over ATM
agenda do tutorial106
Agenda do Tutorial
  • Aplicações & Banda Larga
  • Introdução ao ATM
  • Configuração e Modelo de Referência
  • As Camadas
  • Outras Características
switches atm
Switches ATM
  • As características técnicas
  • As aplicações típicas
  • Comparativos
d vidas
Dúvidas ?

Marco Antônio C. Câmara

Tel. (071) 351-1264

FAX (071) 351-1460

Internet [email protected]

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Detalhes ?

Bibliografia - Livros

  • Redes de Computadores
    • 2a.Edição - Editora Campus
    • Luis Fernando Gomes Soares
    • Guido Lemos
    • Sérgio Colcher
  • Emerging Communications Technologies
    • Uyless Black
    • Prentice Hall
detalhes110
Detalhes ?

Bibliografia - Livros

  • ATM User-Network Interface Specification
    • Prentice Hall
    • The ATM Forum
detalhes111
Detalhes ?

Bibliografia - links

  • http://www.cisco.com/warp/public/614/12.html
  • http://mmlab.snu.ac.kr/~yjim/research/atm-basics.html
  • http://www.cs.rutgers.edu/~murdocca/IS/bshaw/basics.html
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