HIGIENE FEMININA
Download

HIGIENE FEMININA

Advertisement
Download Presentation
Comments
lexi
From:
|  
(184) |   (0) |   (0)
Views: 231 | Added: 14-12-2012
Rate Presentation: 1 0
Description:
1. Import?ncia da higiene feminina. Apesar de ser banalizado ? importante associar a falta de higiene feminina mais a do seu parceiro com os altos ?ndices do c?ncer de colo do ?tero.. 2. Higiene. Falta: mau odor, fluxos vaginais.Excesso: vulvovaginite al?rgica por uso de desodorantes ?ntimos; prot
Tags
,
HIGIENE FEMININA

An Image/Link below is provided (as is) to

Download Policy: Content on the Website is provided to you AS IS for your information and personal use only and may not be sold or licensed nor shared on other sites. SlideServe reserves the right to change this policy at anytime. While downloading, If for some reason you are not able to download a presentation, the publisher may have deleted the file from their server.











- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - E N D - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -




1. HIGIENE FEMININA Prof? MSc. Sandra Castro

2. 1. Import?ncia da higiene feminina Apesar de ser banalizado ? importante associar a falta de higiene feminina mais a do seu parceiro com os altos ?ndices do c?ncer de colo do ?tero.

3. 2. Higiene Falta: mau odor, fluxos vaginais. Excesso: vulvovaginite al?rgica por uso de desodorantes ?ntimos; protetor ?ntimo perfumado para uso di?rio.

4. 3. Varia??es sexuais Oral x anal x vaginal determinam altera??es na flora vaginal podendo ser a causa de vulvovaginite recorrente.

5. 4. Higiene feminina significa Profilaxia de doen?as N?o ter rela??es sexuais com quem apresenta patologias nos ?rg?os genitais Fazer avalia??es ginecol?gicas peri?dicas Manter alimenta??o equilibrada e higiene corp?rea e sexual adequadas N?o ser prom?scua(o)

6. 5. Higiene x Patologias A contamina??o do vest?bulo vaginal e uretra por bact?rias ent?ricas e sua coloniza??o ? um dos fatores determinantes de infec??es urin?rias e vulvovaginites especialmente na fase pr?-puberal.

7. 6. Realizando a higiene Evitar uso de sabonetes perfumados, preferir os neutros Evitar uso de talcos, desodorantes ?ntimos Deve-se separar bem os grandes l?bios e permitir que a espuma e a ?gua penetrem no sulco vaginal, per?neo e ?nus N?o realizar movimentos abrasivos Ap?s diurese e defeca??o lavar vulva e ?nus com ?gua corrente Usar papel higi?nico com cuidado para n?o fragmentarem porque quando nos sulcos inter labiais podem atuar como agentes irritativos ou contaminantes

8. 7. O ecossistema vaginal 7.1 Horm?nios ester?ides produzidos pelos ov?rios, os estrog?nios portanto, devolvem a espessura do epit?lio vaginal que tem a a??o protetora mec?nica. S?o respons?veis pelo glicog?nio dispon?vel. A aus?ncia do estrog?nio na inf?ncia e na p?s menopausa determina atrofia desse epit?lio, que perde sua fun??o protetora e seu conte?do glicog?nico fundamental para a manuten??o do PH. Na inf?ncia e velhice o PH vaginal menor ?cido propicia a prolifera??o de bact?rias patog?nicas

9. 7.2 Lactobacilo ou bacilo de d?derlein Utilizam o glicog?nio e seus produtos de degrada??o enzim?tica para produzir o ?cido l?tico que determina um PH vaginal ?cido em torno de 3,2 a 4,5 favorecendo o desenvolvimento do lactobacilo e da corinebact?ria acidog?nica. O excesso de muco, e sangramento vaginal (menstrua??o) tornam o meio alcalino favorecendo a contamina??o por bact?rias. No per?odo menstrual o epit?lio est? espesso e o meio menos ?cido; se aparecer vaginite interromper o uso da medica??o. 7. O ecossistema vaginal

10. O ejaculado masculino eleva o PH para 6 ou 7, alcaliniza a vagina propiciando o crescimento de bact?rias patog?nicas, especialmente se o coito for repetido. 90 segundos ap?s a ejacula??o o espermatoz?ide j? se encontra no muco cervical. Higiene p?s coital: ?gua + sab?o; contra indicado o uso de duchas vaginais e produtos de higiene. 7. O ecossistema vaginal

11. 8. Higiene na gravidez Apenas com ?gua e sab?o N?o usar duchas vaginais Usar/trocar calcinhas freq?entemente Explicar sobre o aumento do fluxo

12. 9. Higiene p?s parto Tomar banho e lavar genit?lia assim que a mulher puder se locomover ao banheiro Lavar a zona de episiorrafia somente com ?gua e sab?o N?o usar ?gua e sab?o para higienizar as mamas ap?s cada mamada Usar apenas ?gua porque o leite materno tem a??o protetora

13. 10. Higiene menstrual Observar excesso de higiene e troca de absorvente Os absorventes ?ntimos tipo tamp?es ? OB se deixados por muito tempo transformam em excelente meio de cultura N?o se recomenda o uso di?rio de absorventes Usar calcinha de algod?o

14. 10.1 ALGUNS TERMOS TECNICOS RELACIONADOS AO PER?ODO MENSTRUAL Menarca Amenorr?ia Dismenorr?ia Oligomenor?ia Metrorragia Menometrorragia

15. MUDAN?A DE SIGNIFICADO ? MUDAN?A DE SER... (DAVID BOHM) Como podemos proporcionar para as mulheres a reflex?o sobre a mudan?a de significados no ?mbito da sa?de?????

16. AFEC??ES GINECOL?GICAS Colpites Cervicites Vulvovaginite Carcinoma de Vulva Bartholinite Miomas Cisto de Ov?rio Ovos de Naboth P?lipos cervicais

17. AFEC??ES GINECOL?GICAS COLPITES

18. AFEC??ES GINECOL?GICAS CERVICITE Cervicite aguda: ? de instala??o brusca com sintomatologia exuberante, hiperemia, edema, e mucopus. ( Gonococus e Clam?dia ,Herpes) Cervicite Cr?nica: ? de instala??o insidiosa e queixas de longa data . ( Esquitosomose e Tuberculose)

19. AFEC??ES GINECOL?GICAS VULVOVAGINITE Conceito: ? o processo inflamat?rio localizado na vulva e/ou vagina. As vulvovaginites mais comuns: Monil?ase; Tricomon?ase; V. por Gardenerella vaginlis; Herpes Genital; V. atr?ficas; V. al?rgicas

20. AFEC??ES GINECOL?GICAS Fatores Predisponentes: Multiplicidade de parceiros; Uso de ACO Ducha vaginal; Altera??es anat?micas; Altera??o da flora vaginal; Uso inadequado de antibi?ticos; Gravidez Diagn?stico: Cl?nico; Bacterioscopia da secre??o vaginal.

21. AFEC??ES GINECOL?GICAS COLPITE A colpite ? a inflama??o do epit?lio escamoso estratificado, que normalmente recobre a vagina e a ectoc?rvice. As colpites mais prevalentes em consultas ambulatoriais s?o vaginose bacteriana, candid?ase e tricomon?ase, que somam a quase totalidade dos casos. 17 a 19% mulheres em geral; 24 a 37% nas portadoras de DST ; 10 a 29% nas mulheres gr?vidas.

22. AFEC??ES GINECOL?GICAS DOEN?A INFLAMAT?RIA P?LVICA (DIP) Conceito: ? o conjunto de doen?as inflamat?rias do aparelho reprodutor feminino. Com maior incid?ncia em mulheres jovens. Complica??es: Gravidez ect?pica, Dor p?lvica cr?nica e infertilidade. Causas da DIP: Atrav?s de transmiss?o sexual, parto, abortamento, uso de DIU, biopsia de endom?trio, histeroscopia e curetagem. Quadro Cl?nico: Leucorr?ia, Dor p?lvica aguda, Hipertermia, Dispareunia e Sangramento menstrual irregular. Diagn?stico: Exame F?sico (caracter?stica do corrimento, dor ? palpa??o e mobiliza??o do ?tero). Exames laboratoriais (Hemograma, HCG, Clam?dia, Gonococo, USG p?lvica Diagn?stico Diferencial: Apendicite aguada; Gravidez ect?pica; Cisto de ov?rio; Ader?ncias p?lvica; C?lica renal. Tratamento: Ambulatorial e Hospitalar Obs : Tratar parceiro Preven??o: Educa??o em Sa?de

23. AFEC??ES GINECOL?GICAS MIOMA Conceito: ? tumor benigno, de evolu??o lente, que se desenvolve no miom?trio, corpo constitu?do de fibras musculares lisas e tecido conjuntivo, pobre de vasos, crescendo em forma de n?dulos. Instala-se com maior freq??ncia no corpo uterino. Quadro Cl?nico: tumores pequenos n?o produzem sintomas; aumento do volume uterino; altera??es menstruais (excesiva ou prolongada); dor em baixo-ventre; anemia; abortamento de repeti??o; infertilidade por obstru??o ou deslocamento do trato genital; febre. Diagn?stico: palpa??o abdominal; USG p?lvica. Tratamento: Conservador, se paciente em idade f?rtil. Cir?rgico, miomectomia (se mioma pequeno) e histerectomia (se mioma grande).

24. AFEC??ES GINECOL?GICAS CISTOS DE OV?RIO Conceito: ? um tumor com conte?do l?quido, semi-l?quido ou pastoso. Pode ocorrer em ambos os ov?rios. Quadro Cl?nico: infertilidade; amenorr?ia; oligomenorr?ia; sangramento uterino disfuncional; hirsutismo leve ou acentuado; podendo haver desconforto abdominal. Tratamento: Cl?nico: adm. de clomifeno, melhora tempor?ria; Cir?rgico: resse??o cuniforme, elhora tempor?ria. OBS: Alto ?ndice de recindiva

25. AFEC??ES GINECOL?GICAS P?LIPOS CERVICAIS Defini??o: Crescimentos em forma de proj?til originados da superf?cie mucosa do colo uterino ou do canal endocervical. Esses pequenos e fr?geis crescimentos ficam pendurados como em um ped?nculo, e protuberam atrav?s da abertura cervical. Causas, incid?ncia e fatores de risco: ainda n?o ? totalmente compreendida mas, com freq??ncia, eles s?o resultado de uma infec??o. Eles podem estar associados a uma inflama??o cr?nica, uma resposta local anormal aos n?veis elevados de estr?geno ou a uma congest?o local dos vasos sang??neos cervicais.

26. AFEC??ES GINECOL?GICAS OVOS DE NABOTH S?o cistos no?colo uterino podem ficar cheias de secre??o devido ao bloqueio no ducto ou passagem da gl?ndula. Conforme as secre??es se acumulam, um n?dulo arredondado e liso pode se formar sob a superf?cie do colo do ?tero e se tornar grande o suficiente para ser visto ou sentido durante um exame. Cada?cisto aparece como uma eleva??o pequena e branca, como uma p?stula.

27. AFEC??ES GINECOL?GICAS VAGINOSE BACTERIANA ? mais frequente das colpites Tamb?m conhecida com ?vaginite n?o espec?fica? A vaginose representa uma altera??o complexa da flora bacteriana com redu??o na preval?ncia e concentra??o de lactobacilos e aumento na preval?ncia de Gardnerela vaginalis, Mobiluncus spp., Mycoplasma hominis, cocos gram-negativos anaer?bios. SINTOMAS leucorr?ia odor forte

28. AFEC??ES GINECOL?GICAS/DST?S VAGINOSE BACTERIANA/GARDNERELLA ? provocado por uma bact?ria chamada Gardnerella vaginalis e/ou por outras bact?rias relacionadas. Causa um odor desagrad?vel e forte, principalmente durante a menstrua??o e nas rela??es sexuais ?N?o ? considerada uma doen?a sexualmente transmiss?vel para alguns especialistas, uma vez que algumas dessas bact?rias podem ser encontradas habitualmente no ser humano?.

29. AFEC??ES GINECOL?GICAS CANDID?ASE A candid?ase ? a segunda causa mais freq?ente de colpite. A Candida albicans ? respons?vel por 80 a 92 % dos epis?dios de candid?ase vaginal, enquanto a Candida glabrata ? isolada em 5 a 10 %. SINTOMAS prurido vaginal leucorr?ia irrita??o vaginal ardor vulvar dispareunia dis?ria

30. AFEC??ES GINECOL?GICAS TRICOMON?ASE A tricomon?ase afeta aproximadamente 180 milh?es de mulheres no mundo. O agente etiol?gico, Trichomonas vaginalis, ? encontrada em 30 a 40 % dos parceiros da mulheres infectadas. A tricomon?ase tem alta preval?ncia de associa??o com outras DST. SINTOMAS assintom?tica em 50% das vezes ; Sintom?tica leucorr?ia irrita??o vulvovaginal prurido eritema vaginal odor forte desconforto dispareunia, dis?ria e dor no baixo ventre

31. AFEC??ES GINECOL?GICAS CLAM?DIA / ?Chlamydia trachomatis? Infec??o bacteriana transmitida no contato f?sico durante uma rela??o sexual. Pode ser atrav?s de sexo vaginal, retal ou oral. sintomas nos homens Ardor e dor ao urinar. Secre??o branca, "aguada" do ?rg?o genital masculino. Mulheres Secre??o vaginal. Ardor e dor ao urinar. Urinar com muita freq??ncia. Dor nas costas e c?licas abdominais. Sangramento ap?s rela??o sexual Diagn?stico: coletada da uretra (homens) ou da c?rvice uterina (mulheres).

32. AFEC??ES GINECOL?GICAS NEISS?RIA GONORRHOAE ? uma DST causada por uma bact?ria que cresce e multiplica-se em ?reas quentes e ?midas do trato reprodutivo como c?rvix, ?tero e tubos de fal?pio na mulher; e uretra em homens e mulheres. A bact?ria tamb?m pode crescer na boca, garganta, olhos e ?nus. SINTOMAS NOS HOMENS:queima??o ao urinar; descama??o amarela ou verde no p?nis. Podem ficar com test?culos doloridos.?

33. AFEC??ES GINECOL?GICAS HERPES GENITAL ? uma DST causada pelo v?rus herpes simplex tipo 1 (HSV-1) e tipo 2 (HSC-2). A maior parte dos casos de herpes genital ? causada pelo tipo 2.

34. Abordagem Sindr?mica no atendimento ?s Doen?as Sexualmente Transmiss?veis

35. ABORDAGEM SINDR?MICA EM DST?S Conceito de?s?ndrome? Conjunto de sinais e sintomas que se apresentam para definir uma entidade m?rbida que pode, entretanto, ser produzida por causas muito diversas. (Vieira Romeiro, em Semiologia M?dica)

36. ABORDAGEM SINDR?MICA EM DST?S A ABORDAGEM SINDR?MICA EM DST?S Tratamento imediato e efetivo das doen?as sexualmente transmiss?veis Recomenda??o de utiliza??o da abordagem sindr?mica no atendimento aos portadores de DST em servi?os de aten??o prim?ria de sa?de

37. A ABORDAGEM SINDR?MICA EM DST?S Utiliza??o de fluxogramas para orienta??o do profissional de sa?de quanto ao esquema terap?utico a ser adotado Esquemas antimicrobianos escolhidos devem ser capazes de assegurar cobertura para os principais pat?genos respons?veis por uma determinada s?ndrome numa ?rea geogr?fica espec?fica

38. POR QUE A ABORDAGEM SINDR?MICA EM DST?S? A n?vel do indiv?duo: preven??o de seq?elas e complica??es graves A n?vel coletivo: necessidade de reduzir o risco do cont?gio o mais rapidamente poss?vel Possibilidade do paciente n?o retornar ? consulta Institui??o de tratamento r?pido e eficaz

39. Vantagens da abordagem sindr?mica em DST Manejo r?pido de casos, no primeiro contato do paciente com o sistema de sa?de Maior cobertura, por facilitar a implanta??o ao n?vel prim?rio Oportunidade de introdu??o de medidas preventivas e de promo??o ? sa?de Padroniza??o do tratamento, sistema de refer?ncia e notifica??o Redu??o de custos Satisfa??o da clientela

40. Desvantagens da abordagem sindr?mica Utiliza??o de antimicrobianos para tratamento de mais de uma doen?a em pacientes com apenas uma patologia : - Custo do tratamento - Press?o seletiva para desenvolvimento de cepas resistentes

41. Limita??es da abordagem sindr?mica Pacientes com infec??o subcl?nica ou assintom?ticos Pacientes que n?o costumam procurar os servi?os de sa?de, apesar de sintom?ticos

42. Medidas adicionais necess?rias Informa??o da popula??o sobre as manifesta??es, riscos, transmiss?o e preven??o das DST Melhora do atendimento nos servi?os p?blicos Tratamento dos parceiros Triagem de indiv?duos e popula??es sob risco

43. Modelo operacional: papel dos servi?os de sa?de no manejo de casos de DST Popula??o com DST Percebem os sintomas Procuram atendimento Correto diagn?stico Tratamento correto Tratamento completo Cura

44. As s?ndromes

45. Os fluxogramas Desenvolvidos por cada pa?s Fatores a serem considerados: -s?ndromes e etiologias mais prevalentes -demanda que as DST acarretam sobre os servi?os de sa?de -import?ncia de suas complica??es -vulnerabilidade ?s a??es de controle -contexto socio-econ?mico e pol?tico -profissionais que utilizar?o

46. A abordagem sindr?mica em DST no Brasil 1993 CN DST/Aids fluxogramas: corrimento uretral masculino, corrimento vaginal, ?lcera genital e desconforto ou dor ?p?lvica modelos atuais

47. FLUXOGRAMA PARA ?LCERAS GENITAIS PACIENTE COM QUEIXA DE ?LCERAGENITAL ANAMNESE E EXAME F?SICO HIST?RIA OU EVID?NCIA DE LES?ES VESICULOSAS ? SIM N?O TRATAR HERPES GENITAL N?O TRATAR S?FILIS E CANCRO MOLE

50. ?LCERA GENITAL

51. ?LCERA GENITAL

52. ?LCERA GENITAL LES?ES COM MAIS DE 4 SEMANAS DE EVOLU??O? REALIZAR BI?PSIA E INICIAR TRATAMENTO PARA DONOVANOSE Doxiciclina 100 mg VO, 12/12 horas * OU Sulfametoxazol/ Trimetropim (800 mg/160 mg), VO 12/12 horas * OU Eritromicina (estearato) 500 mg VO, 6/6 horas * * no m?nimo 3 semanas ou at? cura cl?nica das les?es

53. CORRIMENTO URETRAL

54. CORIMENTO URETRAL

55. CORRIMENTO VAGINAL

56. CORRIMENTO VAGINAL

57. DIP

58. ORIENTA??O E ACONSELHAMENTO HIV / AIDS Associa??o DST / HIV: OFERECER teste Associa??o entre as DST: OFERECER sorologias S?filis/Hepatites Orientar sobre como comunicar parceiros Ades?o ao tratamento Interromper atividade sexual Preservativo em todas as rela??es Notificar Agendar retorno

59. ?QUANDO AGENTE GOSTA ? CLARO QUE AGENTE CUIDA...?


Other Related Presentations

Copyright © 2014 SlideServe. All rights reserved | Powered By DigitalOfficePro