Intera o de microrganismos do solo com animais
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INTERAÇÃO DE MICRORGANISMOS DO SOLO COM ANIMAIS. Campinas-SP, 04 de Junho de 2012. INTRODUÇÃO. O solo apresenta abundância em microrganismos. Um grama de solo contem de um milhão à um bilhão de células bacterianas, protozoários, algas e fungos.

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INTERAÇÃO DE MICRORGANISMOS DO SOLO COM ANIMAIS

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Presentation Transcript


Intera o de microrganismos do solo com animais

INTERAÇÃO DE MICRORGANISMOS DO SOLO COM ANIMAIS

Campinas-SP, 04 de Junho de 2012


Intera o de microrganismos do solo com animais

INTRODUÇÃO

O solo apresenta abundância em microrganismos. Um grama de solo contem de um milhão à um bilhão de células bacterianas, protozoários, algas e fungos.

Algumas podem ocasionar doenças em plantas, animais e homem, existe variações da forma de transmissão e os sintomas, dependendo do agente causador.


Microrganismos patog nicos

MICRORGANISMOS PATOGÊNICOS

Doenças que são transmitidas ao ser humano ou animais por microrganismos que provém do solo.

- Tétano

- Micetomas

- Blastomicose

- Aspergilose

- Contaminação por Bacillus sp


Clostridium sp

Clostridium sp

O Clostridium sp tem seu habitat natural no solo e no intestino.

Principais espécies:

- C. clostridioforme

- C. innocuum

- C. tetani

- C. botulinum


Clostridium tetani

Clostridium tetani

Principais características:

- Bacilo móvel com endosporo oval.

- Gram positivo.

- Temperatura ideal 37°C.

- Produção de proteínas:

* neurotoxina (TeNT)

* hemolisina


T tano

TÉTANO

Após a introdução dos esporos da C. tetani, em lesões.

As bactérias se multiplicam e após a sua lise, liberam neurotoxina.

As toxinas se ligam aos neurotransmissores, até chegarem ao sistema nervoso central.

Impede a liberação de neurotransmissores inibitórios como a GABA e glicina, provocando a inibição de reflexos motores.


Intera o de microrganismos do solo com animais

TÉTANO

Características:

- Tétano Generalizado

Espasmos do masseter e do músculos bucais e faciais (riso sardônico).

- Tétano Localizado

Espasmos dolorosos nos músculos, podendo proceder ao tétano generalizado.

- Tétano Neonatal

Contaminação em mães não vacinadas.

Diminuição ou paralisação dos movimentos dos bebês.


Tratamento e preven o do t tano

TRATAMENTO E PREVENÇÃO DO TÉTANO

Tratamento principalmente dos espasmos, neutralizando a toxina livre por sedação.

Doses de metronidazol, bloqueadores musculares antitoxina e antimicrobiano.

Prevenção se dá nos três primeiros meses de vida e com cinco anos.

Doses de toxóide tetânico, toxóide diftérico e antígenos de Bortella pertussis (vacina tríplice).

Vacinação das gestantes e acompanhamento pré-natal.


Micetomas

MICETOMAS

São infecções subcutâneas, raras de acontecer, produzidas por fungos ou bactérias filamentosas do solo.

Penetram nos tecidos através de lesões, caracterizada por inchaço e deformidade nas áreas afetadas, resultando na formação de fístulas que secretam pus com grãos.

Os locais mais atingidos são os membros superiores e inferiores.


Intera o de microrganismos do solo com animais

MICETOMAS

São classificados em dois grupos:

- Eumicetomas – Fungos

Caracteristica dos Grãos: micélio grosso e septado com clamidosporos.

- Actinomicetoma - Bactérias Filamentosas

Caracteristica dos Grãos: micélio fino não septado com ramificações laterais .


Intera o de microrganismos do solo com animais

MICETOMAS

Microscopia Madurella grisea

Eumicetomas (Fungos)

Principais espécies:

Madurella grisea *

Madurella mycetomatis

Pyrenochaeta romeroi

Petriellidium boydii

Phialophora verrucosa


Intera o de microrganismos do solo com animais

DOENÇAS - EUMICETOMA (FUNGOS)

Agente: Madurella grisea

- Homem de 30 anos de idade.

- Lavrador.

Sintomas

- Há 6 anos apresentava fistulas com eliminação de pus e grãos pretos.

Tratamento

- O paciente foi tratado com itraconazol, e teve baixa melhora.


Micetomas1

MICETOMAS

Acnomicetomas (bactérias filamentosas)

Principais espécies:

Anaeróbias

Actinomyces israelli

Actinomyces bovis

Aeróbias

Actinomadura (A. madurae e A. pelletieri)

Nocardia (N. brasiliensis, N. asteroides e N. caviae) *

Streptomyces (S. somaliensis e S paraguayensis)

Microscopia Nocardia brasiliensis.


Doen as actinomicetomas

DOENÇAS - ACTINOMICETOMAS

Agente: Nocardia brasiliensis

Caso: Homem, 74 anos de idade.

Sintomas:

Presença de lesões cutâneas

elevadas em região cervical,

ombro e dorso esquerdo

Na coloração de Gram

identificaram filamentos

cocóides Gram positivos


Doen as actinomicetomas1

DOENÇAS - ACTINOMICETOMAS

Mastite

Agente- Nocardia spp

- Bactéria oportunista

- Infecta rebanhos leiteiros.

Sintomas

- Inflamações mamárias, edema, grumus de pus, leite anormal.

Importância

- Apresenta um risco a saúde humana, podendo ser transmitido pelo leite cru ou pasteurizado


Micetomas2

MICETOMAS


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BLASTOMICOSE

A paracoccidioidomicose ou blastomicose sul-americana, também conhecida por Doença de Lutz-Splendore-Almeida é uma doença pulmonar causada pelo fungo Paracoccidioides brasiliensis.

É uma micose sistêmica. É considerada a infecção fúngica mais importante da América Latina, ocorrendo em regiões tropicais e subtropicais.

***

Via primária de infecção é pulmonar. Doença diagnosticada a partir de manifestações orais. A infecção geralmente ocorre na infância ou na adolescência e sua evolução depende da virulência do fungo, da quantidade de conídeos inalados (esporos) e da integridade do hospedeiro.

  • FUNGOS

  • Aspergillus sp.

  • Maduromicose sp.

  • Actinomicetomas sp.

  • Paracoccidioides brasiliensis


Intera o de microrganismos do solo com animais

Paracoccidioides brasiliensis

É um fungo assexuado, termodinâmico, que cresce a 37ºC na forma de levedura, medindo de 5 a 25 µm de diâmetro e exibe parede dupla e múltiplos brotamentos. À temperatura ambiente, mostra-se na forma de finos filamentos septados que originam o micélio e parece crescer no solo como sapróbio permanente.

Os mecanismos relacionados à resistência ou à suscetibilidade do homem ao Paracoccidioidesbrasiliensis ainda são desconhecido.


Aspergilose

ASPERGILOSE

As aspergiloses são:

Doenças oportunistas considerada uma micose visceral, doença que se instala no organismo. Elenca-se ainda a aspergilose alérgica e as micotoxicoses em animais. Através do fungo a doença ocupa cavidades decorrentes de abscessos, cistos ou tuberculose originando uma “bola fúngica” que podem se estender aos vasos sanguíneos provocando angeítes e tromboses.

A dispersão dos fungos ocorre das mais diversas formas tendo como principal via o meio aéreo.

Epidemiologia:

são encontrados em animais, e também em trabalhadores diretamente ligados ao cultivo de hortas, jardins e criadores de aves, bovinos e caprinos.

Aspergillus sp.


Intera o de microrganismos do solo com animais

Arachis hypogaea

Contaminação do fruto por “Aspergilllus flavus”, e A. parasiticus.

Os fungos do grupo aspergilus sintetizam a toxina aflatoxina contendo variações (B1, B2, G1 e G2) as quais funcionam com efeito carcinogênico, teratogênico, mutagênico e imunossupressor.

Variações associadas a doenças causadas por fungos sendo: Alérgicas, tóxicas e infecciosas.

Inoculo aéreo não relevante. Infecção grave ocorre subterraneamente devendo levar em consideração a infecção pela flor por correr também pelo ovário da planta. Temperatura dos solos que estando mais elevada favorecem a germinação dos esporos por exigir maior irrigação ocorrendo o inverso no caso de solos com temperatura mais baixa.


Refer ncias

REFERÊNCIAS

http://reocities.com/Athens/Academy/2966/disciplinas/micologia/micetoma.htm

Scielo - Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical - Actinomycetoma caused by Nocardia brasiliensis. Acesso em 28/05/2012 Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0037-86822004000300018 >

http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://piel-l.org/libreria/wp-content/uploads/2010/10/13-figura-1.jpg&imgrefurl=http://piel-l.org/libreria/item/243&usg=__izSPdt7DrErapWsYDHlZvHzCaUU=&h=231&w=434&sz=27&hl=pt-BR&start=35&zoom=1&tbnid=K1IfaZhaKdSEtM:&tbnh=67&tbnw=126&ei=u8TGT8_zJon00gHGitWOCw&prev=/search%3Fq%3Dactinomicetoma%26start%3D21%26um%3D1%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN%26gbv%3D2%26tbm%3Disch&um=1&itbs=1

http://silveiraneto.net/wpcontent/uploads/2007/09/bonsai_areia_solo_adubo_fertilizante.jpg

http://www.mycology.adelaide.edu.au/Fungal_Descriptions/Hyphomycetes_(hyaline)/Madurella/mycetomatis.html


Refer ncias1

REFERÊNCIAS

PALMEIRO, M.; CHERUBINI,K.; YURGEL, L.S. Paracoccidioidomicose – Revisão da Literatura. Scientia Medica, Porto Alegre – PUCRS Out./2005.

MALUF, M.L.F.; PEREIRA, S.R.C.; TAKAHACHI, G.; SVIDZINSKI, T. I.E. Prevalência de paracoccidioidomicose-infecção determinada através de teste sorológico em doadores de sangue na região Noroeste do Paraná, Brasil. 2001.

http://www.google.com.br/imagens Acessado em 29 de maio de 2012.


Intera o de microrganismos do solo com animais

PERGUNTAS

  • Quais são as variações associadas a doenças causadas por fungos?

  • Qual é a etimologia do fungo Paracoccidioides brasiliensis ? Comente.

  • Quais são as principais características do Clostridium tetani ?

  • Como acontece a infecção da doença Micetomas?

  • Os Micetomas são divididos em dois grupos. Classifique e comente.


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