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INSTALAÇÃO, MANUTENÇÃO E OPERAÇÃO DE BOMBAS HIDRÁULICAS DE FLUXO - PowerPoint PPT Presentation


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INSTALAÇÃO, MANUTENÇÃO E OPERAÇÃO DE BOMBAS HIDRÁULICAS DE FLUXO. Prof. Benedito C. Silva Adaptado de Prof. Augusto N. C. Viana. INTRODUÇÃO. CONJUNTO MOTO-BOMBA Ø Bem Selecionado Ø Bem Fabricado É NECESSÁRIO: Ø Ser Devidamente Instalado e Operado Ø Sofrer uma Manutenção Conveniente

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Presentation Transcript
Instala o manuten o e opera o de bombas hidr ulicas de fluxo

INSTALAÇÃO, MANUTENÇÃO E OPERAÇÃO DE BOMBAS HIDRÁULICAS DE FLUXO

Prof. Benedito C. Silva

Adaptado de Prof. Augusto N. C. Viana


Introdu o
INTRODUÇÃO

  • CONJUNTO MOTO-BOMBA

    ØBem Selecionado

    ØBem Fabricado

  • É NECESSÁRIO:

    ØSer Devidamente Instalado e Operado

    ØSofrer uma Manutenção Conveniente

  • AS BOMBAS DEVEM SER:

  • Ø Instaladas, Niveladas e Alinhadas por Pessoas Habilitadas

    ØEXECUÇÃO INCORRETA - CONSEQUÊNCIAS:

    ØTranstornos na Operação

    ØDesgastes Prematuros

    ØDanos Irreparáveis.


Instala o
Instalação

  • Aspectos Gerais

    • NA COMPRA DE UMA BOMBA O FABRICANTE DEVERÁ FORNECER

      lDesenho do Conjunto MOTO-BOMBA:

      lManual de Instrução de Instalação, Operação e Manutenção:


Bloco de funda o
Bloco de Fundação

PARA QUE A BOMBA OPERE LIVREMENTE, ISENTA DE VIBRAÇÕES E DE INFLUÊNCIAS PREJUDICIAIS, RECOMENDA-SE:

ØFazer a Instalação das Bombas Sobre Blocos de Fundação

ØNão Instalar a Bomba Diretamente Sobre o Bloco de Fundação, Mas Sim Aparafusada Sobre Uma Base (de chapa dobrada, de perfis laminados ou chapas rígidas)

ØFixar a Base Sobre o Bloco de Fundação.


Assentamento da base trilho ou sapata de funda o
Assentamento da Base, Trilho ou Sapata de Fundação

Seqüência

Ø LIMPAR OS CHUMBADORES E CALÇOS METÁLICOS PARA QUE ESTEJAM ISENTOS DE QUAISQUER RESÍDUOS DE GRAXA OU ÓLEO

Ø COLOCAR OS PARAFUSOS CHUMBADORES NOS ORIFÍCIOS OU CAVAS FEITAS NO BLOCO DE FUNDAÇÃO, OBEDECENDO AS DIMENSÕES DE FURAÇÃO DO DESENHO, FIXANDO-OS COM ARGAMASSA

Ø ENTRE A BASE E O BLOCO DE FUNDAÇÃO, COLOCAR AO LADO DOS CHUMBADORES CALÇO METÁLICOS DE MESMA ALTURA PARA APOIO DA BASE, FIXANDO-OS COM ARGAMASSA

Ø COMPLETADA A CURA DA ARGAMASSA, COLOCAR A BASE SOBRE O BLOCO DE FUNDAÇÃO


Nivelamento da base trilho ou sapata de funda o
Nivelamento da Base, Trilho ou Sapata de Fundação

Seqüência

ØVERIFICAR SE A BASE APOIA POR IGUAL EM TODOS OS CALÇOS

Ø CASO AFIRMATIVO, COLOCAR E APERTAR UNIFORMEMENTE AS PORCAS NOS CHUMBADORES

ØCOM NÍVEL DE PRECISÃO VERIFICAR O NIVELAMENTO DA BASE (sentido transversal e longitudinal)

ØCASO OCORRA DESNIVELAMENTO, SOLTAR AS PORCAS DOS CHUMBADORES, INTRODUZINDO ENTRE O CALÇO METÁLICO E A BASE, CHAPINHAS PARA CORRIGIR O NIVELAMENTO



Alinhamento do acoplamento
Alinhamento do Acoplamento

IMPORTÂNCIA DO ALINHAMENTO

ØA VIDA ÚTIL DO CONJUNTO GIRANTE E O FUNCIONAMENTO DE EQUIPAMENTO, LIVRE DE VIBRAÇÕES ANORMAIS DEPENDERÁ DO PERFEITO ALINHAMENTO ENTRE A BOMBA E O ACIONADOR

QUESTÕES A CONSIDERAR

ØALINHAMENTO EXECUTADO NA FÁBRICA DEVE SER REFEITO

ØAPÓS A CURA DA ARGAMASSA, EXECUTAR O ALINHAMENTO PREFERENCIALMENTE COM AS TUBULAÇÕES DE SUCÇÃO E RECALQUE JÁ CONECTADAS.

DEFINIÇÃO DE ALINHAMENTO

ØDOIS EIXOS ESTÃO PERFEITAMENTE ALINHADOS QUANDO SUAS LINHAS DE CENTRO FORMAM UMA ÚNICA RETA NO ESPAÇO


Desalinhamentos
Desalinhamentos

  • DESALINHAMENTO AXIAL OU ANGULAR

    • "QUANDO AS LINHAS DE CENTRO SÃO RETAS CONVERGENTES"

    • "QUANDO AS LINHAS DE CENTRO SÃO RETAS PARALELAS"


Verifica o do alinhamento
Verificação do Alinhamento

A VERIFICAÇÃO DO ALINHAMENTO É FEITA ATRAVÉS DA LUVA DE ACOPLAMENTO PARA TRÊS SEGUINTES CONDIÇÕES

  • ESPAÇO UNIFORME ENTRE AS DUAS METADES DA LUVA

  • ALINHAMENTO ANGULAR: A DISTÂNCIA ENTRE AS FACES OPOSTAS DAS DUAS PARTES DA LUVA DEVE SER IGUAL EM TODA CIRCUNFERÊNCIA

  • ALINHAMENTO PARALELO: PARA QUE SEJA PERFEITO É NECESSÁRIO QUE UMA RÉGUA DE METAL, COLOCADA SOBRE DUAS PARTES DA LUVA, TOQUE IGUALMENTE AS DUAS METADES. A VERIFICAÇÃO DEVE SER FEITA TAMBÉM PARA DUAS POSIÇÕES DEFASADAS DE 90°, PELO MENOS.



Alinhamento a laser
Alinhamento a Laser

  • Para qualquer método utilizado na correção do alinhamento, soltar os parafusos do acionador reposicionando-o lateralmente ou introduzir chapinhas calibradas para corrigir a altura de acordo com necessidade.


Tubula o
Tubulação

Ø AS TUBULAÇÕES DEVEM SER PROJETADAS DE MODO A NÃO PERMITIREM ESFORÇOS EXCESSIVOS À CARCAÇA DA BOMBA

ØDEVE-SE APOIÁ-LA COM SUPORTES E PREVER, SEMPRE QUE NECESSÁRIO, A INSTALAÇÃO DE JUNTAS DE EXPANSÃO E FLEXÍVEIS

ØNÃO DEVE SER PERMITIDO EM HIPÓTESE ALGUMA QUE AS LIGAÇÕES DAS TUBULAÇÕES DE SUCÇÃO E/OU DESCARGA SEJAM REALIZADAS DE FORMA FORÇADA POIS COMPROMETERIA TODO O TRABALHO

ØNÃO CUMPRIMENTO DESTAS OBSERVAÇÕES LEVARÁ A PROBLEMAS COMO DESALINHAMENTO, VIBRAÇÃO E DANIFICAÇÃO PREMATURA DE COMPONENTES

ØTAMBÉM, AS TUBULAÇÕES DEVEM SER MONTADAS A PARTIR DA BOMBA

ØOS TUBOS ­DE SUCÇÃO E DE RECALQUE, E TODAS AS VÁLVULAS ASSOCIADAS E EQUIPAMENTOS SIMILARES DEVEM ESTAR SUPORTADOS E ANCORADOS PRÓXIMOS ÀBOMBA, MAS INDEPENDENTES DELA, PARA QUE NÃO OCORRA NENHUM ESFORÇO SOBRE A CARCAÇA.


Tubula o de aspira o recomenda es
Tubulação de Aspiração - Recomendações

lConectar a Tubulação ao Flange da Bomba Após a Cura a Cura da Argamassa de Enchimento da Base

lTubulação de Sucção Deve Ser mais Reta e Curta Possível (perdas de cargas menores). Totalmente Estanque

lPara que fique livre de bolsas de ar, o trecho horizontal da tubulação de sucção deve ser instalado:

ØAltura de sucção positiva - ligeiro declive (bomba  tanque de sucção)

ØAltura de sucção negativa – ligeiro aclive (bomba  tanque de sucção)


l Diâmetro do Flange de Sucção da Bomba Não Determina o Diâmetro da Tubulação

l Para Impedir a Formação de Bolsa de Ar, Utilizar Redução Excêntrica

l Para Propiciar Menores Perdas

Ø Mínimo de curvas e acessórios

Ø Preferência  curvas de raio longo ou médio

l Bomba Nunca Deve Ser Ponto de Apoio Para a Tubulação. Caso não seja observado poderá ocorrer desalinhamento

lInstalações Com Válvula de Pé

Ø Válvula de pé

 Área de passagem - 1,5.Atubulação

Ø Crivo

 Área de passagem – (3 a 4).Atubulação

ØProfundidade


lRealimentação de Líquido no Reservatório de Sucção

Ø Utilizar chicanas para evitar a turbulência e vórtice na entrada da tubulação, bem como a formação de bolhas de ar

lLíquido Com Altas variações de Temperatura  prever juntas de expansão de material adequado (evita esforços tubulares devido a dilatação e contração que recaiam sobre a bomba)

lAltura de Sucção Negativa (bomba afogada)  Instalar Válvula para Isolar a Bomba do Tanque de Sucção Quando Necessário (manutenção)

ØDurante o funcionamento da bomba o mesmo deverá permanecer totalmente aberto

lPara Facilidade de Montagem  Prever Juntas de Montagem do Tipo Dresser, Comum ou do Tipo Tirantes.

l No Caso de Bombas Operando em Paralelo  Cada Bomba Deve Ser Dotada de uma Tubulação de Sucção Própria. Caso Isto não seja possível por razões especiais, usar velocidades uniformes.

lPrever mano-vacuômetro na Entrada da Bomba  Para Regular e Controlar o Ponto de Operação

l Antes de Colocar o Líquido a Ser Bombeado, Fazer uma criteriosa lavagem nas Tubulações e Tanque de Sucção


Tubula o de recalque recomenda es
Tubulação de Recalque - Recomendações

lConectar a Tubulação ao Flange da Bomba Após a Cura a Cura da Argamassa de Enchimento da Base

lDispositivos para o Controle do Golpe de Aríete (Quando as pressões passarem os limites recomendados para a tubulação e a bomba)

lO Diâmetro do Tubo Não Define o Diâmetro do Flange

ØPrever redução concêntrica na saída da bomba

lPrever Válvulas Ventosas para Expurgar o Ar

lPrever Válvula na saída da Bomba

ØPara variar a vazão

Ø Para proteger o acionador


lPrever Válvula de Retenção Quando Necessária (entre a bomba e a válvula de saída)

lTubulação de Recalque Deve Ser mais Reta e Curta Possível (perdas de cargas menores). Totalmente Estanque

lPrever Juntas de Montagem

l A Bomba Nunca Deve Ser Ponto de Apoio Para a Tubulação. Caso não seja observado poderá ocorrer desalinhamento

l Prever Manômetro para regular e controlar o ponto de operação da bomba.


Opera o
Operação

ØInstalação Correta da bomba

ØPrecauções para o Alinhamento do acionador

Fazer um “check list” para as providências da primeira partida.

A presença do fornecedor ou fornecedores do conjunto motor-bomba é fundamental para o primeiro funcionamento.


Provid ncias para a primeira partida
Providências para a Primeira Partida

lFixação da bomba e do seu acionador firmemente na base.

lFixação da tubulação de sucção e de recalque.

lConectar e colocar em funcionamento as tubulações e conexões auxiliares (quando houver)

ØTubulações de entrada e saída de líquido de fonte externa

ØTubulações de equilíbrio do empuxo axial;

Øbombas equipadas com selo (seguir o plano de ligação)

Ørefrigeração dos mancais

lExaminar o mancal quanto a limpeza e penetração de umidade

ØMancais axiais das bombas submersas são lubrificados com a água de preenchimento do motor (encher o motor conforme instruções do manual de serviço)

Ø Mancais de Bombas horizontais e mancais de escora de bombas verticais, quando lubrificados à graxa já saem da fábrica com carga de graxa

Ø Mancais de bombas lubrificadas à óleo devem receber a carga de óleo (saem da fábrica sem óleo)


l Fazer as ligações elétricas, certificando-se de que todos os sistemas de proteção do motor encontram-se devidamente ajustados e funcionando

ØPara bombas submersas e turbos fazer as emendas dos cabos conforme instruções do manual de serviço.

l O lubrificante deverá ser colocado na medida exata recomendada pelo manual.

lVerificação no sentido de rotação do acionador

ØA bomba deverá estar desacoplada (para evitar operação à seco ou soltar o acoplamento rosqueado)

ØPara bombas submersas, o sentido de rotação é testado já com a bomba dentro do poço (a maior pressão ou maior vazão indicará o sentido correto de rotação)

lCertificar-se Manualmente de que o Conjunto Gira Livremente e se o Rotor Estiver Preso ou Raspando na Carcaça não se deverá operar a bomba (localizar a causa e o defeito, corrigindo-os).


llEscorvar a bomba

l Certificar-se de que as porcas do aperta gaxeta estão apenas encostadas.

lVálvula de sucção (quando houver)  Abrir totalmente

lVálvula de recalque:

ØBombas centrífugas: partir com a válvula fechada;

ØBombas Axiais: partir com a válvula totalmente aberta.

lAbra a válvula do selo hidráulico, caso exista.

Verificados com cuidado e critério os pontos acima

ØDar partida na máquina acionadora e desligar imediatamente

ØObservar a parada do conjunto

ØConstatada a normalidade, dar a partida definitiva.


Provid ncias imediatas ap s partida
Providências Imediatas Após Partida

Observar os tópicos abaixo

lAjustar a bomba para o ponto de operação (pressão e vazão)

ØBombas Centrífugas - abrir lentamente a válvula de recalque (após o acionamento ter atingido a rotação nominal)

ØPara bombas axiais - fechar a válvula

lControlar a corrente consumida (amperagem) pelo motor elétrico e a tensão da rede

lCertificar-se de que o valor da pressão de sucção é o previsto no projeto

lCertificar-se de que a bomba opera livre de vibrações e ruídos anormais.


l Controlar a temperatura do mancal

ØEstabilização da mesma - após 2 horas de operação

ØPoderá atingir:

¨ até 50 [°C] acima da temperatura ambiente

¨a soma não deve exceder a 90 [°C]

lAjustar o engaxetamento

ØAperta-se as porcas do aperta gaxeta cerca de 1/6 de volta

ØEngaxetamento recém-executado

¨Requer certo período de acomodação

  • ¨Observar as primeiras 5 e 8 horas de funcionamento

  • ¨ Em caso de vazamento excessivo (apertar as porcas cerca de 1/6 de volta).

    • ØPara as duas primeiras horas de operação (controlar a cada 15 minutos)

      ØEstando tudo normal (controlar de hora em hora até as primeiras 5 a 8 horas


  • Supervis o durante opera o
    Supervisão Durante Operação

    Durante o funcionamento da bomba deve-se prever um acompanhamento sistemático dos parâmetros de operação no intuito de monitorar as suas variações

    DE UM MODO GERALALGUNS SÃO COMUNS A TODAS AS INSTALAÇÕES E PODEM SER :

    ØInspeção Periódica nas Leituras dos Manômetros e Vacuômetros

    ØInspeção nos Amperímetros, Voltímetros dos Motores Elétricos  Controle da Potência

    Ø Verificação de Aparecimento de Vibrações e Ruídos Estranhos (Parar a bomba e eliminar a causa)

    NÃO DEIXAR A BOMBA OPERAR:

    ØSem Escorva

    ØCom a Válvula de Recalque Fechada


    Provid ncias para parada da bomba
    Providências para Parada da Bomba

    OBSERVAR AS SEGUINTES PROVIDÊNCIAS EM SEQUÊNCIA:

    lFechar a Válvula de Recalque, Exceto Bombas axiais lDesligar a Máquina Acionadora e Observar a Parada Gradativa e Suave do Conjunto; lFechar a Válvula de Sucção (se houver); lFechar as Tubulações e Conexões Auxiliares Desde que Não Haja Contra-indicação


    Manuten o introdu o

    lA BOMBA DEVE SER

    ØBEM COMPRADA

    ¨Bem Especificada

    ¨Bem Inspecionada

    ¨Bem Testada

    lBEM INSTALADA

    l BEM OPERADA

    A MANUTENÇÃO

    TORNA-SE

    MAIS FÁCIL

    ManutençãoIntrodução


    Como a bomba um equipamento rotativo

    ØSofre Desgaste Inevitáveis

    ¨Anéis de desgaste

    ¨Mancais

    ¨Vedações,etc.

    ØCorrosões

    ¨Química

    ¨Cavitação

    ¨Abrasão

    MANUTENÇÃO

    EFICIENTE

    COMO A BOMBA É UM EQUIPAMENTO ROTATIVO


    Defini o de manuten o
    Definição de Manutenção

    MANUTENÇÃO é o conhecimento teórico e prático que se aplica metodicamente visando MANTER E PROLONGAR A VIDA DOS EQUIPAMENTOS A MÍNIMO CUSTO


    Tipos de manuten o
    Tipos de Manutenção

    PREDITIVA, PREVENTIVA, CORRETIVA

    Em termos de importância, cada tipo tem seu valor e

    todos dependem de outros parâmetros envolvidos

    MANUTENÇÃO PREDITIVA

    Definição Objetivo Aspectos Gerais

    MANUTENÇÃO PREVENTIVA

    Definição Aspectos Gerais

    MANUTENÇÃO CORRETIVA

    Definição Aspectos Gerais


    Manual de instru o
    Manual de Instrução

    lInformações específicas e próprias para cada tipo de bomba, que devem ser seguidas criteriosamente

    lManual Deve Fornecer

    ØManutenção de mancais lubrificados a óleo, graxa ou por líquido limpo de fonte externa.

    ØManutenção de selo mecânico.

    ØManutenção de engaxetamento.

    ØTroca de peças.


    Causas de desarranjos e elimina o dos mesmos
    Causas de Desarranjos e Eliminação dos Mesmos

    • VAZÃO INSUFICIENTE DA BOMBA

    • PRESSÃO EXCESSIVA DA BOMBA

    • PRESSÃO INSUFICIENTE DA BOMBA

    • BOMBA PERDE ESCORVAMENTO DEPOIS DA PARTIDA

    • BOMBA SOBRECARREGA O MOTOR

    • VAZAMENTO EXCESSIVO PELA CAIXA DE GAXETAS








    Aspectos gerais
    Aspectos Gerais

    lCritérios de Inspeção – parar a bomba sempre que houver:

    ØAlterações das características hidráulicas (baixo rendimento) prejudicando o sistema de bombeamento;

    ØAltas temperaturas nos mancais;

    ØRuídos excessivos;

    ØCorrente de motor elevada;

    Ø Vibrações excessivas.


    l As bombas devem ter um registro individual e deve conter no mínimo os seguintes dados:

    ØMarca da bomba;

    ØTipo ou modelo;

    ØNúmero de série ou da ordem de produção (OP);

    ØAno de fabricação;

    ØCaracterísticas principais como: rotação; vazão; pressão. Etc;

    ØDados do motor;

    ØData inicial da operação;

    ØFicha de supervisão de montagem (anexa ao equipamento);

    ØComprovante do alinhamento;

    ØTipo de lubrificante / intervalo de lubrificação;

    ØOperadores autorizados;

    ØLubrificadores autorizados;

    ØSe existe Manual de Serviço da Bomba e com quem se encontra;

    Ø Peças sobressalentes recomendadas.


    Defini o
    Definição

    É a manutenção que corrige os defeitos e falhas já ocorridos procurando sempre evitar que os mesmos se repitam. O serviço pode ser uma emergência ou não


    Aspectos gerais1
    Aspectos Gerais:

    ØAnalisar a importância da bomba na produção, pois isto as vezes impossibilita sua parada para manutenção preventiva;

    ØProvidenciar a disponibilidade de peças sobressalentes segundo as recomendações do fabricante e a experiência própria;

    ØProvidenciar um controle burocrático do programa de manutenção. Havendo um controle facilita-se a execução, cresce a eficiência e obtém-se dados para outras análises, tais como: custo, eficiência individual, etc.

    Ø Providenciar equipe especializada para cumprimento destas tarefas. Preferencialmente o pessoal deve ser treinado através dos fabricantes dos equipamentos.


    Defini o1
    Definição

    É aquela em que se despendem todos os esforços para se evitar que um equipamento sofra uma parada imprevista, ocasionando sérios transtornos à produção


    Defini o2
    Definição

    É o controle do estado de funcionamento das máquinas em operação ou instalações em serviço, EFETUADO COM INSTRUMENTOS DE MEDIÇÃO, para prever falhas ou detectar mudanças nas condições físicas que requeiram manutenção.


    Objetivos
    Objetivos

    • Determinar, quando for necessário, um serviço de manutenção em alguma peça específica de um equipamento em operação;

    • Realizar inspeções externas eliminando desmontagens desnecessárias;

    • Aumentar o tempo disponível dos equipamentos;

    • Minimizar os serviços de emergência ou não planejados;

    • Impedir a extensão dos prejuízos;

    • Aumentar a confiabilidade de um equipamento ou de uma linha de produção;

    • Determinar, com antecedência em relação a uma “parada” programada, quais os equipamentos que requerem revisão.


    Aspectos gerais2
    Aspectos Gerais:

    ØUtilização de aparelhos especiais portáteis para medida das vibrações

    ØDefeitos que podem gerar vibrações:

    ¨Desbalanceamento do rotor;

    ¨Desalinhamento de acoplamento ou mancal;

    ¨Empenamento do eixo;

    ¨Rolamentos danificados;

    ¨Peças frouxas;

    ¨Fricção entre as partes rotativas e fixas;

    ¨Forças hidráulicas;

    ¨Ressonância.

    ØImplantação da manutenção preditiva requer

    ¨Instrumentos e pessoal qualificados

    ¨Custo inicial alto (existe retorno)

    ØAplicação de um programa adequado pode-se obter a médio e longo prazos:

    ¨Reduções de 2/3 nos prejuízos causados por paradas de produção

    ¨Redução de 1/3 nos gastos com manutenção







    Ø Entrada da BombaDetalhamento das Tubulações (dimensionamento dos apoios, curvas, etc)

    Ølocação da bomba

    Øprojeto de fundação,

    Øisométricos

    Øligações elétricas

    Ølista de materiais, etc...

    ØDimensões de base; ØLocação; ØDiâmetro de chumbadores; ØConexões de sucção e descarga; ØConexões elétricas; ØEtc...Este desenho deverá ser aprovado pelo comprador e serve para a execução do projeto de montagem


    As instru es dever o ser rigorosamente seguidas
    As instruções deverão ser rigorosamente seguidas: Entrada da Bomba

    ØBaseadas em Muitos Anos de Experiência

    ØEstá Diretamente Ligada À Garantia do Equipamento

    Conjuntos moto-bombas de grande porte:

    ØDeverão Ser Montados Sob a Supervisão do Fabricante

    ØAntes da Partida Inicial o Fabricante Deverá Fazer um “CheckList” em Todos os Pontos Necessários

    ØPartida Inicial Deverá Ser Feita Pelo Fabricante

    Os pontos alertados nos manuais de instruções

    ØRecomendações da bomba propriamente dita.

    • Recomendações sobre o restante que é ligado à bomba: tubulação, fundação, etc...


    Assentamento da base
    Assentamento da Base Entrada da Bomba


    Nivelamento da base
    Nivelamento da Base Entrada da Bomba



    Desalinhamentos angular
    Desalinhamentos Angular Entrada da Bomba


    Desalinhamentos paralelo
    Desalinhamentos Paralelo Entrada da Bomba


    Espa o entre as duas metades da luva
    Espaço entre as duas metades da luva Entrada da Bomba

    A DISTÂNCIA ADEQUADA ENTRE AS DUAS FACES VEM INDICADA NO DESENHO DA INSTALAÇÃO OU NO DESENHO DA LUVA, FORNECIDO PELO FABRICANTE

    Na prática: e = 1 a 2 [mm].




    Rel gio comparador para alinhamento axial
    Relógio Comparador para Alinhamento axial Micrômetro de Medidas Internas


    Rel gio comparador para alinhamento radial
    Relógio Comparador para Alinhamento Radial Micrômetro de Medidas Internas



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