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Filo Arthropoda Subfilo Hexapoda Classe Insecta

Filo Arthropoda Subfilo Hexapoda Classe Insecta. Alimentação. Estratégias alimentares: herbivoria, detritivoria, comensalismo e parasitismo. Insetos podem ser classificados como: mastigadores, sugadores e embebedores. Mastigadores (gafanhotos) apresentam as peças bucais menos modificadas.

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Filo Arthropoda Subfilo Hexapoda Classe Insecta

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Presentation Transcript


  1. Filo ArthropodaSubfilo HexapodaClasse Insecta

  2. Alimentação • Estratégias alimentares: herbivoria, detritivoria, comensalismo e parasitismo. • Insetos podem ser classificados como: mastigadores, sugadores e embebedores. • Mastigadores (gafanhotos) apresentam as peças bucais menos modificadas. • Insetos Mastigadores podem ser carnívoros, herbívoros ou detritívoros. • Herbívoros: gafanhotos, grilos, formigas-cortadeiras (usam folhas para cultivar fungos)

  3. Insetos Sugadores:peças bucais estão modificadas para o consumo de alimentos líquidos (seiva, néctar, sangue ou fluídos celulares); • Insetos sugadores: • Mosquitos alimentação é iniciada com a perfuração da pele da vítima – modo de alimentação = sugador picador • Borboletas e mariposas se alimentam do néctar e não perfuram só sugam - sugadores

  4. Insetos embebedoras:moscas peças bucais modificadas. Nutrientes fluídos são transportados , por ação da capilaridade ao longo de diminutos canais da superfície até a boca; • Insetos escatofágicos– alimentam-se de fezes de animais – rolabosta e outros besouros • Colhem o estrume mordendo ou fatiando os pedaços e formam uma bola. Podem enterrar no solo e a fêmeas depositam seus ovos. As larvas obtêm o alimento para crescer. labelo

  5. Insetos simbiontes: piolhos mordedores de células epiteliais e pulgas sugadores de sangue e fluídos teciduais; • Insetos parasitas:podem ser intermitentes ou vetores; • Insetos parasitas de plantas: causam um crescimento anormal dos tecidos vegetais conhecido como galhas. Fungos e nematóides também podem produzir galhas.

  6. Sistema digestivo • Trato digestivo – longo e reto e pode ser dividido em estomodeu anterior, mesênteron mediano e proctodeu posterior.

  7. Glândulas salivares: associadas a vários apêndices bucais. • Secreções salivares: amaciam e lubrificam o alimento sólido; • Em algumas espécies: contêm enzimas que iniciam a digestão química; • Larvas de mariposa (lagartas) e larvas de abelhas e vespas: secretam seda usada na construção das células pupais.

  8. Insetos que consomem alimentos sólidos: produzem uma membrana peritrófica no mesênteron (estômago) – lâmina de quitina que reveste, envolve ou reveste partículas de alimento que passam pelo intestino. • Estomodeu formado : faringe, esôfago, papo e proventrículo.

  9. Circulação

  10. Tipos hemócitos foram registrados no sangue dos insetos; • Não atuam no transporte de oxigênio, mas alguns são importantes na cicatrização e coagulação; • Nutrientes, hormônios e resíduos podem ser eficientemente transportados, exceto o oxigênio;

  11. Troca Gasosa • A dessecação é um dos principais perigos enfrentados pelos invertebrados terrestres. • A superfície geral do corpo dos insetos é à prova d’água, os espiráculos não . • As adaptações à vida terrestre sempre envolvem algum grau de comprometimento entre a perda d’água e troca de gases com a atmosfera.

  12. Troca Gasosa alguns hexapoda através difusão direta – superfície corpórea; • Maioria por Sistema Traqueal – Traquéias são invaginações tubulares da parede do corpo que se abrem através de poros denominados espiráculos. • Revestimento é trocado com a muda.

  13. Traquéias se originam em um espiráculo e formam uma rede ramificada que penetra na parede do corpo; • Alguns insetos parece que o ar é tomado para dentro do pelos espiráculos torácicos e liberado pelos espiráculos abdominais criando um sistema de fluxo continuo.

  14. Insetos aquáticos – espiráculos não-funcionais e os gases difundem-se através da parede do corpo diretamente para as traquéias; • Algumas espécies insetos aquáticos retêm espiráculos funcionais e: • Seguram uma bolha de ar sobre cada abertura e através da bolha que oxigênio circundante difunde-se; • Bolhas são mantidas no lugar através de ceras secretadas e de malhas de cerdas.

  15. Excreção • Sistema excretor é um local de potencial perda d’água, uma vez que os excretas nitrogenados ocorrem em um estado dissolvido. • Problema foi solucionado com os TÚBULOS DE MALPIGHI – são projeções não-ramificadas do trato digestivo e suas extremidades distais terminando em fundo cego dentro da hemocele.

  16. Osmorregulação

  17. Sistema Nervoso • Segue o plano básico dos artrópodes. • Os dois ramos do cordão nervoso ventral, e os gânglios segmentares, estão fundidos. • Dípteros – também os 3 gânglios torácicos estão fundidos; • Insetos ápteros - tem maior número gânglios abdominais independentes. • Fibras gigantes foram registras em ordens de insetos.

  18. Cérebro possuem 3 regiões: protocérebro, deutocérebro e tritocérebro.

  19. Insetos possuem um gânglio hipocerebral – localizado entre o gânglio cerebral e o estomodeu. • Associados com esse gânglio existem 2 pares de corpos glandulares denominados corpora cardiaca e corpora allata. • Esses dois trabalham em conjunto com as glândulas protorácicas e células neurossecretoras. • Complexo com um todo é um centro endócrino principalque regula o crescimento, metamorfose e outras funções.

  20. Órgãos do Sentido • Ocelos simples nos estágios de larva, ninfa e freqüentemente em adultos. • Olhos compostos – formado por muitas unidades fotorreceptoras denominadas omatídeos; • Omatídeos – cada um é suprido pelo nervo óptico que se liga ao nervo principal e tem seu próprio campo visual através de uma faceta quadrada ou hexagonal de cutícula sobre a superfície do olho

  21. Cerdas sensoriais reconhecidas coletivamente por sensilas concentradas pernas, antenas e peças bucais. • Proprioceptores internos – estruturas estendem-se através das articulações e monitoram o movimento e posição de várias partes do corpo • Fonorreceptores – essas estruturas podem ser cerdas simples, do corpo ou dos apêndices ou estruturas complexas denominadas órgãos timpânicos • Órgãos timpânicos – se desenvolvem da fusão de partes de uma dilatação traqueal e de parte do corpo formando uma membrana timpânica

  22. Comunicação através de som de luz ( vaga-lumes) – meio de comunicação para acasalamento; • Outras ordens possuem estruturas produtoras de som (especifico para cada espécie): • Drosophila - Vibração das asas ou do abdômen, • Cigarras – região ventral tórax do macho possui 2 placas (opérculos) que cobrem sistema de membranas vibratórias e câmaras. Membranas vibra através de músculos especiais e as câmaras ampliam o som. Som deixa o corpo através dos espiráculos.

  23. Sistema Reprodutor - Fêmea • Vagina se abre no VIII segmento abdominal; • Espermateca armazena espermatozóides; • Fertilização ocorre quando óvulos passam pela vagina e os espermatozóides são liberados da espermateca; • Glândulas acessórias – diversas funções incluindo secreção para fixar ovos no substrato.

  24. Genitália externa fêmeas quando presentes – VIII ou IX segmento abdominal; • Apêndices modificados formam ovipositor; • Ovos eliminados pelos gonóporos passam pela luz ovipositor; • Ovipositor modificado para inserir ovos no solo, grudá-los na superfície, perfurar madeira e depositar ovos.

  25. Em alguns Hymenoptera (vespas, abelhas e formigas): • Ovipositor se transforma em um FERRÃO equipado com glândulas de veneno não usado para oviposição; • Apenas as fêmeas possuem ferrão. • Os ovos não passam pelo ovipositor; • Em algumas ordens não existe ovipositor verdadeiro , mas os segmentos posteriores formam um dispositivo flexível usado na oviposição, quando não estão em uso é recolhido dentro do segmento

  26. Sistema Reprodutor - Macho • Testículos – ducto espermático – vesícula seminal (armazena os espermatozóides); • Glândulas acessórias – secretam fluído seminal que empacotam espermatozóides - espermatóforo

  27. Alguns machos apresentam o clásper no último segmento e forma bem variável; • Estruturas genitálias externas podem ser retraídas dentro corpo quando não estão em uso.

  28. Fecundação • Insetos reprodutivamente maduros = imagos. • Comportamento de corte diversificado e bastante elaborado: • Cada espécie tem seus próprios métodos de reconhecimento específico; • Corte consisti em: • Uma atração química ou visual envolvendo feromônios, seguida série de exibições, estimulação tátil, cantos, pulsos luminosos, ou rituais que podem durar horas

  29. Cópula maioria insetos baseia-se em cópula e inseminação direta ; • Cópula freqüentemente ocorre durante o voo (enxame mais efetivo para encontro parceiros); • Insetos primitivos ápteros e libélulas – transferência espermatozóide é indireta; • Machos podem depositar seus espermatozóides em regiões de seu corpo ou deixá-lo sobre o solo para serem recolhidos pela fêmea.

  30. Percevejo-de-cama - machos utilizam pênis dilatado para perfurar região especial da parede do corpo da fêmea e depositam espermatozóides direto em um órgão interno (órgão de Berlese) e depois migram para os ovários. • Espermatozóides podem estar suspensos em uma secreção produzida pelas glândulas acessórias – secreção endurece em torno da massa de espermatozóides e forma o espermatóforo.

  31. Ovos protegidos por membrana espessa (córion) produzida dentro ovário; • Fertilização ocorre quando ovos passam pelo oviduto para serem depositados. • Glândulas acessórias contribuem com adesivos e secreções que endurecem os zigotos.

  32. Ninfa = asas funcionais e estruturas sexuais ausentes.

  33. Larva borboleta = lagartas; larvas moscas e besouros = coró

  34. Partenogênese (parthénos= virgem; génesis= nascimento) - forma alternativa de reprodução - abelhas, vespas e formigas. • Partenogênese meiótica • Ovo haplóide é formado por meiose podendo ou não ser ativado pela influência de um macho; • Óvulo haplóide inicia seu desenvolvimento espontaneamente, não sendo necessários machos para estimular a ativação de um ovo. • A condição diplóide é restaurada pela duplicação cromossômica.

  35. Abelhas: rainha é fecundada por um ou mais zangões em um único momento da sua vida – “voo nupcial”; • Rainha ao pôr ovos PODE fertilizá-los ou NÃO. • Se os espermatozóides são liberados quando a rainha põe óvulos, ocorre fecundação e os ovos se desenvolvem em fêmeas (rainhas ou operárias). • Se não forem fecundados, os óvulos se desenvolvem partenogenicamente em machos (zangões). • Ovos fertilizados – fêmeas DIPLÓIDES(rainhas ou operárias); ovos não-fertilizados machos HAPLÓIDES (zangões);

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