Universidade federal de santa catarina
This presentation is the property of its rightful owner.
Sponsored Links
1 / 35

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA PowerPoint PPT Presentation


  • 71 Views
  • Uploaded on
  • Presentation posted in: General

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA. Departamento de Ciências da Administração. CAD 5106 – Teoria Geral da Administração 2010.2 – Aula de 23-08-2010 Prof. Irineu Manoel de Souza. ABORDAGEM CLLÁSSICA ABORDAGEM DE RELAÇÕES HUMANAS. Trata a organização como máquina.

Download Presentation

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA

An Image/Link below is provided (as is) to download presentation

Download Policy: Content on the Website is provided to you AS IS for your information and personal use and may not be sold / licensed / shared on other websites without getting consent from its author.While downloading, if for some reason you are not able to download a presentation, the publisher may have deleted the file from their server.


- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - E N D - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Presentation Transcript


Universidade federal de santa catarina

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA

Departamento de Ciências da Administração

CAD 5106 – Teoria Geral da Administração 2010.2 – Aula de 23-08-2010

Prof. Irineu Manoel de Souza


Abordagem cll ssica abordagem de rela es humanas

ABORDAGEM CLLÁSSICA ABORDAGEM DE RELAÇÕES HUMANAS

Trata a organização como máquina.

Enfatiza as tarefas ou a tecnologia.

Inspirada em sistemas de engenharia.

Autoridade centralizada.

Linhas claras de autoridade.

Especialização e competência técnica.

Acentuada divisão do trabalho.

Confiança nas regras e regulamentos.

  • Trata a organização como grupos humanos.

  • Enfatiza as pessoas e grupos sociais.

  • Inspirada em sistemas de psicologia.

  • Delegação de autoridade.

  • Autonomia dos empregados.

  • Confiança e abertura.

  • Ênfase nas relações entre pessoas.

  • Confiança nas pessoas.

  • Dinâmica grupal e interpessoal.


Universidade federal de santa catarina

ABORDAGEM DA TEORIA DAS RELAÇÕES HUMANAS

  • A Abordagem Humanística

  • foi um movimento de reação

  • aos princípios da Abordagem Clássica da Administração.

  • Traz um novo conceito às Teorias da Administração:

    • transfere a ênfase nas tarefas e na estrutura,

    • para a prioridade com as pessoas e os grupos sociais.


Universidade federal de santa catarina

ORIGENS DA ABORDAGEM DA TEORIA DAS RELAÇÕES HUMANAS

  • Desenvolvimento das ciências sociais da Psicologia, com aplicação nas Organizações (Psicologia do Trabalho).

  • As conclusões da Experiência de Hawthorne,

  • desenvolvida entre 1927 e 1932,

  • sob a coordenação de Elton Mayo,

  • pondo em xeque

  • os principais postulados da Teoria Clássica


Universidade federal de santa catarina

IDÉIAS CENTRAIS ABORDAGEM DA TEORIA DAS RELAÇÕES HUMANAS

Ênfase nas pessoas.

O foco mudou de “Homo economicus” para "homo socialis".

Preocupação com

a motivação, a liderança, e as relações interpessoais.

Maior participação dos funcionários na tomada de decisão.

Para que os trabalhadores estejam motivados,

o trabalho deve deixar de ser repetitivo e monótono,

passando a ser mais estimulante.


Universidade federal de santa catarina

PRINCIPAL AUTOR

Elton Mayo

Professor e diretor de pesquisa da Escola de Administração de Empresas de Harvard.

É considerado “O pai das Relações Humanas”.


Universidade federal de santa catarina

A EXPERIÊNCIA DE HAWTHORNE

Em 1924, com a colaboração do Conselho Nacional de Pesquisas, iniciara na fábrica de Hawthorne.

A fabrica contava com cerca de 40 mil empregados.


Universidade federal de santa catarina

A EXPERIÊNCIA DE HAWTHORNE

A experiência deu-se em 4 fases:

1a. FASE - Conhecer o efeito da iluminação sobre o rendimento dos operários

OBJETIVOS:

Conhecer o efeito da iluminação sobre o rendimento dos operários.

Grupos de trabalho, que operando em condições idênticas, tiveram sua produção constantemente avaliada.


Universidade federal de santa catarina

A EXPERIÊNCIA DE HAWTHORNE

  • Grupo de controle: submetido à uma intensidade constante de iluminação.

  • Grupo experimental: submetido à uma intensidade variável de iluminação.

Grupo Experimental

(condições alteradas)

Grupo de Controle

(condições mantidas)

  • RESULTADO:

  • Para surpresa dos pesquisadores,

  • não foi encontrada uma relação entre as duas variáveis,

  • (iluminação e rendimento dos operários)

  • mas sim a existência de outras variáveis como o fator psicológico.

  • RESULTADO:

  • Para surpresa dos pesquisadores,

  • não foi encontrada uma relação entre as duas variáveis,

  • (iluminação e rendimento dos operários)

  • mas sim a existência de outras variáveis como o fator psicológico.


Universidade federal de santa catarina

A EXPERIÊNCIA DE HAWTHORNE

2a. FASE - Sala de Provas de Montagem de Relés

OBJETIVO:

Estudar a fadiga no trabalho

e dos efeitos gerados por mudanças de horários

ou introdução de intervalos de descanso no período de trabalho.

Nesta fase, foram selecionadas e convidadas

6 moças de nível médio, constituindo se o grupo experimental, sendo que 5 delas montavam relés

e a sexta apenas fornecia as peças necessárias.

O grupo de controle era constituído pelo restante do Departamento.


Universidade federal de santa catarina

A EXPERIÊNCIA DE HAWTHORNE

RESULTADO:

As moças alegavam gostar de trabalhar na sala de provas

porque era divertido e supervisão branda

lhes permitiam trabalhar com mais liberdade e menor ansiedade.

Havia um ambiente amistoso e sem pressões,

a conversa era permitida, aumentando a satisfação no trabalho.

Não havia temor ao supervisor.

As moças passaram a se preocupar umas com as outras.

Tornaram-se uma equipe.

O grupo desenvolve liderança e objetivos comuns.


Universidade federal de santa catarina

A EXPERIÊNCIA DE HAWTHORNE

3a. FASE - Programa de Entrevistas com os funcionários

OBJETIVO:

Conhecer as atitudes e sentimentos dos funcionários.

(foram entrevistados 21.126 operários).

A maioria dos supervisores foi incluída no programa

como entrevistadores.


Universidade federal de santa catarina

A EXPERIÊNCIA DE HAWTHORNE

RESULTADO:

Possibilitou que os funcionários mostrassem à direção quais suas angustias mais freqüentes.

A principal descoberta dos pesquisadores nesta fase foi a existência dos chamados grupos informais.

Identificou-se a organização informal, onde os operários se unem, havendo uma lealdade entre si.


Universidade federal de santa catarina

A EXPERIÊNCIA DE HAWTHORNE

4a. FASE - Sala de Observações de Montagem de Terminais

OBJETIVO:

Estudar a ‘organização informal’ dos operários.

Colocou-se um grupo experimental trabalhando em sala isolada,

mas com as mesmas condições de trabalho do grupo de controle.

Um observador (e não supervisor) dentro da sala e

um entrevistador fora da sala que entrevistava o grupo experimental.

Pagamento era baseado na produção do grupo.

Salários só poderiam ser elevados se a produção total aumentasse.


Universidade federal de santa catarina

A EXPERIÊNCIA DE HAWTHORNE

RESULTADO:

Permitiu o estudo das

relações

entre a organização informal dos empregados

e a organização formal da fábrica.

Verificou-se que os operários

apresentavam uma

uniformidade de sentimentos

e solidariedade entre si.

Percebeu-se claramente

o sistema de recompensa e punição dos grupos informais.


Universidade federal de santa catarina

A EXPERIÊNCIA DE HAWTHORNE

Conclusões da Experiência de Hawthorne

O nível de produção é resultante

da integração social:

O comportamento social dos empregados

se apóia no grupo:

Amizade e agrupamento social

devem ser considerados aspectos relevantes para a gestão.


Universidade federal de santa catarina

A EXPERIÊNCIA DE HAWTHORNE

Conclusões da Experiência de Hawthorne

As recompensas e as sanções sociais são importantes

Grupos Informais

Nova visão da empresa como uma organização social informal,

contrário à visão formal da abordagem clássica.


Universidade federal de santa catarina

A EXPERIÊNCIA DE HAWTHORNE

Conclusões da Experiência de Hawthorne

As relações humanas são intensas e constantes

A importância do conteúdo do cargo afeta o moral do trabalhador

Deve se dar ênfase aos aspectos emocionais


Universidade federal de santa catarina

Novos estudos na Administração

Motivação,

liderança,

comunicação,

organização informal,

dinâmica de grupo.


Universidade federal de santa catarina

MOTIVAÇÃO

Influencia da motivação humana

O pagamento ou recompensa salarial,

mesmo quando efetuado em bases justas

e generosas,

não é o único fator decisivo na satisfação do trabalhador

dentro da situação de trabalho

O homem é motivado, não por estímulos econômicos ou salariais (homo economicus), mas por recompensas sociais, simbólicas e não materiais.


Universidade federal de santa catarina

MOTIVAÇÃO

Maslow define um conjunto de cinco necessidades descritos na pirâmide.

Necessidades Fisiológicas (básicas)

Fome, sede, sono, sexo, abrigo.

Necessidades de Segurança

Necessidade de sentir-se seguro dentro de uma casa a formas mais elaboradas de segurança como um emprego estável, um plano de saúde ou um seguro de vida;


Universidade federal de santa catarina

MOTIVAÇÃO

Necessidades Sociais

Amor, afeto, afeição e sentimentos de pertencer a um grupo ou fazer parte de um clube;

Necessidades de estima

Duas vertentes:

reconhecimento das nossas capacidades pessoaisreconhecimento dos outros face à nossa capacidade de adequação às funções que desempenhamos;

Necessidades de auto-realização

O indivíduo procura tornar-se aquilo que ele pode ser.


Universidade federal de santa catarina

LIDERANÇA

Liderança: Capacidade de influenciar; Formas de influenciar pessoas: Autoridade x Poder.

É considerada em função dos relacionamentos existentes entre pessoas

numa determinada

estrutura social.


Universidade federal de santa catarina

LIDERANÇA

Estilos de Liderança

EstiloLiberal

EstiloAutocrático

EstiloDemocrático

Líder

Líder

Líder

Subordinados

Subordinados

Subordinados

Ênfase no Líder

Ênfase no Líder e

nos subordinados

Ênfase nos subordinados


Universidade federal de santa catarina

LIDERANÇA

Liderança Situacional

A liderança dentro de um contexto mais amplo.

Não existe um único estilo

ou características de liderança

válida para todas e qualquer situação.

Cada tipo de situação requer um tipo de liderança diferente.


Universidade federal de santa catarina

COMUNICAÇÃO

Assegurar a participação dos escalões inferiores

na solução dos problemas da empresa;

Incentivar maior franqueza e confiança entre os indivíduos

e os grupos nas empresas.

A comunicação tem dois propósitos principais:

Proporcionar informação e compreensão para que as pessoas possam conduzir as suas tarefas;

Proporcionar atitudes que promovam a motivação, cooperação e satisfação nos cargos.


Universidade federal de santa catarina

COMUNICAÇÃO

O homem trabalha melhor

quando conhece os padrões do seu trabalho.

A organização é mais eficiente

quando um homem e a sua chefia

têm um entendimentocomum

das suas responsabilidades e desempenhos que a empresa espera deles.

Cada homem pode ser auxiliado a dar

a máxima contribuição à empresa

e a utilizar o máximo das suas capacidades e habilidades.


Universidade federal de santa catarina

ORGANIZAÇÃO INFORMAL

  • Padrões de relações nas empresas que não aparecem no organograma.

    Relações de uma grande variedade (de trabalho, amizade, identificação, antagonismo…)

    - É a Organização Informal-


Universidade federal de santa catarina

ORGANIZAÇÃO INFORMAL

Características da Organização Informal:

Relações de coesão ou de antagonismo

Colaboração espontânea.

A possibilidade da oposição à organização formal.

Padrões de relações e atitudes.

Mudanças de níveis e alterações dos grupos informais.

A organização informal transcende a organização formal.


Universidade federal de santa catarina

DINÂMICA DE GRUPO

A dinâmica de um grupo é a

“soma de interesses”

dos componentes do grupo,

que é ativada por estímulos e motivações

Visando:

maior harmonia

e aumento do relacionamento.


Universidade federal de santa catarina

DINÂMICA DE GRUPO

Reunião de um certo número de pessoas

carentes de ajustamentos, de compreensão, de orientação e de estímulo atuando em áreas, níveis e atividades heterogêneas.

Objeto

Fomentar a cooperação entre todos os membros de uma comunidade de trabalho. Visando:

não só uma maior satisfação das necessidades espirituais e materiais do homem,

como um substancial aumento da produtividade.


Universidade federal de santa catarina

CRÍTICAS À ABORDAGEM DA TEORIA DE RELAÇÕES HUMANAS

Negação do conflito entre empresas e indivíduos

Ênfase exagerada nos grupos informais

Ausência de novos critérios de gestão

A pesquisa ateve-se ao ambiente restrito das fábricas,

deixando de verificar outros tipos de organizações

Não reconhecimento das condições econômicas, sociais ou políticas da sociedade

Crença do que o clima organizacional é suficiente

para o aumento da produtividade

Pouca atenção foi dada à estrutura organizacional

Oposição cerrada à teoria clássica - Tudo aquilo que esta preconizava, a teoria das relações humanas negava


Universidade federal de santa catarina

CONCLUSÕES

A passagem de • Homo Economicus para Homem Social.

Reconhecimento da importância de estudos sobremotivação, liderança, comunicação, organização informal, dinâmica de grupo, entre outros, nas organizações.

Realmente, as ciências humanas, gradativamente, vieram demonstrar a inadequação dos princípios da Teoria Clássica.

A abordagem humanística abriu caminho para estudos e pesquisas na gestão das pessoas nas organizações.


Universidade federal de santa catarina

CONCLUSÕES

As principais escolas de pensamento da Administração estão dando nos dias de hoje importante contribuição para a evolução da administração.

[...] é impossível prever o que as gerações futuras vão estudar, mas atualmente podemos identificar pelo menos três perspectivas adicionais sobre a teoria da Administração que se tornarão importantes:

a abordagem sistêmica,

a abordagem contingencial e

uma abordagem nova das relações humanas (STONER,1999, p.33).


Refer ncias

REFERÊNCIAS

CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à Teoria Geral da Administração. 7 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003.

- KWASNICKA, Eunice L. Teoria Geral da Administração, ATLAS, 2ª , São Paulo, 1991

  • LODI, João Bosco. História da administração. São Paulo: Pioneira, 1984

    FERREIRA, Ademir Antonio.; REIS, Ana Carla Fonseca; PEREIRA, Maria Isabel Pereira. Gestão Empresarial: de Taylor aos nossos dias. São Paulo: Pioneira, 2001.

    MAXIMIANO, Antonio César Amaru. Introdução à administração. São Paulo: Atlas, 1995.

    MAXIMIANO, Antonio César Amaru. Teoria Geral da Administração: Da Escola Cientifica à Competitividade na Economia Globalizada. São Paulo: Atlas, 2000.

    STONER, R. Teoria Geral da Administração. São Paulo: Makron Books, 1999.


  • Login