Sessão 3
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Sessão 3. Plano Diretor (P/D) da Gestão de Resíduos Industriais (GRI) no PIM (Esboço). 27 de M aio 2010 Contraparte da Equipe de Estudo da JICA Estudo para o Desenvolvimento de uma Solução Integrada relativa à Gestão de Resíduos Industriais no Pólo Industrial de Manaus. Agenda.

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Sess o 3

Sessão 3

Plano Diretor (P/D) da Gestão de Resíduos Industriais (GRI) no PIM (Esboço)

27 de Maio 2010

Contraparte da Equipe de Estudo da JICA

Estudo para o Desenvolvimento de uma Solução Integrada relativa à Gestão de Resíduos Industriais no Pólo Industrial de Manaus


Agenda

Agenda

Objetivos do Plano Diretor da Gestão de Resíduos Industriais do PIM

Estimativa futura dos RI gerados

Linhas gerais do P/D da GRI do PIM (esboço)

2


Objetivos do p d da gri no pim

Objetivos do P/D da GRI no PIM

O ano alvo do P/D é 2015. => É um plano de ação de 05 anos .

O objetivo do P/D é estabelecer um sistema apropriado de GRI no PIM até 2015.

Requisitos para atingir o objetivo proposto:

  • Estabelecer no PIM o tratamento /descarte adequados dos RI e o programa 3Rs (Reduzir, Reutilizar, Reciclar).

  • Inibir tratamento e descarte inadequados:

  • ELIMINAR IMPACTOS AMBIENTAIS NEGATIVOS


2 estimativa futura dos ri gerados

2. Estimativa Futura dos RI Gerados

Os resíduos alvo são:

Resíduos Industriais em Geral

Resíduos de Serviço de Saúde

Resíduos de Construção


2 1 metodologia da estimativa da gera o futura de ri em geral 1

2.1 Metodologia da estimativa da geração futura de RI em geral (1)

Geração de Resíduos Industriais em Geral

(toneladas/ano

  • Montante produzido

  • Vendas industriais

  • Número de empregados

Intensidade da Geração de Resíduos (toneladas)

  • por unidade produtiva

  • pelas vendas por unidade

  • por funcionário

Escala das Atividades Industriais


Sess o 3

2.1 Metodologia da estimativa da geração futura de RI em geral (2)

Cenário de Negócios

Presumindo que a tendência passada de crescimento industrial será mantida, e também como tendência futura

Com base nos dados produtivos de 2004 a 2008 para cada tipo de indústria, o crescimento futuro foi estimado por meio de uma função analítica (método analítico estatístico)

O futuro número de empregados foi calculado em função do crescimento estimado, para cada tipo de indústria


Sess o 3

2.1 Metodologia da estimativa da geração futura de RI em geral (3)

(Exemplo)

Tendência Anterior

Projeção Futura


Sess o 3

2.1 Metodologia da estimativa da geração futura de RI em geral (4)


Sess o 3

2.2 Estimativa da Geração de RI em Geral no Futuro (Área do PIM em 2015) por Tipo de Indústria

Total Gerado

737,7 tonelada/dia

Grandes fontes de geração

Assim como em 2009, estima-se que 93% do total dos resíduos industriais viriam desses 06 tipos de indústrias.


Sess o 3

2.2 Estimativa da Geração de RI em Geral no Futuro (Área do PIM em 2015) por Tipo de Indústria

Composição dos Resíduos Industriais em Geral

O montante total de resíduos industriais gerados aumentariam 3,7%/ano de 2009 a 2015

Não haveria mudanças significativas na composição dos resíduos

Aproximadamente 21% do total de RI seriam perigosos


2 3 res duos de servi o de sa de rss e de constru o civil rcc 1

2.3 Resíduos de Serviço de Saúde (RSS) e de Construção Civil (RCC) (1)

PG por Enfermaria & Fábrica

PG por Empregado

MT Futuro de RSS & RCC

MT Atual de RSS & RCC

O Percentual Gerado (PG) por empregado foi calculado por: PG / 116.192

(N˚ de empregados em 2009)

O montante total (MT) de RSS e de RCC no PIM foi calculado por:

PG x Número de Fábricas (124 enfermarias & 123 obras no PIM) = MT

Utilizou-se o percentual gerado (PR) por enfermaria e por fábrica que tenha feito alguma obra no ano anterior:

kg / enfermaria / dia & kg / fábrica /dia


2 3 res duos de servi o de sa de rss e de constru o civil rcc 2

2.3 Resíduos de Serviço de Saúde (RSS) e de Construção Civil (RCC) (2)

  • O montante total (MT) em 2015 seria: MT = PG x 148.936 (N˚estimado de funcionários em 2015)

  • Previsão do Montante de RCC a ser gerado em 2015 (toneladas):


2 3 res duos de servi o de sa de rss e de constru o civil rcc 3

2.3 Resíduos de Serviço de Saúde (RSS) e de Construção Civil (RCC) (3)

  • Previsão do Montante de RSS em 2015


3 linhas gerais do p d da gri quest es atuais da gri do pim

3. Linhas Gerais do P/D da GRI: Questões Atuais da GRI do PIM

Tornar mais claras as práticas de tratamento e disposição dos resíduos industriais

Ausência de aterro industrial com Licença de Operação

Recursos Técnico-administrativos insuficientes para o Sistema de Gestão de Resíduos

Ambiente empresarial pouco estimulante para a disposição de RI

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3 abordagens e propostas do p d da gri

3. Abordagens e Propostas do P/D da GRI


Abordagem a entender o tratamento atual e a destina o dos res duos industriais

Abordagem A. Entender o Tratamento Atual e a Destinação dos Resíduos Industriais

  • Entender o tratamento e o destino atuais dos Resíduos Industriais:

  • A1. Criar novo Sistema de Manifesto de Resíduos

  • A2. Informar o local de Destinação Final

  • A3. Assegurar que todos os Inventários de Resíduos sejam enviados

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Medida a1 sistema de manifesto de res duos smr 1

Medida A1. Sistema de Manifesto de Resíduos (SMR) (1)

  • Objetivo: O IPAAM administra as condições de gestão dos resíduos desde a geração até o destino final.

    Conteúdo:

  • O IPAAM estabeleceria um modelo único para o manifesto de resíduos no Amazonas, com a colaboração do INEA (RJ), CETESB (SP), FEPAM (RS) e outros.

  • Manifesto de resíduos on-line.


Medida a1 sistema de manifesto de res duos smr 2

Medida A1. Sistema de Manifesto de Resíduos (SMR) (2)


Medida a2 relat rio do local de destina o final 1

Medida A2. Relatório do Local de Destinação Final (1)

  • Objetivo: Até que o sistema de manifesto esteja estabelecido, o IPAAM entenderá e administrará o destino final dos resíduos das fábricas.

  • Conteúdo:

    • Os geradores (fábricas) especificariam o destino final dos RI gerados ao solicitarem a respectiva Licença Operacional ao IPAAM.

    • As empresas de serviço de resíduos (ESRs) especificariam a destinação final dos resíduos enviados por seus contratantes.


Medida a2 informa o e monitoramento da destina o dos res duos 2

Medida A2. Informação e Monitoramento da Destinação dos Resíduos (2)


Medida a3 assegurar que todos os invent rios de res duos sejam enviados ir 1

Medida A3. Assegurar que todos os Inventários de Resíduos sejam enviados (IR) (1)

  • Objetivo: Elevar o número de inventários de resíduos enviados de 1/4 para 100% do total.

  • Conteúdo:

  • Desenvolver um banco de dados dos inventários de resíduos (BD_IR).

  • Unificar o formato do IR para unificar o BD_IR e preparar as diretrizes.

  • Instruir as fábricas a indicarem uma pessoa para preparar o inventário de resíduos.

  • Fazer reuniões explicativas de como preencher os inventários de resíduos para assegurar que as pessoas nas fábricas saibam como preencher o formulário.

  • Organizar o preparo on-line do IR e distribuir o mesmo formato a todas as fábricas.


Medida a3 incentivar o envio do ir 2

Medida A3. Incentivar o envio do IR (2)


Medida a3 incentivar o envio do ir 3

Medida A3. Incentivar o envio do IR (3)


Abordagem b destina o final segura dos res duos industriais

ABORDAGEM B. Destinação Final segura dos Resíduos Industriais

B. Garantir Destinação Final segura dos Resíduos Industriais

B1. Estimular a construção de um Aterro de Resíduos Industriais;

B.2 Implementar medidas provisórias;

B2.1 Usar adequadamente o sítio do Aterro Municipal de Manaus;

B2.2 Promover tratamento apropriado para Resíduos Perigosos;

B2.3 Promover o co-processamento.


Medida b1 novo aterro para ri

Medida B1. Novo Aterro para RI

  • Objetivo:Construir um aterro licenciado para a disposição final de RI.

  • Conteúdo:

  • Sistema onde os geradores paguem o preço justo da disposição adequada;

  • Promover o mercado para tratamento e disposição adequados;

  • Além de incentivos tributários, considerar outros formas de incentivo financeiro para a construção do aterro;

  • Considerar os impactos sociais e ambientais.


Medida b2 medidas provis rias medida b2 1 uso do aterro municipal de manaus 1

Medida B2. Medidas Provisórias Medida B2.1. Uso do Aterro Municipal de Manaus (1)

  • Objetivo:Usar sítio desse aterro para disposição final de RI até que o novo aterro esteja construído e licenciado.

  • Conteúdo:

  • Construir um local exclusivo para RINP & resíduos industriais não-inertes em uma área do sítio (ATRINI - Aterro Temporário de Resíduos Industriais Não-Inertes);

  • Os geradores pagariam o preço da disposição no ATRINI;

  • O ATRINI seria rigorosamente separado do local de eliminação de resíduos urbanos.


Medida b2 1 uso do aterro de manaus 2

Medida B2.1. Uso do Aterro de Manaus (2)


Medida b2 2 tratamento apropriado de res duos industriais perigosos rip 1

Medida B2.2.Tratamento apropriado de Resíduos Industriais Perigosos(RIP) (1)

  • Objetivo:Indicar medidas e métodos de promoção do tratamento apropriado de resíduos industriais perigosos.

  • Conteúdo:

  • Promover o uso de resíduos como combustíveis ou matéria-prima em co-processamento;

  • Promover o tratamento suficiente dos RIP não co-processáveis em instalação licenciada, e dispô-los no ATRINI;

  • Os RIP que não puderem ser tratados em Manaus seriam levados a destinação em outro Estado. O armazenamento temporário, inclusive no próprio estabelecimento gerador, teria de ser regulamentado e aprovado pelo IPAAM.


Medida b2 2 medidas e m todos para o tratamento apropriado de res duos industriais perigosos rip 2

Medida B2.2. Medidas e métodos para o tratamento apropriado de resíduos industriais perigosos (RIP) (2)


Medida b2 3 co processamento 1

Medida B2.3.Co-processamento (1)

  • Objetivo:Indicar métodos adequados de co-processamento ideais para tratamento / disposição de resíduos industriais.

  • Conteúdo:

  • Indicar tratamento em fábrica de cimento e os cuidados necessários para tal;

  • No co-processamento, é necessário fomentar empresas capazes de mesclar resíduos de forma que sejam aceitos pela fábrica de cimento.


Medida b2 3 promover o co processamento 2

Medida B2.3.Promover o Co-processamento(2)


Medida b2 3 co processamento 3 empresa de mesclagem de ri l quido para co processamento

Medida B2.3. Co-processamento(3): Empresa de mesclagem de RI líquido para co-processamento


Abordagem c administra o da gest o de res duos industriais

ABORDAGEM C. Administração da Gestão de Resíduos Industriais

C. Fortalecer a administração da Gestão de Resíduos Industriais

C1. Fortalecer a capacidade técnico-

administrativa do IPAAM;

C2. Melhorara gestão das Empresas de Serviço

de Resíduos(ESR);

C3. Fortalecer as normas legais e técnicas;

C4. Fortalecer a cooperação entre IPAAM,

SUFRAMA, Geradores e ESRs.


Medida c1 administra o da gest o de res duos industriais

Medida C1. Administração da Gestão de Resíduos Industriais

  • Objetivo: Fortalecimento do IPAAM e da SUFRAMA

  • Conteúdo:

  • IPAAM - Apontar responsável pela GRI na GMAM - Gerência de Monitoramento Ambiental;

    • A GMAM atuaria com a Gerência de Análise de Informática (GEAI) para desenvolver e administrar o banco de dados (BD_ESR);

  • A SUFRAMA criaria uma Coordenação de Gestão de Resíduos Industriais, designando os seus membros.

    • Esta Coordenação atuaria com a coordenação de TI (CGMOI: Coordenação-Geral de Modernização e Informática /SAD: Superintendência Adjunta de Administrativa), para desenvolver um banco de dados do inventário de resíduos (BD_IR). ;

    • Analisaria dados do BD_IR e os repassaria ao IPAAM para então enviarem o Relatório da GRI do PIM ao IBAMA e ao Ministério Público Estadual.


Medida c2 aperfei oamento da gest o das empresas de servi o de res duos esrs 1

Medida C2. Aperfeiçoamento da Gestão das Empresas de Serviço de Resíduos (ESRs) (1)

  • Objetivo:Conhecer as ESRs que têm Licença de Operação (LO) e suas atividades, e formular um plano para eliminar empresas e atividades não licenciadas.

  • Conteúdo:

  • Enquadrar as ESR nos novos códigos unificados;

  • Sistematizar as condições para obtenção de LO como empresa de tratamento de resíduos;

  • Orientar as ESR na obtenção de LOs apropriadas para as suas efetivas atividades:

    • Coleta e transporte;

    • Tratamento intermediário;

    • Reutilização e reciclagem;

    • Disposição final.

  • Desenvolver banco de dados das ESRs licenciadas (BD_ESR), com informações e acesso para os geradores (clientes);

  • Regulamentar e prevenir a contratação, pelos geradores, de ESRs não licenciadas, e de atividades não licenciadas de outras ESRs.


Medida c2 melhorar o sistema de gest o das esrs 2

Medida C2. Melhorar o Sistema de Gestão das ESRs (2)


Medida c2 aperfei oamento da gest o das empresas de servi o de res duos esrs 3

Medida C2. Aperfeiçoamento da Gestão das Empresas de Serviço de Resíduos (ESRs) (3)


Medida c3 fortalecer as normas t cnicas e legais

Medida C3. Fortalecer as normas técnicas e legais

  • Objetivo:Implementar medidas preventivas do tratamento/destinos impróprios.

  • Conteúdo:

  • Fazer uso do banco de dados e seu sistema de licenciamento e gestão, de modo a promover regras inibindo tanto o tratamento quanto o destino impróprios pelas ESRs;

  • Combater o tratamento/destino impróprios fazendo com que as geradoras contratem unicamente ESR’s licenciadas.


Medida c4 fortalecer a coopera o entre a administra o p blica geradores e esrs 1

Medida C4. Fortalecer a Cooperação entre a Administração Pública, Geradores e ESRs (1)

  • Objetivo: Adotar medidas para que o governo, geradores e ESRs colaborem entre si a fim de “estabelecer um sistema adequado de gestão de resíduos industriais”.

  • Conteúdo:

  • Promover cooperação entre os órgãos de governo;

  • Promover cooperação entre o governo e os geradores de resíduos;

  • Promover cooperação entre o governo e as ESRs;

  • Fortalecer a cooperação entre a Administração Pública, geradores e ESRs.


Medida c4 fortalecer a coopera o entre a administra o p blica geradores e esrs 2

Medida C4. Fortalecer a Cooperação entre a Administração Pública, Geradores e ESRs (2)

CCPGRIA - Comitê de Coordenação para a Promoção da Gestão de Resíduos Industriais Adequada


Abordagem d ambiente de neg cios para as empresas de servi o de res duos

ABORDAGEM D. Ambiente de negócios para as Empresas de Serviço de Resíduos

D. Melhorar o Ambiente de Negócios para as ESRs

D1. Instituirpreçojustoparadisposição de RINP

no Aterro municipal;

D2. Fiscalizar o descarte inadequado de resíduos;

D3. Divulgar, educar etreinar Geradores e ESRs;

D4. Estimular ESRs de interesse preferencial.


Medida d1 cobrar pela disposi o adequada no aterro municipal

Medida D1. Cobrar pela disposição adequada no Aterro Municipal

  • Objetivo: Fazer o aterro municipal, cobrar o preço justo para disposição adequada.

  • Conteúdo:

  • O IPAAM, com apoio da SUFRAMA, trabalharia com a Prefeitura de Manaus visando a um aterro exclusivo para RINP & Não-inertes (ATRINI);

  • IPAAM e SUFRAMA agiriam para assegurar que o Aterro Municipal fosse conduzido de forma a manter resíduos urbanos separados dos RINP & Não-inertes, e também para que fosse cobrado preço suficiente para cobrir custos operacionais e investimentos necessários.


Medida d2 prevenir a disposi o impr pria de res duos

Medida D2. Prevenir a Disposição Imprópria de Resíduos

  • Objetivo: indicar medida regulamentar contra o tratamento/destino impróprios, para que os geradores de resíduos industriais e as ESRs prestem estes serviços corretamente.

  • Conteúdo:

  • O IPAAM trabalharia com a SUFRAMA para que os geradores de resíduos reconheçam e se disponham a pagar os custos correspondentes ao tratamento e a destinação adequados.

  • O IPAAM fortaleceria a fiscalização contra entidades não licenciadas;

  • O IPAAM fortaleceria sua ação contra o tratamento/destino impróprios, praticados pelas empresas licenciadas.


Medida d3 divulgar educar e treinar geradores e esrs

Medida D3. Divulgar, Educar e Treinar Geradores e ESRs

  • Objetivo: Tomar medidas para divulgar, educar e treinar geradores de resíduos e ESRs.

  • Conteúdo:

  • Tornar públicas informações sobre ESRs e geradores de resíduos (fábricas);

  • Treinar e orientar sobre informações técnicas para promover os 3Rs nas fábricas;

  • Realizar seminários para as ESRs, fornecendo treinamento e orientação sobre informações técnicas para tratamento e destinação final.


Medida d4 estimular empresas de servi o de res duos preferenciais

Medida D4. Estimular Empresas de Serviço de Resíduos Preferenciais

  • Objetivo: Indicar medidas para estimular empresas prestadoras de serviços considerados “preferenciais”.

  • Conteúdo:

  • Mostrar bons exemplos em Estados mais avançados como São Paulo, e melhorar o ambiente de negócios para as ESRs.

  • Introduzir o sistema usado por muitas Províncias no Japão, a fim de “promover Empresas de Serviço de Resíduos Preferenciais”.


Sess o 3

Obrigado por sua atenção!

José FelícioHaddad

[email protected](21) 3326-4454(21) 8272-3655


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