E se um bloom de cianobact rias te batesse porta
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E se um bloom de cianobactérias te batesse à porta?. 004-Missão OBS. Escola Secundária Camilo Castelo Branco. Cultura laboratorial de uma estirpe de cianobactérias da espécie Microsistys aeroginosa. Objectivo:.

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E se um bloom de cianobactérias te batesse à porta?

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Presentation Transcript


E se um bloom de cianobact rias te batesse porta

E se um bloom de cianobactérias te batesse à porta?


004 miss o obs

004-Missão OBS

Escola Secundária Camilo Castelo Branco


Cultura laboratorial de uma estirpe de cianobact rias da esp cie microsistys aeroginosa

Cultura laboratorial de uma estirpe de cianobactérias da espécie Microsistysaeroginosa


Objectivo

Objectivo:

  • Determinar a curva de crescimento da Microsistysaeroginosa e posteriores testes de toxidade.

    Condições:

    -Água

    -Z8

    -Nutrientes

    -Luz

    -Oxigénio


Principais dificuldades

Principais dificuldades:

  • Falta de luz na escola que levou à não oxigenação das microalgas, à não iluminação e à falta de aquecimento das mesmas;

  • Fim-de-semana;

  • Trabalhar com a câmara de Neubauer.


Resultados

Resultados:


Segundo fases

Segundo fases:

  • Fase de latência – pelas nossas observações não se verificou esta fase, uma vez que no dia seguinte já se verificava um aumento do número de organismos.


E se um bloom de cianobact rias te batesse porta

  • Fase exponencial – Durante esta fase, observamos que ocorreu um grande aumento no número de microrganismos na cultura, de dia para dia. Pensamos que devido à falta de condições físicas essenciais, nomeadamente luz, temperatura e O2, o crescimento ficou comprometido.


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  • Fase de desaceleração – Esta fase verifica-se precocemente devido às restrições físicas referidas na fase anterior.


E se um bloom de cianobact rias te batesse porta

  • Fase estacionária – Nesta fase deveria haver ausência de crescimento das microalgas. No entanto, nas nossas observações não identificamos esta fase, apenas um efeito previsto pela falta de luz: aumento de pigmentos (as células apresentavam uma coloração mais intensa).


E se um bloom de cianobact rias te batesse porta

  • Fase de Morte – Durante esta fase notou-se declínio no número de células presentes na cultura, até todas as células terem rebentado ou perdido a coloração.


Conclus es

Conclusões

Com base no estudo verificamos que as microalgas se reproduzem muito rapidamente enquanto dispõem de nutrientes, espaço, luz, oxigénio e temperatura elevada.

Concluímos que, hipoteticamente, em condições naturais favoráveis esta espécie se desenvolve rapidamente alastrando-se ao espaço envolvente, causando danos nas áreas afectadas.


E se um bloom de cianobact rias te batesse porta

Com base no protocolo disponibilizado na sítio da Ciência Viva:


E se um bloom de cianobact rias te batesse porta

As Microcystis são cianobactérias, logo organismos procarióticos, fotossintéticos adaptados a uma vasta gama de condições ambientais e tolerantes em inúmeras situações de stress.

Quando as condições são favoráveis o seu desenvolvimento pode surgir em elevadas densidades, sendo este fenómeno descrito como florescência ou bloom.


E se um bloom de cianobact rias te batesse porta

O aumento da carga de nutrientes em resultado de actividades humanas tem sido apontado como uma das causas para o desenvolvimento de blooms.

O aquecimento global cria condições favoráveis ao seu desenvolvimento, uma vez que estes organismos respondem positivamente a um aumento da temperatura.


Que danos podem causar

Que danos podem causar?

O desenvolvimento de cianobactérias tem sido considerado uma ameaça não só em termos de equilibro dos ecossistemas, mas também em termos de saúde pública.

  • Estes organismos produzem compostos tóxicos com efeitos severos a nível do sistema nervoso e órgãos como o fígado e o intestino.


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  • A acumulação de grandes densidades fitoplanctónicas à superfície levam à perda da transparência, impede a penetração da luz nas camadas inferiores e leva à exaustão dos nutrientes.

  • O declínio de uma florescência, leva, no final de vários processos, à falta de oxigénio, podendo ser acompanhado pela morte de peixes e outra fauna aquática.


Coloca o do in culo congelado fornecido de microcystis aeroginosa na placa de po os

Colocação do Inóculo congelado fornecido de Microcystisaeroginosa na placa de poços

Após seguirmos o procedimento (à excepção da contagem das células e do cálculo da concentração celular, uma vez que as células tinham sofrido lise), preparamos as soluções de tóxico tal como é sugerido no protocolo.


Ensaio de toxicidade com art mia salina

Ensaio de toxicidade com Artémia salina

Para a realização do ensaio de toxicidade com a Artémia salina era necessário obter os naúplios respectivos.

Para isso, adicionamos os referidos cistos de artémia a um litro de água com sais marinhos, mantendo a solução iluminada e com oxigenação constante.


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No entanto, no dia seguinte à preparação do inóculo, iniciou-se o fim-de-semana. Como já referimos, a escola desligou a luz no geral durante este período de tempo e as condições físicas pretendidas não foram mantidas.

Assim, quando os crustáceos nasceram, morreram muito prematuramente, uma vez que na segunda feira estavam todos mortos.


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Visualização dos crustáceos ao microscópio depois da sua morte.


Ciclo de vida da art mia salina

Ciclo de Vida da Artémia salina

Os nossos crustáceos morreram nesta fase do ciclo de vida respectivo.


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Com o sucedido, não pudemos realizar o ensaio de toxidade correctamente. No entanto, inferimos que a Artémia salina em contacto com o extracto de Microcystis iria morrer, uma vez que a grande concentração de cianobactérias iria consumir grande quantidade do oxigénio disponível e iria obstruir a passagem de luz, que são condições importantes para a manutenção da vida da Artémia.


Ensaio de toxidade com chlorella vulgaris

Ensaio de Toxidade com Chlorellavulgaris

Para a realização deste ensaio, foi-nos enviado um inóculo já preparado de Chlorellavulgaris. Após termos contabilizado as células e calculado a densidade celular, adicionamos a cada poço já preparado com extracto de Microcystis0,5ml de inóculo de Chlorella.


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Depois de tentarmos manter a placa de poços nas condições oportunas durante as 48h pretendidas, retiramos amostras de cada poço, fixamos com uma gota de lugol e contabilizamos as células vivas.

Os dados recolhidos foram tratados e é apresentado a seguir um gráfico referente à percentagem de inibição para cada uma das concentrações de Microcystis.


Conclus es tiradas gr fico a partir do gr fico

Conclusões tiradas gráfico a partir do gráfico

Pela análise do gráfico verificamos que numa concentração de 1:1 todas as células de Chlorellamorreram, o que demonstra que de facto, grandes concentrações de Microcystis são letais para esta espécie.

Há medida que as concentrações de Microcystisforam diminuindo verificou-se uma maior taxa de sobrevivência de Chlorella (a taxa de inibição é menor).


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No grupo de controlo, verificou-se uma inibição muito próxima de zero, uma vez que o número de células se manteve praticamente constante (apenas morreram 89 células).


Conclus o geral

Conclusão Geral

Após uma reflexão concluímos que foi uma experiencia bastante positiva na medida em que nos possibilitou entrar em contacto com novos materiais, como por exemplo a câmara de Neubauer, com novas espécies de seres vivos e ainda aprofundar os nossos conhecimentos sobre os assuntos desenvolvidos.


Trabalho realizado por

Trabalho realizado por:

  • Ana Guimarães

  • Juliana Sá

  • Ricardo Azevedo

  • Tânia Moreira

    12º B Escola Secundária Camilo Castelo Branco


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