Discord ncias e mecanismos de aumento de resist ncia
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Discordâncias e Mecanismos de Aumento de Resistência PowerPoint PPT Presentation


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Discordâncias e Mecanismos de Aumento de Resistência. Profª Janaína Araújo. DISCORDÂNCIAS. A capacidade de um material se deformar plasticamente está relacionado com a habilidade das discordâncias se movimentarem.

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Discordâncias e Mecanismos de Aumento de Resistência

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Presentation Transcript


Discord ncias e mecanismos de aumento de resist ncia

Discordâncias e Mecanismos de Aumento de Resistência

Profª Janaína Araújo


Discord ncias

DISCORDÂNCIAS

A capacidade de um material se deformar plasticamente está relacionado com a habilidade das discordâncias se movimentarem


Deforma o pl stica

  • Como a maioria dos metais são menos resistentes ao cisalhamento que à tração e compressão, pode-se dizer que os metais se deformam pelo cisalhamento plástico ou pelo escorregamento de um plano cristalino em relação ao outro;

  • O escorregamento de planos atômicos envolve o movimento de discordâncias.

DeformaçãoPlástica


Discord ncias e deforma o pl stica

  • A deformação plástica é o resultado do movimento dos átomos devido à tensão aplicada. Durante este processo ligações são quebradas e outras refeitas;

  • Nos sólidos cristalinos a deformação plástica geralmente envolve o escorregamento de planos atômicos e o movimento de discordâncias;

  • A resistência Mecânica pode ser aumentada restringindo-se o movimento das discordâncias.

Discordâncias e DeformaçãoPlástica


Movimento de discord ncias

Direção de escorregamento

Plano de escorregamento

Uma distância

interatômica

Movimento de Discordâncias


Movimento de discord ncias em cunha e em h lice

Movimento de Discordânciasem Cunha e emHélice


Caracter sticas das discord ncias

  • Quando os metais são deformados plasticamente cerca de 5% da energia é retida internamente, o restante é dissipado na forma de calor;

  • A presença de discordâncias promove uma distorção da rede cristalina de modo que certas regiões sofrem tensões compressivas e outras, tensões de tração.

Características das Discordâncias


Intera o de discord ncias

  • ATRAÇÃO

  • REPULSÃO

Interação de Discordâncias


Movimento de discord ncias e m monocristais

  • Durante a deformação plástica o número de discordâncias aumenta drasticamente;

  • As discordâncias movem-se mais facilmente nos planos de maior densidade atômica (chamados planos de escorregamento). Neste caso, a energia necessária para mover uma discordância é mínima.

Movimento de DiscordânciasemMonocristais


Mecanismos de aumento de resist ncia dos metais

  • Aumento da resistência por adição de elemento de liga (formação de solução sólida ou precipitação de fases);

  • Aumento da resistência por redução do tamanho de grão;

  • Aumento da resistência por encruamento;

  • Aumento da resistência por tratamento térmico (transformação de fase.

Mecanismos de aumento de resistência dos metais


Intera o de discord ncias em solu es s lidas

Quando um átomo de uma impureza esta presente, o movimento da discordância fica restringido, ou seja, deve-se fornecer energia adicional para que continue havendo escorregamento. Por isso soluções sólidas de metais são sempre mais resistentes que seus metais puros constituintes.

Interação de DiscordânciasemSoluçõesSólidas


Deforma o pl stica em materiais policristalinos

  • Devido as diferentes orientações cristalinas presentes, resultantes do grande número de grãos, as direções de escorregamento das discordâncias variam de grão para grão.

DeformaçãoPlásticaemMateriaisPolicristalinos


Aumento da resist ncia por diminui o do tamanho de gr o

  • O contorno de grão funciona como um barreira para a continuação do movimento das discordâncias devido as diferentes orientações presentes e também devido às inúmeras descontinuidades presentes no contorno de grão.

AumentodaResistênciaporDiminuição do Tamanho de Grão


Encruamento ou endurecimento pela deforma o frio

  • É o fenômeno no qual um material endurece devido à deformação plástica (realizado pelo trabalho à frio);

  • Esse endurecimento dá-se devido ao aumento de discordâncias e imperfeições promovidas pela deformação, que impedem o escorregamento dos planos atômicos;

EncruamentoouEndurecimentopelaDeformação à Frio


Encruamento ou endurecimento pela deforma o frio1

  • A medida que se aumenta o encruamento maior é a força necessária para produzir uma maior deformação;

  • O encruamento pode ser removido por tratamento térmico (recristalização).

EncruamentoouEndurecimentopelaDeformação à Frio


Varia o das propriedades mec nicas em fun o do encruamento

O encruamento aumenta a resistência mecânica

O encruamento aumenta o limite de escoamento

O encruamento diminui a ductilidade

Variação das Propriedades Mecânicas em Função do Encruamento


Encruamento e microestrutura

  • Antes da deformação

  • Depois da deformação

Encruamento e Microestrutura


Recristaliza o processo de recozimento para recristaliza o

  • Se os metais deformados plasticamente forem submetidos ao um aquecimento controlado, este aquecimento fará com que haja um rearranjo dos cristais deformados plasticamente, diminuindo a dureza dos mesmos

Recristalização (Processo de RecozimentoparaRecristalização)


Mecanismo que ocorre no aquecimento de um material encruado

ESTÁGIOS:

  • Recuperação;

  • Recristalização;

  • Crescimento de grão.

MecanismoqueOcorre no Aquecimento de um Material Encruado


Mecanismo que ocorre no aquecimento de um material encruado1

Ex: Latão

MecanismoqueOcorre no Aquecimento de um Material Encruado


Recupera o

  • Há um alívio das tensões internas armazenadas durante a deformação devido ao movimento das discordâncias resultante da difusão atômica;

  • Nesta etapa há uma redução do número de discordâncias e um rearranjo das mesmas;

  • Propriedades físicas como condutividade térmica e elétrica voltam ao seu estado original (correspondente ao material não-deformado).

Recuperação


Recristaliza o

  • Depois da recuperação, os grãos ainda estão tensionados;

  • Na recristalização, os grão se tornam novamente equiaxiais (dimensões iguais em todas as direções);

  • O número de discordâncias reduz mais ainda;

  • As propriedades mecânicas voltam ao seu estado original.

Recristalização


Crescimento de gr o

  • Depois da recristalização, se o material permanecer por mais tempo em temperaturas elevadas, o grão continuará à crescer;

  • Em geral, quanto maior o tamanho de grão mais mole é o material e menor é sua resistência

Crescimento de Grão


Temperaturas de recristaliza o

  • A temperatura de recristalização é dependente do tempo;

  • A temperatura de recristalização está entre 1/3 e ½ da temperatura de fusão.

Temperaturas de Recristalização


Temperaturas de recristaliza o1

  • Chumbo - 4C

  • Estanho- 4C

  • Zinco 10C

  • Alumínio de alta pureza 80C

  • Cobre de alta pureza 120C

  • Latão 60-40 475C

  • Níquel 370C

  • Ferro 450C

  • Tungstênio 1200C

Temperaturas de Recristalização


Deforma o a quente e deforma o a frio

  • Deformação a quente:

    • quando a deformação ou trabalho mecânico é realizado acima da temperatura de recristalização do material;

  • Deformação a frio:

    • quando a deformação ou trabalho mecânico é realizado abaixo da temperatura de recristalização do material.

Deformação a Quente e Deformação a Frio


Deforma o a quente

  • Vantagens:

    • Permite o emprego de menor esforço mecânico para a mesma deformação;

    • Promove o refinamento da estrutura do material, melhorando a tenacidade;

    • Elimina porosidades;

    • Deforma profundamente devido a recristalização

Deformação a Quente


Deforma o a quente1

  • Desvantagens:

    • Exige ferramental de boa resistência ao calor, o que implica em custo;

    • O material sofre maior oxidação, formando casca de óxidos;

    • Não permite a obtenção de dimensões dentro de tolerâncias estreitas.

Deformação a Quente


Deforma o a frio

  • Aumenta a dureza e a resistência dos materiais, mas a ductilidade diminui;

  • Permite a obtenção de dimensões dentro de tolerâncias estreitas;

  • Produz melhor acabamento superficial.

Deformação a Frio


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