Antiguidade cl ssica
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Antiguidade Clássica. A Grécia Antiga. Escultura Egípcia. Escultura Grega. A hegemonia cretense (O mito do Minotauro).

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Antiguidade Clássica

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Presentation Transcript


Antiguidade cl ssica

Antiguidade Clássica

A Grécia Antiga


Antiguidade cl ssica

Escultura Egípcia

EsculturaGrega


A hegemonia cretense o mito do minotauro

A hegemonia cretense (O mito do Minotauro)


Antiguidade cl ssica

“(...) bravo com a atitude do rei, Poseidon resolve castigar o mortal. Faz com que a esposa de Minos, Pasífae, se apaixonasse pelo touro. Isso não só aconteceu como também ela acabou ficando grávida do animal. Nasceu desta união o Minotauro. Desesperado e com muito medo, Minos solicitou a Dédalos que este construísse um labirinto gigante para prender a criatura. O labirinto foi construído no subsolo do palácio de Minos, na cidade de Cnossos, em Creta.”


Antiguidade cl ssica

“Após vencer e dominar, numa guerra, os atenienses , que haviam matado Androceu (filho de Minos), o rei de Creta ordenou que fossem enviados todo ano sete rapazes e sete moças de Atenas para serem devorados pelo Minotauro.”


Antiguidade cl ssica

“(...)Teseu escondeu-se entre as paredes do labirinto e atacou o monstro de surpresa. Usou uma espada mágica, que havia ganhado de presente de Ariadne, colocando fim aquela terrível criatura. O herói ajudou a salvar outros atenienses que ainda estavam vivos dentro do labirinto. Saíram do local seguindo o caminho deixado pelo novelo de lã.”


As cidades estado

As cidades-estado


Antiguidade cl ssica

1 Peristyle Court

2 Mint

3 Enneacrounos

4 South stoa

5 Heliaea

6 Strategeion

7 Colonos Agoraios

8 Tholos

9 Agora stone

10 Monument of the Eponymous Heroes

11 Old Bouleuterion

12 New Bouleuterion

13 Temple of Hephaestus (Hephaestion)

14 Temple of Apollo Patroos

15 Stoa of Zeus

16 Altar of the Twelve Gods

17 Royal stoa

18 Temple of Aphrodite Urania

19 Stoa of Hermes

20 Stoa poikile


Antiguidade cl ssica

A pólis e o conceito de cidadânia


Antiguidade cl ssica

Corifeu:É justo que o coro sagrado se torne útil à cidade, com seus conselhos e ensinamentos. Fazemos votos, primeiramente, que se restabeleça a igualdade dos cidadãos e se afaste os motivos de temor. Se alguém errou, iludido pelas manobras do Frínico, acho que se deva conceder aos que se enganaram, após serem absolvidos, o perdão aos seus erros do passado. Julgo também que cidadão algum deva ser privado dos seus direitos (...) Vamos, aplacai vossa cólera vós que sois naturalmente sábios. De todos os homens façamos, de bom grado, uma família com os mesmos direitos; façamo-los nossos concidadãos, se conosco tomaram parte em combates navais.

(As Rãs, Aristófanes, séc V a.C.)


Antiguidade cl ssica

Corifeu: É justo que o coro sagrado se torne útil à cidade, com seus conselhos e ensinamentos. Fazemos votos, primeiramente, que se restabeleça a igualdade dos cidadãos e se afaste os motivos de temor. Se alguém errou, iludido pelas manobras do Frínico, acho que se deva conceder aos que se enganaram, após serem absolvidos, o perdão aos seus erros do passado. Julgo também que cidadão algum deva ser privado dos seus direitos (...) Vamos, aplacai vossa cólera vós que sois naturalmente sábios. De todos os homens façamos, de bom grado, uma família com os mesmos direitos; façamo-los nossos concidadãos, se conosco tomaram parte em combates navais.

(As Rãs, Aristófanes, séc V a.C.)


Antiguidade cl ssica

Coro: Ah! Sofro males sem conta.Todo o meu povo está exposto ao flagelo e meu pensamento não possui arma que nos permita uma defesa. Os frutos desta nobre terra não crescem mais à luz e felizes nascimentos (...) E a cidade perece nessas mortes sem conta. Nenhuma piedade a seus filhos que jazem no chão: eles também são portadores da morte (...).

Édipo: Ouço as suas preces e a essas preces sou eu que respondo. Saibas escutar e acolher as minhas palavras. (...) Falo aqui como homem alheio ao relato que ele acaba de ouvir, alheio ao próprio crime; eu não poderia sozinho levar adiante minha investigação, a menos que dispusesse de algum indício; e, como sou de fato um dos últimos inscritos nesta cidade, é a vós, é a todos os tebanos, que dirijo solenemente meu apelo.


Antiguidade cl ssica

Coro: Ah! Sofro males sem conta. Todo o meu povo está exposto ao flagelo e meu pensamento não possui arma que nos permita uma defesa. Os frutos desta nobre terra não crescem mais à luz e felizes nascimentos (...) E a cidade perece nessas mortes sem conta. Nenhuma piedade a seus filhos que jazem no chão: eles também são portadores da morte (...).

Édipo:Ouço as suas preces e a essas preces sou eu que respondo. Saibas escutar e acolher as minhas palavras. (...) Falo aqui como homem alheio ao relato que ele acaba de ouvir, alheio ao próprio crime; eu não poderia sozinho levar adiante minha investigação, a menos que dispusesse de algum indício; e, como sou de fato um dos últimos inscritos nesta cidade, é a vós, é a todos os tebanos, que dirijo solenemente meu apelo.


As guerras m dicas

As Guerras Médicas


Antiguidade cl ssica

Mesmo contra Mileto, era de se prever o ataque de um numeroso exército, por terra e por mar. Os generais persas tinham-se reunido e formado um único exército para investir contra Mileto, negligenciando as outras povoações. Na frota, os mais ardentes eram os fenícios, e com eles estavam cipriotas recentemente submetidos, cilicianos e egípcios.

Assim, eles avançavam contra Mileto e o resto da Jônia. Os jônios souberam e mandaram seus deputados ao Penionion. Chegando aí, deliberaram e tomaram a decisão de não mobilizar o exército de terra contra os persas. As muralhas das cidades seriam defendidas pelos milésios. A frota seria armada com todos os navios (...). O total de todas as esquadras atingia 353 embarcações.

Tal era a frota dos jônios. Do lado dos bárbaros, o número dos navios era de 600. Quando sua frota chegou às costas milésias e todo o exército de terra estava aí, os generais persas, informados do número dos navios jônios, temeram ser incapazes de vencer e tomar Mileto, já que não dominava o mar – o que lhes faia correr o risco de fracassar, segundo Dário.

(Historia,Heródoto séc. V)


Antiguidade cl ssica

Mesmo contra Mileto, era de se prever o ataque de um numeroso exército, por terra e por mar. Os generais persas tinham-se reunido e formado um único exército para investir contra Mileto, negligenciando as outras as outras povoações. Na frota, os mais ardentes eram os fenícios, e com eles estavam cipriotas recentemente submetidos, cilicianos e egípcios.

Assim, eles avançavam contra Mileto e o resto da Jônia. Os jônios souberam e mandaram seus deputados ao Penionion. Chegando aí, deliberaram e tomaram a decisão de não mobilizar o exército de terra contra os persas. As muralhas das cidades seriam defendidas pelos milésios. A frota seria armada com todos os navios (...). O total de todas as esquadras atingia 353 embarcações.

Tal era a frota dos jônios. Do lado dos bárbaros, o número dos navios era de 600. Quando sua frota chegou às costas milésias e todo o exército de terra estava aí, os generais persas, informados do número dos navios jônios, temeram ser incapazes de vencer e tomar Mileto, já que não dominava o mar – o que lhes faia correr o risco de fracassar, segundo Dário.

(Historia,Heródoto séc. V)


Antiguidade cl ssica

A liga de Delos

(hegemonia ateniense)


Antiguidade cl ssica

A Guerra do Peloponeso


Antiguidade cl ssica

O Império de Alexandre Magno


Antiguidade cl ssica

O Helenismo

"Cada um deve observar as religiões e os costumes, as leis e as convenções, os dias festivos e as comemorações que observavam nos dias de Dario. Cada um deve permanecer persa em seu modo de vida, e viver em sua cidade (...). Porque eu desejo tornar a terra bastante próspera e usar as estradas persas como pacíficos e tranqüilos canais de comércio.“

("Edito de Alexandre para os cidadãos das cidades persas" conquistadas.331 a. C.)


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