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ALTERAÇÕES MORFOLÓGICAS. As alterações morfológicas referem-se às alterações estruturais nas células ou nos tecidos que são característicos de doença ou levam ao diagnóstico do processo etiológico.

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ALTERAÇÕES MORFOLÓGICAS

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Presentation Transcript


Altera es morfol gicas

ALTERAÇÕES MORFOLÓGICAS

As alterações morfológicas referem-se às alterações estruturais nas células ou nos tecidos que são característicos de doença ou levam ao diagnóstico do processo etiológico.

O exercício da patologia diagnóstica se dedica a identificar a natureza e a progressão das doenças por meio do estudo de alterações morfológicas nos tecidos e de alterações químicas nos pacientes.


Altera es morfol gicas1

Alterações Morfológicas

  • As limitações da morfologia no diagnóstico das doenças se tornaram mais evidentes recentemente, e o campo da patologia diagnóstica se expandiu para englobar abordagens moleculares biológicas e imunológicas na análise das doenças. Isso é muito mais evidente no estudo de tumores – carcinoma de mama e tumores de linfócitos, que são morfologicamente idênticos, mas podem apresentar uma evolução, resposta terapêutica e prognóstico bem diversos – do que qualquer outra área.


Altera es morfol gicas2

Alterações Morfológicas

  • Análises moleculares usando técnicas como o microarranjo de DNA começaram a revelar diferenças genéticas que influenciam o comportamento dos tumores. Cada vez mais essas técnicas têm sido utilizadas para expandir, e mesmo superar, métodos morfológicos tradicionais.


Altera es morfol gicas

  • Lesão Celular Reversível. Inicialmente,a lesão se manifesta por meio de alterações funcionais e morfológicas que são reversíveis se o estímulo nocivo for retirado. As características da lesão reversível incluem a redução da fosforilação oxidativa, redução na quantidade de adenosina trifosfato (ATP) e edema celular causado por alterações na concentração de íons e influxo de água.


Altera es morfol gicas

  • Lesão irreversível e morte celular. Com a progressão do dano, a lesão se torna irreversível e a célula, então, não tem mais como se recuperar. Existe um evento bioquímico crítico (o “ataque letal”) responsável pelo ponto irreversível? Não existe uma resposta para esta pergunta. Entretanto, como abordamos mais adiante, nos tecidos isquêmicos, tais como o miocárdio, certas alterações estruturais (p. ex., densidades amorfas nas mitocôndrias, indicativas de dano mitocondrial severo) e funcionais (perda da permeabilidade da membrana) são indicativos de que as células sofreram dano irreversível.


Altera es morfol gicas

  • Células que sofreram lesões irreversíveis invariavelmente sofrem alterações morfológicas que são reconhecidas como morte celular. Existem dois tipos de morte celular, necrose e apoptose, que diferem quanto a sua morfologia, mecanismos, e papéis que desempenham nas doenças e fisiologia (Figura 1-9). Quando o dano às membranas é severo, as enzimas lisossômicas entram no citoplasma e digerem a célula e os componentes celulares vazam, resultando em necrose.


Altera es morfol gicas

  • Alguns estímulos nocivos, especialmente aqueles que danificam o DNA, induzem outro tipo de morte celular, a apoptose, que se caracteriza pela dissolução nuclear sem perda total da integridade das membranas.

  • Enquanto a necrose é sempre um processo patológico, a apoptose ocorre em várias funções normais e não está necessariamente associada à lesão celular. Apesar de enfatizarmos as distinções entre necrose e apoptose, pode haver alguma sobreposição e mecanismos comuns a essas duas vias. Além disso, pelo menos alguns tipos de estímulos podem induzir tanto a apoptose quanto a necrose, dependendo da intensidade e duração do estímulo, da rapidez do processo de morte celular e das alterações bioquímicas induzidas na célula danificada.


Altera es morfol gicas

Figura 1- 9


Hiperplasia

HIPERPLASIA


Altera es morfol gicas

Metaplasia. A, Diagrama de uma metaplasia colunar para escamosa. B, Transformação metaplásica do epitélio escamoso estratificado do esôfago (esquerda) para o epitélio colunar maduro (conhecida como metaplasia de Barret)


Necrose

NECROSE

NECROSE"Morte de uma célula ou de parte de um tecido em um organismo vivo".

Veja leitura complementarsobre apoptose necrose é a manifestação final de uma célula que sofreu lesões irreversíveis. Segundo Guidugli-Neto (1997), o conceito de morte somática envolve a "parada definitiva das funções orgânicas e dos processos reversíveis do metabolismo". A necrose é a morte celular ou tecidual acidental em um organismo ainda vivo, ou seja, que ainda conserva suas funções orgânicas. Vale dizer que é natural que a célula morra, para a manutenção do equilíbrio tecidual. Nesse caso, o mecanismo de morte é denominado de "apoptose" ou "morte programada".


Altera es morfol gicas

Corpo apoptótico (seta) de célula epitelial em neoplasia maligna em língua. A desrregulação do sistema genético celular devido à desdiferenciação (volta ao estágio embrionário), característico do processo neoplásico maligno, pode explicar a observação da morte programada dessas células.

  • Neoplasia


Etiologia da necrose

Etiologia da Necrose

  • A etiologia da necrose envolve todos os fatores relacionados às agressões, podendo ser agrupadas em agentes físicos, agentes químicos e agentes biológicos:

  • 1) Agentes físicos: Ex.: ação mecânica, temperatura, radiação, efeitos magnéticos;

  • 2) Agentes químicos: compreendem substâncias tóxicas e não-tóxicas. Ex.: tetracloreto de carbono, álcool, medicamentos, detergentes, fenóis etc.

  • 3) Agentes biológicos: Ex.: infecções viróticas, bacterianas ou micóticas, parasitas etc.


Altera es morfol gicas

As mudanças na morfostase se dão, principalmente, nos núcleos, os quais apresentam alteração de volume e de coloração à microscopia óptica

  • Transformações nucleares e citoplasmáticas observadas nas células de baço que sofreram necrose por coagulação. Em A, observam-se as células normais que compõem o baço; em B, núcleo em picnose, com diminuição de volume e intensa basofilia (hipercromatismo); em C, cariorrexe, ou seja, distribuição irregular da cromatina, a qual se acumula na membrana nuclear; nessa fase, o núcleo pode se fragmentar (D); em E, dissolução da cromatina e desaparecimento da estrutura nuclear. Observa-se também granulação do citoplasma, o qual se torna também intensamente eosinofílico (HE, 1000X).


Morfostase

Morfostase

  • ) Picnose: o núcleo apresenta um volume reduzido e torna-se hipercorado, tendo sua cromatina condensada; característico na apoptose;

  • 2) Cariorrexe: a cromatina adquire uma distribuição irregular, podendo se acumular em grumos na membrana nuclear; há perda dos limites nucleares;

  • 3) Cariólise ou cromatólise: há dissolução da cromatina e perda da coloração do núcleo, o qual desaparece completamente.

  • Já as modificações citoplasmáticas observadas ao microscópio óptico (essas modificações são secundárias às nucleares, sendo visíveis mais tardiamente) consistem na presença de granulações e espaços irregulares no citoplasma. Este torna-se opaco, grosseiro, podendo estar rompida a membrana citoplasmática. Intensa eosinofilia é característica, decorrente de alterações lisossomais e mitocondriais.


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