Aula 13 enuncia o e discurso ii coes o e coer ncia
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AULA 13: ENUNCIAÇÃO E DISCURSO II: COESÃO E COERÊNCIA PowerPoint PPT Presentation


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AULA 13: ENUNCIAÇÃO E DISCURSO II: COESÃO E COERÊNCIA. DATA: 03-11-2005. PROFA. KYLDES BATISTA VICENTE PROFA. MARISTELA DE SOUZA BORBA. WEB-TUTORA: SIBELE LETÍCIA BIAZOTTO. 1. COESÃO TEXTUAL 2. COERÊNCIA TEXTUAL 3. COESÃO NO DISCURSO JURÍDICO. ENUNCIAÇÃO E DISCURSO II.

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AULA 13: ENUNCIAÇÃO E DISCURSO II: COESÃO E COERÊNCIA

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Presentation Transcript


Aula 13 enuncia o e discurso ii coes o e coer ncia

AULA 13:ENUNCIAÇÃO E DISCURSO II:COESÃO E COERÊNCIA

DATA: 03-11-2005

PROFA. KYLDES BATISTA VICENTE

PROFA. MARISTELA DE SOUZA BORBA

WEB-TUTORA: SIBELE LETÍCIA BIAZOTTO


Enuncia o e discurso ii

1. COESÃO TEXTUAL

2. COERÊNCIA TEXTUAL

3. COESÃO NO DISCURSO

JURÍDICO

ENUNCIAÇÃO E DISCURSO II


O que coes o

O QUE É COESÃO?


Aula 13 enuncia o e discurso ii coes o e coer ncia

É A LIGAÇÃO, A RELAÇÃO, A CONEXÃO ENTRE AS PALAVRAS, EXPRESSÕES OU FRASES DO TEXTO. A COESÃO TEXTUAL É MANIFESTADA POR ELEMENTOS FORMAIS, QUE ASSINALAM O VÍNCULO ENTRE OS COMPONENTES DO TEXTO. (KOCH, 1989)


Principais mecanismos de coes o

RETOMADA DE TERMOS, EXPRESSÕES OU FRASES JÁ DITOS OU SUA ANTECIPAÇÃO;

ENCADEAMENTO DE SEGMENTOS DO TEXTO.

PRINCIPAIS MECANISMOS DE COESÃO


Retomada de termos express es ou frases j ditos ou sua antecipa o

PRONOMINALIZAÇÃO;

ELIPSE;

SUBSTITUIÇÃO VOCABULAR.

RETOMADA DE TERMOS, EXPRESSÕES OU FRASES JÁ DITOS OU SUA ANTECIPAÇÃO:


Pronominaliza o

O ADVOGADO DEFENDEU A CAUSA. ELE ERA MUITO COMPETENTE.

ELE CHEGOU. EL NINHO FOI IMPIEDOSO: DERRUBOU ÁRVORES, DESTRUIU CASAS...

PRONOMINALIZAÇÃO


Elipse

HÁ CÃES BONS PARA A PROTEÇÃO DO LAR. ENFRENTAM TUDO PARA NOS DEFENDER.

SEGUNDO OS MÉDICOS DO PALHAÇO CAREQUINHA, ELE JÁ ESTÁ RECUPERADO DA DESIDRATAÇÃO, PNEUMONIA E ANEMIA. MAS AFIRMARAM QUE ELE DEVERÁ CONTINUAR INTERNADO.

ELIPSE


Substitui o vocabular

SINÔNIMO;

HIPERÔNIMO;

HIPÔNIMO;

ANTONOMÁSIA.

SUBSTITUIÇÃO VOCABULAR


Sin nimo

O RAPAZ OUVIU COM ATENÇÃO, CALMA E TRANQÜILIDADE. DEPOIS, O JOVEM PERDEU A PACIÊNCIA E ESBRAVEJOU.

O PROFESSOR ERA BOM, MAS INDISCIPLINA O MESTRE NÃO TOLERAVA.

SINÔNIMO


Hiper nimo

RELAÇÃO TODO-PARTE:

COMO FRUTAS. DE MELANCIA, EU NÃO GOSTO.

SEMPRE MANDAVA FLORES PARA A NAMORADA, ROSAS DE TODAS AS CORES.

HIPERÔNIMO


Hip nimo

RELAÇÃO PARTE-TODO:

AS ÁGUIAS ESTAVAM OBSERVANDO. AS AVES ESPERAVAM A HORA DE ATACAR.

LIA MUITOS POLICIAIS. GOSTAVA DE TODA ESPÉCIE DE LIVRO.

HIPÔNIMO


Antonom sia

APESAR DA DERROTA ONTEM PARA O CRUZEIRO, O TIMÃO CONTINUA LÍDER DO CAMPEONATO BRASILEIRO.

PELÉ FOI UM GRANDE REPRESENTANTE DO FUTEBOL BRASILEIRO.

ANTONOMÁSIA


Encadeamento de segmentos do texto

CONEXÃO

JUSTAPOSIÇÃO

ENCADEAMENTO DE SEGMENTOS DO TEXTO:


Conex o

AS LEIS ESTÃO AO ALCANCE DE TODOS, MAS MUITOS NÃO AS ENTENDEM.

NÃO FEZ O TRABALHO PORQUE PASSOU A NOITE INTEIRA JOGANDO.

CONEXÃO


Justaposi o

PRECISO SAIR COM URGÊNCIA. TENHO UM COMPROMISSO.

NÃO MEXA NESSES FIOS; LEVARÁ UM CHOQUE.

JUSTAPOSIÇÃO


O que coer ncia textual

O QUE É COERÊNCIA TEXTUAL?


Coer ncia textual

O RÉU FOI CONDENADO A 5 ANOS E 3 MESES, NÃO LHE SENDO CONCEDIDO, POR ISSO, O BENEPLÁCITO DE UM REGIME MAIS BRANDO, DEVENDO CUMPRIR A PENA EM REGIME FECHADO.

AS PENITENCIÁRIAS DE SÃO PAULO NÃO SÃO ADEQUADAS E NÃO OFERECEM CONDIÇÕES SATISFATÓRIAS, REPRESENTANDO, EM ÚLTIMA ANÁLISE, A FALÊNCIA DO SISTEMA CARCERÁRIO.

COERÊNCIA TEXTUAL


Coer ncia textual1

DISTINGUE UM TEXTO DE UM AGLOMERADO DE FRASES.

RELAÇÃO QUE SE ESTABELECE ENTRE AS PARTES DO TEXTO, CRIANDO UMA UNIDADE DE SENTIDO (KOCH & TRAVAGLIA, 1998)

COERÊNCIA TEXTUAL


Coer ncia textual2

QUEM ENTRA NA CHUVA É PARA SE QUEIMAR.

QUEM ENTRA NA CHUVA É PARA SE MOLHAR.

COERÊNCIA TEXTUAL


Coer ncia textual3

NÃO-CONTRADIÇÃO DE SENTIDOS ENTRE PASSAGENS DO TEXTO, NA EXISTÊNCIA DE UMA CONTINUIDADE SEMÂNTICA.

COERÊNCIA TEXTUAL


Coer ncia textual4

REDE QUE PROMOVE A SINTONIA ENTRE AS PARTES E O TODO DE UM TEXTO.

COERÊNCIA TEXTUAL


Coer ncia textual5

COERÊNCIA TEXTUAL

INTRATEXTUAL

EXTRATEXTUAL


Coer ncia intratextual

O ADVOGADO FOI AO FÓRUM, MAS AINDA NÃO TINHA SAÍDO DE CASA.

O ADVOGADO NÃO FOI AO FÓRUM, POIS ELE AINDA ESTÁ EM CASA. ACABEI DE VÊ-LO.

COERÊNCIA INTRATEXTUAL


Coer ncia intratextual1

O JUIZ NÃO FOI TRABALHAR, ENTRETANTO ESTAVA DOENTE.

O JUIZ NÃO FOI TRABALHAR, PORQUE ESTAVA DOENTE.

COERÊNCIA INTRATEXTUAL


Coer ncia extratextual

-- CONHECIMENTO DE MUNDO

-- MECANISMOS GRAMATICAIS E SEMÂNTICOS DA LÍNGUA

COERÊNCIA EXTRATEXTUAL


Coer ncia extratextual conhecimento de mundo

A GALINHA ESTAVA GRÁVIDA.

COERÊNCIA EXTRATEXTUAL: CONHECIMENTO DE MUNDO


Coer ncia extratextual conhecimento de mundo1

FHC VEIO AO TOCANTINS NO MÊS PASSADO.

COERÊNCIA EXTRATEXTUAL: CONHECIMENTO DE MUNDO


Coer ncia textual mecanismos gramaticais e sem nticos da l ngua ambig idade

MARIA DISSE A JOANA QUE ENCONTROU SEU ADVOGADO NO FÓRUM.

COERÊNCIA TEXTUAL: MECANISMOS GRAMATICAIS E SEMÂNTICOS DA LÍNGUAAMBIGÜIDADE


Coes o no discurso jur dico adi o

ASSINALO, AINDA, A DISTÂNCIA NUMÉRICA ENTRE O APARATO JUDICIÁRIO BRASILEIRO E O UNIVERSO AO QUAL ELE DEVE ATENDER. HÁ 20.000 JUÍZES PARA QUASE 350.0000 ADVOGADOS.

COESÃO NO DISCURSO JURÍDICO: ADIÇÃO


Coes o no discurso jur dico elementos de adi o e oposi o

O BRASIL PRECISA RECOMPOR AS DEFICIÊNCIAS DE SUA ECONOMIA EM CRISE E A MAGISTRATURA DEVE PARTICIPAR DESSE ESFORÇO. TODAVIA, O BRASILEIRO NÃO PODE SUPOR QUE A LENTIDÃO DO JUDICIÁRIO IMPEDE ESSA RECUPERAÇÃO.

COESÃO NO DISCURSO JURÍDICO: ELEMENTOS DE ADIÇÃO E OPOSIÇÃO


Coes o no discurso jur dico realce

É CERTO QUE O ADVOGADO É, ANTES DE TUDO, UMA PALADINO DA JUSTIÇA, UM DEFENSOR DA LEI.

COESÃO NO DISCURSO JURÍDICO: REALCE


Coes o no discurso jur dico explica o

O ADVOGADO PRETENDE CONVERSAR COM O JUIZ HOJE, ISTO É, ELE VAI TENTAR FALAR COM ELE, MESMO NÃO TENDO HORA MARCADA.

COESÃO NO DISCURSO JURÍDICO: EXPLICAÇÃO


Coes o no discurso jur dico exclus o

NOTA-SE QUE SOMENTE ADVOGADO E JUIZ PUDERAM FALAR. NAQUELE MOMENTO, O CITADO NÃO TEVE VOZ.

COESÃO NO DISCURSO JURÍDICO: EXCLUSÃO


Coes o no discurso jur dico abertura de crit rio enumerativo

EM PRIMEIRO LUGAR, TENHA-SE PRESENTE QUE GRANDE NÚMERO DOS PROCESSOS CIVIS, FISCAIS E TRABAHISTAS TEM ORIGEM EM ILEGALIDADES PRATICADAS POR ADMINISTRADORES PÚBLICOS.

COESÃO NO DISCURSO JURÍDICO: ABERTURA DE CRITÉRIO ENUMERATIVO


Coes o no discurso jur dico dj seq ncia enumerativa

EM SEGUNDO LUGAR, ACENTUO AS OMISSÕES NO CUMPRIMENTO DO DEVER LEGAL DOS OUTROS PODERES. EXEMPLO MAIS GRITANTE É DO PRÓPRIO LEGISLATIVO, QUE NÃO APROVOU AS LEIS SUPLEMENTARES DA CARTA DE 1998.

COESÃO NO DISCURSO JURÍDICO (DJ): SEQÜÊNCIA ENUMERATIVA


Coes o no d j enumerativo conclusivo

PELA DIALÉTICA, O RELATOR DEVE ANALISAR A QUESTÃO TENDO COMO BASE OS PRÓS E OS CONTRAS.

EM PRIMEIRO PLANO, ELE ANALISA A QUESTÃO EM RELAÇÃO AOS ASPECTOS FAVORÁVEIS.

EM SEGUIDA, HÁ A ANÁLISE DOS FATORES DESFAVORÁVEIS.

FINALMENTE, NA CONCLUSÃO, ELE DECIDE SEU POSICIONAMENTO: OPTA POR UM OU OUTRO FATOR OU, ENTÃO, PROMOVE A CONCILIAÇÃO, SE POSSÍVEL FOR.

COESÃO NO D. J.: ENUMERATIVO, CONCLUSIVO


Coes o no discurso jur dico fechamento conclus o

PELO EXPOSTO, É REQUERIDO À V. EXA. O PAGAMENTO DE TODAS AS PRESTAÇÕES VENCIDAS DESSA COMPRA.

COESÃO NO DISCURSO JURÍDICO: FECHAMENTO, CONCLUSÃO


T picos da aula

COESÃO TEXTUAL

COERÊNCIA TEXTUAL

COESÃO NO DISCURSO JURÍDICO

TÓPICOS DA AULA


T pico da aula coes o

PRONOMINALIZAÇÃO

ELIPSE

SUBSTITUIÇÃO VOCABULAR: SINÔNIMO, HIPERÔNIMO, HIPÔNIMO, ANTONOMÁSIA.

TÓPICO DA AULA: COESÃO


T pico da aula coer ncia

INTRATEXTUAL

EXTRATEXTUAL

TÓPICO DA AULA: COERÊNCIA


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