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Alimentação e exercícios físicos

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Alimentação e exercícios físicos. Dayane Angélica Machado dos Santos Nutricionista – Mestranda PPGAN Juliana da Silva Tomé Lobo Graduanda em Nutrição - UNIRIO. Novembro de 2012. Objetivos do praticante de atividade física quanto à alimentação. Estética: Ganho de peso Perda de peso

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Presentation Transcript
alimenta o e exerc cios f sicos

Alimentação e exercícios físicos

Dayane Angélica Machado dos Santos

Nutricionista – Mestranda PPGAN

Juliana da Silva Tomé Lobo

Graduanda em Nutrição - UNIRIO

Novembro de 2012

objetivos do praticante de atividade f sica quanto alimenta o
Objetivos do praticante de atividade física quanto à alimentação
  • Estética:
    • Ganho de peso
    • Perda de peso
    • Ganho/perda (local)
    • Manutenção
  • Desempenho (atletas)
    • Jogadores de futebol, vôlei, natação

Exercícios leves x Intensos

Endurance x Força

Alimentação

diferenciada

exerc cio a import ncia dos nutrientes1
Exercício: a importância dos nutrientes
  • Carboidratos:
    • Glicogênio - combustível muscular
    • Atletas de explosão (levantamento de peso e provas de curta distância) - nut. fundamental!
    • Necessidades : fracionamento
    • Período de consumo: eficiência

(antes, durante, ou depois?)

(Ribeiro, 2010)

exerc cio a import ncia dos nutrientes2
Exercício: a importância dos nutrientes
  • Carboidratos:

Evita náuseas

Prevenção da fadiga

(em exercícios de endurance)

(Ribeiro, 2010)

exerc cio a import ncia dos nutrientes3
Exercício: a importância dos nutrientes
  • Carboidratos:

Exercícios de longa duração

Alim alto indice glicêmico

(após)

(Perigo: hipoglicemia)

exerc cio a import ncia dos nutrientes4
Exercício: a importância dos nutrientes
  • Proteínas:
    • 5-15% de energia para o exercício

(especialmente prolongado - aeróbio)

    • Músculo esquelético: utilização de ACR (BCAA)
    • Recuperação (pós-exerc.): importância das ptns

consumo de carboidrato - uso proteína muscular

Prejuízo da contração muscular

ACR = BCAA (BranchedChainAminoAcids) – ex. leucina

(Junior et al, 2010)

exerc cio a import ncia dos nutrientes5
Exercício: a importância dos nutrientes
  • Proteínas:
    • Exercício de força - necessidade de ptn

Início x decorrer

do treinamento

hipertrofia

manutenção

A síntese proteica muscular pode permanecer elevada por até 48h pós-exercício

Importância ingestão de carboidratos

e proteínas (APÓS O EXERCÍCIO)

(Junior et al, 2010)

exerc cio a import ncia dos nutrientes6
Exercício: a importância dos nutrientes
  • Proteínas: Exercício de força

Como estimular o crescimento muscular ???

- quebra

+ formação

ação de carboidratos (insulina) e hidrolisados de proteína imediatamente após o exercício

  • AACR (leucina):
          • ação reguladora – após o exercício
          • redução da dor muscular – antes do exercício

(Junior et al, 2010)

exerc cio a import ncia dos nutrientes7
Exercício: a importância dos nutrientes
  • Proteínas:

Mas quanto de proteína é necessário???

Alimentação + suplemento

(se necessário)

Fonte: adaptado de Biesek, Alves e Guerra, 2010

exerc cio a import ncia dos nutrientes8
Exercício: a importância dos nutrientes
  • Proteínas:

Onde podemos encontrar estas proteínas?

Proteína do

soro do leite

(absorção facilitada)

exerc cio a import ncia dos nutrientes9
Exercício: a importância dos nutrientes
  • Proteínas:

Onde podemos encontrar estas proteínas?

Proteínas de

alto valor biológico:

Origem animal

Omissão do jantar

exerc cio a import ncia dos nutrientes10
Exercício: a importância dos nutrientes
  • Proteínas

Opção para equilíbrio do consumo de gordura saturada e colesterol

(Pires et al., 2006)

exerc cio a import ncia dos nutrientes11
Exercício: a importância dos nutrientes
  • Proteínas

DICA IMPORTANTE:

Indivíduos ativos - ingestão energética

  • Excesso:
  • Sobrecarga renal
  • A ingestão excessiva de proteína não implica em maior eficiência no aumento muscular!!!
  • Eficiência:
  • Oferta adequada de energia (carboidratos)

consumo suficiente de proteína

(Junior et al, 2010)

exerc cio a import ncia dos nutrientes12
Exercício: a importância dos nutrientes
  • Lipídios
    • Complementação
    • Baixa ingestão: estoque muscular (desempenho)
    • Treinamentos intensos (>6000kcal): prevenção de desconfortos do TGI.
    • TCM (g. saturada) como ergogênico
      • Concenso atual: não melhora desempenho no exerc. de endurance.
      • Desconfortos digestivos
      • Fonte de g. saturada

(Leser e Alves, 2010)

exerc cio a import ncia dos nutrientes13
Exercício: a importância dos nutrientes
  • Lipídios
    • Importância na função imune

Consumo equilibrado

de AG Saturados

e AG Insaturados

g de w-3/100 gramas de peixe

exerc cio a import ncia dos nutrientes14
Exercício: a importância dos nutrientes
  • Lipídios
    • CLA (Ácido linoleico conjugado)
      • Promessa: gordura abdominal
      • Fontes: carne bovina, leite...

(tratamento térmico)

      • Estudos em humanos: a partir de 2000
      • Mecanismo pouco conhecido
      • Resistência à insulina (5 estudos)

(Leser e Alves, 2010)

exerc cio a import ncia dos nutrientes15
Exercício: a importância dos nutrientes
  • Lipídios
    • CLA (Ácido linoleico conjugado)
      • Alimento x suplemento

Leite: 5,5 mg/g gordura

Ex. 200ml de leite

3% de gordura = 6g

1g de gord. ---- 5,5mg CLA

6g de gord. ---- x = 33 mg

Efeito: doses > 3g

(Leser e Alves, 2010)

exerc cio a import ncia dos nutrientes16
Exercício: a importância dos nutrientes
  • Lipídios
    • Coenzima Q-10
      • Derivada da cana, beterraba e folhas de tabaco.
      • Ação cárdio e neuroprotetora (antioxidante)
      • Hipótese: recuperação muscular ( fadiga)
      • Mecanismos: especulação
      • Absorção (40% dose): refeição rica em gordura
      • Não há consenso na literatura de que a suplementação melhore o rendimento.

(Leser e Alves, 2010)

exerc cio a import ncia dos nutrientes17
Exercício: a importância dos nutrientes
  • Vitaminas e Minerais
    • Maioria das pesquisas: suplementação desnecessária
    • Ingestão > RDI: dose medicamentosa

Associação Americana e Canadense de Dietética e Colégio Americano de Medicina Esportiva

Necessidades aumentadas de atletas podem ser cobertas pela RDI

    • Exceção: omissão de grupo alimentares (guia alimentar)
    • Suplementos: não devem ultrapassar 100% da RDI.

(Biesek, 2010; Andrade e Bianco, 2010)

exerc cio a import ncia dos nutrientes18
Exercício: a importância dos nutrientes
  • Vitaminas e Minerais
    • Suplementos – DEFINIÇÃO:

“São só vitaminas e/ou minerais isolados ou combinados entre si, desde que não ultrapassem 100% de Ingestão Diária Recomendada (DRI). Acima dessa dosagem são considerados medicamentos, podendo ser vendidos apenas com prescrição médica quando apresentam valores acima desses limites”

Portaria nº 33 do Ministério da Saúde (MS),

publicada no Diário Oficial em 1998.

(http://www.anvisa.gov.br/legis/portarias/33_98.htm)

exerc cio a import ncia dos nutrientes19
Exercício: a importância dos nutrientes
  • Vitaminas e Minerais
    • Exemplo: vitamina E (antioxidante)
  • Necessidade de homens e mulheres >14 anos (DRI, 2002):
  • 15 mg ou 22,4 UI/dia (RDA)
  • 1000 mg ou 1490 UI/dia (UL) - cuidado
  • Valores acima: prescrição médica

Considerar alimentação

exerc cio a import ncia dos nutrientes20
Exercício: a importância dos nutrientes
  • Vitaminas e Minerais
    • Toxicidade por excesso:

Fonte: Adaptado de VITOLO, 2008

exerc cio a import ncia dos nutrientes21
Exercício: a importância dos nutrientes
  • Água - a importância da hidratação
    • Carboidrato – [ até 8%]
      • Melhora da absorção de água
      • Substrato energético
    • Bebidas: carboidratos de rápido esvazimanento gástrico

(maltodextrina, frutose)

    • Hidratação:
      • Antes, durante e após os exercícios

(desempenho)

(Guerra, 2010)

exerc cio a import ncia dos nutrientes22
Exercício: a importância dos nutrientes
  • Água - recomendações
    • Antes:
      • Ingestão de 500ml 2h antes do início do exercício
      • Dias quentes: acréscimo de 300ml 30’ antes.
      • Durante:
      • Não confiar na sede
      • 150-250ml a cada 20’ de atividade
    • Depois:
      • 1,5L de líquidos para cada Kg perdido

Bebidas

Hidro-

eletrolíticas

(Guerra, 2010)

exerc cio a import ncia dos nutrientes23
Exercício: a importância dos nutrientes
  • Água – recomendações
    • O que é esperado de uma bebida isotônica?
      • Não causar desconforto
      • Rapidez na passagem pelo estômago e intestino
      • Fornecimento de energia
      • Conter sódio na formulação (eletrólitos)

Retenção de líquidos

      • Temperatura de 15ºC (rapidez)
      • Não ser gaseificada
      • Água pura: desaconselhável (diurese)

Evitar álcool e cafeína após os exercícios

(Guerra, 2010)

guia alimentar para atletas
Guia Alimentar para Atletas
  • Objetivo: dieta equilibrada (proporção)

Pirâmide Alimentar adaptada à população brasileira.

(Philippi et al, 1999)

guia alimentar para atletas1
Guia Alimentar para Atletas

Suplementos

(indicação):

Ingestão

< 1800 kcal

Ginastas ?

Pirâmide de alimentos adaptada à população desportista

(Silva e Biesek, 2010)

guia alimentar para atletas2
Guia Alimentar para Atletas
  • Desportistas Vegetarianos
    • Alimentos fortificados ou suplementados de cálcio:
    • avaliar necessidade (vegans).
    • Necessidade de Vitamina B12
recursos ergog nicos nutricionais
RECURSOS ERGOGÊNICOS NUTRICIONAIS
  • Objetivo: melhora da performance
    • Aumento do músculo
    • Aumento da taxa de energia no músculo
alimentos para praticantes de atividade f sica
Alimentos para praticantes de atividade física
  • Subgrupo dos alimentos para fins especiais, de acordo com a Portaria n° 222, publicada pelo MS, em 1998.
  • Definição:

“Alimentos especialmente formulados e elaborados para praticantes de atividade física, incluindo formulações contendo aminoácidos oriundos da hidrólise de proteínas, aminoácidos essenciais quando usados em suplementação para alcançar alto valor biológico e aminoácidos de cadeia ramificada, desde que não apresentem ação terapêutica ou tóxica”

alimenta o para praticantes de atividade f sica suplementos
Alimentação para praticantes de atividade física - Suplementos
  • Principais nutrientes q têm sido estudados em relação à performance esportiva.

Fonte: Adaptado de Williams, 1998

alimenta o para praticantes de atividade f sica suplementos1
Alimentação para praticantes de atividade física - Suplementos
  • BCAA
    • Leucina (+ sínt. ptn), isoleucina e valina
    • Músculo: depósito de BCAA
    • Fornecimento alternativo de energia (CONTROVERSO*)
    • Liberação de testosterona (pós exercício)
      • Auxílio na hipertrofia muscular
    • glutamina (efeito imunológico indireto)
    • Doses estudadas: 77 a 100mg/kg (até 16g)
    • Efeitos adversos (>20g/dia): raro
      • Transtornos digestivos
      • Comprometimento de outros AA

Dose consumida?

(Alves, 2010, ANVISA, 2010*)

alimenta o para praticantes de atividade f sica suplementos2
Alimentação para praticantes de atividade física - Suplementos
  • BCAA

Interpretando o rótulo...

TOTAL AA: 2200 mg

Ex1.: pessoa de 60kg

37mg/kg (0,037g/kg)

Ex2.: pessoa de 90kg

24mg/kg (0,024g/kg)

Dose estudada:

> 77mg/kg

Necessidades:

> 1g ptn/Kg de peso

alimenta o para praticantes de atividade f sica suplementos3
Alimentação para praticantes de atividade física - Suplementos

Total de AACR (resíduo):

47 + 78,8 + 57,4 = 183,2mg

(em 1g de proteína)

  • Resíduo:
  • subproduto da extração do óleo de soja (farinha)
  • 50% ptn

(Silva et al, 2006)

alimenta o para praticantes de atividade f sica suplementos4
Alimentação para praticantes de atividade física - Suplementos

PTN texturizada de soja (carne de soja)

Com base na informação anterior:

27g de ptn na porção

27 x 183 = 4946

mg BCAA

Fonte: http://www.paodeacucar.com.br/produto/88617/proteina-texturizada-de-soja-granulada-mae-terra-250g

alimenta o para praticantes de atividade f sica suplementos6
Alimentação para praticantes de atividade física - Suplementos
  • Creatina (glicina + arginina + metionina)
    • Uso: futebol, basquete, tênis (atletas profissionais)
      • Movimentos de alta intensidade e curta duração
    • Efeitos: Força, velocidade, massa muscular

Fonte: Adaptada de Balsom et al., 1994

Dose comumente usada: 20-30g/ dia

(Alves, 2010)

alimenta o para praticantes de atividade f sica suplementos7
Alimentação para praticantes de atividade física - Suplementos
  • Creatina
    • Forma (suplementada): Cr monoidratada
    • Dose de carga
      • 4 a 6 doses de 5g/ dia ( absorção)
      • Enchaço celular, retenção de líquido
    • Doses superiores: náuseas, fraqueza, diarréia
    • 1 semana de uso: estoque máximo (músculo)
      • Excesso: excreção na urina
    • Manutenção: 2 – 5g/ dia
alimenta o para praticantes de atividade f sica suplementos8
Alimentação para praticantes de atividade física - Suplementos
  • Creatina
    • Suplementação pode prejudicar a produção pelo organismo.
    • Glicose e cafeína
      • Cr + glicose: 60% no armazenamento.
      • Cafeína: efeito contrário à glicose.
    • Prejuízo à função renal: incomum em saudáveis
      • Maioria dos trabalhos afirmam que a suplementação com Cr não leva à efeitos colaterais. (Limitação: curto espaço de tempo)

(Alves, 2010)

alimenta o para praticantes de atividade f sica suplementos9
Alimentação para praticantes de atividade física - Suplementos
  • HMB
    • Beta-hidroxi-beta-metilbutirato
    • Metabólito da leucina (BCAA)
    • Metabolismo desconhecido
    • Propostas de ação
      • Aumento da força muscular
      • Aumento da massa magra
    • Dose mais usada: 3,0g/dia
    • Efeitos adversos
      • Utilização segura até 2 meses. (na dose citada)

(Alves, 2010)

alimenta o para praticantes de atividade f sica suplementos10
Alimentação para praticantes de atividade física - Suplementos
  • Glutamina
    • AA mais abundante no organismo
    • Justificativas de uso:
      • Combustível para células do sist. Imune
      • Fonte de energia extra em situações de demanda aumentada (exercício intenso)
    • Limitação do uso:
      • Consumo por células intestinais (enterócitos)
    • Dose usual: 5-20g
    • Efeitos adversos: incomuns

Importância: ativ. de longa duração

(Alves, 2010)

alimenta o para praticantes de atividade f sica suplementos11
Alimentação para praticantes de atividade física - Suplementos
  • Arginina
    • Precursora (óxido nítrico):
      • Fluxo sanguíneo (reparo)
    • Fontes:
      • Vegetais (principais). Ex: soja
    • Doses estudadas:
      • 500mg – 30g/dia, por períodos de 3 a 80 dias

Fornecimento adequado de AA essenciais

Suplementação pode ser desnecessária

(Alves, 2010)

alimenta o para praticantes de atividade f sica suplementos12
Alimentação para praticantes de atividade física - Suplementos
  • Cafeína
    • Efeito termogênico
    • Melhora da performance:
      • Economia de glicogênio muscular (endurance)
      • Estímulo à contração Muscular
      • Atividades de alta intensidade e longa duração
    • Doses estudadas: 3,0 a 15mg/kg/dia

Café em infusão (150ml): 103mg de cafeína

Supondo um indivíduo de 70kg as recomendações seriam: 210 – 1050mg

(Alves, 2010)

alimenta o para praticantes de atividade f sica suplementos13
Alimentação para praticantes de atividade física - Suplementos
  • Cafeína
    • Variação nas tolerâncias individuais
    • Contra-indicação: cardiopatas e hipertensos
    • Doses elevadas:
      • Arritmias, tremores, desidratação, alteração na temperatura corporal...

(Alves, 2010)

De acordo com a Agência Mundial Antidoping, a partir de janeiro de 2004, a cafeína foi retirada da lista de substâncias proibidas (p/ atletas).

Dose: 140 e 560 mg (ANVISA, 2008)

mais informa es
Mais informações
  • http://www4.anvisa.gov.br/base/visadoc/CP/CP%5B24416-1-0%5D.PDF

novas regras para os alimentos destinados aos atletas

(o termo “praticantes de atividade física é substituído”)

alimenta o no futebol
Alimentação no futebol
  • Futebol: exercícios intermitentes de intensidade variável
    • 88% - atividade aeróbia
    • 12% - atividade anaeróbia de alta intensidade
  • Gasto energético médio: 3150 – 4300 kcal
    • Variação entre as posições

(Guerra, 2010)

alimenta o no futebol1
Alimentação no futebol
  • Dieta pré-competição

Digestão não deve

competir com

os músculos

Evitar ingestão de carboidratos 30 min antes das partidas

Hipoglicemia nos primeiros 20’ de exercício

(prejuízo do desempenho)

EFEITO REBOTE

(Guerra, 2010)

alimenta o no futebol2
Alimentação no futebol
  • Dieta pré-competição
    • Refeições – recomendações:
      • Moderação em gordura e fibras
      • Total de carboidrato: 5g/kg de peso (reserva)
      • Alimentos ricos em carboidratos

(preferência de baixo índice glicêmico - IG):

alimenta o no futebol3
Alimentação no futebol
  • Dieta pós-competição
    • Vários jogos em um único período de tempo:

Importância da recuperação

    • Atenção: Reposição de glicogênio e líquidos
  • Consumo de carboidrato:
  • IMEDIATAMENTE após o fim do jogo (até 2h)
  • Enzimas mais ativas
  • Priorizar alimentos de IG moderado a alto

(Guerra, 2010)

treinamento contra resist ncia
Treinamento contra-resistência
  • Objetivo: massa muscular
  • Regras gerais:
    • oferecer energia: antes e depois do treino
    • Reverter o quadro metabólico após o treino
    • Manter o perfil anabólico nas próximas horas após o treino.
    • Fases:
      • Energética, Anabólica e de Crescimento

CATABOLISMO ANABOLISMO

Esquema NTS – Nutrient Timing System

(Ivy e Portman, 2004)

(Guerra, 2010)

treinamento contra resist ncia1
Treinamento contra-resistência

Fonte: Adapatado de Ivy et al., 2004

(Guerra, 2010)

Nutrientes adequados em momentos apropriados

treinamento contra resist ncia2
Treinamento contra-resistência
  • Fase Energética (antes):

Digestibilidade

Supressão

Imunológica,

Dano muscular

Fadiga

(Guerra, 2010; Ivy et al., 2004)

treinamento contra resist ncia3
Treinamento contra-resistência
  • Fase energética:

Wheyprotein + ACR

+ glutamina

treinamento contra resist ncia4
Treinamento contra-resistência
  • Fase Anabólica (janela da oportunidade):

Sugestão:

Formação da mistura em suco de acerola.

Fonte: adaptado de Ivy et al., 2004

Alternativa: adição de selênio e zinco em substituição à glutamina (resultados contraditórios)

(Guerra, 2010)

treinamento contra resist ncia5
Treinamento contra-resistência
  • Fase de Crescimento (flexíbilidade)*

Imediata (4h após)

Manutenção

(16h após)

Fonte: adaptado de Ivy et al., 2004

*Sugestão: substituir por alimento... Lembrando:

27g de ptntexturizada possui 5g de BCAA (sendo 2,1g de leucina)

(Guerra, 2010)

treinamento contra resist ncia6
Treinamento contra-resistência
  • Fase de Crescimento

Mínimo de 2g de caseína em

100g/ml leite

Fonte: Zanela et al, 2006

treinamento contra resist ncia7
Treinamento contra-resistência
  • Recomendações Gerais:
    • NTS: 2,0 a 2,75g/kg (previsão de oferta)
    • Sociedade Internacional de Nutrição Esportiva (2007): limite de 2,0g/kg/dia (exercício de força).
    • Adaptação ao treinamento:
      • Atletas experientes:
    • Oferta proteica + adequação energética: fundamental

Retenção

Necessidade

refer ncias
referências

ALVES, Letícia Azen. Recursos Ergogênicos Nutricionais. In: BIESEK, S.; ALVES; L.A.; GUERRA, I. (Org.). Estratégias de Nutrição e Suplementação no Esporte. Barueri, SP: Manole, 2010. p.265-297

ANDRADE, Priscila de Mattos Machado; Bianco, Camila. Os Minerais no Exercício. In: BIESEK, S.; ALVES; L.A.; GUERRA, I. (Org.). Estratégias de Nutrição e Suplementação no Esporte. Barueri, SP: Manole, 2010. p. 125

BIESEK, Simone. As Vitaminas no Exercício. In: BIESEK, S.; ALVES; L.A.; GUERRA, I. (Org.). Estratégias de Nutrição e Suplementação no Esporte. Barueri, SP: Manole, 2010. p. 99

BIESEK, Simone; Alves, Letícia Azen. Determinando as Necessidades Dietéticas. In: BIESEK, S.; ALVES; L.A.; GUERRA, I. (Org.). Estratégias de Nutrição e Suplementação no Esporte. Barueri, SP: Manole, 2010. p. 254-258

GUERRA, Isabela. Futebol. In: BIESEK, S.; ALVES; L.A.; GUERRA, I. (Org.). Estratégias de Nutrição e Suplementação no Esporte. Barueri, SP: Manole, 2010. p.358-360

GUERRA, Isabela. Hidratação no Exercício. In: BIESEK, S.; ALVES; L.A.; GUERRA, I. (Org.). Estratégias de Nutrição e Suplementação no Esporte. Barueri, SP: Manole, 2010. p. 148-161

refer ncias1
referências

IVY, J; PORTMAN, R. Nutrient timing. New York: Basic Health, 2004

JUNIOR, Jonas Alves de Araújo; ROGERO, Marcelo Macedo; TIRAPEGUI, Júlio. Proteínas e Exercício Físico. In: BIESEK, S.; ALVES; L.A.; GUERRA, I. (Org.). Estratégias de Nutrição e Suplementação no Esporte. Barueri, SP: Manole, 2010. p. 28-43

LESER, Suzane; ALVES, Letícia Azen. Os Lipídios no Exercício. In: BIESEK, S.; ALVES; L.A.; GUERRA, I. (Org.). Estratégias de Nutrição e Suplementação no Esporte. Barueri, SP: Manole, 2010. p. 63-76

NETTO, Raquel Simões Mendes. Treinamento Contrarresistência. In: BIESEK, S.; ALVES; L.A.; GUERRA, I. (Org.). Estratégias de Nutrição e Suplementação no Esporte. Barueri, SP: Manole, 2010. p.396-410

PHILIPPI, ST et al. Pirâmide alimentar adaptada: guia para escolha dos alimentos. Rev Nutr, v12, n. 1, 1999.

PIRES, Christiano Vieira et al . Qualidade nutricional e escore químico de aminoácidos de diferentes fontes protéicas. Ciênc. Tecnol. Aliment.,  Campinas,  v. 26,  n. 1, Mar.  2006.

RIBEIRO, Beatriz Gonçalves. Os Carboidratos no Exercício. In: BIESEK, S.; ALVES; L.A.; GUERRA, I. (Org.). Estratégias de Nutrição e Suplementação no Esporte. Barueri, SP: Manole, 2010. p. 3-16

refer ncias2
referências

SILVA, Maria Sebastiana et al . Composição química e valor protéico do resíduo de soja em relação ao grão de soja. Ciênc. Tecnol. Aliment.,  Campinas,  v. 26,  n. 3, Sept.  2006.  

VITOLO, Márcia Regina. Nutrição: da Gestação ao Envelhescimento. Ed. Rubio, 2008

ZANELA, Maira Balbinotti et al . Qualidade do leite em sistemas de produção na região Sul do Rio Grande do Sul. Pesq. agropec. bras.,  Brasília,  v. 41,  n. 1, Jan.  2006 . 

Sites:

  • http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI63268-15201-2,00-SAIBA+O+QUE+BEBER+EM+CADA+ATIVIDADE+FISICA.html
  • http://nutricaoparaoesporte.blogspot.com.br/2010/03/excelente-proteina.html
  • http://www.mundoverde.com.br/BibliotecaArtigo.asp?Id_ArtigoCategoria=6
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