Pesquisa bibliogr fica mediatizada pelas novas tecnologias
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PESQUISA BIBLIOGRÁFICA MEDIATIZADA PELAS NOVAS TECNOLOGIAS. Gildenir Carolino Santos. 1 – TIPOS DE PESQUISA. 1.1. Pesquisa – Conceitos 1.2 Pesquisa Educacional 1.3 Pesquisa Bibliográfica 1.3.1 Fontes de Informação Primária, Secundária e Terciária. Pesquisa.

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PESQUISA BIBLIOGRÁFICA MEDIATIZADA PELAS NOVAS TECNOLOGIAS

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Pesquisa bibliogr fica mediatizada pelas novas tecnologias

PESQUISA BIBLIOGRÁFICA MEDIATIZADA PELAS NOVAS TECNOLOGIAS

Gildenir Carolino Santos

(c) by autor, 2005


1 tipos de pesquisa

1 – TIPOS DE PESQUISA

  • 1.1. Pesquisa – Conceitos

  • 1.2 Pesquisa Educacional

  • 1.3 Pesquisa Bibliográfica

  • 1.3.1 Fontes de Informação Primária, Secundária e Terciária

(c) by autor, 2005


Pesquisa bibliogr fica mediatizada pelas novas tecnologias

Pesquisa

(c) by autor, 2005


1 1 pesquisa conceito

1.1 Pesquisa - Conceito

A palavra Pesquisa em sua definição mais

ampla significa :

“Procurar em toda a parte, aquilo que tem por finalidade a descoberta de novos conhecimentos do domínio científico, literário, artístico, etc.”

(c) by autor, 2005


1 1 pesquisa conceito1

1.1 Pesquisa - Conceito

No campo da Biblioteconomia e Ciência da

Informação a palavra pesquisa significa :

“Direcionar a busca por novos conhecimentos, armazenados em formas impressas ou eletrônicas, através de um levantamento breve ou exaustivo”

(c) by autor, 2005


1 2 pesquisa educacional

1.2 Pesquisa Educacional

  • Processo presente nas diversas áreas do conhecimento humano, responsável por sua produção

  • Apresenta uma série de elementos baseados na perspectiva de acontecimentos o qual assumem formatos empíricos e teóricos

(c) by autor, 2005


1 3 pesquisa bibliogr fica

1.3 Pesquisa Bibliográfica

  • Realizada a partir de levantamentos de materiais com dados já analisados e publicados por meios escritos e/ou eletrônicos (livros, artigos científicos, páginas na Web)

  • Regida pela pesquisa documental, que trabalha com dados que ainda não receberam tratamento analítico e ainda não foram publicados.

  • Utilizada para a coleta de dados gerais ou específicos de determinado assunto.

  • Atividade destinada a consulta de fontes documentais diversas da informação impressa ou eletrônica

(c) by autor, 2005


Pesquisa bibliogr fica mediatizada pelas novas tecnologias

Fontes documentais

obras literárias

de leitura corrente obras de divulgação

livros dicionários

de referência informativa enciclopédias

remissiva anuários

Fontes almanaques

Bibliográficas

publicações jornais

periódicas revistas

impressos diversos

Fonte: GIL, A .C. Como elaborar projetos de pesquisa, 2002.

(c) by autor, 2005


Fases da pesquisa bibliogr fica

Fases da Pesquisa Bibliográfica

  • Identificação de fontes

  • Localização

  • Compilação (documentação: citação e referenciação)

(c) by autor, 2005


1 3 1 fontes de informa o

1.3.1 Fontes de Informação

  • Primárias

  • Secundárias

  • Terciárias

(c) by autor, 2005


Fontes prim rias

Fontes Primárias

  • São aquelas que contêm informações originais ou, pelo menos, novas interpretações de fatos ou idéias já conhecidas;

  • Os documentos primários são geralmente produzidos com a interferência direta do autor da pesquisa;

  • Por sua natureza as fontes primarias são dispersas e desorganizadas do ponto de vista da produção, divulgação e controle.

(c) by autor, 2005


Fontes prim rias1

Congressos e conferências

Legislação

Nomes e marcas comerciais

Normas técnicas

Patentes

Periódicos

Projetos de Pesquisa em andamento

Relatórios técnicos

Teses e dissertações

Traduções

Fontes Primárias

(c) by autor, 2005


Fontes secund rias

Fontes Secundárias

  • Têm a função de facilitar o uso do conhecimento disperso nas fontes primárias;

  • Apresentam a informação filtrada e organizada de acordo com um arranjo definido, dependendo de sua finalidade;

(c) by autor, 2005


Fontes secund rias1

Bases de dados e bancos de dados

Bibliografias e índices

Biografias

Catálogos de bibliotecas

Centros de pesquisa e laboratórios

Dicionários e enciclopédias

Dicionários bilíngües e multilingües

Feiras e exposições

Filmes e vídeos

Fontes históricas

Livros

Manuais

Internet

Museus, arquivos e coleções científicas

Siglas e abreviaturas

Tabelas, Unidades de medidas e estatísticas

Fontes Secundárias

(c) by autor, 2005


Fontes terci rias

Fontes Terciárias

  • As fontes terciárias têm a função de guiar o usuário para as fontes primárias e secundárias.

(c) by autor, 2005


Fontes terci rias1

Fontes Terciárias

  • Bibliografias

  • Serviços de indexação e resumos

  • Catálogos coletivos

  • Guias de Literatura

  • Bibliografias de bibliografias

  • Bibliotecas e Centros de Informação

(c) by autor, 2005


2 formas de pesquisa

2 - FORMAS DE PESQUISA

  • 2.1 Pesquisa Local

  • 2.2 Pesquisa Remota

(c) by autor, 2005


2 1 pesquisa local

2.1 Pesquisa Local

  • Consiste na ida do usuário até o local da pesquisa, no caso das diversas unidades de informação (bibliotecas, centros de documentação, arquivos);

  • Modalidade em que as unidades de informação ainda não dispõem de acervos automatizados;

  • Procedimento de buscas realiza-se através dos catálogos manuais, dispostos em índices de recuperação (autor, título e assunto).

(c) by autor, 2005


2 2 pesquisa remota acesso remoto

2.2 Pesquisa Remota (Acesso remoto)

  • Relaciona-se a comunicação a distância com equipamento de processamento de dados através de uma linha de comunicação.

  • Acesso a um computador via rede para execução de comandos

  • Possibilita acesso e consulta em tempo real a centenas de bibliotecas e bancos de dados especializados nos mais diversos assuntos.

(c) by autor, 2005


3 a internet como fonte de pesquisa breve hist rico

3 – A INTERNET COMO FONTE DE PESQUISA: BREVE HISTÓRICO

  • 3.1 Recursos para o uso de envio de dados e documentação

  • 3.1.1 E-mail

  • 3.1.2 Chat (Sala de bate-papo)

  • 3.1.3 Lista de discussão

  • 3.1.4 FTP

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Internet breve hist rico

Internet – Breve Histórico

  • Origem no final de 1969

  • Experiência realizada pelo governo norte-americano na área de redes de comutação de pacotes.

  • A princípio denominada ARPANET “avó da Internet” (conjunto de redes de computadores interligados, ou seja uma rede das redes)

  • Acrônimo de Intercommunication Network (rede de intercomunicação)

(c) by autor, 2005


Internet breve hist rico1

Internet – Breve Histórico

  • A partir de 1987 passou a ser usada comercialmente

  • No Brasil, em 1990 a FAPESP (Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de São Paulo) conectou-se a Internet

  • 1990 também foi criada a RNP (Rede Nacional de Pesquisa), iniciativa do Ministério da Ciência e Tecnologia

  • 1995 – Ministério das Comunicações e o Ministério da Ciência e Tecnologia decidiram implantar uma rede integrada entre instituições acadêmicas e comerciais

(c) by autor, 2005


Internet breve hist rico2

Internet – Breve Histórico

  • Atualmente conecta mais de 1 milhão de computadores e sua velocidade de crescimento em termos de acesso e novos assinantes aumenta mensalmente.

  • Tornou-se indispensável fonte de pesquisa para os diversos campos de conhecimento.

  • A comunicação é a essência da conexão em rede

  • A Internet oferece através do acesso em linha uma variedade de recursos de comunicação e recuperação de informações

(c) by autor, 2005


3 1 recursos para o uso de envio de dados e documenta o

3.1 – Recursos para o uso de envio de dados e documentação

[...] representa um extraordinário acervo de dados que está colocado à disposição de todos os interessados, e que pode ser acessado com extrema facilidade por todos, graças aos recursos informacionais e comunicacionais acessíveis mundialmente.

(SEVERINO, 2000, p.133)

(c) by autor, 2005


3 1 1 e mail correio eletr nico

3.1.1 E-mail (correio eletrônico)

  • Surgiu em 1972 nos Estados Unidos

  • Ferramenta mais utilizada na Internet

  • Permite : a troca de mensagens e compartilhamento de informações; o envio e recebimento de textos simples, arquivos de áudio, planilhas eletrônicas, imagens, anexos (arquivos atachados), podendo utilizar dispositivos de segurança para encriptografar as mensagens;

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3 1 1 e mail correio eletr nico1

3.1.1 E-mail (correio eletrônico)

  • O e-mail é composto por nome do proprietário, provedor, tipo de categoria e país

  • Ex:

[email protected]

Nome do proprietário

Provedor

Categoria

País

(c) by autor, 2005


3 1 2 chat sala de bate papo

3.1.2 Chat (Sala de bate-papo)

  • Palavra derivada do inglês, significa “ bate-papo”

  • São conversas interativas on-line conduzidas através da Internet pela digitação de mensagens

  • Serviço que possibilita a comunicação, entre vários usuários pela Internet, independente de sua localização geográfica

(c) by autor, 2005


3 1 3 lista de discuss o

3.1.3 Lista de discussão

  • Funcionam como extensão do correio eletrônico

  • Possibilita a comunicação entre membros de um projeto ou de pessoas interessadas em temas específicos.

  • As listas de discussões podem ser abertas ou restritas a participação de novos indivíduos

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3 1 3 lista de discuss o1

3.1.3 Lista de discussão

  • Estrutura

    nome da [email protected] da lista.categoria.país

(c) by autor, 2005


3 1 4 ftp

3.1.4 FTP

  • File Transfer Protocol (Protocolo de transferência de arquivos)

  • Principal método de transferência de arquivos utilizado na Internet

  • Recurso utilizado para dispor e manter diretórios específicos as homepages na Internet

(c) by autor, 2005


4 as bibliotecas e sua evolu o

4 – AS BIBLIOTECAS E SUA EVOLUÇÃO

  • 4.1 Tradicionais

  • 4.2 Eletrônicas

  • 4.3 Virtuais

  • 4.4 Digitais

(c) by autor, 2005


Pesquisa bibliogr fica mediatizada pelas novas tecnologias

(c) by autor, 2005


4 1bibliotecas tradicionais

4.1Bibliotecas Tradicionais

  • As bibliotecas tradicionais são aquelas instaladas em prédios físicos, onde se armazenam as coleções de livros, publicações periódicas e outros materiais de valor para a sua existência.

  • Possuem suas seções técnicas e são considerados verdadeiros organismos vivos que servem de poderosas fontes de instrução e de difusão cultural.

(c) by autor, 2005


4 1 1 exemplo de bibliotecas tradicionais

4.1.1 Exemplo de bibliotecas tradicionais:

  • Biblioteca Central da UNICAMP

  • Biblioteca Prof. Joel Martins da Faculdade de Educaçãoda UNICAMP

  • Biblioteca Nacional (RJ)

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(c) by autor, 2005


4 2 bibliotecas eletr nicas

4.2 Bibliotecas Eletrônicas

  • As bibliotecas eletrônicas formadas inicialmente por CD-ROM, com armazenagem de dados locais, são também denominadas de acordo com a literatura biblioteca digitais.

  • A partir da introdução da Internet, algumas dessas bibliotecas passaram a disponibilizar as suas informações via rede, tornando-as bibliotecas virtuais/digitais.

(c) by autor, 2005


4 3 bibliotecas virtuais

4.3 Bibliotecas Virtuais

  • O conceito mais enfatizado de biblioteca virtual está no emprego universal de computação avançada em alta velocidade e possibilidades de telecomunicações, acesso e distribuição dos recursos informacionais.

    (SANTOS; RIBEIRO, 2003)

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4 3 1 exemplo de biblioteca virtual

4.3.1 Exemplo de Biblioteca Virtual

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4 4 bibliotecas digitais

4.4 Bibliotecas Digitais

  • Para uma definição mais clara sobre biblioteca digital, conceituamos como aquela biblioteca que “[...] disponibiliza seu acervo via Internet ou outro acesso on-line, onde os documentos bibliográficos estão digitalizados”, ou melhor, dispõe de seu conteúdo na Internet.

    (SANTOS; RIBEIRO, 2003, p. 31)

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4 4 1 exemplo de biblioteca digital

4.4.1 Exemplo de Biblioteca Digital

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5 como navegar na internet para realizar pesquisa

5 – COMO NAVEGAR NA INTERNET PARA REALIZAR PESQUISA

  • 5.1 Técnicas de busca

  • 5.2 Catálogos bibliográficos eletrônicos

  • 5.3 Estratégia de busca

  • 5.4 Levantamento e seleção de material bibliográfico

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5 1 t cnicas de busca

5.1 Técnicas de busca

  • A Internet possibilita a utilização de uma variedade de técnicas na busca de informações para realização da pesquisa bibliográfica.

  • Dentre as técnicas de busca mais comuns, está a localização de materiais bibliográficos recuperados através do nome do autor, título ou assunto das obras.

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5 2 cat logos bibliogr ficos eletr nicos

5.2 Catálogos bibliográficos eletrônicos

  • O catalogo bibliográfico é o veículo principal para difundir o conteúdo da coleção, da biblioteca, pois o conjunto de fichas, no caso do catálogo impresso, e de dados bibliográficos para o catálogo eletrônico determinam a existência ou não de determinada obra conhecida pelo autor, título, sua localização e quais os documentos que a biblioteca possui, sobre um determinado assunto e onde pode ser encontrado.

    (CORTEZ, 1987 apud ARRUDA; CHAGAS, 2002).

(c) by autor, 2005


5 3 estrat gia de busca

5.3 Estratégia de busca

  • AND/E – Recupera a interseção de dois termos refinando a busca. Todos os registros devem conter as duas palavras-chave especificadas.

  • OR/OU – Agrupa os termos de pesquisa num único conjunto, quando qualquer um deles é recuperado. Utilizado para pesquisas mais gerais.

  • AND NOT/NÃO – Elimina termos não desejados ou irrelevantes de uma pesquisa, este operador deve ser utilizado com cuidado para não excluir trabalhos importantes durante a busca.

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5 4 levantamento e sele o de material bibliogr fico

5.4 Levantamento e seleção de material bibliográfico

  • A escolha do tema constitui importante passo na elaboração de uma pesquisa bibliográfica. Isso não significa, porém, que o pesquisador de posse de um tema já esteja em condições de formular seu problema de pesquisa [...]

  • O levantamento bibliográfico preliminar depende de muitos fatores, tais como complexidade do assunto e o nível de conhecimento que o pesquisador já dispõe a respeito [...].

    (GIL, 2002, p. 61)

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6 mecanismos de busca x cat logos bibliogr ficos

6 – MECANISMOS DE BUSCA x CATÁLOGOS BIBLIOGRÁFICOS

  • 6.1 Fontes de informação eletrônica

  • 6.2 Ferramentas de busca

  • 6.3 Navegadores de busca

  • 6.4 Sites de busca especializados

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6 1 fontes de informa o eletr nica

6.1 Fontes de informação eletrônica

  • INTERNET

    • Periódicos científicos - Bireme/Scielo

    • Dissertações/teses - UNICAMP

    • Dissertações/teses brasileiras - IBICT

    • Periódicos científicos nacionais - SEER/IBICT

  • CD-ROM

    • Anais de Encontros científicos

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6 2 ferramentas de busca

6.2 Ferramentas de busca

  • São divididas em duas categorias:

    • Catálogos ou diretórios

    • Ex: google, yahoo, scirus, scholar .google, cade?; diretórios: MSN br, Starmedia, yahoo br.

    • Mecanismos de buscas ou metabuscadores

    • Ex: achei, cade?, lycos; metabuscadores: infind, metacrawler, Miner.

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Pesquisa bibliogr fica mediatizada pelas novas tecnologias

Pesquisa na Internet


6 2 ferramentas de busca1

Diretório

Endereço

O que permite

Cadê?

www.cade.com.br/

Também considerado como diretório. Um dos mais populares mecanismos de busca do Brasil. Possui também busca avançada.

MSN BR

www.msn.com.br/

É um diretório de busca organizado pelo MSN da Microsoft.

Starmedia

www.starmedia.com/

Buscas por diretório e palavras.

Yahoo BR

www.yahoo.com.br/

Permite busca por diretório e por palavras.

6.2 Ferramentas de busca

  • Diretórios

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6 2 ferramentas de busca2

Mecanismo

Endereço

O que permite

Achei

www.achei.com.br/

Permite busca por diretório e por palavras

Cadê?

www.cade.com.br/

Um dos mais populares mecanismos de busca do Brasil. Possui também busca avançada.

HotBot

www.hotbot.com/

Excelente para recuperar informações sobre pessoas e instituições.

Lycos

www.lycos.com/

Oferece diversas opções de busca e os itens recuperados são relacionados por ordem de relevância.

6.2 Ferramentas de busca

  • Mecanismos

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6 2 ferramentas de busca3

Metabuscador

Endereço

O que permite

InFind

www.infind.com

Metabuscador, faz pesquisa rápida nos mais importantes mecanismos de busca.

Metacrawler

www.crawler.com

Oferece busca simultânea em diversos índices.

Miner

www.miner.uol.com.br/

Metabuscador que faz pesquisa em diversos mecanismos brasileiros e estrangeiros. No mesmo site existe botão o Metaminer, que faz busca simultânea em quatros mecanismos brasileiros e cinco estrangeiros.

6.2 Ferramentas de busca

  • Metabuscadores

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6 3 navegadores de busca

6.3 Navegadores de busca

  • WWW nasceu na Suíça em 1991

  • Browser ou navegador

    • Netcaspe navigator - Netscape Corporation

    • Internet Explorer - Microsoft Corporation

(c) by autor, 2005


6 4 sites de busca especializados

6.4 Sites de busca especializados

  • São aqueles organizados com temas específicos, permitindo a recuperação de documentos científicos:

    • UNICAMP

    • USP

    • UNESP

  • Sites de bases de dados integradas também de acesso gratuito:

  • UNIBIBLIWEB, LILACS, EDUBASE, etc.

(c) by autor, 2005


7 orienta es quanto a localiza o do material no acervo de uma biblioteca

7 – ORIENTAÇÕES QUANTO A LOCALIZAÇÃO DO MATERIAL NO ACERVO DE UMA BIBLIOTECA

  • Identificação do material

  • Número de chamada ou código do material

(c) by autor, 2005


7 1 identifica o do material

7.1 Identificação do material

  • Localização através do catálogo bibliográfico automatizado

  • Acervo adequado

  • Sistema de livre acesso

  • Sinalização

  • Orientação

(c) by autor, 2005


7 2 n mero de chamada ou c digo do material

000 Obras gerais (Conhecimentos gerais)

100Filosofia

010 – Bibliografias

020 – Biblioteconomia e Ciência da informação

030 – Enciclopédias gerais

040 – Coleção de ensaios

050 – Periódicos gerais

060 – Associações em geral. Museus

070 – Jornalismo

080 – Poligrafia. Coletâneas

090 – Livros raros. Manuscritos

110 – Metafísica

120 – Epistemologia

130 – Ciências ocultas. Metapsíquica

140 – Doutrinas e sistemas filosóficos

150 – Psicologia

160 – Lógica

170 – Ética

180 – Filosofia antiga

190 – Filosofia moderna

7.2 Número de chamada ou código do material

  • Classificação Bibliográfica

    • Localizada na Lombada

(c) by autor, 2005


7 2 n mero de chamada ou c digo do material1

200Religião

300Ciências Humanas

210 – Teologia natural

220 – Bíblia

230 – Dogmas. Doutrinas

240 – Devoção. Prática religiosa

250 – Homilética. Teologia pastoral

260 – Igreja: instituições e trabalho

270 – História geral da igreja

280 – Igrejas cristãs e seitas

290 – Igrejas não-cristãs

310 – Estatística

320 – Ciências políticas

330 – Economia política. Organização econômica

340 – Direito

350 – Administração pública. Direito administrativo

360 – Serviço social

370 – Educação

380 – Comércio, Transporte e Comunicação

390 – Usos e costumes. Folclore

7.2 Número de chamada ou código do material

(c) by autor, 2005


7 2 n mero de chamada ou c digo do material2

400Lingüística (Filologia)

500Ciências Puras

410 – Lingüística comparada

420 – Língua inglesa e anglo-saxônica

430 – Língua alemã e de outras línguas teutônicas

440 – Língua francesa

450 – Língua italiana e de línguas românicas

460 – Língua espanhola e portuguesa

470 – Língua latina

480 – Língua grega e de outras helênicas

490 – Outras línguas

510 – Matemática

520 – Astronomia

530 – Física

540 – Química

550 – Geologia

560 – Paleontologia

570 – Biologia

580 – Botânica

590 – Zoologia

7.2 Número de chamada ou código do material

(c) by autor, 2005


7 2 n mero de chamada ou c digo do material3

600Ciências Aplicadas

700Artes e Entretenimento

610 – Medicina

620 – Engenharia

630 – Agricultura

640 – Economia doméstica

650 – Organização comercial e industrial

660 – Tecnologia química

670 – Manufaturas

680 – Profissões mecânicas

690 – Construção civil e processos

710 – Urbanismo

720 – Arquitetura

730 – Escultura. Artes plásticas

740 – Desenho. Decoração

750 – Pintura

760 – Gravura. Estampa

770 – Fotografia

780 – Música

790 – Divertimentos. Jogos. Esportes

7.2 Número de chamada ou código do material

(c) by autor, 2005


7 2 n mero de chamada ou c digo do material4

800Literatura

900Geografia, História e Biografias

810 – Americana

820 – Inglesa

830 – Alemã e oura teutônicas

840 – Francesa

850 – Italiana. Romena

860 – Espanhola. Portuguesa. Brasileira

870 – Latina

880 – Grega e outras helênicas

890 – Outras literaturas

910 – Geografia política. Viagens e descrições

920 – Biografias coletivas

930 – História antiga

940 – Europa

950 – Ásia

960 – África

970 – América do Norte

980 –América do Sul. Brasil

990 – Oceania. Regiões polares

7.2 Número de chamada ou código do material

(c) by autor, 2005


Pesquisa bibliogr fica mediatizada pelas novas tecnologias

As obras nas estantes estão organizadas em ordem crescente pelos números de chamada (autor e assunto).

Todas as estantes estão sinalizadas nas laterais, com a indicação numérica dos assuntos das obras que estão sendo armazenadas nas mesmas.

370

a

370.1

370.72

a

370.9

(c) by autor, 2005


Pesquisa bibliogr fica mediatizada pelas novas tecnologias

Localizada a estante, deve-se procurar bandeja por bandeja pelo número de classificação do assunto, de cima para baixo, da esquerda para a direita, em ordem decimal crescente.

(c) by autor, 2005


Pesquisa bibliogr fica mediatizada pelas novas tecnologias

370

L258a

370.1

C845m

370.72

D269c

370.9

M112m

Inicial da letra e

número do autor,

e segunda letra

Inicial do título

Número do

Assunto

(c) by autor, 2005


Refer ncias

REFERÊNCIAS

  • ALMEIDA JÚNIOR, J.B. O estudo como forma de pesquisa. In: CARVALHO, M.C.M. de. Construindo o saber: metodologia científica – fundamentos e técnicas. 15.ed. Campinas: Papirus, 2003.

  • ARRUDA, S.M.; CHAGAS, J. Glossário de biblioteconomia e ciências afins: português-inglês. Florianópolis: Cidade Futura, 2002.

  • COOPER, B. Como pesquisar na Internet. 2.ed. São Paulo: Publifolha, 2002. (Série sucesso profissional: Informática).

  • CUNHA, M.B. da. Para saber mais: fontes de informação em ciência e tecnologia. Brasília: Briquet de Lemos, 2001.

  • DEMO, P. Pesquisa: princípio científico e educativo. 10.ed. São Paulo: Cortez, 2003. (Biblioteca da educação. Série 1: Escolha ; v.14).

  • GATES, J.K. Como usar livros e bibliotecas. Rio de Janeiro: Lidador, 1972.

  • GIL, A.C. Como elaborar projetos de pesquisa. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2002.

  • HOUAISS, A.; VILLAR, M.S. Dicionário Houaiss da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.

  • KEHOE, B.P. Zen e a arte da Internet: um guia para iniciantes. 3. ed. Trad. Insight Serviços de Informática. Rio de Janeiro: Campus, 1994.

(c) by autor, 2005


Refer ncias1

REFERÊNCIAS

  • LUNA, S.V. de. Planejamento de pesquisa: uma introdução – elementos para uma análise metodológica. São Paulo: Educ, 2003.

  • MACEDO, N.D. de; MODESTO, F. Equivalências: do serviço de referência convencional a novos ambientes de redes digitais em bibliotecas. R.bras.Bibliotecon. Doc., São Paulo, Nova Série, v.1, n.1, p.55-72, 1999.

  • MATOS, K.S.L. de; VIEIRA, S.L. Pesquisa educacional: o prazer de conhecer. 2.ed. Fortaleza: Edições Demócrito Rocha, 2002. (Magister).

  • OSÓRIO, M.A.L.; ALFANO, M.C.

  • ROWLEY, J. A biblioteca eletrônica. Brasília: Briquet de Lemos, 2002.

  • SALVADOR, A.D. Métodos e técnicas de pesquisa bibliográfica. 8.ed. rev. ampl. Porto Alegre: Sulina, 1980.

  • SANTOS, G.C.; ECKERTT-HOFF, B.M.; CECÍCLIO, T.C.B. (Colab.). Guia para estruturação de trabalhos técnico-científicos. Nova Odessa: Fac. Network, 2005. Disponível em: <http://www.nwk.edu.br>. Acesso em: 29 set. 2005.

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(c) by autor, 2005


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REFERÊNCIAS

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