Manejo e sanidade em ovinos
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Manejo e Sanidade em Ovinos. Informações Básicas. Temperatura do corpo – 38,3 a 39,9 ºC. Idade ao primeiro cio – em torno de 6 meses de idade. Intervalo entre os cios – 14 a 17 dias. Período de gestação – 140 a 159 dias. Idade para iniciar cobertura, machos – 12 a 14 meses.

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Presentation Transcript


Manejo e sanidade em ovinos

Manejo e Sanidade em Ovinos


Informa es b sicas

Informações Básicas

  • Temperatura do corpo – 38,3 a 39,9 ºC.

  • Idade ao primeiro cio – em torno de 6 meses de idade.

  • Intervalo entre os cios – 14 a 17 dias.

  • Período de gestação – 140 a 159 dias.

  • Idade para iniciar cobertura, machos – 12 a 14 meses.

  • Freqüência cardíaca em repouso (adulto) – 70 a 80p/m

  • Freqüência respiratória – 12 a 25/minuto

  • Idade de descarte:

  • -Fêmeas – 6 anos;

  • -Machos – 9 anos.


Fatores indicadores da sa de animal

Fatores indicadores da saúde animal

  • Vivacidade e altivez;

  • Apetite normal;

  • Pêlos lisos e brilhantes;

  • Fezes e urina com coloração e forma normais;

  • Ruminação presente;

  • Desenvolvimento corporal compatível com raça e idade.


Importante

IMPORTANTE

  • Higiene nas instalações

  • Limpeza das instalações;

  • Limpeza de comedouros e bebedouros;

  • Desinfecção de instalações;

  • Adoção de quarentena;

  • Isolamento de animais doentes;

  • Descarte de animais;

  • Vacinar : Brucelose, carbúnculo, raiva;

  • Descartar : defeitos genéticos e adquiridos;

  • Mastite...


Vacina o

VACINAÇÃO

  • Contra a Febre Aftosa (a partir 4 meses a cada 6 meses);

  • Contra a Raiva (a partir de 4 meses- em regiões onde há risco);

  • Botulismo, carbúnculo, enterotoxemia;

  • Linfadenite ??? Empresa Baiana de desenvolvimento – 3 mês de vida e repetida anualmete.


Manejo sanit rio

MANEJO SANITÁRIO

  • Limpeza das instalações e recolhimento do esterco em esterqueiras;

  • Manter cochos com água e alimento limpos e fora das baias;

  • Após a vermifugação mater os animais presos em aprisco por pelo menos 12 horas;

  • Vermifugar cordeiros após três semanas de pastejo.


Manejo e sanidade em ovinos

Separar jovens de adultos em baias e ou piquetes;

Vermifugar as matrizes 30 dias antes do parto;

Vermifugar todo animal comprado antes de incorporá-lo ao rebanho;

Evitar superpastejo;

Uso da rotação de piquetes;

Trocar o grupo químico do vermífugo a cada ano;


Manejo e sanidade em ovinos

Detalhar plano nutricional por categoria animal;

Respeitar o escore adequado ao realizar monta ou IA;

Pesar as mães antes e após o parto;

Vermifugar fêmeas antes da estação de monta e após o 45o dia de cobrição ou IA;


Sanidade

SANIDADE

  • Exame de fezes realizado antes e uma semana depois da vermifugação

  • Monitorar a resistência do verme - vermífugo mais eficiente à sua propriedade;

  • Grau da infecção e os tipos de vermes que estão parasitando os ovinos;

  • utilizar o produto químico específico para o controle dos parasitas que infestam o rebanho;

  • Avaliar e adequar medidas de manejo dos animais e da pastagem.

  • Pastejo integrado ou alternado com bovinos, eqüinos, além da rotação pasto-cultura.

  • fêmeas - vermifugadas 30 dias antes da parição.


Verminose

Verminose

  • Em geral mistas;

  • Ação:

    • Espoliativa;

    • Tóxica;

    • Traumática;

    • Irritante;

    • Mecânica.

  • Efeitos:

    • Crescimento retardado;

    • Baixa produção;

    • Má eficiência reprodutiva;

    • Mau aproveitamento dos alimentos;

    • Menor resistência a enfermidades;

    • Mortalidade.


Localiza o dos helmintos ovinos

Localização dos helmintos – ovinos

  • Abomaso

  • -HAEMONCHUS CONTORTUS*;

  • -Ostertágia circumcincta;

  • -Trichostrougylus axei.

  • Intestino Delgado

  • -Trichostrougylus columbriformis**;

  • -Cooperia spp;

  • -Nematodirus spathinger;

  • -Strongyloides papillosus;

  • -Moniezia expansa (Cestóide, verme fita, solitária).


Localiza o dos helmintos ovinos1

Localização dos helmintos – ovinos

  • Intestino Grosso

  • -Oesophagostomun venulosun**;

  • -Oesophagostomun columbianum**;

  • -Trichuris ovis**.

  • Fígado- Fasciola hepático* (Trematódio – verme folha, problemática em terras úlmidas – presença de caramujos.

  • Pulmão

    • Dictyocaulus filaria;

    • Muellerius capillaris.

  • Cérebro - Coenurus cerebrallis – Taenia multiceps (Cestóide – vermes fita, solitária)

    * Parasitas sugadores de sangue, ** Parasitas que causam alguma perda de sangue.


Haemonchus contortus

HAEMONCHUS CONTORTUS

  • Avermelhados, com diâmetro de alfinete e comprimento de 1 a 3 cm

  • Animais com altos níveis parasitários poderão perder até 145 ml de sangue dia, conseqüentemente, após a infecção, os animais desenvolvem um quadro de anemia grave, em um curto período de tempo.

    • Respostas imunológicas contra a reinfecção - lenta e incompleta.

    • Alternativas de controle??? Redução do número de vermifugações anuais.


Haemonchus contortus1

HAEMONCHUS CONTORTUS

  • Controle:

    • Animais geneticamente resistentes;

      • habilidade dos ovinos em impedir o estabelecimento e/ou subseqüente desenvolvimento da infecção parasitária

    • Fitoterápicos com efeito anti-helmíntico;

    • Medicamentos homeopáticos;

    • Fungos nematófagos predadores de larvas e ovos.

    • Rotação de pastagens e pasto/cultura anual.

    • Vermífugos comprovadamente eficazes.


Manejo e sanidade em ovinos

Redução da pressão anti-helmíntica sobre os vermes - prolonga a vida útil dos compostos, retardando o desenvolvimento da resistência anti-helmíntica e a redução da presença de resíduos químicos nos alimentos de origem animal.


Identifica o dos gen tipos resistentes ao haemonchus contortus

Identificação dos genótipos resistentes ao Haemonchus contortus:

  • quantificação da carga parasitária - forma mais direta de se avaliar esta característica (KASAI et al., 1990).

  • marcadores de animais resistentes e susceptíveis.

    • Marcador parasitológico - Quantidade de ovos por grama de fezes (opg) - diretamente proporcional ao grau de infecção do parasita no hospedeiro.

    • Marcadores hematológicos e imunológicos.

    • Marcador - deve apresentar alta herdabilidade, alta repetibilidade e uma análise automatizada;


Haemonchus contortus2

HAEMONCHUS CONTORTUS

  • as amostras (de sangue ou fezes) devem ser de fácil obtenção e passíveis de serem estocadas o maior tempo possível.

  • Resulta da expressão de uma resposta imunológica adquirida GILL (1991).

    • identificação de animais imunologicamente mais competentes.


Haemonchus

Haemonchus


Cest ides taenia

Cestóides (Taenia)

  • Ciclo da Moniezia expansa: Animal contaminado defeca – elimina segmentos com ovos → larva → ingestão por ascarinos → formação dos cisticercóides → ingestão dos ascarinos infectados (Ovinos) → cisticercóides se fixam pela cabeça na mucosa do intestino delgado → cinco semanas – estado adulto → liberação de segmentos e ovos...

  • Ciclo da Taenia multiceps: intestino do cão → segmentos maduros liberados nas feses → ingetão por caprinos/ovinos → esômago – liberação dos embriões → perfuração da parede e deslocamento pela corrente sanguínea → cérebro e medula espinhal (sucesso), demais orgão (embrião não sobrevive) → formação de cisto no tecido nervoso → morte do caprino/ovino → ingestão por cachorros.


Taenia sp

Taenia sp.


Sintomas gerais de verminoses

Sintomas gerais de verminoses

  • Vermes do estômago: inchaço mole sob a mandíbula, possível presença de constipação.

  • Vermes pulmonares: tosse áspera, descarga nasal viscosa – tosse seca sem descarga; respiração difícil.

  • Tênias: debilidade, raquitismo;

  • Fascíolas: diarréia leve, anemia, apatia, inchaço bob a mandíbula.


Eimeriose coccidiose

Eimeriose (coccidiose)

  • Protozoários

  • Agravado pelo confinamento.

  • Causa mais comum de diarréia em pequenos ruminantes jovens, entre 3 semanas e 5 meses de idade.

  • Contaminação – ingestão de esporocistos – (oocistos eliminados pelas fezes de animais contaminados).

  • Pode levar o animal à morte (AMARANTE et al. 1993).

  • Animais afetados - sensível diminuição no crescimento, devido a lesões irreversíveis na mucosa intestinal.

  • monensina sódica - componente biologicamente ativo produzido pelo Streptomyces cinnamonensis - efetiva no controle da coccidiose ovina, tanto natural quanto induzida artificialmente.

    • Promotor de crescimento.


Linfadenite caseosa

LINFADENITE CASEOSA

  • Doença infecciosa contagiosa.

  • Corynebacterium pseudotuberculosis

  • Formação de abscessos nos gânglios linfáticos.

  • Influência:

    • Ganho de peso;

    • Morte ???

    • Animais para exposição (comprometimento temporário);

    • Depreciação da pele.


Sintomas linfadenite caseosa

Sintomas – Linfadenite Caseosa

  • Abscessos:

    • Debaixo da mandíbola e orelhas;

    • Parte anterior e posterior da paleta;

    • Frente do quarto;

    • Em cima do úbere ou escroto.

  • Transmissão:

    • Secreção dos linfonodos rompidos.

      • Cont. solo;

      • Cont. abrigos;

      • Cont. cochos.

    • Grande persistência no ambiente (anos).

    • Penetra através de lesões da pele, umbigo...


Localiza o dos abscessos

Localização dos abscessos


Controle linfadenite caseosa

Controle – Linfadenite Caseosa

  • Não permitir rompimento natural dos abscessos;

  • Isolar animais doentes, antes e pós cirurgia.

  • Fazer desinfecção periódica das instalações

    • Desinfetantes;

    • Vassoura de fogo.

  • Recolher todo material usado na cirurgia, bem como o conteúdo do abscesso e queimar.


Pneumonia broncopneumonia

Pneumonia/Broncopneumonia

  • Sintomas

    • Febre;

    • Descarga de secreção pelas narinas;

    • Tosse;

    • Dificuldade para respirar;

    • Pêlos arrepiados.

  • Causa

    • Nutrição pobre;

    • Parasitas;

    • Instalações úmidas e mal ventiladas.


Pneumonia broncopneumonia1

Pneumonia/Broncopneumonia

  • Controle

    • Higienização das instalações;

    • Evitar entrada de animais doentes;

    • Abrigar animais do vento, frio, chuvas e umidade excessiva;

    • Evitar superlotação nas instalações.

  • Tratamento

    • Antibióticos.


Conjuntivite

CONJUNTIVITE

  • Enfermidade infecciosa contagiosa.

  • Sintomas:

    • Congestões;

    • Inflamações oculares – opacidade da córnea;

    • Lacrimejamento – irritação dos olhos;

    • Fotofobia;

    • Depósito mucoso ou mucopurolento;

    • Aglutinação dos pelos/lã, atingindo a fossa infra orbitária.

    • Cegueira – estados mais avançados;


Conjuntivite1

CONJUNTIVITE

  • Etiologia:

    • Ricketsia conjuntivae;

    • Mycoplasma conjuntivae;

    • Chlamydia psittaci;

    • Neisseria ovis.

  • Tratamento:

    • Limpeza com água boricada (uso humano);

    • Terra cortril;

    • Neotopic spray;

    • Pomadas oftalmicas a base de tatraciclinas ou cloranfenicol.


Conjuntivite2

Conjuntivite


Pododermite

PODODERMITE

  • Podridão dos cascos.

  • Prevenção:

    • Inspeção regular dos casco;

    • Aparar regularmente os casco (três vezes ao ano);

    • Queimar pedaços de cascos aparados;

    • Isolar animais atacados;

    • Evitar pisos úmidos;

    • Limpeza de instalações;

    • Verificar animais novos no rebanho.


Pododermite infecciosa

PODODERMITE INFECCIOSA

  • Doença infecciosa ulcerativa;

  • Necrose do tecido podofiloso;

  • Manqueira, foot-rot, mal do casco, podridão do casco, necrose infecciosa.

  • Etiologia:

    • Bacteróides nodosus;

    • Sphaerophurus necrophorus;

    • Spirochaeta pernortha;

    • Corynobacterium pyogenes.

  • Sintomatologia: Claudicação, inchação do casco e umidade da pele na fissura interdigital.


Pododermite infecciosa1

PODODERMITE INFECCIOSA

  • Tratamento:

    • Antibiótico;

    • Aparar cascos;

      • Toalete do casco – cortar todo o tecido doente;

      • Lavar e escovar com desinfetante;

      • Utilização diária de pedilúvio (imersão total do casco).

    • Pedilúvio:

      • Solução de 9 partes de água e 1 de sulfato de cobre;

      • Formalina;

      • Creolina;

    • Formoped, Repelente de moscas.

  • Prevenção: corte do casco 2 vezes ao ano (ou quando necessário); instalações limpas e secas, verificação dos cascos regularmente.


Ectoparasitoses

Ectoparasitoses

  • Carrapatos;

  • Piolhos;

  • Sarna;

  • Bicheira - miíase (Cochliomyia hominivorax);

  • Bernes (Dermatobia hominis).

  • Separar os animais com piolhos e sarna;

  • Banhe os animais com produtos carrapaticidas

  • Repetir banho após 7-10 dias;

  • Fornecer água e alimento antes do banho.


Manejo das crias

MANEJO DAS CRIAS

  • Aleitamento

  • Consumo de alimento sólido

  • (creep feeding e creep grazing)

  • Proteger as crias (instalações, temperatura adequada, higiene e segurança);

  • Limpar os recém-nascidos - corte e cura do umbigo;

  • Marcação dos animais com brinco;

  • Pesar as crias aos 30, 45 e 60 dias

  • Desmame das crias entre 70 e 84 dias, vermifugar animais 30 dias apóscontato com o pasto.


Manejo da f mea rec m parida

Manejo da fêmea recém parida

  • Alimentação da ovelha gestante – observar fase da gestação

  • 1ª fase - dois primeiros terços.

  • 2ª fase – terço final, crescimento de 70 % do feto.

  • Mão de obra adequada à atividade.

  • Observar condições de úbere e tetas.

  • Observar expulsão natural da placenta até 8 a 12 horas após o parto.


Reten o de placenta

Retenção de placenta

- Não intervir???

- Auxilio medicamentoso (auxilio de contração e aplicação de velas uterinas).

  • Contração:

    • Placentina: 2 ml Sc ou IM;

    • Ocitocina: 1,5 ml SC ou IM.

  • Prevenção de Metrites:

    • Terramicina;

    • Vetrim Velas;

    • Ginovet;

    • Neobiotic V;

    • Velas uterinas Carlos Erba.


Mastite mamite

Mastite/Mamite

  • Inflamação do úbere.

  • Contagioso, possui cura – controle principalmente por manejo adequado.

  • Diminui a produção de leite no teto, podendo evoluir para a perda total do mesmo.

  • Causas:

    • Úbere e tetas sujas;

    • Ferimentos no Úbere e teta;

    • Excesso de leite.

  • Sintomatologia:

    • Inchação, calor e sensibilidade;

    • Alteração da cor do úbere, teta, e leite;

    • Presença de grumos, sangue ou pus (mastite clínica).

  • Prevenção.


  • Manejo dos cordeiros

    Manejo dos Cordeiros

    • Secar os cordeiros depois do parto, caso a ovelha não faça, especialmente gêmeos e trigêmeos (evitar perda de calor).

    • Desinfetar e cortar o cordão umbilical.

    • Local de nascimento e manutenção dos animais – limpos e abrigados dos ventos frios e da umidade (chuva).

    • Certificar-se da ingestão de colostro nas horas seguintes ao nascimento.

      • animais rejeitados - providenciar alimentação;

      • Não alimentar cordeiros débeis com mamadeira ou garrafa;

      • Hipotermia ???

  • Identificação do animal.


  • Manejo dos cordeiros1

    Manejo dos cordeiros

    • Fatores que afetam o peso ao nascer

      • Raça, idade e nutrição da ovelha

      • Sexo do filhote

      • Número de filhotes por parto

      • Época de nascimento  alimentos

    • Quando não ocorre ingestão de colostro:

      • Adoção por outra ovelha

      • Leite + gema de ovo

      • Colostro de vaca

    • Se cordeiro morrer  ordenhar colostro da mãe e congelar

    • Cordeiros “guachos”  leite de vaca sem diluir (1litro/dia)


    Manejo dos cordeiros2

    Manejo dos cordeiros

    • Incentivar o consumo de alimento sólido:

      • (creep feeding e creep grazing);

      • Facilita a prática do desmame e o confinamento após desmame.

      • Melhora o desempenho dos animais gemelares.


    Fases da cria o

    Fases da criação

    • Fase de Produção (cria) - período desde a concepção até o desmame.

    • Fortemente influenciada pelo manejo. Características, em geral, de média a baixa herdabilidade.

    • Maximiza o desfrute dos rebanhos caprinos e ovinos.

    • Habilidade materna.

    • Corte do umbigo e o tratamento do coto umbilical com tintura de iodo a 10,0%.

    • 2 º fase (terço final):

      • manter as cabras e ovelhas em área plana, sombreada, dotada de água de boa qualidade e próxima ao centro de manejo.

      • Em se tratando de exploração caprina leiteira, ao se aproximarem as datas prováveis dos partos, as matrizes podem ser mantidas em baias individuais ou coletivas, desde que amplas, secas, ventiladas, forradas com cama e com disponibilidade de água.


    Fase de produ o cria

    Fase de produção (cria)

    • Assistência durante o parto

      • Menor intervenção possível.

  • Expulsão dos envoltórios fetais ou placenta deverá ocorrer no período de oito horas, sem tracionamento dos envoltórios.

  • As crias podem sobreviver sem leite a partir dos 49 dias de idade.

  • Desmame de acordo com o desenvolvimento dos animais e sistema de produção.

  • IEP – sete a oito meses

  • EM – entre 45 a 65 dias após o primeiro parto no rebanho. Duração variável, ao redor de 60 dias.


  • Manejo e sanidade em ovinos

    Fase de recria ????

    Tomada de decisão:

    Chuva ou seca???

    Disponibilidade de alimento;

    Custo do alimento, mão de obra e área (terra).

    Pasto

    Semi-confinamento

    Confinamento (terminação)


    Fase de termina o

    FASE DE TERMINAÇÃO

    • Terminação de Caprinos e Ovinos a Pasto

    • Tecnologia recomendada para todas as regiões do país

      • Raça apropriada.

      • pastagens nativas e/ou cultivadas.

        • Pastagem cultivada irrigada;

        • Pastagem consorciada com cultura anual;

        • Consorciação com Culturas perenes;

        • Sistema “Santa Fé”;

        • Uso de banco de proteínas (Leucena, stylosantes, arachis pintoi).

      • Sistema rotacionado vs pastejo contínuo.

      • Observar características das forrageiras – adaptar manejo.

        • Fotossensibilização.


    Instala es a pasto

    Instalações – a pasto

    • Apriscos;

      • Cochos;

      • Saleiros;

      • Bebedouros;

    • Pastagens

      • Creep feeding.

      • Creep grazing.

      • Saleiros;

      • Capim;

      • Cerca;

        • Arame farpado;

        • Arame liso;

        • Uso de tela, associada ou não a arame (liso ou farpado);

        • Cerca elétrica.


    Termina o pasto

    Terminação à pasto

    • Controle sanitário rigoroso.

      • Menor incidência comparado ao confinamento (???).

      • Mais fácil controle (???).

      • Vermifugar o rebanho antes de entrar na terminação a pasto.

    • Produção

      • Potencial de até 160g/cabeça/dia.


    Termina o pasto1

    Terminação - pasto

    • Aspectos econômicos

      • Rentabilidade – raça vs pasto vs manejo;

      • Observar valor da terra (rentabilidade do capital fixo);

      • Maior demanda por produtos naturais – com menor, ou ausência, de produtos “químicos”.

      • Maior valorização do animal “orgânico” (???).

      • Maior possibilidade de traumatismos (corte), podendo depreciar as peles.


    Confinamento

    Confinamento

    • Consiste na seleção e no confinamento de animais jovens (cordeiros), com vistas a prepará-los para o abate, num curto espaço de tempo.

      • Esta tecnologia permite a produção de carcaças de boa qualidade na época desejada - boas expectativas.

    • Utilizada em períodos desfavoráveis (clima, alimentação baixa qualidade ou ausência pasto, super lotação das pastagens, decisão econômica) ao manejo tradicional do rebanho como um todo, ou em apenas parte (fêmeas gestantes, reprodutores, preparação para exposição).

    • Abrangência – todas as regiões brasileiras.


    Confinamento1

    CONFINAMENTO

    • Vantagens:

      • Reduz a idade de abate de 10 a 12 meses para cinco a seis meses.

      • Disponibiliza a forragem das pastagens para as demais categorias animais do rebanho.

      • Agiliza o retorno do capital aplicado.

      • Permite a produção de carne de boa qualidade, também na época de carência alimentar.

      • Resulta na produção de pele de primeira categoria.

      • Assegura mercado para os produtos carne e pele.

      • Resulta em aumento da produtividade e renda (??????) da propriedade. Maior giro de capital.

      • Possibilita rápido incremento na condição dos animais destinados à exposições, ou animais em estado de depauperamento nutricional.

      • Maior controle da quantidade de alimento ingerida e da dieta dos animais.

      • Reprodutores exigentes em alimentação (cruzamento industrial, raças exóticas).


    Confinamento2

    CONFINAMENTO

    • Economicidade - diretamente relacionada ao potencial de ganho de peso e precocidade de acabamento dos animais e inversamente com o tempo de confinamento.

    • Desvantagens

      • Custo da ração – aumento do custo de produção;

      • Necessidade de maior número de mão de obra;

      • Custo da instalação;

      • Necessita formar lotes homogêneos.


    Confinamento3

    CONFINAMENTO

    • Instalações

    • Simples e de baixo custo - curral, comedouros, bebedouros e saleiros. O curral poderá ter piso de "chão batido" ou cimentado na área coberta (uso de camas na parte cimentada ???)

    • A área total do curral deve ser de três a quatro metros por animal, sendo que cerca de 0,8 m/animal deve ser coberta.

    • Comedouros e os bebedouros – evitar entrada dos animais.

    • Seleção dos lotes por tamanho dos animais. Observar relações de dominância excessiva dentro dos lotes.


    Animais para confinar

    Animais para confinar

    • Animal saudável – cordeiros ou animais adultos magros.

    • Idade e o peso do animal - entre 60 e 90 dias de idade com, no mínimo, 15Kg de peso vivo. Pode-se confinar seqüencialmente ao desmame dos animais.

    • Machos e fêmeas podem ser confinados. Menor ganho de peso das fêmeas.

    • Não há necessidade de castrar os machos, uma vez que serão abatidos em idade precoce. Machos inteiros apresentam ganho de peso superior ao castrado (hormonal e ausência de trauma cirúrgico).


    Cuidados sanit rios

    Cuidados Sanitários

    • Curto período de tempo do confinamento – introdução de animais vermifugados e saudáveis.

    • Higienização das instalações - retirada periódica das fezes.

    • Vermifugação de todos os animais ao início do confinamento.

    • Vacinas contra clostridiose, antes de iniciar o confinamento.


    Manejo e sanidade em ovinos

    Duração do Confinamento : em torno de 60 dias

    Alimentação no confinamento

    Responsável por cerca de 70% dos custos de produção de animais em confinamento.

    Concentrado - principal responsável por este fato.

    Melhor quantidade e qualidade do volumoso reduz custo do confinamento.

    Utilização de resíduos: cama de frango, fezes de suínos, resíduo de panificação, polpa cítrica, pedúnculo ou bagaço de caju desidratado, dentre outros.


    Influ ncia do confinamento na qualidade da carne e pele

    Influência do Confinamento na Qualidade da Carne e Pele:

    • Maior maciez, suculência, melhor coloração, odor, e sabor da carne caprina e ovina.

    • Padronização das carcaças.

    • Possibilita formação de contratos de entrega regulares com qualidade conhecida.

    • Melhor qualidade de pele.

      • Menor tempo de exposição;

      • Menor exposição à agentes traumáticos (cercas, espinhos...);

      • Maior controle dos animais.


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