manejo e sanidade em ovinos
Download
Skip this Video
Download Presentation
Manejo e Sanidade em Ovinos

Loading in 2 Seconds...

play fullscreen
1 / 70

Manejo e Sanidade em Ovinos - PowerPoint PPT Presentation


  • 157 Views
  • Uploaded on

Manejo e Sanidade em Ovinos. Informações Básicas. Temperatura do corpo – 38,3 a 39,9 ºC. Idade ao primeiro cio – em torno de 6 meses de idade. Intervalo entre os cios – 14 a 17 dias. Período de gestação – 140 a 159 dias. Idade para iniciar cobertura, machos – 12 a 14 meses.

loader
I am the owner, or an agent authorized to act on behalf of the owner, of the copyrighted work described.
capcha
Download Presentation

PowerPoint Slideshow about ' Manejo e Sanidade em Ovinos' - jewell


An Image/Link below is provided (as is) to download presentation

Download Policy: Content on the Website is provided to you AS IS for your information and personal use and may not be sold / licensed / shared on other websites without getting consent from its author.While downloading, if for some reason you are not able to download a presentation, the publisher may have deleted the file from their server.


- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - E N D - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Presentation Transcript
informa es b sicas
Informações Básicas
  • Temperatura do corpo – 38,3 a 39,9 ºC.
  • Idade ao primeiro cio – em torno de 6 meses de idade.
  • Intervalo entre os cios – 14 a 17 dias.
  • Período de gestação – 140 a 159 dias.
  • Idade para iniciar cobertura, machos – 12 a 14 meses.
  • Freqüência cardíaca em repouso (adulto) – 70 a 80p/m
  • Freqüência respiratória – 12 a 25/minuto
  • Idade de descarte:
  • - Fêmeas – 6 anos;
  • - Machos – 9 anos.
fatores indicadores da sa de animal
Fatores indicadores da saúde animal
  • Vivacidade e altivez;
  • Apetite normal;
  • Pêlos lisos e brilhantes;
  • Fezes e urina com coloração e forma normais;
  • Ruminação presente;
  • Desenvolvimento corporal compatível com raça e idade.
importante
IMPORTANTE
  • Higiene nas instalações
  • Limpeza das instalações;
  • Limpeza de comedouros e bebedouros;
  • Desinfecção de instalações;
  • Adoção de quarentena;
  • Isolamento de animais doentes;
  • Descarte de animais;
  • Vacinar : Brucelose, carbúnculo, raiva;
  • Descartar : defeitos genéticos e adquiridos;
  • Mastite...
vacina o
VACINAÇÃO
  • Contra a Febre Aftosa (a partir 4 meses a cada 6 meses);
  • Contra a Raiva (a partir de 4 meses- em regiões onde há risco);
  • Botulismo, carbúnculo, enterotoxemia;
  • Linfadenite ??? Empresa Baiana de desenvolvimento – 3 mês de vida e repetida anualmete.
manejo sanit rio
MANEJO SANITÁRIO
  • Limpeza das instalações e recolhimento do esterco em esterqueiras;
  • Manter cochos com água e alimento limpos e fora das baias;
  • Após a vermifugação mater os animais presos em aprisco por pelo menos 12 horas;
  • Vermifugar cordeiros após três semanas de pastejo.
slide7
Separar jovens de adultos em baias e ou piquetes;

Vermifugar as matrizes 30 dias antes do parto;

Vermifugar todo animal comprado antes de incorporá-lo ao rebanho;

Evitar superpastejo;

Uso da rotação de piquetes;

Trocar o grupo químico do vermífugo a cada ano;

slide8
Detalhar plano nutricional por categoria animal;

Respeitar o escore adequado ao realizar monta ou IA;

Pesar as mães antes e após o parto;

Vermifugar fêmeas antes da estação de monta e após o 45o dia de cobrição ou IA;

sanidade
SANIDADE
  • Exame de fezes realizado antes e uma semana depois da vermifugação
  • Monitorar a resistência do verme - vermífugo mais eficiente à sua propriedade;
  • Grau da infecção e os tipos de vermes que estão parasitando os ovinos;
  • utilizar o produto químico específico para o controle dos parasitas que infestam o rebanho;
  • Avaliar e adequar medidas de manejo dos animais e da pastagem.
  • Pastejo integrado ou alternado com bovinos, eqüinos, além da rotação pasto-cultura.
  • fêmeas - vermifugadas 30 dias antes da parição.
verminose
Verminose
  • Em geral mistas;
  • Ação:
    • Espoliativa;
    • Tóxica;
    • Traumática;
    • Irritante;
    • Mecânica.
  • Efeitos:
    • Crescimento retardado;
    • Baixa produção;
    • Má eficiência reprodutiva;
    • Mau aproveitamento dos alimentos;
    • Menor resistência a enfermidades;
    • Mortalidade.
localiza o dos helmintos ovinos
Localização dos helmintos – ovinos
  • Abomaso
  • - HAEMONCHUS CONTORTUS*;
  • - Ostertágia circumcincta;
  • - Trichostrougylus axei.
  • Intestino Delgado
  • - Trichostrougylus columbriformis**;
  • - Cooperia spp;
  • - Nematodirus spathinger;
  • - Strongyloides papillosus;
  • - Moniezia expansa (Cestóide, verme fita, solitária).
localiza o dos helmintos ovinos1
Localização dos helmintos – ovinos
  • Intestino Grosso
  • - Oesophagostomun venulosun**;
  • - Oesophagostomun columbianum**;
  • - Trichuris ovis**.
  • Fígado - Fasciola hepático* (Trematódio – verme folha, problemática em terras úlmidas – presença de caramujos.
  • Pulmão
    • Dictyocaulus filaria;
    • Muellerius capillaris.
  • Cérebro - Coenurus cerebrallis – Taenia multiceps (Cestóide – vermes fita, solitária)

* Parasitas sugadores de sangue, ** Parasitas que causam alguma perda de sangue.

haemonchus contortus
HAEMONCHUS CONTORTUS
  • Avermelhados, com diâmetro de alfinete e comprimento de 1 a 3 cm
  • Animais com altos níveis parasitários poderão perder até 145 ml de sangue dia, conseqüentemente, após a infecção, os animais desenvolvem um quadro de anemia grave, em um curto período de tempo.
    • Respostas imunológicas contra a reinfecção - lenta e incompleta.
    • Alternativas de controle??? Redução do número de vermifugações anuais.
haemonchus contortus1
HAEMONCHUS CONTORTUS
  • Controle:
    • Animais geneticamente resistentes;
      • habilidade dos ovinos em impedir o estabelecimento e/ou subseqüente desenvolvimento da infecção parasitária
    • Fitoterápicos com efeito anti-helmíntico;
    • Medicamentos homeopáticos;
    • Fungos nematófagos predadores de larvas e ovos.
    • Rotação de pastagens e pasto/cultura anual.
    • Vermífugos comprovadamente eficazes.
slide17
Redução da pressão anti-helmíntica sobre os vermes - prolonga a vida útil dos compostos, retardando o desenvolvimento da resistência anti-helmíntica e a redução da presença de resíduos químicos nos alimentos de origem animal.
identifica o dos gen tipos resistentes ao haemonchus contortus
Identificação dos genótipos resistentes ao Haemonchus contortus:
  • quantificação da carga parasitária - forma mais direta de se avaliar esta característica (KASAI et al., 1990).
  • marcadores de animais resistentes e susceptíveis.
    • Marcador parasitológico - Quantidade de ovos por grama de fezes (opg) - diretamente proporcional ao grau de infecção do parasita no hospedeiro.
    • Marcadores hematológicos e imunológicos.
    • Marcador - deve apresentar alta herdabilidade, alta repetibilidade e uma análise automatizada;
haemonchus contortus2
HAEMONCHUS CONTORTUS
  • as amostras (de sangue ou fezes) devem ser de fácil obtenção e passíveis de serem estocadas o maior tempo possível.
  • Resulta da expressão de uma resposta imunológica adquirida GILL (1991).
    • identificação de animais imunologicamente mais competentes.
cest ides taenia
Cestóides (Taenia)
  • Ciclo da Moniezia expansa: Animal contaminado defeca – elimina segmentos com ovos → larva → ingestão por ascarinos → formação dos cisticercóides → ingestão dos ascarinos infectados (Ovinos) → cisticercóides se fixam pela cabeça na mucosa do intestino delgado → cinco semanas – estado adulto → liberação de segmentos e ovos...
  • Ciclo da Taenia multiceps: intestino do cão → segmentos maduros liberados nas feses → ingetão por caprinos/ovinos → esômago – liberação dos embriões → perfuração da parede e deslocamento pela corrente sanguínea → cérebro e medula espinhal (sucesso), demais orgão (embrião não sobrevive) → formação de cisto no tecido nervoso → morte do caprino/ovino → ingestão por cachorros.
sintomas gerais de verminoses
Sintomas gerais de verminoses
  • Vermes do estômago: inchaço mole sob a mandíbula, possível presença de constipação.
  • Vermes pulmonares: tosse áspera, descarga nasal viscosa – tosse seca sem descarga; respiração difícil.
  • Tênias: debilidade, raquitismo;
  • Fascíolas: diarréia leve, anemia, apatia, inchaço bob a mandíbula.
eimeriose coccidiose
Eimeriose (coccidiose)
  • Protozoários
  • Agravado pelo confinamento.
  • Causa mais comum de diarréia em pequenos ruminantes jovens, entre 3 semanas e 5 meses de idade.
  • Contaminação – ingestão de esporocistos – (oocistos eliminados pelas fezes de animais contaminados).
  • Pode levar o animal à morte (AMARANTE et al. 1993).
  • Animais afetados - sensível diminuição no crescimento, devido a lesões irreversíveis na mucosa intestinal.
  • monensina sódica - componente biologicamente ativo produzido pelo Streptomyces cinnamonensis - efetiva no controle da coccidiose ovina, tanto natural quanto induzida artificialmente.
    • Promotor de crescimento.
linfadenite caseosa
LINFADENITE CASEOSA
  • Doença infecciosa contagiosa.
  • Corynebacterium pseudotuberculosis
  • Formação de abscessos nos gânglios linfáticos.
  • Influência:
    • Ganho de peso;
    • Morte ???
    • Animais para exposição (comprometimento temporário);
    • Depreciação da pele.
sintomas linfadenite caseosa
Sintomas – Linfadenite Caseosa
  • Abscessos:
    • Debaixo da mandíbola e orelhas;
    • Parte anterior e posterior da paleta;
    • Frente do quarto;
    • Em cima do úbere ou escroto.
  • Transmissão:
    • Secreção dos linfonodos rompidos.
      • Cont. solo;
      • Cont. abrigos;
      • Cont. cochos.
    • Grande persistência no ambiente (anos).
    • Penetra através de lesões da pele, umbigo...
controle linfadenite caseosa
Controle – Linfadenite Caseosa
  • Não permitir rompimento natural dos abscessos;
  • Isolar animais doentes, antes e pós cirurgia.
  • Fazer desinfecção periódica das instalações
    • Desinfetantes;
    • Vassoura de fogo.
  • Recolher todo material usado na cirurgia, bem como o conteúdo do abscesso e queimar.
pneumonia broncopneumonia
Pneumonia/Broncopneumonia
  • Sintomas
    • Febre;
    • Descarga de secreção pelas narinas;
    • Tosse;
    • Dificuldade para respirar;
    • Pêlos arrepiados.
  • Causa
    • Nutrição pobre;
    • Parasitas;
    • Instalações úmidas e mal ventiladas.
pneumonia broncopneumonia1
Pneumonia/Broncopneumonia
  • Controle
    • Higienização das instalações;
    • Evitar entrada de animais doentes;
    • Abrigar animais do vento, frio, chuvas e umidade excessiva;
    • Evitar superlotação nas instalações.
  • Tratamento
    • Antibióticos.
conjuntivite
CONJUNTIVITE
  • Enfermidade infecciosa contagiosa.
  • Sintomas:
    • Congestões;
    • Inflamações oculares – opacidade da córnea;
    • Lacrimejamento – irritação dos olhos;
    • Fotofobia;
    • Depósito mucoso ou mucopurolento;
    • Aglutinação dos pelos/lã, atingindo a fossa infra orbitária.
    • Cegueira – estados mais avançados;
conjuntivite1
CONJUNTIVITE
  • Etiologia:
    • Ricketsia conjuntivae;
    • Mycoplasma conjuntivae;
    • Chlamydia psittaci;
    • Neisseria ovis.
  • Tratamento:
    • Limpeza com água boricada (uso humano);
    • Terra cortril;
    • Neotopic spray;
    • Pomadas oftalmicas a base de tatraciclinas ou cloranfenicol.
pododermite
PODODERMITE
  • Podridão dos cascos.
  • Prevenção:
    • Inspeção regular dos casco;
    • Aparar regularmente os casco (três vezes ao ano);
    • Queimar pedaços de cascos aparados;
    • Isolar animais atacados;
    • Evitar pisos úmidos;
    • Limpeza de instalações;
    • Verificar animais novos no rebanho.
pododermite infecciosa
PODODERMITE INFECCIOSA
  • Doença infecciosa ulcerativa;
  • Necrose do tecido podofiloso;
  • Manqueira, foot-rot, mal do casco, podridão do casco, necrose infecciosa.
  • Etiologia:
    • Bacteróides nodosus;
    • Sphaerophurus necrophorus;
    • Spirochaeta pernortha;
    • Corynobacterium pyogenes.
  • Sintomatologia: Claudicação, inchação do casco e umidade da pele na fissura interdigital.
pododermite infecciosa1
PODODERMITE INFECCIOSA
  • Tratamento:
    • Antibiótico;
    • Aparar cascos;
      • Toalete do casco – cortar todo o tecido doente;
      • Lavar e escovar com desinfetante;
      • Utilização diária de pedilúvio (imersão total do casco).
    • Pedilúvio:
      • Solução de 9 partes de água e 1 de sulfato de cobre;
      • Formalina;
      • Creolina;
    • Formoped, Repelente de moscas.
  • Prevenção: corte do casco 2 vezes ao ano (ou quando necessário); instalações limpas e secas, verificação dos cascos regularmente.
ectoparasitoses
Ectoparasitoses
  • Carrapatos;
  • Piolhos;
  • Sarna;
  • Bicheira - miíase (Cochliomyia hominivorax);
  • Bernes (Dermatobia hominis).
  • Separar os animais com piolhos e sarna;
  • Banhe os animais com produtos carrapaticidas
  • Repetir banho após 7-10 dias;
  • Fornecer água e alimento antes do banho.
manejo das crias
MANEJO DAS CRIAS
  • Aleitamento
  • Consumo de alimento sólido
  • (creep feeding e creep grazing)
  • Proteger as crias (instalações, temperatura adequada, higiene e segurança);
  • Limpar os recém-nascidos - corte e cura do umbigo;
  • Marcação dos animais com brinco;
  • Pesar as crias aos 30, 45 e 60 dias
  • Desmame das crias entre 70 e 84 dias, vermifugar animais 30 dias apóscontato com o pasto.
manejo da f mea rec m parida
Manejo da fêmea recém parida
  • Alimentação da ovelha gestante – observar fase da gestação
  • 1ª fase - dois primeiros terços.
  • 2ª fase – terço final, crescimento de 70 % do feto.
  • Mão de obra adequada à atividade.
  • Observar condições de úbere e tetas.
  • Observar expulsão natural da placenta até 8 a 12 horas após o parto.
reten o de placenta
Retenção de placenta

- Não intervir???

- Auxilio medicamentoso (auxilio de contração e aplicação de velas uterinas).

  • Contração:
    • Placentina: 2 ml Sc ou IM;
    • Ocitocina: 1,5 ml SC ou IM.
  • Prevenção de Metrites:
    • Terramicina;
    • Vetrim Velas;
    • Ginovet;
    • Neobiotic V;
    • Velas uterinas Carlos Erba.
mastite mamite
Mastite/Mamite
  • Inflamação do úbere.
  • Contagioso, possui cura – controle principalmente por manejo adequado.
  • Diminui a produção de leite no teto, podendo evoluir para a perda total do mesmo.
  • Causas:
      • Úbere e tetas sujas;
      • Ferimentos no Úbere e teta;
      • Excesso de leite.
  • Sintomatologia:
      • Inchação, calor e sensibilidade;
      • Alteração da cor do úbere, teta, e leite;
      • Presença de grumos, sangue ou pus (mastite clínica).
  • Prevenção.
manejo dos cordeiros
Manejo dos Cordeiros
  • Secar os cordeiros depois do parto, caso a ovelha não faça, especialmente gêmeos e trigêmeos (evitar perda de calor).
  • Desinfetar e cortar o cordão umbilical.
  • Local de nascimento e manutenção dos animais – limpos e abrigados dos ventos frios e da umidade (chuva).
  • Certificar-se da ingestão de colostro nas horas seguintes ao nascimento.
      • animais rejeitados - providenciar alimentação;
      • Não alimentar cordeiros débeis com mamadeira ou garrafa;
      • Hipotermia ???
  • Identificação do animal.
manejo dos cordeiros1
Manejo dos cordeiros
  • Fatores que afetam o peso ao nascer
    • Raça, idade e nutrição da ovelha
    • Sexo do filhote
    • Número de filhotes por parto
    • Época de nascimento  alimentos
  • Quando não ocorre ingestão de colostro:
    • Adoção por outra ovelha
    • Leite + gema de ovo
    • Colostro de vaca
  • Se cordeiro morrer  ordenhar colostro da mãe e congelar
  • Cordeiros “guachos”  leite de vaca sem diluir (1litro/dia)
manejo dos cordeiros2
Manejo dos cordeiros
  • Incentivar o consumo de alimento sólido:
    • (creep feeding e creep grazing);
    • Facilita a prática do desmame e o confinamento após desmame.
    • Melhora o desempenho dos animais gemelares.
fases da cria o
Fases da criação
  • Fase de Produção (cria) - período desde a concepção até o desmame.
  • Fortemente influenciada pelo manejo. Características, em geral, de média a baixa herdabilidade.
  • Maximiza o desfrute dos rebanhos caprinos e ovinos.
  • Habilidade materna.
  • Corte do umbigo e o tratamento do coto umbilical com tintura de iodo a 10,0%.
  • 2 º fase (terço final):
    • manter as cabras e ovelhas em área plana, sombreada, dotada de água de boa qualidade e próxima ao centro de manejo.
    • Em se tratando de exploração caprina leiteira, ao se aproximarem as datas prováveis dos partos, as matrizes podem ser mantidas em baias individuais ou coletivas, desde que amplas, secas, ventiladas, forradas com cama e com disponibilidade de água.
fase de produ o cria
Fase de produção (cria)
  • Assistência durante o parto
      • Menor intervenção possível.
  • Expulsão dos envoltórios fetais ou placenta deverá ocorrer no período de oito horas, sem tracionamento dos envoltórios.
  • As crias podem sobreviver sem leite a partir dos 49 dias de idade.
  • Desmame de acordo com o desenvolvimento dos animais e sistema de produção.
  • IEP – sete a oito meses
  • EM – entre 45 a 65 dias após o primeiro parto no rebanho. Duração variável, ao redor de 60 dias.
slide56
Fase de recria ????

Tomada de decisão:

Chuva ou seca???

Disponibilidade de alimento;

Custo do alimento, mão de obra e área (terra).

Pasto

Semi-confinamento

Confinamento (terminação)

fase de termina o
FASE DE TERMINAÇÃO
  • Terminação de Caprinos e Ovinos a Pasto
  • Tecnologia recomendada para todas as regiões do país
    • Raça apropriada.
    • pastagens nativas e/ou cultivadas.
      • Pastagem cultivada irrigada;
      • Pastagem consorciada com cultura anual;
      • Consorciação com Culturas perenes;
      • Sistema “Santa Fé”;
      • Uso de banco de proteínas (Leucena, stylosantes, arachis pintoi).
    • Sistema rotacionado vs pastejo contínuo.
    • Observar características das forrageiras – adaptar manejo.
      • Fotossensibilização.
instala es a pasto
Instalações – a pasto
  • Apriscos;
    • Cochos;
    • Saleiros;
    • Bebedouros;
  • Pastagens
    • Creep feeding.
    • Creep grazing.
    • Saleiros;
    • Capim;
    • Cerca;
      • Arame farpado;
      • Arame liso;
      • Uso de tela, associada ou não a arame (liso ou farpado);
      • Cerca elétrica.
termina o pasto
Terminação à pasto
  • Controle sanitário rigoroso.
    • Menor incidência comparado ao confinamento (???).
    • Mais fácil controle (???).
    • Vermifugar o rebanho antes de entrar na terminação a pasto.
  • Produção
    • Potencial de até 160g/cabeça/dia.
termina o pasto1
Terminação - pasto
  • Aspectos econômicos
    • Rentabilidade – raça vs pasto vs manejo;
    • Observar valor da terra (rentabilidade do capital fixo);
    • Maior demanda por produtos naturais – com menor, ou ausência, de produtos “químicos”.
    • Maior valorização do animal “orgânico” (???).
    • Maior possibilidade de traumatismos (corte), podendo depreciar as peles.
confinamento
Confinamento
  • Consiste na seleção e no confinamento de animais jovens (cordeiros), com vistas a prepará-los para o abate, num curto espaço de tempo.
    • Esta tecnologia permite a produção de carcaças de boa qualidade na época desejada - boas expectativas.
  • Utilizada em períodos desfavoráveis (clima, alimentação baixa qualidade ou ausência pasto, super lotação das pastagens, decisão econômica) ao manejo tradicional do rebanho como um todo, ou em apenas parte (fêmeas gestantes, reprodutores, preparação para exposição).
  • Abrangência – todas as regiões brasileiras.
confinamento1
CONFINAMENTO
  • Vantagens:
      • Reduz a idade de abate de 10 a 12 meses para cinco a seis meses.
      • Disponibiliza a forragem das pastagens para as demais categorias animais do rebanho.
      • Agiliza o retorno do capital aplicado.
      • Permite a produção de carne de boa qualidade, também na época de carência alimentar.
      • Resulta na produção de pele de primeira categoria.
      • Assegura mercado para os produtos carne e pele.
      • Resulta em aumento da produtividade e renda (??????) da propriedade. Maior giro de capital.
      • Possibilita rápido incremento na condição dos animais destinados à exposições, ou animais em estado de depauperamento nutricional.
      • Maior controle da quantidade de alimento ingerida e da dieta dos animais.
      • Reprodutores exigentes em alimentação (cruzamento industrial, raças exóticas).
confinamento2
CONFINAMENTO
  • Economicidade - diretamente relacionada ao potencial de ganho de peso e precocidade de acabamento dos animais e inversamente com o tempo de confinamento.
  • Desvantagens
    • Custo da ração – aumento do custo de produção;
    • Necessidade de maior número de mão de obra;
    • Custo da instalação;
    • Necessita formar lotes homogêneos.
confinamento3
CONFINAMENTO
  • Instalações
  • Simples e de baixo custo - curral, comedouros, bebedouros e saleiros. O curral poderá ter piso de "chão batido" ou cimentado na área coberta (uso de camas na parte cimentada ???)
  • A área total do curral deve ser de três a quatro metros por animal, sendo que cerca de 0,8 m/animal deve ser coberta.
  • Comedouros e os bebedouros – evitar entrada dos animais.
  • Seleção dos lotes por tamanho dos animais. Observar relações de dominância excessiva dentro dos lotes.
animais para confinar
Animais para confinar
  • Animal saudável – cordeiros ou animais adultos magros.
  • Idade e o peso do animal - entre 60 e 90 dias de idade com, no mínimo, 15Kg de peso vivo. Pode-se confinar seqüencialmente ao desmame dos animais.
  • Machos e fêmeas podem ser confinados. Menor ganho de peso das fêmeas.
  • Não há necessidade de castrar os machos, uma vez que serão abatidos em idade precoce. Machos inteiros apresentam ganho de peso superior ao castrado (hormonal e ausência de trauma cirúrgico).
cuidados sanit rios
Cuidados Sanitários
  • Curto período de tempo do confinamento – introdução de animais vermifugados e saudáveis.
  • Higienização das instalações - retirada periódica das fezes.
  • Vermifugação de todos os animais ao início do confinamento.
  • Vacinas contra clostridiose, antes de iniciar o confinamento.
slide67
Duração do Confinamento : em torno de 60 dias

Alimentação no confinamento

Responsável por cerca de 70% dos custos de produção de animais em confinamento.

Concentrado - principal responsável por este fato.

Melhor quantidade e qualidade do volumoso reduz custo do confinamento.

Utilização de resíduos: cama de frango, fezes de suínos, resíduo de panificação, polpa cítrica, pedúnculo ou bagaço de caju desidratado, dentre outros.

influ ncia do confinamento na qualidade da carne e pele
Influência do Confinamento na Qualidade da Carne e Pele:
  • Maior maciez, suculência, melhor coloração, odor, e sabor da carne caprina e ovina.
  • Padronização das carcaças.
  • Possibilita formação de contratos de entrega regulares com qualidade conhecida.
  • Melhor qualidade de pele.
    • Menor tempo de exposição;
    • Menor exposição à agentes traumáticos (cercas, espinhos...);
    • Maior controle dos animais.
contato
Contato:

Jesus Xavier Ferro

e-mail: [email protected]

AGENCIARURAL

Fone: (62) 3201-8763

OBRIGADO!

ad