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INGLÊS INSTRUMENTAL TEMA: REFERENTES CONTEXTUAIS - PowerPoint PPT Presentation


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INGLÊS INSTRUMENTAL TEMA: REFERENTES CONTEXTUAIS. PROFESSOR: WALBERTO CAMARÁ.

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Ingl s instrumental tema referentes contextuais

INGLÊS INSTRUMENTALTEMA: REFERENTES CONTEXTUAIS

PROFESSOR: WALBERTO CAMARÁ


Com o intuito de tornar a leitura mais agradável e sem muita repetição de palavras, o autor de um texto sempre recorre ao uso de REFERENTES CONTEXTUAIS, dentre os quais se destacam os pronomes pessoais, possessivos, relativos e demonstrativos, além de verbos e advérbios. Veja exemplos abaixo:

  • Adriano studied at USP. Marcos studied there too.

  • Eva bought a lot of chocolate. She gave me some.

  • After the test, Cláudio went home. So did Helen.

  • Para que o leitor não se perca durante a leitura, ele precisa recuperar todos os termos a que os referentes estejam relacionados. Sem esta referência, o leitor perde elementos importantes indispensáveis a sua compreensão.

  • O exemplo abaixo ilustra o uso de referentes que, sem um contexto anterior definido, dificultam o raciocínio do leitor.

  • (...) He got there only then. But it was too late.

  • Como saber quem é he, que lugar é there e que hora é then? A menos que se leia a parte anterior a este desfecho, não haverá como compreendê-lo.


REFERENTES MAIS COMUNS muita repetição de palavras, o autor de um texto sempre recorre ao uso de REFERENTES CONTEXTUAIS, dentre os quais se destacam os pronomes pessoais, possessivos, relativos e demonstrativos, além de verbos e advérbios.

PRONOMES PESSOAIS

(suj.)

  • I,

  • you,

  • he,

  • she,

  • it,

  • we,

  • you,

  • they.

    (obj.)

  • me,

  • you,

  • him,

  • her,

  • it,

  • us,

  • you,

  • them.


POSSESSIVOS muita repetição de palavras, o autor de um texto sempre recorre ao uso de REFERENTES CONTEXTUAIS, dentre os quais se destacam os pronomes pessoais, possessivos, relativos e demonstrativos, além de verbos e advérbios.

(adj.)

  • my,

  • your,

  • his,

  • her,

  • its,

  • our,

  • your,

  • Their

    (pron.)

  • mine,

  • yours,

  • his,

  • hers,

  • its,

  • ours,

  • yours…


RELATIVOS muita repetição de palavras, o autor de um texto sempre recorre ao uso de REFERENTES CONTEXTUAIS, dentre os quais se destacam os pronomes pessoais, possessivos, relativos e demonstrativos, além de verbos e advérbios.

Which;

Who;

Whom;

That;

what;

Whose…


DEMONSTRATIVOS muita repetição de palavras, o autor de um texto sempre recorre ao uso de REFERENTES CONTEXTUAIS, dentre os quais se destacam os pronomes pessoais, possessivos, relativos e demonstrativos, além de verbos e advérbios.

This;

That;

These;

Those.


VERBOS AUXILIARES muita repetição de palavras, o autor de um texto sempre recorre ao uso de REFERENTES CONTEXTUAIS, dentre os quais se destacam os pronomes pessoais, possessivos, relativos e demonstrativos, além de verbos e advérbios.

  • do,

  • does,

  • did,

  • will,

  • would,

  • should,

  • can,

  • could,

  • is,

  • are,

  • was,

  • were,

  • has…


ADVÉRBIOS muita repetição de palavras, o autor de um texto sempre recorre ao uso de REFERENTES CONTEXTUAIS, dentre os quais se destacam os pronomes pessoais, possessivos, relativos e demonstrativos, além de verbos e advérbios.

Here,

there,

now,

then,

so,

where,

when,

that time…


OUTROS REFERENTES muita repetição de palavras, o autor de um texto sempre recorre ao uso de REFERENTES CONTEXTUAIS, dentre os quais se destacam os pronomes pessoais, possessivos, relativos e demonstrativos, além de verbos e advérbios.

  • some,

  • others,

  • any,

  • either,

  • one,

  • ones,

  • the former,

  • the latter…


Preencha o quadro de referentes na página seguinte: muita repetição de palavras, o autor de um texto sempre recorre ao uso de REFERENTES CONTEXTUAIS, dentre os quais se destacam os pronomes pessoais, possessivos, relativos e demonstrativos, além de verbos e advérbios.

Descubra qual é o produto de que trata o texto abaixo.


In 1886, Dr John Pemberton produced a syrup in an old pot in the backyard of his store in Atlanta, USA. The syrup contained a very small quantity of an addictive drug which gave it its name.

The first ad for the drink claimed it was delicious and refreshing. As Dr. Pemberton did not advertise enough, it did not sell well.

Just before he died, in 1888, Dr Pemberton sold the rights to produce the drink to Asa Candler for a few hundred dollars.

Willing to invest a lot of money in advertising, Candler gave away thousands of coupons offering free drinks. He also carried out a large promotion campaign giving away calendars, clocks and many other items for daily use with the name of the product clearly displayed on them.

THE REAL THING


Because of this advertising campaign, in the backyard of its fame gradually spread through the USA, the UK and eventually all over the world. As the product grew in popularity, the company had to fight off imitatores.

One way of doing this was the introdction of a unique bottle, which was registered as a trademark in 1960. However, in 1985, the company changed the flavor of the drink, but the new product failed and it lost millions of dollars. Nowadays, sales average more than 800 million drinks a day and the company is one of the most admired in the United States.

(Adaptado do texto The Real Thing, de Diane Spiller)


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