Pirâmide Gestão Empresarial
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Modulo Fiscal PowerPoint PPT Presentation


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Pirâmide Gestão Empresarial. Modulo Fiscal. Fluxo do Processo. Entradas. Processamento. Saídas. Informações. NFE. Importação\ Re-importação. Apurações. Relatórios. Exportações. Outras configurações relevantes. NFS. Entrada Manual. CBT. CBT- Código de Base Tributária

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Modulo Fiscal

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Presentation Transcript


Modulo fiscal

Pirâmide Gestão Empresarial

Modulo Fiscal


Fluxo do processo

Fluxo do Processo

Entradas

Processamento

Saídas

Informações

NFE

Importação\

Re-importação

Apurações

Relatórios

Exportações

Outras configurações relevantes

NFS

Entrada Manual


Modulo fiscal

CBT

  • CBT- Código de Base Tributária

  • O CBT será o responsável por definir como os impostos de ICMS e IPI irão ser considerados para as apurações fiscais.

  • O CBT dever ser colocado na NDO para sugestão na AF e NF. Essa definição facilitará a utilização desse modulo por parte dos usuários e evitará problemas de processamento.

  • No CBT, os impostos podem ser configurados de quatro formas diferentes:

    • Isento: Valores que não serão tributados. Todos impostos contidos no CBT exceto ICMS e IPI devem ter essa opção


Modulo fiscal

CBT

Marcada a coluna de formula valor isento apenas deve ser preenchida em caso de exceção.

  • Tributado: Os impostos que afetaram o Fiscal ICMS e IPI devem ter essa opção marcada. As formulas apenas devem ser preenchidas quando

  • Outros: Nessa coluna devem ser preenchidos impostos que não são isentos e não são tributados porém vem destacados

  • Nenhuma: Corresponde a valores que não serão levado para os relatórios. Os impostos marcados como nenhum não são computados para a base de calculo do ICMS.


Modulo fiscal

CBT

  • Observações:

    • O CBT deve ter todos os outros impostos como nenhum uma vez que esses não seram usados no fiscal.

    • Caso a empresa não utilize o fiscal é necessário criar um CBT padrão com todos os impostos cadastrados.

    • Todos os impostos contidos na NF devem está cadastrados no CBT escolhido para a operação.

    • No CBT deve ser informada a escrituração fiscal que será usada.

    • Nas operações de venda apenas pode ser alterado o CBT na NFS.

    • Quando as empresas não se creditarem de ICMS ou IPI o CBT deve está configurado como nenhuma. O impostos nunca deve ser zerado na entrada da nota, pois ele estabelece o total da nota.


Modulo fiscal

CFOP

  • CFOP- Códigos Fiscais de Operações e Prestações.

  • O CFOP serve para mapear as entradas e saídas de mercadorias de acordo com as particularidades em comum que as mesmas possuem.

  • Como:

    • Entrada ou Saída do estado.

    • Tipo de compra: Matéria Prima, Industrialização, entre outros.

    • Devoluções de compras.

    • Entre outros mapeamentos possíveis.

    • Para Maiores informações pode ser consultado o site:

      http://www.sefaz.pe.gov.br/flexpub/versao1/filesdirectory/sessions398.htm


Modulo fiscal

NDO

  • A NDO define o CBT para a sugestão durante a operação. Importante para evitar falhas dos usuários por trocas durante a operação.

  • Os CFOP que podem ser usados são definidos na NDO o que é importante para alguns relatórios alem do fato do CFOP padrão ser configurado aqui para a sugestão.

  • Os impostos a serem usados nas NFs e NFE-(NDO e produto) são definidos através da NDO.

  • As operações e os Itens da Operação são definidos NDO e são usado no DIPAM-B e Nova GIA.

  • Para detalhes Gerais sobre NDO consulte o documento especifico sobre NDO.

NFS

Fluxo

NFE


Rela o ndo x nfe x produto

Relação NDO x NFE x Produto

ISS

ICMS

COFINS

PIS

NDO

NFE

ICMS

COFINS

PIS

Produto

A alíquota pode ser definida pela NDO ou pelo produto

ICMS

IPI

COFINS

PIS


Exce es do imposto

Exceções do Imposto

  • Devido ao fato de poderem ocorrer variações de alíquota para os impostos incidentes nos produtos de acordo com o tipo de compras e a existência ou não de incentivos fiscais, se faz necessária a criação de exceções para os impostos.

  • A exceção tem prioridade em relação a NDO e Produto.

  • O cadastro de exceção para o imposto é necessário definir os UFs de origem e destino a qual a exceção se aplica.


Livro de entrada

Livro de Entrada

  • O livro de entrada tem a função de trazer os registros que todas as notas fiscais de saídas cadastradas no Pirâmide.

  • Essas notas podem ser correspondentes à mercadorias, Serviços e demais materiais de uso e consumo recebidos pela empresa.

  • No livro de entrada estão disponíveis as valores de isento, não tributados, tributado, outros de acordo com o CBT cadastrado.


Livro de sa da

Livro de Saída

  • O livro de saída tem a função de trazer os registros que todas as notas fiscais de saída cadastradas no Pirâmide.

  • Essas notas podem ser correspondentes à Bens e Mercadorias.

  • No livro de saída estão disponíveis as valores de isento, não tributados, tributado, outros de acordo com o CBT cadastrado.


Modulo fiscal

Apuração de Impostos


Apura o de impostos

Apuração de Impostos

  • A apuração de impostos é feita através da tela de apuração (Fiscal- Apuração- Resumo de Apuração)

  • A apuração de impostos consiste em identificar os valores gastos referentes ao ICMS, ICMSS e IPI dentro de cada Rótulo.

  • Os rótulos são os grupos de apuração dos impostos, que podem ser divididos por ocorrências.

  • As ocorrência são o detalhamento da origem dos débitos ou créditos dos impostos.


Apura o de impostos1

Apuração de Impostos

  • Atualmente existem apenas 14 rótulos, criados pela receita federal, são eles:

    • 1- POR SAIDAS / PRESTACOES COM DEBITO DO IMPOSTO: Preenchido através da importação das NFS para o Modulo Fiscal.

    • 2- OUTROS DEBITOS: Valores preenchidos manualmente através das ocorrências associadas ao Rotulo.

    • 3- ESTORNO DE CREDITOS: Valores preenchidos manualmente através das ocorrências associadas ao Rotulo.

    • 4- SUB TOTAL: Preenchido com a soma dos itens 1, 2, 3.

    • 5- POR ENTRADAS / AQUISICOES COM CREDITO DO IMPOSTO: Preenchido através das NFE importadas para o Modulo Fiscal.

    • 6- OUTROS CREDITOS: Valores preenchidos manualmente através das ocorrências associadas ao Rotulo.


Apura o de impostos2

Apuração de Impostos

  • 7- ESTORNO DE DEBITOS: Valores preenchidos manualmente através das ocorrências associadas ao Rotulo.

  • 8- SUB TOTAL: Preenchido com a soma dos itens 5, 6, 7

  • 9- SALDO CREDOR DO PERIODO ANTERIOR: Preenchido com os créditos do período anterior não utilizados.

  • 10- TOTAL : Resultado dos seguintes itens 4-8-9.

  • 11- SALDO DEVEDOR (DEBITO MENOS CREDITO) : Preenchido da seguinte forma item 4- 8 – 9. Caso o numero seja negativo será preenchido com 0.

  • 12- DEDUCOES: Valores preenchidos manualmente através das ocorrências associadas ao Rotulo.


Modulo fiscal

DIFA (Diferença de Alíquota)


Al quota interna

Alíquota Interna

  • A alíquota Interna é uma tabela usada para definir qual a alíquota do ICMS usada para cada estado.

  • Essa tabela serve para operações como DIFA, ICMS Substituto e bens que o consumidor final está fora do estado.

  • OBS: Para casos onde a alíquota interna pode variar dentro do próprio estado, pode ser configurada a Exceção de Alíquota Interna que vai ser definida através do Imposto, CBT e NDO.


Diferen a de al quota difa

Diferença de Alíquota (DIFA)

  • Devido ao fato dos estados possuírem alíquotas de ICMS deferentes, pode ocorrer uma perca de competitividade em alguns produtos devido aos créditos de ICMS.

  • O alinhamento dessa competitividade é feito pela DIFA que especifica um acréscimo na alíquota para igualar ao valor de compra dentro do estado.

  • Configurando a DIFA (Tipo 1):

    • Configurar no cadastro de alíquota interna a alíquota do estado onde a empresa está cadastrada (admin – gerais – impostos – alíquota interna).

    • No cadastro da Ndo de compras deve-se definir, na aba impostos, o imposto que terá o cálculo da DIFA. Marcar neste imposto a opção “possui diferença de alíquota”.


Diferen a de al quota difa1

Diferença de Alíquota (DIFA)

  • Ainda na NDO de compras deve-se adicionar o valor da DIFA na aba fórmulas – custo de entrada. Por exemplo: ValorItem-Valor<ICMS>+ValorDIFA<ICMS>, caso a DIFA seja calculada com base no ICMS. A mesma definição deve ser feita na configuração contábil, caso o imposto esteja configurado para ser contabilizado.

  • Existe um parâmetro – por filial – compras – pad. AF/NF – “Cálculo da DIFA pela” que define se o sistema pegará a base de cálculo bruta que está na ndo do item (2) ou a base de cálculo reduzida que está também na ndo do item (2).

  • Na inclusão da AF o sistema fará a diferença entre a alíquota interna definida no item (1) e a alíquota do imposto da NDO ou do Produto.


  • Diferen a de al quota difa2

    Diferença de Alíquota (DIFA)

    • EX: Supomos que e o parâmetro esteja definido para buscar a alíquota da NDO (que seria a alíquota do estado do seu fornecedor). Alíquota da NDO = 7% e alíquota interna = 17%. O percentual da DIFA será 17% - 7% = 10%. Supomos também que o parâmetro do item (3) esteja configurado para a base de cálculo bruta e o valor da base do ICMS = 350,00. O valor da DIFA será 350,00 * 10% = 35,00

    • Outra forma de configurar a DIFA:

      • Se o cliente quiser calcular a DIFA de forma mais automática, existe uma configuração no módulo fiscal – cadastros – alíquota de origem, onde deverá ser feita a configuração das alíquotas de todos os estado dos fornecedores que a empresa trabalha.


    Diferen a de al quota difa3

    Diferença de Alíquota (DIFA)

    • Ex: a alíquota do ICMS de SP para PE é = 7%. Desta forma pode-se deixar a ndo de compras criada no item (2) com a alíquota zerada (caso o parâmetro pegue a alíquota da NDO) e o sistema fará o cálculo da DIFA de forma diferente. No momento que for incluir a AF, deve-se informar o fornecedor. O sistema pegará o município deste fornecedor e procurará no cadastro do fiscal a alíquota para este município. Por exemplo: Supomos que foi configurado no fiscal a alíquota do estado de SP para PE = 7%. A NDO está com a alíquota zerada. Ao incluir a AF defini que o fornecedor é de SP. A DIFA será calculada da seguinte forma: 17% - 7% = 10% , ou seja, alíquota interna – alíquota do município do fornecedor definida no fiscal.

  • Atualmente mesmo para fornecedores dentro do estado o valor da DIFA é mostrado no compras, mas não é importada para o fiscal, o fiscal valida os estados.


  • Modulo fiscal

    SPED Fiscal


    Sped fiscal

    SPED FISCAL

    • Fluxograma Macro para o SPED

    Compras

    Fiscal

    Gerador SPED

    Arquivo

    Vendas


    Sped fiscal1

    SPED FISCAL

    • Site com todas as tabelas disponibilizadas pela Receita Federal:

      http://www.sped.fazenda.gov.br


    Modulo fiscal

    Estrutura do SPED Fiscal

    SPED FISCAL


    Modulo fiscal

    Estrutura do SPED

    • Vamos entender as informações do Arquivo Digital

    Arquivo Digital

    • Registro:H100

    • Registro:H110

    • Registro:0100

    • Registro:0110

    • Bloco 0

    Bloco H

    • Bloco H


    Estrutura do sped

    Estrutura do SPED

    • O Pirâmide está pronto para gerar o seguintes Blocos:


    Modulo fiscal

    Estrutura do SPED

    • Registros

      • Existem vários tipos de registros diferentes. O perfil da empresa é que define quais são os registros de devem ser gerados, nem todos os registros são obrigatórios para todas as empresas.


    Modulo fiscal

    Estrutura do SPED

    • O SPED é estruturado em blocos compostos por diversos registros, sendo esses compostos por tabelas das operações do Pirâmide, tabelas adicionais e variáveis do exportador de dados.

    • Atualmente o Pirâmide não gera todas as informações do SPED fiscal, são gerados apenas os registro e blocos obrigatórios para os nossos clientes.

    • As Tabelas adicionais e as variáveis serão mostradas de acordo com os registros aos quais se referem.


    Estrutura do sped1

    Estrutura do SPED

    • Todas as informações que o SPED utiliza para a geração dos arquivos são definidas pelas variáveis de data:

      • DAT_INICIAL: / DAT_FINAL: Essas variáveis devem ser preenchida com o formato dd-mm-yyyy


    Modulo fiscal

    Definição dos Registros

    SPED FISCAL


    Defini o dos registros

    Definição dos Registros

    • Para auxiliar na definição dos registros que devem ser gerados para o SPED fiscal existe uma planilha de Excel. Embora essa planilha não seja infalível,ela serve como orientação para os registros que precisam ser gerados.

    • Os registros a serem usados também podem ser definidos através do layout do SPED Fiscal.

    • A melhor opção é que ambas as ferramentas possam ser usadas.

      • *OBS: Cabe a cada empresa definir quais os registros que serão gerados por elas.


    Modulo fiscal

    Configurações e operações utilizadas no SPED Fiscal

    SPED Fiscal


    Modulo fiscal

    Cadastro de Tipo de Documento


    Modulo fiscal

    SPED Fiscal

    • Tipo de Documentos (Modelo de Documento)

      • Deve ser criado no mínimo um tipo de documento para cada um dos modelos de documentos que a empresa utiliza. Os Modelos de documentos que existem são:


    Modulo fiscal

    SPED Fiscal


    Modulo fiscal

    SPED Fiscal

    Apenas a criação dos Tipos de Documentos não é suficiente. Os usuários devem estar conscientes da necessidade de preenche-los corretamente nas operações.


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