Tert lia sobre a pobreza
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Tertúlia sobre a pobreza. O Séc. XXI terá de lidar com dois grandes problemas: As alterações climatéricas A Pobreza extrema. A pobreza é aqui mostrada por uma mulher que tem asas numa mão e uma pedra na outra. . Cerca de ¼ da população mundial permanece num estado de pobreza absoluta ,

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Tert lia sobre a pobreza

Tertúlia sobre a pobreza

O Séc. XXI terá de lidar com dois grandes problemas:

As alterações climatéricas

A Pobreza extrema


Tert lia sobre a pobreza

A pobreza é aqui mostrada por uma mulher que tem asas numa

mão e uma pedra na outra.

Ano de 2006-2007 Tertúlia sobre a pobreza


Tert lia sobre a pobreza

Cerca de ¼ da população mundial permanece

num estado de pobreza absoluta,

definida como a ausência de rendimento suficiente

em dinheiro ou em espécie para satisfazer as

necessidades biológicas mais básicas

de alimentação, vestuário e habitação. Peter Singer

Ano de 2006-2007 Tertúlia sobre a pobreza


Tert lia sobre a pobreza

Pobreza absoluta:

Consequências – sofrimento humano

- morte

Ano de 2006-2007 Tertúlia sobre a pobreza


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Ano de 2006-2007 Tertúlia sobre a pobreza


Tert lia sobre a pobreza

21% dos Portugueses vivem em risco de pobreza.

Portugal é o país da União Europeia onde é

mais difícil sair da pobreza.

Os grupos mais afectados são as crianças e os idosos.

Ano de 2006-2007 Tertúlia sobre a pobreza


Tert lia sobre a pobreza

O conformismo está nos antípodas da filosofia

e o seu amor pelo conhecimento não pode ser

estéril. Sendo uma actividade, o saber que

elabora tem que possuir um objectivo:

a resolução dos problemas que levanta.

Ano de 2006-2007 Tertúlia sobre a pobreza


Tert lia sobre a pobreza

Para construirmos uma realidade melhor, não temos apenas que a compreender mas também que a transformar.

Essa transformação só ocorre se tivermos uma argumentação racional suficientemente

convincente e mobilizadora da vontade.

Ano de 2006-2007 Tertúlia sobre a pobreza


Tert lia sobre a pobreza

Todo o sofrimento evitável do mundo – provocado pelo terrorismo, pela fome, pela falta de educação ou de cuidados básicos de saúde, pela sistemática violação dos direitos humanos, pelas tiranias e ditaduras políticas, económicas ou culturais, pelo fanatismo, pela pura ignorância, indiferença ou muito simplesmente pela estupidez humana – não é fruto de um destino incontornável, mas sim o resultado das escolhas dos homens.

Ano de 2006-2007 Tertúlia sobre a pobreza


Tert lia sobre a pobreza

A filosofia pode e deve contribuir para iluminar essas

escolhas, fornecendo argumentos capazes de as

transformar, permitindo aliviar imparcialmente o sofrimento evitável e promovendo um acréscimo significativo do bem-estar.

Ano de 2006-2007 Tertúlia sobre a pobreza


Tert lia sobre a pobreza

Enquanto existir sofrimento que possa ser evitado, e uma percentagem assustadora da humanidade continuar a morrer de fome num mundo em que os restantes seres humanos se banqueteiam com uma excessiva abundância. Enquanto a injustiça, a desigualdade e a intolerância continuarem a ser encaradas com passividade, indiferença ou conformismo, a humanidade tem boas razões para se preocupar.

Ano de 2006-2007 Tertúlia sobre a pobreza


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Tert lia sobre a pobreza

  • Medidas:

  • Transferência de riqueza de países desenvolvidos

  • para os países pobres.

  • - Organizações de combate à pobreza. Peter Singer

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QUESTÕES PROBLEMAS

Colaboração/Contribuição

Terão os habitantes dos países ricos obrigação

de ajudar quem vive nos países pobres?

Ano de 2006-2007 Tertúlia sobre a pobreza


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  • Peter Singer argumenta a favor da obrigação de ajudar:

  • A pobreza absoluta é um mal.

  • Não fazer nada é uma grave falha moral.

  • Ajudar quem vive na pobreza absoluta não

  • é nada que esteja para além dos nossos deveres morais.

  • Quem vive bem e não faz nada para ajudar os pobres,

  • gastando uma boa parte do seu dinheiro em luxos está a

  • recusar-se “a salvar a criança do lago para não sujar a roupa…”

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  • Até que ponto devemos sacrificar o nosso bem – estar

  • para ajudar os outros?

  • Sacrificarmos o nosso bem – estar até ficarmos quase na

  • pobreza absoluta é uma ameaça à nossa integridade,

  • pois implica abdicarmos dos projectos e compromissos que

  • fazem a vida ter valor para nós.

Ano de 2006-2007 Tertúlia sobre a pobreza


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  • Ética do bote salva – vidas (Garrett Hardin, biólogo):

  • Os países ricos devem ser vistos como bote salva – vidas.

  • Os seus ocupantes vagueiam no mar repleto de gente prestes

  • a afogar-se, que são os habitantes dos países pobres.

  • O que deverão fazer os privilegiados ocupantes destes botes?

  • Deverão seguir os seus impulsos humanitários e tentar salvar

  • o maior número possível de náufragos?

  • Não, porque se o fizerem o bote ficará superlotado e acabarão

  • por morrer afogados.

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Do mesmo modo, pensa Hardin, se os habitantes dos países ricos seguirem os seus impulsos humanitários e tentarem ajudar o maior número possível de pobres acabarão por produzir uma catástrofe económica e ecológica global.

Por isso, é melhor não ajudar.

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Tert lia sobre a pobreza

Segundo Hardin, o auxílio aospaíses pobres tornará

os seus governantes mais irresponsáveis e a ajuda internacional

dará origem a um crescimento populacional desenfreado.

Os dados disponíveis contrariam

o pessimismo de Hardin,

pois sabe-se que, reduzir a

mortalidade infantil e investir

na educação das mulheres faz

estabilizar a população.

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Tert lia sobre a pobreza

É injusto promover a ajuda internacional

quando no nosso país ainda há pessoas a viver

em grande pobreza?

Ano de 2006-2007 Tertúlia sobre a pobreza


Tert lia sobre a pobreza

A pobreza que existe no mundo é tanta que

mesmo que eu desse tudo o que tenho a minha

ajuda não seria mais do que uma gota

insignificante no oceano.

Por isso, não adianta eu tentar ajudar.

Ano de 2006-2007 Tertúlia sobre a pobreza


Tert lia sobre a pobreza

Se todos os habitantes dos países ricos que têm bastante mais

do que aquilo que precisam contribuíssem com 10% do seu

rendimento para acabar com a pobreza absoluta, isso daria

origem a uma grande crise económica, pois as pessoas que

trabalham na produção de bens não essenciais ficariam

desempregadas. E assim a pobreza aumentaria.

Ano de 2006-2007 Tertúlia sobre a pobreza


Tert lia sobre a pobreza

Aqueles cujos antepassados por acaso habitavam alguns ermos

arenosos em volta do Golfo Pérsico são hoje fabulosamente

ricos, porque há petróleo no subsolo dessas areias, enquanto

aqueles cujos avós se estabeleceram em terras melhores a

sul do Sara vivem na pobreza absoluta, devido à seca e a más

colheitas.

Ano de 2006-2007 Tertúlia sobre a pobreza


Tert lia sobre a pobreza

Pode esta distribuição ser aceitável?

Terão os cidadãos do Golfo obrigação

de ajudar quem vive no Sara?

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Como podemos cumprir o nosso dever de ajudar?

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