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“Contextualizando os equilibrios hidroeletrolítico e acidobásico”

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“Contextualizando os equilibrios hidroeletrolítico e acidobásico”. FACULDADE DE MEDICINA DE MARÍLIA Mauricio Braz Zanolli - Agosto 2007. ÁGUA. ...É INVARIAVELMENTE O PRINCIPAL CONSTITUINTE DOS ORGANISMOS VIVOS EM ATIVIDADE...

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Presentation Transcript
contextualizando os equilibrios hidroeletrol tico e acidob sico

“Contextualizando os equilibrios hidroeletrolítico e acidobásico”

FACULDADE DE MEDICINA DE MARÍLIA

Mauricio Braz Zanolli - Agosto 2007

slide2
ÁGUA

...É INVARIAVELMENTE O PRINCIPAL CONSTITUINTE DOS ORGANISMOS VIVOS EM ATIVIDADE...

...O ORGANISMO É UMA SOLUÇÃO AQUOSA NA QUAL ESPALHAM-SE SUBSTÂNCIAS COLOIDAIS DE VASTÍSSIMA COMPLEXIDADE...

Henderson

iso hipo e hipert nico
ISO, HIPO E HIPERTÔNICO
  • Pressão osmótica se refere ao número de partículas em solução ( mais partículas / menos água)
  • Hipertonicidade - osmolaridade acima da observada em líquidos corporais
  • Hipotonicidade - osmolaridade abaixo da observada em líquidos corporais
  • 300 mOsm / l = valor médio “normal”
movimenta o da gua
MOVIMENTAÇÃO DA ÁGUA
  • MOVE-SE LIVREMENTE ATRAVÉS DAS MEMBRANAS CELULARES E CAPILARES, MANTENDO O EQUILIBRIO OSMÓTICO
  • OS SOLUTOS NÃO SE DISTRIBUEM LIVREMENTE, SENDO QUE O SÓDIO PREDOMINA NO EXTRA E O POTÁSSIO NO INTRACELULAR
controle celular da gua e solutos
CONTROLE CELULAR DA ÁGUA E SOLUTOS

+

-

MEMBRANA

PINOCITOSE

3Na

H2O

H2O

PROTEINAS

TRANSPORTANDO

SOLUTOS

2K

RNA

distribui o da gua corporal
DISTRIBUIÇÃO DA ÁGUA CORPORAL

SÓLIDOS 40%

P

L

A

S

M

A

5%

INTERST.

15%

Água intracelular- 40%

E.E.C.

equil brio de fluidos corporais
EQUILÍBRIO DE FLUIDOS CORPORAIS

PLASMA INTERSTICIO INTRACELULAR

H2O

K

P

R

O

T

Na

H2O

equil brio da gua corporal
ENTRADA

FLUIDOS - 1200 A 1800

ALIMENTOS - 700 A 1000

OXIDAÇÃO - 250 A 300

TOTAL : 2000 A 3000

SAÍDA

URINA - 1500 A 2000

PELE - 300 A 600

PULMÕES - 200 A 400

TRATO GI - 100

TOTAL : 2000 A 3000

EQUILÍBRIO DA ÁGUA CORPORAL
perda d gua
PERDA D’ ÁGUA

300 300

300

Extra Intracelular

3

1

325 325

350

2

adi o d gua
ADIÇÃO D’ ÁGUA

300 300

300

Extra Intracelular

3

275 275

1

250

2

regula o da gua corporal
REGULAÇÃO DA ÁGUA CORPORAL

HIDROPENIA

AUMENTO DA OSMOLALIDADE PLASMATICA

HIPOTÁLAMO

SEDE

SECREÇÃO HAD

HIDRATAÇÃO

RETENÇAO TUBULAR

DE ÁGUA

REDUÇÃO DA OSMOLALIDADE PLASMÁTICA

papel hormonal na regula o do equil brio de s dio e gua
OSMOREGULAÇÃO (H2O)

O QUE É SENTIDO- OSMOLARIDADE PLASMATICA

SENSORES- HIPOTALAMO

EFETORES- HAD, SEDE

EFEITO- OSMOLARIDADE URINARIA, INGESTÃO H2O

AVALIAÇÃO- Na PLASMÁTICO

REGULAÇÃO DE VOLUME (Na)

SENSORES-ATRIO, CAROTIDA, AFERENTE

EFETORES- SRAA, PNA, NOR, HAD

O QUE É SENTIDO- PERFUSÃO TECIDUAL

EFEITOS- NATRIURESE, SEDE

AVALIAÇÃO- EEC

PAPEL HORMONAL NA REGULAÇÃO DO EQUILÍBRIO DE SÓDIO E ÁGUA
devemos saber que
DEVEMOS SABER QUE
  • OSMOLALIDADE PLASMÁTICA~

2 (Na PLASMATICO) + GLICEMIA / 18 + UREIA / 6

  • GLICOSE E UREIA SÃO NORMALMENTE POUCO SIGNIFICATIVAS EM TERMOS DE PRESSÃO OSMÓTICA
  • SÓDIO CONTRIBUI PARA OSMOLARIDADE PLASMÁTICA NA MEMBRANA CELULAR, MAS NÃO NA PAREDE CAPILAR
  • PROTEINA PLASMÁTICA É O PRINCIPAL DETERMINANTE DA PRESSÃO ONCÓTICA DO PLASMA
devemos saber que2
DEVEMOS SABER QUE
  • A CONCENTRAÇÃO PLASMÁTICA DE SÓDIO E A OSMOLALIDADE PLASMATICA VARIAM EM PARALELO
  • NÃO HÁ RELAÇÃO PREVISÍVEL ENTRE SÓDIO PLASMÁTICO E VOLUME EXTRACELULAR
  • NÃO HÁ RELAÇÃO PREVISÍVEL ENTRE SÓDIO PLASMÁTICO E EXCREÇÀO URINÁRIA DE SÓDIO
  • ALTERAÇÕES DA OSMOLALIDADE PLASMÁTICA LEVAM A MUDANÇAS NO VOLUME INTRACELULAR
devemos saber que3
DEVEMOS SABER QUE
  • HIPONATREMIA (HIPO-OSMOLALIDADE) INDUZ AO EDEMA INTRACELULAR
  • HIPERNATREMIA (HIPER-OSMOLARIDADE) INDUZ À DESIDRATAÇÃO INTRACELULAR
  • ESTAS MUDANÇAS SÃO SENTIDAS NO CÉREBRO, ACARRETANDO SINTOMAS NEUROLÓGICOS EM AMBOS OS CASOS
metabolismo do s dio
METABOLISMO DO SÓDIO
  • PRINCIPAL CÁTION DO EXTRACELULAR
  • DETERMINA O VOLUME DO FLUIDO EXTRACELULAR
  • SUA REGULAÇÃO MANTÉM O VOLUME DESTE COMPARTIMENTO
  • ALTA QUANTIDADE - CONGESTÃO CIRCULATÓRIA
  • BAIXA QUANTIDADE - COLAPSO CIRCULATÓRIO
regula o do s dio corporal
REGULAÇÃO DO SÓDIO CORPORAL
  • A REGULAÇÃO
  • DO SÓDIO CORPORAL
  • INCLUE
  • MECANISMOS
  • HEMODINÂMICOS
  • HORMONAIS
avalia o cl nica do espa o extracelular
Intravascular

Arterial

P.A.

Freqüência Cardíaca

Variação Postural

Venoso

PVC

Enchimento Jugular

Veias Sublinguais

Veias Periféricas

Intersticial

Turgor

Pele

Lingua

Ocular

Umidade

Mucosas

Lingua

AVALIAÇÃO CLÍNICA DO ESPAÇO EXTRACELULAR
distribui o do pot ssio
DISTRIBUIÇÃO DO POTÁSSIO
  • PRINCIPAL CÁTION INTRACELULAR
  • [K] INTRACELULAR - 150 mEq / L
  • [K]EXTRACELULAR - 4 mEq / l
  • POTENCIAL INTRACELULAR NEGATIVO É DEVIDO A ESTA ASSIMETRIA DE DISTRIBUIÇÃO
ddp a ln k i k e
DDP= a. ln Ki / Ke
  • Se Ke se reduz, diferença de potencial se eleva => hiperpolarização => tecidos excitáveis conduzem mais dificilmente estímulos
  • Se Ke se eleva, diferença de potencial cai => despolarização => tecidos excitáveis tornam-se mais irritáveis
sistemas tamp es
Sistemas tampões

Lembrar do osso

como tampão !!!

como avaliar
sangue arterial

(GS com heparina)

É O PADRÃO !!!

pH

HCO3 (actual)

pCO2

sangue venoso

No ambulatório...

tCO2 (26-27mEq/l) ou reserva alcalina

Como avaliar ?
slide25

pH = Alcalemia (pH sangue alto)

pH = Acidemia ( pH sangue baixo)

pH: 7.35 a 7.45

pH = 6.1 + log [HCO3-] / [H2CO3] ou

pH = 6.1 + log [HCO3-] / 0,03 pCO2

respostas fisiol gicas
RESPOSTAS FISIOLÓGICAS

(Esta é a tabela para termos no bolso !!!)

Distúrbio primário resposta

acidose metabólica: 1 HCO3 pCO2 1 - 1,5

alcalose metabólica: 1 HCO3 pCO2 0,25- 1

acidose resp. aguda: 10 pCO2 HCO3 1

resp. crônica: 10 pCO2 HCO3 4

alcalose resp. aguda: 10 pCO2 HCO3 1 - 3

resp. crônica: 10 pCO2 HCO3 3 - 5

Kaehny WD, Manual of Nephrology 4ed, 1995.

slide29

Physiology of Microvascular Fluid Exchange in the Lung

Ware L and Matthay M.

N Engl J Med 2005;353:2788-2796

slide30

Figure 1Chest X-ray of 20-year-old woman with a plasma sodium concentration of 117 mmol/l after ecstasy (3,4-methylenedioxymethamphetamine) ingestion

Kalantar-Zadeh K et al. (2006) Fatal hyponatremia in a young woman after ecstasy ingestion

Nat Clin Pract Neprol2:283–288 doi:10.1038/ncpneph0167

slide31

Table 1Chronologic course of events in the patient after ecstasy (3,4-methylenedioxymethamphetamine) ingestion

Kalantar-Zadeh K et al. (2006) Fatal hyponatremia in a young woman after ecstasy ingestion

Nat Clin Pract Neprol2:283–288 doi:10.1038/ncpneph0167

slide32

Table 2 Comparison of clinical and laboratory findings, course of events, and management and outcome of three hyponatremic patients

Kalantar-Zadeh K et al. (2006) Fatal hyponatremia in a young woman after ecstasy ingestion

Nat Clin Pract Neprol2:283–288 doi:10.1038/ncpneph0167