A AVALIAÇÃO COMO EIXO ENTRE O PPP, PPC E PTD – O PAPEL DO PEDAGOGO NESTA MEDIAÇÃO
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Encontro NRE/ESCOLAS – Junho/2008 COORDENAÇÃO DE GESTÃO ESCOLAR – CGE/NRE PowerPoint PPT Presentation


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A AVALIAÇÃO COMO EIXO ENTRE O PPP, PPC E PTD – O PAPEL DO PEDAGOGO NESTA MEDIAÇÃO. Encontro NRE/ESCOLAS – Junho/2008 COORDENAÇÃO DE GESTÃO ESCOLAR – CGE/NRE Iria/Vanderlei/Suzana/Cleci/Nelca. UMA QUESTÃO DE CONCEPÇÃO. DE SOCIEDADE DE MUNDO DE HOMEM DE EDUCAÇÃO DE AVALIAÇÃO DE MÉTODO

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Encontro NRE/ESCOLAS – Junho/2008 COORDENAÇÃO DE GESTÃO ESCOLAR – CGE/NRE

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Presentation Transcript


Encontro nre escolas junho 2008 coordena o de gest o escolar cge nre

A AVALIAÇÃO COMO EIXO ENTRE O PPP, PPC E PTD – O PAPEL DO PEDAGOGO NESTA MEDIAÇÃO

Encontro NRE/ESCOLAS – Junho/2008

COORDENAÇÃO DE GESTÃO ESCOLAR – CGE/NRE

Iria/Vanderlei/Suzana/Cleci/Nelca


Uma quest o de concep o

UMA QUESTÃO DE CONCEPÇÃO

DE SOCIEDADE

DE MUNDO

DE HOMEM

DE EDUCAÇÃO

DE AVALIAÇÃO

DE MÉTODO

DE ENSINO E

APRENDIZAGEM

DE CURRÍCULO

DE PEDAGOGO


Impacto do taylorismo e do toyotismo na avalia o na concep o e na compreens o do papel do pedagogo

Impacto do Taylorismo e do Toyotismo, na avaliação, na concepção e na compreensão do papel do pedagogo

TAYLORISMO

  • Avaliação- sem continuidade / compromisso no processo.

  • Supervisor - supervisiona o processo

  • Orientador – ajusta o aluno ao sistema em que a escola está inserida

    TOYOTISMO

  • Avaliação – auto-controle, sem compromisso / superficialidade

  • Pedagogo – multifuncional, não comprometido profundamente com nada


Encontro nre escolas junho 2008 coordena o de gest o escolar cge nre

Impacto do Taylorismo e do Toyotismo, na avaliação, na concepção e na compreensão do papel do pedagogo

Papel do Pedagogo unitário na educação

  • Conseguir compreender e agir na escola e em tudo o que a envolve no processo educativo;

  • Atuar nas contradições para uma mudança possível;

  • Profissional crítico com fundamentação teórica e leitura de mundo para agir e intervir num processo educativo pautado nas contradições, com vistas a um projeto de sociedade.


Contradi es no mbito da hist ria da educa o

CONTRADIÇÕES NO ÂMBITO DA HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO:

O QUE FICA DO DISCURSO DO CONVENCIMENTO?

O QUE AVANÇAR EM TERMOS DE COMPREENSÃO?

O QUE JÁ AVANÇAMOS?

(Plano de Ação... Dissociação entre quem produz e quem executa)

## O QUE HÁ DE IDEOLÓGICO NA IDÉIA DE “MUDANÇA DE PARADIGMAS##


No contexto da p s modernidade

NO CONTEXTO DA PÓS MODERNIDADE

ROMPER PARADIGMAS: IMPLICA EM ROMPER COM A IDÉIA DE TRANSMITIR OS CONHECIMENTOS PRONTOS E CRITICADOS COMO VERDADEIROS PRODUZIDOS NA MODERNIDADE. RELATIVIZA-SE O CONHECIMENTO EM NOME DA CRÍTICA À PADRONIZAÇÃO, AOS FATOS E VERDADES.

IDÉIA DO SUBJETIVISMO (que exprime apenas as idéias ou preferências da própria pessoa)


Novos paradigmas

“NOVOS PARADIGMAS”

  • Política – neoliberalismo

  • Cultura – pós modernismo

  • Educação – construtivismo

  • Economia – mundialização

  • Política educacional – reforma de 1990

  • PCN – Relatório Jacques de Lores –DCN


Entre o paradigma e a dial tica

ENTRE O PARADIGMA E A DIALÉTICA

  • QUANDO TUDO VALE, NADA VALE, QUANDO TODOS TÊM A VERDADE ELA NÃO ESTÁ EM LUGAR NENHUM...

  • A QUESTÃO NÃO É TRANSFERIR NEM CONSTRUIR CONHECIMENTOS, NEM “APRENDER A APRENDER”. O CONHECIMENTO É UMA PRODUÇÃO HISTÓRICA E DEVE SER APROPRIADO E SOCIALIZADO INTENCIONALMENTE. DIALETICAMENTE PRODUZIDO, MEDIADO, PORTANTO, ENSINADO SIM!

  • MEDIAR É DEMOCRÁTICO E NÃO INVASIVO!


Definindo conceitos em educa o

DEFININDO CONCEITOS EM EDUCAÇÃO

  • CONCEPÇÃO – OPÇÃO POLÍTICA EM RELAÇÃO A UM POSICIONAMENTO DIANTE DA SOCIEDADE – DO HOMEM – DO MUNDO ( NÃO EXPRESSAM APENAS MOMENTOS HISTÓRICOS)

  • TENDÊNCIA – MANIFESTAÇÕES HISTÓRICAS DENTRO DAS CONCEPÇÕES


Concep o

CONCEPÇÃO

“OS PRINCÍPIOS NORTEADORES DA EDUCAÇÃO NO ESTADO DO PARANÁ APONTAM QUE PRECISAMOS GARANTIR A APRENDIZAGEM DE TODOS OS ALUNOS E QUE ORIENTADOS POR UMA PEDAGOGIA PROGRESSISTA EM QUE O CONHECIMENTO É FATOR IMPRESCINDÍVEL PARA A FORMAÇÃO DO CIDADÃO E CONSEQUENTEMENTE TRANSFORMAÇÃO DA SOCIEDADE QUE AÍ ESTÁ...”


Pedagogia progressista

PEDAGOGIA PROGRESSISTA

  • A TENDÊNCIA HISTÓRICO CRÍTICA É UMA DAS MANIFESTAÇÕES

  • DÉCADA DE 80-90

  • REAÇÃO À DITADURA MILITAR

  • CRÍTICA À PEDAGOGIA TECNICISTA, ESCOLANOVISTA E AO CRÍTICO REPRODUTIVISTA

  • PERSPECTIVA DE TRANSFORMAÇÃO SOCIAL

  • NO ÂMBITO DE UMA PEDAGOGIA SOCIALISTA


Encontro nre escolas junho 2008 coordena o de gest o escolar cge nre

“A CONCEPÇÃO DE AVALIAÇÃO QUE FUNDAMENTA O NOSSO TRABALHO TEM SUA BASE NO MATERIALISMO HISTÓRICO CRÍTICO, DE MODO QUE A CONCEPÇÃO DE HOMEM É DO SER HISTÓRICO, PRODUTOR DE SUA EXISTÊNCIA ... LIVRE NO SENTIDO DE AGIR INTENCIONALMENTE ...OPTAR POR UMA COISA OU OUTRA ...DESTE MODO EDUCA E EDUCA-SE, AVALIA E AVALIA-SE , TRANSFORMA E SE TRANSFORMA, FAZ-SE HUMANO.”


Materialismo hist rico dial tico

MATERIALISMO HISTÓRICO DIALÉTICO

TRABALHO COMO PRINCÍPIO (EDUCATIVO)

CULTURA – PRODUÇÃO HUMANA, INTENCIONAL, CONSTRUÍDA, A PARTIR DAS RELAÇOES DE TRABALHO DEFINEM AS FORMAS DE VIDA, COSTUMES, CRENÇAS DE UM GRUPO, UM POVO EM SUA ÉPOCA.


Dial tica como concep o e m todo

DIALÉTICA COMO CONCEPÇÃO E MÉTODO

  • CONCEPÇÃO DE CURRÍCULO DIALÉTICO EM OPOSIÇÃO AO MECANICISTA – POSITIVISTA E FENOMENOLÓGICO – SUBJETIVISTA

  • EM HEGEL –ANÁLISE – ANTÍTESE E SÍNTESE - VISÃO INTERPRETATIVA - COMPREENSIVA DE MUNDO

  • EM MARX – VISÃO TRANSFORMADORA DA REALIDADE


Como concep o de mundo de sociedade

COMO CONCEPÇÃO DE MUNDO – DE SOCIEDADE

“COMO É POSSÍVEL TÃO POUCOS DOMINAREM TANTOS?

AS CLASSES DOMINANTES LUTAM PARAMANTER O STATUS QUO , PRECISA CONTAR COM O CONSENSO DOS DOMINADOS E A AVALIAÇÃO COLABORA COM A SELEÇÃO SOCIAL E A DISCRIMINAÇÃO, SEPARANDO OS APTOS DOS INAPTOS, OS CAPAZES DOS INCAPAZES, ALÉM DE CUMPRIR A FUNÇÃO DE LEGITIMAR O SISTEMA DOMINANTE”


Sobre concep o de educa o em avalia o

SOBRE CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO EM AVALIAÇÃO:

  • “PRECISAMOS ESTAR ATENTOS PARA NÃO CAIR EM DUAS POSTURAS EQUIVOCADAS: DETERMINISMO: NÃO DÁ PARA FAZER NADA, ENQUANTO NÃO MUDAR O SISTEMA, NÃO DÁ.

  • VOLUNTARISMO: ACHAR QUE É QUESTÃO DE BOA VONTADE, CADA UM ASSUMIR O SEU PAPEL. A PRIMEIRA LEVA A ACOMODAÇÃO...A SEGUNDA ...MELHOR COLOCAR A CULPA EM ALGUÉM. O ENFOQUE É DIALÉTICO”: ANÁLISE, TOTALIDADE, POSSIBILIDADES DE MUDANÇA


Sobre concep o de homem

SOBRE CONCEPÇÃO DE HOMEM

“ A escola reflete as relações na sociedade, portanto os determinantes sociais estão presentes no cotidiano escolar. Muitos deles reforçam a ação excludente presente na educação escolar servindo para justificar o baixo rendimento escolar do aluno. Este determinantes devem ser estudados ... com a finalidade de ampliar a compreensão sobre as relações sociais, pelas quais permeiam o conhecimento científico ...(isso pressupõe compreender que) o homem é produto do meio em que vive construído a partir de suas relações sociais ... o professor tem a função de mediador ...”

(PERSPECTIVA DIALÉTICA)

Portanto: o homem não nasce pronto, é concreto, é condicionado pelas relações sociais.


Sobre o construtivismo

SOBRE O CONSTRUTIVISMO

  • “OPORTUNIZAR AO SEU ALUNO UMA APRENDIZAGEM CONDIZENTE PARA A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO DA TRANSFORMAÇÃO SOCIAL DOS MESMOS”

  • SOBRE A SEDUÇÃO DO CONSTRUTIVISMO: OS CONHECIMENTOS SÃO CONSTRUÍDOS COLETIVAMENTE PELO CONJUNTO DA HUMANIDADE, A ESCOLA É ESPAÇO DE SISTEMATIZAÇÃO, APROPRIAÇÃO DOS MESMOS...NÃO SÃO CONSTRUÍDOS INDIVIDUALMENTE.


Definindo conceitos em avalia o

DEFININDO CONCEITOS EM AVALIAÇÃO

CRITÉRIOS

PESOS

INSTRUMENTOS

RECUPERAÇÃO DE ESTUDOS

REAVALIAÇÃO

SISTEMA DE AVALIAÇÃO


Sobre o conceito de somativa cumulativa

SOBRE O CONCEITO DE SOMATIVA - “cumulativa”

  • “TEM A FINALIDADE DE VERIFICAR O QUE O ALUNO APRENDEU, VISA A ATRIBUIÇÃO DE NOTAS, INFORMANDO AO EDUCANDO E AO PROFESSOR QUANTO DE AVALIAÇÃO ALCANÇADA”

    ESCLARECENDO:

  • A AVALIAÇÃO SOMATIVA É A SÍNTESE DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM, POR ISSO NÃO É SOMATÓRIA, A NOTA É A AFERIÇÃO DE VALOR POSSIVEL, NÃO NECESSARIAMENTE DECORRENTE DA PERSPECTIVA DA AVALIAÇÃO COMO SOMATIVA


O que democr tico em avalia o

O QUE É DEMOCRÁTICO EM AVALIAÇÃO

AVALIAR PARA DIAGNOSTICAR E PROMOVER O ACESSO AO CONHECIMENTO EM SUA TOTALIDADE POSSÍVEL, DIANTE DO RECORTE INTENCIONAMENTE FEITO NO CURRÍCULO. NÃO PROMOVER AUTOMATICAMENTE NO SENTIDO DE COMPENSAR CARÊNCIAS PEDAGÓGICAS INSTITUCIONAIS E PESSOAIS.


Crit rios de avalia o

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

EXPRESSAM A INTENCIONALIDADE DO CONTEÚDO, MANIFESTA NA JUSTIFICATIVA DO PTD (OBJETIVOS) – RECORTE DO QUE SE ESPERA ACOMPANHAR NA APRENDIZAGEM DO ALUNO. PORTANTO, CRITÉRIOS NÃO SÃO OS PESOS, NEM OS INSTRUMENTOS. OS CRITÉRIOS (GERAIS) DECORREM DOS CONTEÚDOS. DEVE RESPONDER À ESPECIFICIDADE DA DISCIPLINA.


Sobre crit rios

SOBRE CRITÉRIOS

“... UM REFERENCIAL QUE GERA PARÂMETROS QUE DEVEM SER PREVIAMENTE ESTABELECIDOS, DESCRITOS E CONHECIDOS PELOS ALUNOS FAVORECENDO A TRANSPARÊNCIA DO PROCESSO, A ORIENTAÇÃO DO TRABALHO DISCENTE E CO-RESPONSABILIDADE DO ALUNO NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM”


Sobre instrumentos

SOBRE INSTRUMENTOS

“... MEIOS E RECURSOS UTILIZADOS PARA SE ALCANÇAR DETERMINADO FIM, DE ACORDO COM OS ENCAMINHAMENTOS METODOLÓGICOS E EM FUNÇÃO DOS CONTEÚDOS E CRITÉRIOS ESTABELECIDOS PARA TAL... ESTE FIM NÃO É A AQUISIÇÃO PURA E SIMPLES DO CONHECIMENTO ... MAS A PRÁTICA SOCIAL TENDO EM VISTA A PRÓPRIA CONDIÇÃO HUMANA”


Pesos

PESOS

  • TODOS OS INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO DEVEM OU PODEM TER O MESMO PESO?

  • QUAL A RELAÇÃO ENTRE OS PESOS E CRITÉRIOS?


Recupera o e reavalia o

RECUPERAÇÃO E REAVALIAÇÃO

  • A RECUPERAÇÃO DE ESTUDOS CONCOMITANTE IMPLICA NA RETOMADA DOS CONTEÚDOS TENDO COMO REFERENCIAL OS CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

    A PARTIR DOS QUAIS OS INSTRUMENTOS SÃO PENSADOS.

  • SE TEORICAMENTE HOUVE APROPRIAÇÃO DOS CONTEÚDOS A PARTIR DA RETOMADA DOS MESMOS COMO AFERIR VALOR TENDO EM VISTA A CULTURA DE SISTEMA DE AVALIAÇÃO QUE AINDA TEMOS?


O que se recupera afinal

O QUE SE RECUPERA, AFINAL?

  • “CONCOMITANTE AO PROCESSO, ATRAVÉS DA RETOMADA DE CONTEÚDOS POR MEIO DE ATIVIDADES DIVERSIFICADAS COMO: TRABALHOS DE PESQUISAS, TAREFAS, GRUPOS DE ESTUDOS, UTILIZAÇÃO DE DIFERENTES RECURSOS...”

  • PORTANTO, O QUE SE RECUPERA É O CONTEÚDO E NÃO O INSTRUMENTO. ESTE É A VIA DE DIAGNÓSTICO


Preciso recuperar a partir de cada instrumento

É PRECISO RECUPERAR A PARTIR DE CADA INSTRUMENTO?

  • “A AVALIAÇÃO NÃO PRECISA PRECEDER CADA INSTRUMENTO... NÃO RECUPERA OS INSTRUMENTOS E SIM OS CONTEÚDOS, CUJOS INSTRUMENTOS FORAM UTILIZADOS COMO VIA DE APRENDIZAGEM E DIAGNÓSTICO...”

  • PERSPETIVA DE SE AVALIAR POR BLOCO DE CONTEÚDOS.


Encontro nre escolas junho 2008 coordena o de gest o escolar cge nre

  • “SE O PROFESSOR DEFINIU 5 CONTEÚDOS A SEREM TRABALHADOS NO BIMESTRE ELE DEVERÁ A CADA CONTEÚDO ATRIBUIR VALOR, QUE SOMADOS CHEGARÁ A 10, O QUE CORRESPONDE A 100% DA APRENDIZAGEM.”

  • PESO AOS CONTEÚDOS, AOS BLOCOS DE CONTEÚDOS, AOS CRITÉRIOS OU AOS INSTRUMENTOS?

  • ISTO DEVE ESTAR DISCUTIDO E REGIMENTADO EM CONFORMIDADE COM O QUE JÁ SE AVANÇOU NA CULTURA ESCOLAR DIANTE DO SISTEMA DE AVALIAÇÃO


Instru o 07 99

INSTRUÇÃO 07/99

  • RESULTADOS INCORPORADOS ÀS AVALIAÇÕES REALIZADAS DURANTE O PERÍODO LETIVO

  • AVALIAÇÃO SOMATIVA E NÃO SOMATÓRIA

  • FOCO É NA APRENDIZAGEM E NÃO NO RESULTADO, ESTE É CONSEQUÊNCIA.


Encontro nre escolas junho 2008 coordena o de gest o escolar cge nre

COMO AS CONCEPÇÕES SE ARTICULAM NO PPP?

MÉTODO DA

PRÁTICA

SOCIAL

(SAVIANI

GASPARIN)

CONCEPÇÃO DE SOCIEDADE

VISÃO DE MUNDO

DE EDUCAÇÃO

PROGRESSISTA

MÉTODO/

CURRÍCULO

DIALÉTICO

VISÃO DE MUNDO DA SINCRÉTICA A SINTÉTICA

CONCEPÇÃO DE ENSINO APRENDIZAGEM

INTERACIONISTA (VYGOSTKY) CHAMADA POR NEWTON DUARTE DE HISTÓRICO CULTURAL

AVALIAÇÃO EMANCIPADORA DE FATO PARTINDO DA CONCRETUDE DA

PRÁTICA SOCIAL


Todo projeto de educa o expressa um projeto social

TODO PROJETO DE EDUCAÇÃO EXPRESSA UM PROJETO SOCIAL

  • O CURRÍCULO EXPRESSAR ESSE PROJETO SOCIAL PARTIR DA SELEÇÃO DE CONTEÚDOS, DA INTENCIONALIDADE DOS MESMOS, DO MÉTODO DE PRODUÇÃO DESTE CONTEÚDO, DOS CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO, DA OPÇÃO PELOS INSTRUMENTOS...

  • O PTD É O CURRÍCULO EM AÇÃO QUE NÃO PRESCINDE DO PAPEL DO PEDAGOGO NESSA MEDIAÇÃO


Para al m do projeto social que temos

PARA ALÉM DO PROJETO SOCIAL QUE TEMOS


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