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Poemas

Universidade Federal do Rio Grande do Sul Faculdade de Educação Pedagogia à distância: anos iniciais do Ensino Fundamental – Pead Aluna: Marta Cruz Pólo: Gravataí Interdisc. Literatura Infanto Juvenil e Aprendizagem-B Professora: Claudia Amaral dos Santos. Poemas. Raridade.

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Presentation Transcript


  1. Universidade Federal do Rio Grande do SulFaculdade de EducaçãoPedagogia à distância: anos iniciais do Ensino Fundamental – PeadAluna: Marta CruzPólo: GravataíInterdisc. Literatura Infanto Juvenil e Aprendizagem-B Professora: Claudia Amaral dos Santos Poemas

  2. Raridade • A araraé uma ave rarapois o homem não párade ir ao mato caçá-lapara a pôr na sala • em cima de um poleiroonde ela fica o dia inteiro fazendo escarcéuporque já não pode voar pelo céu. • E se o homem não párade caçar arara,hoje uma ave rara,ou a arara someou então muda seu nomepara arrara.

  3. José Paulo Paes • Esse poema serve tanto para crianças como para adultos, pois além de retratar realidade sobre a arara que está se tornando um animal raro devido a caça, também, fala sobre o temática animal que é um atrativo para as crianças. • O poeta faz uso do jogo de palavras com arara e rara.

  4. Sobre o autor • O poeta, crítico e tradutor José Paulo Paes nasceu em Taquaritinga (SP), no dia 22 de julho de 1926. Seu primeiro livro, O aluno, data de 1946. Mudou-se para São Paulo em 1949 e em 1960 deixa a indústria farmacêutica, onde trabalhava como químico. Passa a ser editor da Cultrix, onde ficaria até 1982. Em 1961 são publicados seus Poemas reunidos, contendo livros anteriores e as séries Novas cartas chilenas e Epigramas. Em 1981 lança o livro de poesia para crianças É isso ali. Em 1986 é publicado Um por todos, uma nova reunião de seus livros de poemas. Recebeu o prêmio Jabuti em 1997 (com o livro Um passarinho me contou) e em 1998 (pela tradução de Ascese, de Kazantzákis). Faleceu em 9 de outubro de 1998.

  5. A canção dos tamanquinhos • Troc...troc...troc...troc... • ligeirinhos, ligeirinhos, • troc...troc...troc...troc... • Vão cantando os tamanquinhos... • Madrugada. Troc...troc... • pelas portas dos vizinhos • vão batendo, troc...troc... • vão cantando os tamanquinos... • Chove. Troc...troc...troc... • no silêncio dos caminhos • alagados, troc...troc... • vão cantando os tamanquinhos... • E até mesmo, troc...troc... • os que têm sedas e armarinhos, • sonham, troc...troc...troc... • com seu par de tamanquinhos...

  6. Cecília Meireles • Aqui a autora faz música com os tamanquinhos. Em vez de ler o poema, pode-se cantá-lo. De acordo com Fanny Abramovich “O ritmo é outra marca essencial da poesia. É o que possibilita acompanhamento musical ao que é lido ou ouvido. Dado pelos olhos que vão seguindo linhas e linhas, dado pela voz que fala, pelo corpo que se move junto, seguindo o compasso dos versos, a cadência do poema, o envolvimento acontecendo por inteiro”.(Fanny,76.1997)

  7. Sobre a autora • Essa carioca lírica publicou seu primeiro livro de poemas, Espectros, em 1919, quando tinha 18 anos apenas. Foi professora, jornalista, criou a rede de bibliotecas pública da cidade do Rio de Janeiro. Pioneira na poesia brasileira para crianças, seu livro mais conhecido e premiado é Ou isto ou aquilo.

  8. A floresta acordada pela madrugada de um dia de festa abria a saia rodada e a madrugada sorria à floresta na madrugada da festa. A alegria estava lá, a poesia estava lá, mas onde estava a alegria mas onde estava a poesia só sabia o sabiá. Só o sabiá Sabia Sabia o que havia lá era um sábio o sabiá. Dono do dia da festa e dono da madrugada só por ele a floresta despertada do seu sono abria a saia rodada. E tudo o que lá Havia, e tudo o que havia lá, que se chamasse alegria que se chamasse poesia só sabia o sabiá. Ouçam como ele assobia, assobia o sabiá. Dia de Festa

  9. Comentários • De acordo com o texto “Poesias para crianças” Sidônio Muralha, brinca com as palavras, lidando com a ludicidade verbal, fazendo nas estrofes finais do poema, a brincadeira com sabia e sabiá – trocadilho.

  10. Sobre o autor • (1920- 1982) Poeta, nascido em Lisboa, integrou o movimento neo-realista. Abandonou o país fixando-se temporariamente no ex-Congo Belga, de onde voltou a partir para fixar residência no Brasil. A sua lírica possuía uma fluência quase oral, um ritmo alucinante e uma grande simplicidade. Foi um dos escritores portugueses que se dedicou à literatura infantil.

  11. Bibliografia: . FONTES, Martins. Literatura em minha casa - Tem Gato na Tuba e Outros Poemas. São Paulo: Livraria Martins. • Editora Global. Pé de Poesia - São Paulo 2002Ministério da educação FNDE-PNBE. • ABRAMOVICH, Fanny. Literatura infantil – gostosuras e bobices. São Paulo: Scipione, 1997. • http://www.citi.pt/cultura/temas/sidonio_muralha.html.

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